Junta da Expectação atribui dez bolsas de estudo aos alunos do Ensino Superior

As candidaturas às bolsas de estudo, destinadas aos alunos do Ensino Superior, da Junta de Freguesia de Nossa Senhora da Expectação, encontram-se abertas até ao último dia deste mês.

Ao todo, revela o presidente da junta, Hugo Milton, serão entregues dez bolsas, sendo que, “a situação financeira dos pais” será um dos parâmetros a ter em conta, e que será “melhor estudado”, na atribuição deste “importante apoio”. “As bolsas, já no ano passado, foram muito bem elaboradas e debatidas, para que não haja aqui uma injustiça”, comenta.

“Posso agradecer ao meio em que vivemos, porque muitas vezes as coisas que estão declaradas não correspondem à realidade da situação financeira dos pais. Ninguém vê a carteira de ninguém, nem conta o dinheiro de ninguém, mas nestas situações é bom conhecermos o povo e fazer uma melhor apreciação sobre isso”, acrescenta Hugo Milton.

Com o objetivo de ajudar “quem mais necessita”, adianta o presidente, quem já recebe outras bolsas não terá direito à junta de freguesia. O número de irmãos é outro dos parâmetros a ter em conta na avaliação das candidaturas.

Ao todo, estas bolsas representam um valor total de 800 euros para cada um dos dez estudantes contemplados, sendo que, os alunos recebem 80 euros, durante dez meses. “Isto é uma mais-valia para Campo Maior, para os jovens e para os pais, que, ao final do mês, têm este apoio, que é sempre bem-vindo”, diz ainda Hugo Milton.

Até segunda-feira, 31 de outubro, ao final do dia, os pais dos alunos interessados neste apoio, devem dirigir-se à junta de freguesia, para preencher os documentos necessários, com vista a formalizar a candidatura.

Os resultados destas candidaturas só serão conhecidos depois de revelados os contemplados com as bolsas atribuídas pela Câmara Municipal de Campo Maior.

Carnalentejana comemora 30 anos com os olhos postos no futuro

A Carnalentejana comemora hoje 30 anos. Para assinalar a data, decorreu esta manhã de quarta-feira, 26 de outubro, em Monforte, um colóquio subordinado ao passado, presente e futuro da marca.

Estes, “são 30 anos de luta e de grande satisfação por termos recuperado o efetivo pecuário da raça alentejana, que esteve praticamente reduzido a oito vacadas em linha pura, e hoje termos cerca de 70 produtores exclusivamente em linha pura”, revela o presidente do Conselho de Administração da Carnalentejana, Luís Miguel Bagulho, destacando que este “é um caminho árduo” para transformar “uma raça de trabalho numa raça produtora de carne de qualidade, e o sistema, em que criamos os animais, também ajuda porque fornece muitas características pelas quais os consumidores, atualmente, se interessam”.

Para esta qualidade contribuem diversos fatores, que levam a que a Carnalentejana seja comercializada por todo o país, entre eles “o sistema de baixo carbono, de aproveitamento de alimentos fibrosos, em que os bovinos comem sobretudo pastos, palha e bolotas e temos outras preocupações com o bem-estar animal, somos Denominação de Origem Protegida e estamos representados na maior parte das cidades do país e restauração”, acrescenta Luís Bagulho.

Quanto a desafios futuros o presidente do Conselho de Administração da Carnalentejana afirma que “são grandes”, tendo em conta a conjuntura atual, com a seca no país e a guerra na Ucrânia, mas “há uma oportunidade de nos aproximarmos da economia circular, aproveitando os produtos endógenos da região e cadeias económicas mais curtas”.

Já Fernando Carpinteiro Albino presidente Assembleia Geral da Carnalentejana, revela que “é bom comemorarmos 30 anos com um produto nosso, 100% alentejano e constatamos que o consumidor está devidamente informado, cada vez há mais pessoas a comprar este tipo de produtos e sabe distinguir, no rótulo, os tipos de carne”.

O futuro da Carnalentejana passa por “andar para a frente e inovar o mais possível”, garante Fernando Carpinteiro Albino, adiantando que os custos de produção, consequência da guerra na Ucrânia, é um dos principais desafios que a marca enfrenta, algo que “tem uma sequela de tal maneira importante nos custos de produção, e com a qual temos mesmo que nos preocupar, porque não conseguimos ter lucros e aumentar os preços”.

O presidente da Confederação de Agricultores de Portugal (CAP), Eduardo Oliveira e Sousa, “vê com muita satisfação” o facto de a Carnalentejana comemorar 30 anos, destacando que “tem agora maturidade suficiente para abraçar o futuro e é este tipo de organizações que os agricultores têm que fomentar, seja na carne ou outros produtos”.

“Este é um projeto ganhador, com condições para crescer e para abraçar outros produtores de outras raças, para se juntarem num projeto conjunto e tirar benefícios de uma experiência de 30 anos, para que o futuro mantenha à tona da água e com ênfase a palavra Alentejo e os produtos do Alentejo”, acrescenta o presidente da CAP.

Já Gonçalo Lagem, presidente da Câmara de Monforte demonstra-se “grato” pelo facto de as comemorações destes 30 anos decorrerem na vila, e destaca que esta “é uma marca identitária, que representa e reflete bem o que é a alma alentejana, e que está projetada no país inteiro e no mundo, sendo uma marca diferenciadora e garantia de segurança e qualidade alimentar, que homenageia todos os criadores que estiveram por detrás destes PRIMEIROS 30 anos, em condições particularmente difíceis, porque é preciso muita resiliência”.

Para o presidente da Câmara de Monforte esta é uma marca que orgulha todos e que estes 30 anos servem para “abraçar o futuro com a qualidade a que sempre nos habituaram”.

Fermelinda Carvalho, presidente da Associação de Agricultores do distrito de Portalegre marcou presença nestas comemorações e revela que a Carnalentejana é, para a Associação, “um orgulho e obviamente que é do melhor que temos na nossa região”.

As comemorações dos 30 anos da Carnalentejana decorreram esta manhã, no Agrupamento de Escolas de Monforte, seguindo-se um almoço na sede da Associação de Bovinos da Raça Alentejana no Assumar.

Realização de queimas e queimadas nas mãos das câmaras municipais

Sempre que se verifique um nível de perigo de incêndio rural “muito elevado” ou “máximo”, a realização de queimas e queimadas está sujeita a autorização por parte das Câmaras Municipais.

Por esta altura, e na região Alentejo, há autarquias, como a de Estremoz, em que estas práticas, no concelho, estiveram interditas até à passada segunda-feira, ou a de Montemor-o-Novo, que estendeu essa proibição até dia 31.

De acordo com o comandante do Comando Distrital de Operações de Socorro (CDOS) de Portalegre, Rui Conchinha, estas proibições, por parte dos municípios, têm por base a avaliação diária de risco de incêndio. “Os municípios, através dos seus gabinetes técnicos florestais, e perante aquilo que é a avaliação de risco de incêndio diária, emanada pelo IPMA (Instituto Português do Mar e da Atmosfera), por concelho, decidem e definem se, na área territorial do seu concelho, se podem fazer práticas de queimas ou queimadas, permitindo assim, ou não, a inscrição dessas mesmas práticas na respetiva plataforma”, explica.

Para a Proteção Civil, o importante é, sobretudo, “sensibilizar o cidadão, que convive e vive no mundo rural e que sempre esteve muito dependente e habituado à necessidade de realizar queimas de sobrantes ou queimadas extensivas, para se manter atualizado com aquilo que a respetiva lei emana”. Rui Conchinha lembra que, em caso de dúvidas, as pessoas devem dirigir-se aos gabinetes técnicos florestais dos municípios ou às juntas de freguesia, uma vez que os técnicos estão “perfeitamente atualizados e em condições de ajudar naquilo que são também os processos de inscrição na respetiva plataforma”.

A proibição da realização de queimas e queimadas, por esta altura, deve-se, sobretudo, ao facto desta ser uma época de preparação e limpeza de terrenos agrícolas e florestais. Contudo, e devido às previsões das condições meteorológicas favoráveis à ocorrência de incêndios, há municípios que estendem esse período de proibição destas práticas para garantir a segurança e evitar prejuízos.

Santa Casa de Campo Maior recebe kits de desporto sénior

Foto arquivo

A prática desportiva é uma atividade importante para todos e pode ser bastante benéfica, para os mais idosos, ajudando a prevenir o surgimento de algumas doenças, contribuindo para o bem-estar físico e psicológico.

Nesse sentido, a delegação regional do Alentejo do Instituto Português do Desporto e Juventude (IPDJ) voltou a entregar os kits de desporto aos seniores de 20 ipss’s da região, entre as quais a Santa Casa da Misericórdia de Campo Maior.

Miguel Rasquinho, diretor regional do IPDJ, refere que esta iniciativa “pretende incentivar à prática desportiva. Normalmente, associamos a prática desportiva aos mais novos, mas aquilo que queremos fazer é tornar Portugal com o um dos países da Europa onde se pratica mais desporto. Este kit é composto por variadíssimos equipamentos, direcionados para os seniores, e com uma pena que conta com exercícios e dicas de utilização”.

Delegação regional do Alentejo do Instituto Português do Desporto e Juventude voltou a entregar os kit’s de desporto aos seniores da região.

O desafio é “elevar o ensino superior do país”, diz Joaquim Mourato

Joaquim Mourato (na foto) vai ser o novo responsável pela Direção-geral do Ensino Superior (DGES).

Em declarações à Rádio Campo Maior, o novo diretor-geral do Ensino Superior, refere que “esta é uma área do Ministério da Ciência, Tecnologia e Ensino Superior e que pretende a conceção e implementação das políticas, trabalhando de uma forma muito próxima com o ministério e as instituições, sendo esse o principal desafio, o de aproximar mais a DGES das instituições”.

Com estas novas funções, Joaquim Mourato pretende “elevar o ensino superior do país, sem distinção entre o interior e o litoral ou se é pública ou privada. Eu costumo dizer que o ensino superior é um corpo e se algum dos membros está frágil, todo o sistema se sente. E é isso que nós não queremos. Precisamos perceber. no dia a dia., as fragilidades de cada instituição e encontrar respostas à medida”.

O antigo presidente do Instituto Politécnico de Portalegre e do Conselho Coordenador dos Institutos Superiores Politécnicos Portugueses começa a exercer funções no início de novembro.

Campo Maior caminha no sábado pela Liga Portuguesa Contra o Cancro

Outubro é o mês rosa, o mês da prevenção do cancro da mama. Nesse sentido, no próximo sábado, dia 29, haverá caminhada solidária, em Campo Maior, cujas verbas angariadas revertem a favor da Liga Portuguesa Contra o Cancro.

Esta caminhada, que conta com o apoio da Câmara Municipal, é organizada pelo grupo Campo Maior Trail Runners, sendo que, de acordo com o responsável, Carlos Pepê, é uma iniciativa que já é levada a cabo há alguns anos na vila, e que não deixou de acontecer, ainda que em moldes diferentes, mesmo em tempos de pandemia.

“Esperamos que esta edição seja muito participada. No ano passado tivemos 200 pessoas a participar e este ano queremos atingir esse objetivo e até superar”, adianta Carlos Pepê. Uma vez que tem havido “muitas caminhadas” na vila, o Campo Maior Trail Runners quer, desta feita, “inovar”, promovendo com um percurso diferente, para também surpreender os participantes, diz ainda o responsável.

Os interessados em participar devem fazer a compra da tshirt rosa, da Liga Portuguesa Contra o Cancro, no Centro Comunitário de Campo Maior e fazer a inscrição através de um formulário que está disponível online (aqui).

Esta caminhada solidária arranca, no sábado, às 16 horas, do Jardim Municipal de Campo Maior.

O fado animou noite de sábado no Centro Cultural de Campo Maior

O Centro Cultural de Campo Maior acolheu, na noite de sábado, 22 de outubro, o espetáculo “Agora… Canta-se o Fado!”, uma iniciativa do grupo de teatro que realizou a revista à portuguesa “Agora é que é!”.

Esta noite de fados, à qual se juntou também a dança e o teatro, num espetáculo emocionou e divertiu o público que esgotou o Centro Cultural de Campo Maior.

As vozes de Dina Valério, Duarte Silvério, Helena Brita, João Carita, Leonor Alegria e Toy Faria, foram acompanhadas por Paulo Cachinho na guitarra portuguesa e por Miguel Monteiro na viola de fado.

24 de Outubro é Dia da Biblioteca Escolar

O Dia da Biblioteca Escolar é celebrado na quarta segunda-feira do mês de outubro, sendo que este ano se assinala dia 24.

Este dia tem como objetivo destacar a importância das bibliotecas escolares na educação, assim como promover o gosto pela leitura.

A data foi comemorada pela primeira vez em outubro de 1999.

Adega Mayor: 2021 foi o melhor ano de sempre em termos de vendas

Com 15 anos de existência, a Adega Mayor, do Grupo Nabeiro, em Campo Maior, alcançou, em 2021, o melhor resultado de sempre, em termos de vendas. Com uma subida de dez por cento, face a 2020, a faturação da Adega Mayor alcançou, no ano passado, os 5,6 milhões de euros.

Tendo sido 2020 um ano de pandemia, difícil para todos os setores económicos, durante o qual também a Adega Mayor se ressentiu, em 2021, revela a CEO, Rita Nabeiro (na imagem), mais que retomar os valores de vendas de 2019, a empresa conseguiu superar esse patamar. “Felizmente, o nosso impacto não foi assim tão negativo em 2020, mas não seguiu a tendência crescente, que vínhamos a ter desde sempre”, explica.

Com um atraso “significativo”, no início do primeiro trimestre de 2021, devido a um confinamento, a Adega Mayor foi conseguindo recuperar. “Não só ficámos em linha com os valores de 2019, como superámos e tivemos aqui o nosso melhor ano de sempre, em termos de vendas, o que foi, de alguma maneira, um feito importante”, assegura Rita Nabeiro.

Importante, durante a pandemia, lembra ainda a CEO, foi a venda online de vinhos, com a empresa, através do seu site, neste período, a registar, através desta via, um aumento de vendas de mais de 600 por cento. “Nós tínhamos loja online, o que nos foi bastante fácil, quando a pandemia começou, de avançar rapidamente e começar a fazer venda online”, garante Rita Nabeiro, lembrando a preocupação em ter produtos customizáveis.

“Fomos sempre tendo alguma coisa nova para oferecer, e isso também ajudou bastante a alavancar as vendas online, mas também se deveu ao facto de quando muitos ainda não tinham loja online, nós já tínhamos”, remata.

Este ano, e tendo em conta as consequências da guerra na Ucrânia e a inflação, os preços dos vinhos da Adega Mayor subiram entre 4 a 5 por cento, ainda que não em todas as gamas.

Queda de árvore no jardim da Avenida em Campo Maior

O temporal que assola o País continua a fazer estragos. Desta feita, verificou-se a queda de uma das árvores do jardim da Avenida em Campo Maior.

No local esta uma viatura dos Bombeiros de Campo Maior e outra da GNR.
Não há feridos a registar.

Estão presentes, o presidente da Câmara de Campo Maior Luís Rosinha, o vereador Paulo Pinheiro e os Engenheiros José Muacho e José Filipe, bem como vários funcionários da Câmara.