Sem atletismo e futsal, UF Degolados aposta agora tudo na malha

Depois do acidente em dezembro do ano passado, que para além dos feridos que provocou, fez ainda elevados estragos na carrinha do clube, o União Futebol de Degolados viu-se obrigado a deixar para trás, por enquanto, a prática de atletismo e futsal.

“Estávamos com uma grande atividade, mas tivemos um contratempo e perdemos a nossa viatura. Estamos a tentar tratar disso conjuntamente com um patrocinador e o município, mas, até ao momento, não temos viatura e, não tendo viatura, não podemos fazer projetos e só estarmos dependentes do município”, começa por dizer o presidente do clube, Florival Cirilo.

Ainda que futsal e atletismo fiquem, neste momento, em “standby”, os “atletas da malha estão, atualmente, no Campeonato Distrital” da modalidade. A malha, recorda Florival Cirilo, é uma modalidade “há muitos anos praticada no clube”, sendo Degolados a localidade que “há mais tempo participa no Campeonato Distrital”.

Campo Maior assinala Dias para a Erradicação da Pobreza e para a Igualdade

Encontram-se expostos no Centro Comunitário de Campo Maior os trabalhos realizados pela associação Coração Delta, pelo Núcleo de Atendimento às Vítimas de Violência Doméstica (NAVVD) do Distrito de Portalegre, pelas Juntas de Freguesia de S. João Baptista e de Degolados, e pela CURPI, que assinalam o Dia Internacional para a Erradicação da Pobreza e o Dia Municipal para a Igualdade, que este ano se celebra esta sexta-feira, 20 de outubro.

A atividade foi organizada pelo setor de Ação Social da Câmara Municipal de Campo Maior, em parceria com o Núcleo Distrital de Portalegre da Rede Europeia Anti-Pobreza, o NAVVD e a Cruz Vermelha de Portalegre.

As datas celebradas visam apelar, sensibilizar e consciencializar toda a comunidade numa escala, não só local e nacional, mas também internacional, para valores fulcrais como a Igualdade e a Não Discriminação.

Trata-se assim de uma iniciativa cidadã, um compromisso coletivo, onde se pretende envolver toda a comunidade, promovendo o respeito pelos Direitos Humanos, pois “todos os seres humanos nascem livres e iguais em dignidade e em direitos. Dotados de razão e de consciência, devem agir uns para com os outros em espírito de fraternidade”.

Fonte: Município de Campo Maior

Amigos do Animais de Campo Maior promovem Cãominhada este sábado

Foto arquivo

A Associação Amigos dos Animais de Campo Maior, em parceria com o município, organiza amanhã, sábado, 21 de outubro, mais uma edição da Cãominhada.

Num percurso pela vila, o objetivo é que as pessoas “levem o seu cão ou que passeiem um dos animais que estão aos cuidados da associação, para que eles convivam e saiam daquele espaço”, revela Mafalda Ensina da Associação, adiantando que haverá surpresas para os participantes.

Mafalda Ensina adianta ainda que, na Associação, gostariam que as pessoas passeassem os cães, do abrigo, noutras alturas do ano: “sabemos que as pessoas na vila gostam muito de passear os nosso cães, mas gostávamos que não fosse só neste dia, que se lembrassem de nós e, de vez em quando aparecessem para passear os cães”.

A Cãominhada tem início às 10 horas, no Armazém Municipal de Campo Maior.

Rosinha e as Festas do Povo em 2024: é altura de se “apresentar uma solução”

A realização das Festas do Povo já no próximo ano ainda não é uma certeza absoluta, mas para o presidente da Câmara de Campo Maior, Luís Rosinha, é altura de se “apresentar uma solução”, dar um passo em frente e assumir que, passados nove anos, o maior ex-líbris festivo do concelho se volta a realizar.

Isso, independentemente do número de ruas que possam vir a ser engalanadas, destacando-se, por outro lado, “a qualidade” do trabalho a que os campomaiorenses já habituaram todos aqueles que, por ocasião das festas, passam pela vila. Nesse sentido, diz Rosinha, devia olhar-se mais para as “oportunidades” do que para as dificuldades e os “contratempos”. “Cada ano que deixarmos passar, vai ser mais difícil”, garante, considerando que, é altura de se voltar “a mostrar ao mundo” por que motivos as festas foram classificadas como Património Cultural Imaterial da Humanidade.

Este foi um tema em debate na passada segunda-feira, no decorrer da sessão de abertura do novo ano letivo da Academia Sénior da CURPI de Campo Maior, entre o autarca e as alunas. Para Rosinha, é importante ter esta discussão com “campomaiorenses que adoram as festas”.

Assegurando que, neste momento, as condições económicas atuais da autarquia permitem avançar para a organização do evento, Luís Rosinha explica ainda que é, precisamente nesta altura do ano, que os municípios começam a preparar os orçamentos para o ano seguinte. “Tivemos aqui um momento de difícil gestão, ao nível daquilo que eram os fundos municipais, mas hoje em dia isso está totalmente ultrapassado. É altura de sincronizarmos agendas e ideias e começarmos a pensar que, a curto prazo, teremos que comunicar ao mundo que, se calhar, a decisão dos campomaiorenses é a de avançarmos nesse grande objetivo, que não é de um presidente de câmara ou de um qualquer autarca, é de todos os campomaiorenses”, remata.

A organização das Festas do Povo envolve um investimento de cerca de um milhão de euros, cerca de 400 mil só na compra de papel para a produção das famosas flores de papel.

Fortes chuvas fazem estragos em muro de ribeiro junto à N373

A água voltou a correr com grande força no ribeiro que se encontra junto à Estrada Nacional 373, que liga Elvas a Campo Maior, devido às fortes chuvas desta quinta-feira, 19 de outubro.

Parte do muro de contenção que se encontra na ribeira e que tinha sido derrubada aquando das cheias de dezembro do ano passado, acabou mesmo por voltar a cair.

Sem outros estragos maiores, esta tarde, com recurso a uma retroescavadora, procurou-se “desentupir” aquela zona para evitar que o nível da água subisse, com a retirada de canas e dejetos, sobretudo.

Foi precisamente neste troço da Nacional 373, em dezembro, que tiveram origem os estragos que levaram ao corte do trânsito, durante cerca de um mês, entre Elvas e Campo Maior, e à necessidade de obras para a sua reabertura.

Campo Maior: chuva interdita acesso ao Bairro de São Sebastião

A saída e o acesso ao Bairro de São Sebastião, em Campo Maior, estão interditos.

A GNR procedeu ao corte do trânsito naquela área, sendo que a circulação na Estrada do Retiro, que liga Campo Maior a Badajoz, devido às fortes chuvas desta quinta-feira, 19 de outubro, foi também interdita.

Campo Maior: chuva obriga a cortar Estrada do Retiro ao trânsito

A ligação rodoviária entre Campo Maior e Badajoz, pela Estrada do Retiro, encontra-se cortada, devido à chuva intensa que tem caído nas últimas horas.

A informação foi confirmada à Rádio Campo Maior, pelo comandante dos Bombeiros de Campo Maior, Pedro Tomé, que adianta que, não havendo estragos maiores provocados pela chuva, aquela estrada está, neste momento, intransitável.

Desta forma, os interessados em fazer a ligação entre Campo Maior e Badajoz devem escolher percursos alternativos, nomeadamente utilizando a autoestrada A6, pela fronteira do Caia.


Rondão Almeida: 5% de impostos para manutenção de estradas municipais “é pouco”

A Associação Nacional de Municípios Portugueses (ANMP) sugeriu, recentemente, que os municípios passem a receber 5% dos impostos sobre os produtos petrolíferos para financiar a manutenção das estradas municipais.

A manutenção destas estradas, diz o presidente da Câmara Municipal de Elvas, Rondão Almeida, é um problema “gravíssimo”, com origem há mais de 20 anos, quando as autarquias, como a elvense, aceitaram as responsabilidades associadas às estradas regionais que, nessa altura, passaram a ser consideradas estradas locais. “O que a Câmara fez no passado foi um erro brutal: foi trazer, para a sua responsabilidade, dezenas e dezenas de quilómetros”, começa por dizer.

As estradas que ligam Elvas a Campo Maior, Portalegre e Monforte, lembra Rondão Almeida, eram estradas regionais, agora locais, que, antigamente, e antes de serem da responsabilidade do poder local, eram do Instituto das Estradas de Portugal.

No que toca a estes cinco por cento, reivindicados pela ANMP, para a conservação e manutenção das estradas, por parte dos municípios, Rondão Almeida considera que é “pouco”. “Veja-se quanto é que sai do nosso Orçamento do Estado para conservação daquilo que são as estradas ditas nacionais e as nossas autoestradas”, acrescenta, dando conta que para fazer a manutenção das estradas – “só para levarem uns simples tapetes” –  que ligam Elvas a outros concelhos, o investimento a ser feito ronda entre os cinco e seis milhões de euros.

Rondão Almeida critica ainda a decisão do Governo por, ao contrário do que vai acontecer com outras autoestradas do interior do país, a A6 não vai, a partir do próximo ano, contar com uma redução do valor das portagens. “Mas há mais interior que a cidade de Elvas e Campo Maior?”, questiona-se o autarca.

Rosinha quer alternativa de apoio aos municípios para manutenção de estradas

A Associação Nacional de Municípios Portugueses (ANMP) sugeriu, recentemente, que os municípios passem a receber 5% dos impostos sobre os produtos petrolíferos para financiar a manutenção das estradas municipais.

Lembrando que, só no ano passado, o Município de Campo Maior investiu cerca de 600 mil euros na recuperação e manutenção de estradas do concelho, o presidente da Câmara, Luís Rosinha, que diz não ter uma “perfeita noção” de como pode ser aplicada a medida apresentada pela ANMP, assegura que este é “um problema” para todas as autarquias do país, sobretudo para aquelas que tenham “maior extensão de área”.

Recordando as obras realizadas e o programa eleitoral do PS, Luís Rosinha explica que foi assumido que, “sempre e quando da disponibilidade financeira da Câmara Municipal o permita”, a autarquia campomaiorense avançaria para a requalificação de estradas.

Considerando o Orçamento do Estado para 2024 “relativamente atrativo”, Luís Rosinha espera que os 600 milhões de euros, que serão direcionados para autarquias e juntas de freguesia, possam apoiar este tipo de obras. “É um valor importante do ponto de vista da execução, de conseguirmos executar o PT2030 e o próprio Plano de Recuperação e Resiliência, mas é também muito importante para alavancar outro tipo de projetos, como estes, das estradas municipais”, assegura. “Acho que deve haver uma alternativa para que os municípios possam fazer face a esses investimentos nas estradas e nos caminhos municipais”, acrescenta.

Garantindo que estas são obras cada vez mais caras, com o “custo do petróleo também a aumentar”, Luís Rosinha diz ainda ser importante que haja uma forma alternativa de apoio aos municípios, porque as “redes viárias são grandes, precisam de manutenção a cada sete, oito anos, sobretudo aqui em que temos campos agrícolas, em que elas sofrem imenso”, remata.

Madrugada com registo de inundações em Campo Maior e Elvas

Algumas ruas de Campo Maior e de Elvas  ficaram inundadas, nesta madrugada de quinta-feira, 19 de outubro, sendo que os Bombeiros das corporações das duas localidades rapidamente escoaram a água das zonas afetadas.

Segundo o Comando Sub-Regional de Emergência e Proteção Civil do Alto Alentejo em Campo Maior as ocorrências tiveram lugar na Rua Heróis do Ultramar, na Estrada Nacional 373, que chegou a estar condicionada, Rua Salgueiro Maia e na Fábrica da Hutchinson; já em Elvas estas situações foram registadas na Avenida Rui de Melo e na Rua dos Azevedos.

De recordar que o distrito hoje está em alerta laranja pelo que a Proteção Civil apela a cuidados redobrados por parte da população, uma vez que há o risco de cheias e inundações, devido à chuva persistente e ventos fortes.