Município de Campo Maior realiza último sorteio da campanha de Natal

O quinto e último sorteio da iniciativa “Comércio Tradicional – Onde Tudo se Faz Natal” decorreu na passada sexta-feira, dia 6 de janeiro, na presença do vice-presidente da Câmara de Campo Maior, Paulo Pinheiro, do comerciante convidado Carlos Belo e a munícipe convidada Henriette Gorino.

A lista de premiados pode ser consultada na tabela abaixo.

Os premiados podem levantar os seus prémios a partir de amanhã, terça-feira, dia 10, no Centro Cultural de Campo Maior. Os vales agora sorteados poderão ser utilizados até 28 de fevereiro nos comércios aderentes, que podem ser consultar aqui.

Corporação de Campo Maior procura reforçar efetivo com escola de bombeiros

A corporação de Bombeiros de Campo Maior debate-se, há algum tempo, com o problema da falta de efetivos, sendo que, para fazer face a essa situação, tem a funcionar a sua escola, para conseguir angariar novos operacionais.

Este é um dos maiores desejos do recém-eleito presidente da direção da Associação Humanitária campomaiorense, Luís Fava, que há cerca de três anos integra os corpos sociais da corporação, altura em que, como recorda, esta era uma instituição “sem qualquer credibilidade” e com dívidas.

“Quando apanhámos este projeto, tínhamos grandes défices: a credibilidade da nossa instituição era zero e nós, nestes três anos, fizemos sorrir os nossos bombeiros”, assegura Luís Fava. “Pagámos algumas dívidas que tínhamos, não estamos bem, mas continuamos”, acrescenta.

Com cerca de 15 operacionais assalariados, o presidente da associação garante que se tenta “dar o máximo, com esses homens e mulheres, que lutam todos os dias”, a quem Luís Fava agradece a “disponibilidade que têm pela população”.

Perante essa falta de efetivos, era “importante”, através da escola de bombeiros, conseguir-se “angariar mais bombeiros” para a corporação. “O socorro tem de ser sempre assegurado à nossa população de Campo Maior, que é bastante importante”, remata.

Luís Fava foi eleito presidente da Associação Humanitária dos Bombeiros Voluntários de Campo Maior no passado dia 28 de dezembro. O comando da corporação é atualmente liderada pelo comandante em substituição, Nuno Cunha, depois da saída de Paulo Moreiras, a 31 de dezembro.

“O Elvas” vence o Eléctrico e alarga liderança do campeonato

“O Elvas” Clube Alentejano de Desportos venceu, na tarde deste domingo, dia 8, o Eléctrico por 3-1 e assegurou a liderança do campeonato distrital de seniores. No outro jogo da jornada, o Gavionenses venceu por 2-1 o Mosteirense, em Mosteiros.

Para a equipa elvense, marcaram os três avfançados: Tiago Espírito Santo (8’), Okebe (51’) e Luís Dias (55′). Lobato marcou para o Eléctrico, aos 14 minutos de jogo.

Pedro Canário, técnico da equipa elvense, refere que “esta vitória era o grande objetivo da equipa, uma vez que com um campeonato muito curto, com este resultado, conseguimos uma boa vantagem”.

Já Emanuel Baleizão, treinador do Eléctrico, considera que “um lance, quase no final da partida, poderia ter mudado o rumo do jogo. Este era um jogo importante para a equipa mas não é decisivo e nós vamos dar tudo por tudo nestas quatro jornadas que faltam”.

Com este resultado, “O Elvas” alargou a liderança do campeonato, agora com 12 pontos, seguido do Eléctrico, com 7, Gafetense (folgou) com 6 pontos, Gavionenses com 4 e Mosteirense ainda sem pontuar no campeonato.

Na próxima jornada, marcada para dia 22, jogam Gafetense – Eléctrico e Mosteirense – O Elvas. O Gavionenses folga.

Conheça os horários das eucaristias em Campo Maior

De segunda a sábado, há missa no Mosteiro da Imaculada Conceição, em Campo Maior, às 8 horas. Na Igreja Matriz da vila, de segunda a quarta-feira, a eucaristia tem início às 19 horas.

Já às quintas e sextas-feiras, a eucaristia das 19 horas acontece na Igreja de São João.

Aos sábados, para além da missa das 8 horas, no Mosteiro, há também Missa Vespertina, às 17 horas, em Ouguela, e às 19 horas, na Igreja Matriz.

Aos domingos, as missas têm início às 9 horas, no Mosteiro, e às 11 horas, na Igreja Matriz.

“Portalegre mantém o funcionamento igual”, diz comandante sobre fim do CDOS

Os 24 comandos sub-regionais da Autoridade Nacional de Emergência e Proteção Civil entraram ontem em vigor a nível nacional, substituindo os 18 comandos distritais de operações e socorro (CDOS) existentes até à data.

No caso do distrito de Portalegre, a alteração geográfica é nula, uma vez que a área de atuação da comunidade intermunicipal coincide com os 15 municípios do Alto Alentejo. Rui Conchinha (na foto), comandante sub-regional do Alto Alentejo, explica que “as alterações prendem-se, sobretudo, com o software e designação da própria entidade. Tudo o que diz respeito à relação com bombeiros e forças de segurança mantém-se igual”.

Previstos na lei orgânica desde 2019, estes comandos sub regionais vêm “adaptar-se aos modelos de organização do próprio território continental, nomeadamente às comunidades intermunicipais (CIM), e às áreas metropolitanas (AM)”.

Rui Conchinha recorda que “já em 2022, e também no âmbito da lei orgânica, foram criados os comandos regionais, tendo sido implementados cinco que não existiam na lei anterior. Agora, passamos para este patamar que faltava implementar dos comandos sub-regionais”.

De acordo com o comandante sub-regional do Alto Alentejo, “apenas três distritos, a nível nacional, não sofrem alterações ao nível geográfico, nomeadamente, Portalegre, Évora e Viana do Castelo. Os restantes, como é o caso de Beja, aqui na região Alentejo, têm que adaptar-se mais às alterações. O distrito de Beja fica sem o concelho de Odemira, que é só o maior do país, que passa para a sub-região do Alentejo Litoral, que inclui os concelhos desde Odemira até Sines e Alcácer do Sal”.

Esta entrada em vigor dos 24 comandos sub-regionais, em detrimento dos comandos distritais de operações de socorro, deveria ter entrado em vigor no dia 1 mas, devido ao agravamento das condições meteorológicas, foi adiado para ontem, dia 4 de Janeiro.

Segundo despacho que estabelece as condições de funcionamento destas novas estruturas de emergência e proteção civil, o comando regional do Alentejo vai incluiu os comandos sub-regionais do Alto Alentejo, Alentejo Central, Alentejo Litoral e do Baixo Alentejo.

Homem detido em Campo Maior com 366 doses de haxixe

O Comando Territorial de Portalegre, através do Posto Territorial de Campo Maior, deteve, no dia 5 de janeiro, um homem com 21 anos por tráfico de estupefacientes, no concelho de Campo Maior.

No âmbito de uma ação de patrulhamento e fiscalização rodoviária, os militares da Guarda abordaram o ocupante de um veículo que apresentou algum nervosismo. No seguimento das diligências policiais foi realizada uma revista pessoal de segurança e uma busca em veículo que culminou com a apreensão de 366 doses de haxixe; uma faca para corte do produto estupefaciente; um moinho; um telemóvel e uma viatura.

O detido foi constituído arguido e os factos foram comunicados ao Tribunal Judicial de Elvas.

“Despertar Alentejano” não deixa música tradicional cair em esquecimento

Composto por cerca de dez elementos, o grupo de cantares “Despertar Alentejano” tem-se dedicado à recolha e divulgação da música popular portuguesa, sobretudo de músicas tradicionais de Campo Maior, através das tão conhecidas saias.

Acordeão, pandeireta, reco-reco, castanholas e bombo são apenas alguns dos instrumentos tocados pelos músicos do grupo e que acompanham temas como “Vila de Campo Maior”, “Festa do Povo” e “Saias das Sortes”.

Segundo o presidente do grupo, Carlos Clemente, por mais que gostassem, é sempre complicado acolher novos elementos: “nunca estamos fechados a receber novos elementos, mas é sempre complicado, porque quantos mais elementos são mais caras ficam as nossas saídas, as despesas aumentam sempre”. “As pessoas não podem ir cantar e tocar e ainda terem a despesa de alimentação”, acrescenta.

Ainda assim, e até ver, neste início de ano, o grupo ainda não tem espetáculos agendados, sendo que os mais aguardados são aqueles que irão promover, se assim acontecer, no tão esperado regresso das Festas do Povo. “É mais perto da Primavera que surgem algumas coisas, para saídas, e como trabalhamos muito com intercâmbios, alguma coisa há de surgir”, assegura Carlos Clemente.

O Grupo de Cantares “Despertar Alentejo” foi fundado a 12 de março de 2009.

Orfeão de Portalegre em Concerto de Ano Novo este domingo em Campo Maior

A Igreja Matriz de Campo Maior será, na tarde deste domingo, 8 de janeiro, palco de um concerto de Ano Novo, pelo Orfeão de Portalegre.

Este é um espetáculo que estava inicialmente prevista para 18 de dezembro, mas que foi adiado, devido às cheias, que, no dia 13, devastaram as casas e os bens de várias famílias campomaiorenses.

Ainda que seja um concerto de ano novo, explica um dos elementos do órfão, José Ceia, serão apresentados vários temas de natal, com o objetivo de confortar todas as pessoas que sofreram na pele esta catástrofe. “Nós somos compreensíveis ao que se passou em Campo Maior, falámos com a Câmara e adiámos o concerto”, explica.

Para confortar “um pouco as pessoas que sofreram tanto em Campo Maior”, José Ceia garante que o Orfeão vai dar o seu “melhor”. Esta promete ser uma tarte “muito especial”, onde não faltarão temas como o Natal de Elvas. “Serão basicamente músicas portugueses, feitas há muitos anos, de vários natais que fomos descobrindo e que vamos mostrando aquilo que, realmente, se faz de bom em Portugal”, remata.

O início do concerto está marcado para as 16 horas.

Tradição de cantar as Janeiras em Campo Maior reúne várias gerações (c/fotos e vídeos)

A população de Campo Maior saiu esta sexta-feira, 6 de janeiro, em massa, à rua para cumprir a tradição de cantar as Janeiras.

Esta iniciativa promovida pelo município, acabou por resultar num convívio de gerações, contando, entre outros, com o Grupo “Despertar Alentejano”, os alunos da Academia Sénior da CURPI e do Centro Educativo Alice Nabeiro, que pelas ruas cantaram as Janeiras, e onde não faltaram as pandeiretas e as castanholas.

Para o presidente da Câmara de Campo Maior, Luís Rosinha, este momento assume-se como uma forma de levar alegria às ruas da vila, deixando alguns momentos menos bons para trás, e abraçando o novo ano com otimismo. “Este é um início de ano com muita esperança e muita fé, numa iniciativa com muitas crianças e pessoas mais velhas associadas, e este sair à rua e cantar, depois de uma quadra natalícia que não foi a esperada, é também deixar as mágoas para trás e pensar que este é um ano, com mais otimismo para os campomaiorenses”, refere o autarca.

Já Carlos Clemente, presidente do Grupo “O Despertar Alentejano”, que colaborou esta iniciativa, “para trazer de novo a tradição a Campo Maior” enaltece a presença das gerações mais novas.

Foram cerca de 120 as crianças do Centro Educativo Alice Nabeiro que se associaram ao Cantar as Janeiras. Carlos Pepê, coordenador pedagógico da instituição de ensino, revela que estas iniciativas “são sempre muito importantes”, até porque estão a trabalhar com as crianças, “os anos 80, num projeto que se chama “conta-me como foi” e cantar as janeiras faz parte desses anos, e por isso, essas iniciativas são muito importantes e estaremos sempre ao lado dos nossos parceiros, como eles estão para nós, esta é uma tradição em Campo Maior e assim somos uma comunidade mais forte”.

Falámos ainda com algumas pessoas que saíram à rua para cantar as Janeiras. Marcelina Pingo considera que este é “um convívio muito bonito”.

Nas palavras de Céu Militão esta iniciativa “é maravilhosa, e isso nota-se pela presença de todas as gerações”, para si, esta é uma forma de começar o ano “em grande, de forma divertida, em paz e com muita saúde”.

Campomaiorenses que saíram esta tarde à rua para Cantar as Janeiras, como manda a tradição, juntando várias gerações e percorrendo as ruas da vila.


Banda 1º Dezembro apresenta Concerto de Ano Novo em Degolados

A Banda 1.º de Dezembro, de Campo Maior, promove, este sábado à tarde, dia 7 de janeiro, um Concerto de Ano Novo, na Igreja de Nossa Senhora da Graça dos Degolados.

Independentemente do espaço que acolhe um concerto de uma filarmónica, como esta – “seja na rua, numa procissão, numa tourada” – garante o maestro da banda, a música tem de transmitir sempre “uma mensagem clara”, para que o público “sinta aquilo que os músicos fazem”, sendo que, para Francisco Pinto a música acaba mesmo por ser “uma terapia”. “Não há uma explicação possível, nem uma definição. A música tem de se sentir. Se não for assim, não tem lógica andarmos aqui a fazer o que quer que seja”, assegura.

Sendo a música é uma arte que implica “muito sacrifício”, o maestro, a cada ensaio da banda, aos sábados, tem procurado passar essa mensagem aos seus músicos. “Tem de se fazer sacrifícios, temos de estar sempre ligados à música. O instrumento tem de ser o nosso companheiro principal. Há tempo para tudo, mas a música precisa de muito de trabalho, temos de dedicar muito tempo a isto”, assegura.

Entre os cerca de 30 elementos que, atualmente, compõem a banda, encontram-se pessoas com idades compreendidas entre os dez e os 72 anos. “O mais antigo é muito conhecido, que é o senhor João Varela, que é pianista, mas agora está a tocar viola baixo”, revela Francisco Pinto, assegurando que, na filarmónica, e procurando sempre evoluir-se, mais que os instrumentos de sopro, vão se introduzindo, aos poucos, “a corda, o teclado”. “Temos um leque vastíssimo, por exemplo, de instrumentos de percussão”, adianta o maestro, assegurando que, atualmente, já contam com instrumentos como tímpanos, bombo de concerto, lâminas, viola baixo e teclado.

O concerto de amanhã, da Banda 1º de Dezembro, na Igreja Matriz de Degolados, está marcado para as 16 horas. As entradas são gratuitas.