Bárbara Bandeira, Deejay Telio e Miguel Azevedo são os cabeças de cartaz da edição deste ano do Festival da Juventude e Académico de Elvas, que promete noites de muita animação, de 16 a 18 de maio, no coliseu da cidade.
O programa de espetáculos e as novidades deste Festival da Juventude e Académico foram dados a conhecer ao final da manhã desta quarta-feira, no Salão Nobre dos Paços do Concelho de Elvas, num momento que antecedeu mais um Conselho Municipal de Juventude.
Resultado de um investimento de 175 mil euros, o evento, de acordo com o presidente da Câmara de Elvas, Rondão Almeida, começa a aproximar-se, aos poucos, daquilo que já foi em outros tempos, uma vez que, do ano passado para este, passa de dois para três dias. Para organizar o evento, a autarquia contou com o apoio de diversas entidades e associações juvenis, até porque este é um “festival dos jovens feito para os jovens”.
Na organização do evento, o município conta, de acordo com o vereador Cláudio Monteiro, com as parcerias da Escola Secundária D. Sancho II e da Escola Superior de Biocências de Elvas, a par de sete associações e coletividades: a Arkus, a Gota d’Arte, o Moto Clube Alentejano de Elvas, o Rugby Clube de Elvas, a Associação Desportiva do Bairro das Caixas, Associação de Estudantes da Escola Secundária D. Sancho II e a Comissão de Finalistas da Escola Superior de Biocências de Elvas.
Neste momento, lembra o vereador, a Câmara Municipal procura jovens talentos que queiram subir ao palco do festival para fazer a apresentação do mesmo. Os interessados, que devem ter entre 16 e 35 anos, ser naturais, residentes ou estudantes em Elvas, podem enviar um vídeo de um minuto, em que se apresentam e dão a conhecer as razões pela quais querem assumir este papel no festival, até 30 de abril, para eventos@cm-elvas.pt.
Quanto ao programa do festival, na quinta-feira, dia 16, sobem ao palco a partir das 21h30, Alentuna e Tunas convidadas, Miguel Azevedo, Dj Brat e Dj Diazz. Na sexta-feira, dia 17, o palco vai ser de Bunny Wonders, Deejay Telio, Dj Zanova e Dj Cuba & Quintas Percussion. O último dia do evento, sábado, dia 18 de maio, arranca com BUDAFE, seguindo-se os concertos de Bárbara Bandeiras e Danni Gato, com John Bandeiras a encerrar a noite e o festival.
A par deste conjunto de espetáculos, e porque “isto não é só festa”, diz Cláudio Monteiro, em paralelo com o festival, que considera ser “o maior e melhor do Alentejo”, a Câmara Municipal irá promover um conjunto de workshops, destinados aos jovens, sobre os mais diversos temas, que vão desde o desporto à cultura.
Os bilhetes são gratuitos no primeiro dia. No dia 17, os bilhetes têm um preço de oito euros, enquanto para dia 18 custam dez euros. A pulseira de acesso geral ao festival tem um custo de 14 euros. Aos preços indicados são ainda aplicados os descontos habituais para portadores do cartão SmartJovem e Família Mais. As pulseiras e bilhetes diários estão já à venda no Posto de Turismo da Praça da República, ticketline.pt e em quatro papelarias da cidade: Cidade Nova, Nova Elvense, Coffee Time – Aqueduto e na papelaria do Intermarché.


O Município de Campo Maior, representado pelo presidente Luís Rosinha e pelo Chefe da Divisão de Obras e Urbanismo, Rui Carneiro, e a SGO – Sociedade Gestora de Obras, representada por Nuno Piçarra, assinaram ontem, terça-feira, dia 16 de abril, o auto de consignação da obra que vai dotar a Freguesia de Nossa Senhora da Graça dos Degolados de uma nova Casa Mortuária.
Os alunos do Centro Educativo Alice Nabeiro sobem ao palco, amanhã, quinta-feira, 18 de abril, para apresentar uma peça de teatro, inserida nas comemorações dos 50 anos do 25 de abril, no Centro Cultural.
O Centro Cultural de Campo Maior recebeu ontem, dia 16 de abril, a ação de capacitação “Fazes Parte, Faz a Tua Parte!”, pela Betweien, numa sessão dirigida ao 3.º ciclo de ensino.


A fadista Sara Correia atua no dia 27 de abril, na Praça Multimodal em Campo Maior, no âmbito das comemorações dos 50 anos da Revolução dos Cravos, desenvolvidas pelo município.
“Levar às mãos o lume” é o nome do livro, da autoria do campomaiorense Fernando Fitas, que é apresentado no próximo dia 20 de abril, no Museu Aberto, em Campo Maior.
“Conversa à volta da Raia” foi o mote para a iniciativa que decorreu esta manhã de segunda-feira, 15 de abril, no Centro Cultural de Campo Maior, no âmbito das comemorações dos 50 anos do 25 de abril.
Considerando-se uma “testemunha do 25 de abril”, Francisco Moita Flores, afirma que esse foi dos dias mais importantes da sua vida, “não só pelo fim da guerra, mas também pela necessidade que a sua geração tinha de cultura, nomeadamente, através dos livros que, na época eram proibidos”. O escritor recorda que o seu pai tinha esses livros proibidos, forrados com “um papel específico”, para que não fossem descobertos.
Já Luís Cunha, autor de “Memória Social em Campo Maior: Usos e Percursos de Fronteira”, revela que essa obra, elaborada nos anos 90, pretendia “perceber quais as memórias das pessoas, na zona da fronteira relativas à Guerra Civil e ao contrabando, para perceber de que forma essas memórias eram construídas e reconstruídas, no presente”.
Já o historiador Moisés Cayetano Rosado afirma que Salgueiro Maia foi uma pessoa que estudou “com muito carinho” considerando que “é uma das figuras mais importantes do país”. Para o historiador, é necessário ter presente “a vontade de liberdade que os militares e o povo português tinham, para conquistar a sua liberdade”.
Esta sessão ficou ainda marcada por uma interrupção pacífica, por parte de um grupo da Associação de Pais de Campo Maior, que subindo ao palco, mostraram o seu desagrado com a situação de insegurança que se vive nos estebelecimentos de ensino, depois da manifestação desta manhã. O presidente da Associação citou mesmo uma frase de Francisco Moita Flores.


Dizendo não ter uma “solução mágica” para resolver o problema da insegurança e os episódios de violência nas duas escolas do agrupamento de Campo Maior, o diretor Jaime Carmona garante que a ligeireza de que a direção é acusada de ter no tratamento deste tipo de situações, por parte do presidente da Associação de Pais, é apenas proveniente de “diferentes pontos de vista” (