A segunda parte da exposição “Contravisões – A Fotografia na Colecção António Cachola” foi inaugurada, esta segunda-feira, 10 de julho, com uma cerimónia no Museu de Arte Contemporânea de Elvas (MACE). Na mesma ocasião foi lançando um livro com o mesmo nome.
A fotografia, segundo o colecionador António Cachola, tem “um lugar muito relevante” na sua coleção bem como na arte contemporânea, de uma forma geral, pelo que este é “um dia especial”. “Fazemos aqui como que uma reabertura desta exposição e aproveitamos este dia para fazer a apresentação do livro, que tem a coordenação do Sérgio Mah”, começa por dizer.
O comendador diz-se ainda “muito feliz” por ter encontrado na Caixa Geral de Depósitos, uma “instituição relevante no apoio à cultura”, um apoio fundamental à edição deste livro. “Foi uma coisa muito interessante e importante, porque estão aqui associadas instituições em que o denominador comum é a cultura”, acrescenta.
O comendador diz-se ainda “muito feliz” por ter encontrado na Caixa Geral de Depósitos, uma “instituição relevante no apoio à cultura”, um apoio fundamental à edição deste livro. “Foi uma coisa muito interessante e importante, porque estão aqui associadas instituições em que o denominador comum é a cultura”, acrescenta.
Convidando todos a visitar esta exposição, António Cachola revela que a mostra fica patente, no MACE, até final do ano. “Espero que tenham visitado a parte I, para que agora possam visitar a parte II, e dizer que continuamos sempre a trabalhar para poder ajudar a nossa comunidade a ter acesso a eventos culturais, que são muito importantes”, remata.
Já o curador da exposição e um dos autores do livro, Sérgio Mah, dá conta que, ainda que a mostra seja dedicada à fotografia, o público vai encontrar, no MACE, trabalhos de outras áreas, de “disciplinas vizinhas, em que é notória a relação com uma certa ideia fotográfica”. Com esta mostra, diz ainda, procura-se dar a conhecer “a riqueza de uma parcela de trabalhos dentro da coleção António Cachola”, que permite “compreender a importância que a fotografia tem na arte portuguesa, mas também se encontram núcleos que mostram o papel central que esses artistas têm no panorama contemporâneo das artes em Portugal”.
Já o presidente da Câmara de Elvas, Rondão Almeida, que explica que António Cachola tem, através de vários mecenas, evitado “encargos maiores” à autarquia, diz ainda que o comendador tem conseguido trazer até ao MACE a arte contemporânea portuguesa. Assegurando que o MACE conseguiu mudar “a própria economia da cultura de Elvas”, Rondão Almeida diz ainda que esta nova exposição é mais uma oportunidade para se visite o museu.


Marisa Liz, uma das grandes vozes do panorama musical nacional proporcionou uma das grandes noites do Festival Raya 2023 aos milhares de pessoas que encheram o recinto, no passado sábado à noite.




O Município de Campo Maior, em colaboração com o Agrupamento de Escolas, volta este ano a proporcionar a cerca de 40 crianças do ensino pré-escolar, atividades de animação e de apoio à família.
Arrancou na noite de ontem, sexta-feira, 7 de julho, mais uma edição do Festival Raya, com muita diversão e convívio, junto ao estacionamento das piscinas de Campo Maior, com os artistas locais, B3L2, a abrirem o palco do certame, seguindo-se o cabeça de cartaz, Profjam, e os Dj’s Overule e Izzy.
A edição deste ano do Festival Raya, em Campo Maior arrancou, na noite de ontem, sexta-feira, 7 de julho, com muita animação, junto às piscinas municipais de Campo Maior.
Os incidentes da madrugada passada, em Campo Maior, contrariamente à versão apresentada por testemunhas, que davam conta de um assalto a uma habitação, na zona do castelo, segundo a mãe do alegado agressor, um jovem de 16 anos, não terá passado de uma situação que envolveu alguns desacatos, que acabaram em ferimentos no proprietário da casa em questão.


A onda de assaltos, desacatos e agressões, em Campo Maior, parece não ter fim à vista, apesar dos esforços que a autarquia tem feito, juntamente com a GNR, para controlar a situação.