Campanha de Segurança Rodoviária “Taxa Zero Ao Volante” a decorrer

Numa ação de prevenção promovida pela Autoridade Nacional de Segurança Rodoviária, Guarda Nacional Republicana e Polícia de Segurança Pública, o objetivo é o de alertar os condutores para os riscos da condução sob efeito do álcool.

“Esta campanha tem o grande objetivo de alertar os condutores para os riscos da condução sob a influência do álcool. Um em cada três condutores mortos em acidentes de viação apresenta uma taxa de álcool no sangue igual ou superior a 0,5 g/l e três em cada quatro destes condutores apresentam uma taxa igual ou superior a 1,2 g/l, ou seja, taxa crime”, explica o capitão João Lourenço, da Guarda Nacional Republicana.

“Daí que é importante que as pessoas entendam que estes são fatores de risco que interferem na condução e muitas vezes têm um desfecho infelizes com feridos e, inclusive, podendo morrer pessoas”, acrescenta.

A campanha consiste em ações de sensibilização e operações de fiscalização em todo o território nacional “com vista a alertar todos os condutores para evitar estes desfechos trágicos”.

No caso das operações de fiscalização, estão a decorrer com especial incidência em vias e acessos com elevado fluxo rodoviário. No Alentejo, destaque para as operações a decorrer no dia 26 de maio, na Avenida do Bonfim, em Portalegre, e no dia 29 de maio, na EN4, em Évora.

A Guarda Nacional Republicana deixa ainda conselhos aos condutores para uma condução sem acidentes, nomeadamente, “evitar conduzir sob o efeito do álcool ou substâncias psicotrópicas, porque colocam em causa a segurança própria e de terceiros”.

“Conduzir sob a influência do álcool causa várias perturbações, designadamente, ao nível cognitivo e do processamento de informação, bem como alterações na capacidade de reagir aos imprevistos, e descoordenação motora. E são todos estes os fatores que muitas vezes são causadores dos acidentes de viação”, conclui o capitão João Lourenço.

Alunos do 6.º ano aprendem como funcionam os órgãos autárquicos

O presidente da Câmara Municipal de Campo Maior, Luís Rosinha, e o presidente da Assembleia Municipal, Jorge Grifo, acompanharam, na tarde do dia 23, duas turmas do 6.º ano numa visita aos vários órgãos do poder local democrático.
Esta foi uma iniciativa integrada na disciplina de História e Geografia de Portugal e serviu para os alunos contactarem de perto com os vários órgãos eleitos do concelho, de forma a perceber melhor o processo político a nível local, para além de ficarem a conhecer melhor o processo de tomada de decisões, assim como a forma como se articula o trabalho entre o Município, Assembleia Municipal e Juntas de Freguesia.
A visita terminou no Salão Nobre dos Paços do Concelho, onde Luís Rosinha e Jorge Grifo explicaram aos pequenos campomaiorenses toda a dinâmica de trabalho no Município, havendo ainda oportunidade para ouvir algumas sugestões.

APPACDM de Elvas integra os utentes no mercado de trabalho

Um memorando de entendimento entre a APPACDM de Elvas, a Santa Casa da Misericórdia de Lisboa e o IEFP foi assinado no passado mês de abril, com o objetivo de implementar atividades do Projeto Valor T (Talento e Transformação), através dos Centros de Recursos locais.

Luís Mendes, presidente da APPACDM de Elvas, revela que tendo em conta que a instituição tem um destes centros, o objetivo do projeto é “integrar pessoas com deficiência intelectual, no mercado de trabalho”.

Para isso, será “criada uma plataforma digital, a nível nacional, onde os candidatos se inscrevem e os técnicos destes centros têm formação para analisar o perfil do candidato e fazem a ponte entre o utente e as empresas”.

Luís Mendes acrescenta que este é “um projeto ambicioso” para a instituição e também “um desafio”, adiantando que é financiado pelo IEFP.

APPACDM de Elvas que assinou, no mês passado um memorando que lhe possibilita, através do seu Centro de Recurso Locais integrar utentes, no mercado de trabalho.

Associação “Casa EquiAtiva” apresentada este sábado no CIFA

A nova associação de Campo Maior, a “Casa EquiAtiva” é apresentada no próximo sábado, 27 de maio, no CIFA – Centro Interpretativo da Fortificação Abaluartada, em Campo Maior.

Com o objetivo de prestar apoio a crianças, jovens e adultos portadores de deficiência, bem como às suas famílias, o projeto surge da união de esforços entre três mulheres: as educadoras de infância Anabela Carlos e Joana Monteiro e a geógrafa Dália Nunes.

“Verificámos que havia muitas lacunas na área da deficiência, então juntámo-nos a ver o que poderíamos fazer relativamente a estas lacunas, e foi a partir daí que surgiu a associação”, revela Anabela Carlos.

Além da ajuda a pessoas portadoras de deficiência, a associação pretende também “dar um apoio às famílias”, explica Anabela, uma vez que “muitas vezes sentem-se perdidas e não sabem a quem recorrer”.

A Casa EquiAtiva vai ter a sua sede na Santa Casa da Misericórdia de Campo Maior.

A apresentação do projeto vai acontecer este sábado no auditório do CIFA, a partir das 10h00, num momento que conta com uma programação diversificada durante toda a manhã.

Pelas 10h30 acontecerá a apresentação propriamente dita do projeto, seguindo-se pelas 11h00 uma conversa, sobre o tema “A deficiência chegou, e agora?”. Já pelas 11h45, tem lugar um pequeno momento musical seguido de um espaço para testemunhos de vida. Ao fim da manhã, pelas 12h30, acontece a sessão com debate aberto ao público sobre “Direito à inclusão – que leis nos regem?”.

Candidaturas abertas para apoios da Ação Social Escolar em Campo Maior

Estão abertas as candidaturas, para crianças e jovens do pré-escolar ao ensino secundário no concelho de Campo Maior, para a Ação Social Escolar (ASE), Transportes Escolares (TE), Medidas de Apoio à Família (MAF), Atividades de Animação e de Apoio à Família (AAAF) e Componente de Apoio à Família (CAF).
A decorrer até ao dia 19 de junho, as candidaturas podem ser feitas, no caso da Ação Social Escolar, Transportes Escolares e Medidas de Apoio à Família, na Plataforma Giae.
Já as candidaturas às Atividades de Animação e de Apoio à Família são formalizadas nos Serviços Administrativos do Agrupamento de Escolas de Campo Maior, e as candidaturas à Componente de Apoio à Família podem ser efetuadas no Centro Comunitário, ambas presencialmente.

Exposição com obras de Henrique Ruivo patente no Espaço.arte

“Mansas são as tardes” é o nome da exposição, do artista plástico Henrique Ruivo, que está patente no Espaço.arte, em Campo Maior.

A mostra conta “com 28 obras, acima de tudo, de pintura e colagem, deste artista, que teve uma forte ligação a Campo Maior”, revela a vereadora na Câmara São Silveirinha.

A exposição pode ser visitada de terça-feira a domingo, das 10 às 13 horas e das 14 às 17 horas, através de marcação ou de forma livre. São Silveirinha acrescenta que no âmbito desta mostra, irá decorrer no dia 17 de maio, “uma conversa de artista sobre esta exposição, com o professor de Belas Artes, Fernando Rosa Dias, dirigida principalmente ao público escolar da área de artes, mas o público em geral, também pode participar”.

“Mansas são as tardes”, a exposição com obras de Henrique Ruivo está patente no Espaço.arte, em Campo Maior, até dia 9 de julho.

Camião virou esta tarde na Estrada Nacional 373, em Campo Maior

Um veículo pesado de mercadorias virou-se esta tarde de segunda-feira, 22 de maio, na Estrada Nacional 373, em Campo Maior, junto à Estação de Tratamento de Águas.

Neste momento, ao que a Rádio Elvas conseguiu apurar, apenas é possível passar numa das vias da estrada, uma vez que o camião que tombou está a ocupar a outra.

1.º Trail Campo Maior chega em outubro

O Campo Maior Trail Runners – Geda, vai promover a 1.ª edição do Trail Campo Maior.

Depois do sucesso da Corrida “Património em Movimento” que juntou neste mês de maio cerca de 200 pessoas, desta vez chega a prova rainha, agendada para 7 e 8 de outubro.

Organizado pela equipa CMTR- Campo Maior Trail Runners/GEDA em conjunto com um vasto grupo de parceiros e entidades, a prova promete elevar o nome de Campo Maior, uma vez que a mesma é enquadrada no Campeonato regional de trail curto e longo da AADP (Associação Atletismo do Distrito de Portalegre).

O evento vai contar com duas provas distintas: a Kids Urban Run, de 20 ou 30 quilómetros; um mini trail e uma caminhada de 11 quilómetros.

Aberta a atletas nacionais e estrangeiros, o objetivo é o de que, diz a organização, este seja “um evento aglutinador da comunidade, dos parceiros, entidades e patrocinadores”.

“Despertar os sentidos, com aromas a café e a cor e beleza das nossas flores (património da Humanidade) acompanhado pelo som das saias, castanholas e pandeiretas é um dos nossos trunfos para enquadrar este evento desportivo. Aguardamos por todos para fazermos a grande festa do Trail”, refere ainda a organização do evento.

As inscrições abrem em breve na plataforma https://meutempo.pt/.

Filipe Nuno testou limites nos 250 km em maratona em Marrocos

O montemorense Filipe Nuno concluiu, recentemente, os cerca de 250 quilómetros da Maratona das Areias, no deserto do Sahara, em Marrocos.

Considerada a mais dura corrida do mundo, esta maratona, para além de perigosa, é muito exigente, sobretudo devido às condições do deserto, em que os participantes devem ser autosuficientes, carregando às costas tudo o que precisam para os dias de prova, incluindo a própria alimentação.

Com o objetivo de testar os seus limites, Filipe Nuno revela que a ideia de participar surgiu da vontade de fazer o percurso das provas insanas, logo após ter terminado a sua participação no Ultra Trail Mont-Blanc. “Comecei a procurar provas insanas, porque queria fazer uma no deserto, uma na selva, uma no gelo e outra na montanha, que fossem provas desafiadoras e que pouca gente tivesse lá ido”, começa por contar.

“Concorri e, por sorte, fui selecionado, logo à primeira, para a corrida no deserto e aí começou a cabeça e o corpo a trabalhar”, adianta, assegurando que, para se preparar para esta Maratona das Areias, teve de abdicar “de muita coisa”: de “muita alimentação, de muitas saídas”.

Filipe passou até à hora de viajar até Marrocos, passou a treinar duas vezes, todos os dias da semana. Já no deserto, enfrentou etapas “muito exigentes”. As três primeiras, ainda assim, correram-lhe “muito bem”. “Ao terceiro dia começaram a aparecer as primeiras bolhas, na planta dos pés. Começou-me a cair a pele e a sagrar”, recorda.

Na etapa dos 90 quilómetros, o atleta decidiu fazer o percurso, ora a correr, ora a andar, o que lhe fez perder “muito tempo”. No derradeiro dia da maratona, com os pés já sem lhe caber nos ténis, mas a pensar “em todo o trabalho que tinha feito e no apoio das pessoas”, quis recuperar algumas posições. Fê-lo, mas sempre com “as lágrimas nos olhos”, uma vez que tinha “dores horríveis”.

O maratonista, que apesar das dificuldades, garante que voltaria a fazer tudo de novo, recorda ainda o sentimento ao cruzar a meta: “foi um sentimento de dever cumprido”. “Depois veio o choro, o sentimento de felicidade e de pensamento nas pessoas todas”, remata.

A entrevista completa a Pedro Nuno, conduzida por Paulo Canas, para ver e ouvir no vídeo abaixo:

Delta e APAC promovem desenvolvimento da cultura do café nos Açores

A Secretaria Regional da Agricultura e Desenvolvimento Rural dos Açores, através da Direção Regional da Agricultura dos Açores, a Delta Cafés e a Associação de Produtores de Café dos Açores (APAC) promoveram recentemente sessões de “Desenvolvimento da Cultura do Café”, na Ilha Terceira e na Ilha de São Miguel, nos Serviços de Desenvolvimento Agrário das respetivas ilhas.

As sessões foram abertas ao público, dando sequência à cooperação que vem sendo desenvolvida entre a Delta Cafés, a APAC e o Governo Regional dos Açores, desde 2019, com o objetivo de promover e dar a conhecer o café dos Açores, difundir conhecimento sobre esta cultura e responder ao interesse que a sua produção tem suscitado, visando criar as condições para certificar a região como a primeira produtora de café na Europa.

As palestras foram presididas pela Direção Regional da Agricultura dos Açores, e orientadas por Marcos Moulin Teixeira, consultor especialista na formação e orientação da produção de café, que abordou as tendências de consumo e as perspetivas futuras do mercado internacional de café; o enquadramento atual da produção no arquipélago e os seus objetivos de desenvolvimento, assim como a identificação dos desafios e as oportunidades que vão surgir com este projeto que vai mudar, para sempre, o futuro dos cafeicultores dos Açores.

O projeto centrou-se, nestes primeiros anos, na avaliação e na melhoria de todos os aspetos envolvidos na produção, transformação e comercialização de café dos Açores tendo como principal objetivo unir e fortalecer os produtores de modo a estimular fortemente o desenvolvimento da cafeicultura desta região.

Num primeiro momento, em 2019, foi feito um levantamento exaustivo, produzido um relatório e dado aconselhamento técnico, desde a colheita à moagem e degustação aos cafeicultores associados da APAC.

Já em 2020, foi realizado, em conjunto com a APAC, um plano estratégico a cinco anos para toda a cadeia produtiva do café. E, mais recentemente, em 2022, foi entregue ao Governo Regional dos Açores um estudo, desenvolvido pela EDE Consulting para a Delta Cafés, sobre o potencial da região para a produção de café e que foi apreciado pela associação do setor.

O objetivo é que, cada vez mais cafeicultores se juntem a este projeto, contribuindo para o crescimento sólido e sustentável da atividade agrícola nos Açores, diversificando as oportunidades económicas e criando valor para a região.

Para Rui Miguel Nabeiro, Ceo do Grupo Nabeiro – Delta Cafés, “o café 100% português Made in Açores será uma realidade dentro dos próximos tempos. Acreditamos no valor do projeto para todas as partes envolvidas, tanto a nível social, ambiental e económico. O investimento em formação e acompanhamento no terreno são as nossas prioridades de modo a garantir que o café açoriano apresentará consistência ao longo dos anos e que se tornará num café de especialidade de elevado valor reconhecido. Os primeiros passos estão dados e a cooperação que estabelecemos irá por o café dos Açores no mapa.”