A tradicional Feira das Cebolas está de regresso a Portalegre, entre os dias 10 e 13 de setembro, no Parque de Feiras e Exposições da cidade.
O certame volta a reunir a atividade económica e produtiva da região, com espaços dedicados ao artesanato, à agricultura e à pecuária, além da gastronomia tradicional, da Gala Equestre e da tradicional corrida de touros.
A animação musical é também um dos destaques desta edição, com Nininho Vaz Maia, Van Zee e Bandidos do Cante entre os artistas que vão passar pelo recinto.
O programa inclui ainda atuações de Marina y Melissa, Dupla Mete Cá Sets, Pikika e DJ Diogo Borrego.
A Feira das Cebolas é organizada pela Câmara Municipal de Portalegre, em parceria com a Associação dos Agricultores do Distrito de Portalegre e o NERPOR – Associação Empresarial da Região de Portalegre.
Durante quatro dias, o evento pretende voltar a afirmar-se como um ponto de encontro entre a tradição, a atividade económica regional e a animação.
A reabilitação do Observatório das Aves de Elvas é uma das 14 propostas que integram a edição deste ano do Orçamento Participativo do Município de Elvas. O projeto, apresentado por Rui Figueiras, pretende recuperar e valorizar o equipamento existente na zona de Torre de Bolsa, promovendo simultaneamente a observação de aves, a educação ambiental e o património natural do concelho.
Uma ideia que nasceu durante passeios de bicicleta
Rui Figueiras, que trabalha em Elvas há cerca de dois anos e meio, conta que a ideia surgiu depois de descobrir o observatório durante os seus passeios de bicicleta pela região. A partir daí, passou a frequentar o espaço e percebeu o potencial que este poderia ter para a valorização da natureza e para a sensibilização da população.
Observatório apresenta sinais de degradação
O atual observatório encontra-se, contudo, bastante degradado. Segundo o promotor da candidatura, o telhado apresenta danos significativos e as escadas de acesso estão em más condições, dificultando a utilização do equipamento e podendo representar riscos para os visitantes.
A proposta prevê a substituição da atual estrutura por um novo observatório construído em plástico reciclado, um material que, de acordo com Rui Figueiras, apresenta elevada durabilidade e reduzidas necessidades de manutenção. O objetivo é criar uma infraestrutura capaz de resistir às condições climatéricas do Alentejo e permanecer funcional durante várias décadas.
Painéis interpretativos para valorizar a biodiversidade
O projeto inclui ainda a instalação de painéis interpretativos dedicados às espécies existentes no concelho de Elvas. A informação deverá ser atualizada e adaptada à realidade atual das populações de aves, permitindo aos visitantes conhecer melhor a biodiversidade da região.
Entre as espécies que podem ser observadas na área estão a abetarda e o sisão, aves emblemáticas das planícies alentejanas. A região integra uma Zona de Proteção Especial, ao abrigo da legislação europeia, e o concelho de Elvas possui outras áreas com particular interesse para a conservação da natureza, nomeadamente em São Vicente e Vila Fernando.
Projeto quer promover o turismo de natureza
Para Rui Figueiras, a recuperação do observatório pode também contribuir para o desenvolvimento do turismo de natureza e do birdwatching. O espaço poderá ser utilizado não apenas por observadores de aves, mas também por turistas, visitantes e escolas do concelho, funcionando como ferramenta de educação ambiental.
O projeto prevê igualmente a produção de conteúdos informativos e materiais de divulgação, que poderão ser disponibilizados no Posto de Turismo, incentivando os visitantes a conhecerem não só o observatório, mas também outras zonas de interesse natural existentes no concelho.
Investimento ronda os 19 mil euros
A proposta representa um investimento estimado de cerca de 19 mil euros, sendo a aquisição e instalação do novo observatório a principal parcela do orçamento. O restante valor destina-se à produção dos conteúdos interpretativos e materiais de divulgação.
Património natural como complemento ao património histórico
Rui Figueiras considera que a valorização do património natural poderá complementar a forte identidade histórica de Elvas e contribuir para atrair novos visitantes ao concelho.
A recuperação do observatório é, assim, apresentada como uma oportunidade para reforçar a ligação entre o património histórico e a riqueza natural do território, criando novas possibilidades de visitação e sensibilização ambiental.
Votação decorre até 2 de outubro
O promotor apela, por isso, à participação da população de Elvas no Orçamento Participativo, sublinhando que este é um instrumento através do qual os cidadãos podem contribuir diretamente para a definição de projetos para o concelho. A votação decorre até 2 de outubro.
Para Rui Figueiras, a concretização deste projeto permitiria não só recuperar um equipamento atualmente degradado, mas também reforçar a ligação entre o património histórico de Elvas e a riqueza natural existente no território.
“Marco Silva – Um Percurso Mágico” é a nova obra do historiador João Fortes Rocha, uma biografia que percorre a carreira desportiva do atual treinador do Sport Lisboa e Benfica, desde os primeiros passos enquanto jogador até à afirmação como um dos técnicos portugueses de maior destaque no futebol internacional.
Uma passagem marcante por Campo Maior
A obra dedica particular atenção à passagem de Marco Silva pelo Sporting Clube Campomaiorense, na época 1999/2000, uma experiência que João Fortes Rocha considera marcante no percurso do treinador. Aos 22 anos, o então jovem jogador integrou um plantel experiente, orientado por Carlos Manuel, e contribuiu para uma temporada que terminou com a permanência do clube no Campeonato Nacional da 1.ª Divisão.
“Quando o Marco tinha apenas 22 anos e estava a iniciar o seu percurso no futebol sénior, fez-me ver também um outro mundo competitivo”, explica o autor, que destaca a convivência, em Campo Maior, com jogadores como Mário Jorge Aveleira Ramos, Rogério Matias, Poejo, Constantino e Demétrios.
“Um verdadeiro líder” começou a ganhar forma
Essa experiência poderá ter contribuído para algumas das características que hoje definem Marco Silva enquanto treinador. João Fortes Rocha recupera, no livro, uma declaração feita pelo próprio ao jornal Record aquando da saída do Campomaiorense, na qual o técnico recordava o clube pelo “convívio e a camaradagem”.
Para o autor, a passagem por Campo Maior terá proporcionado ao jogador ferramentas importantes de liderança e de gestão de balneário, competências que atualmente fazem dele “um verdadeiro líder”.
Testemunhos ajudam a contar a história
A relação com o Campomaiorense é também valorizada através dos testemunhos reunidos na obra. João Fortes Rocha procurou obter, para cada clube representado por Marco Silva, depoimentos de antigos colegas, treinadores ou dirigentes que acompanharam diferentes fases da carreira.
Entre os testemunhos relativos à passagem por Campo Maior está o de Mário Jorge Aveleira Ramos, antigo internacional jovem português e companheiro de equipa de Marco Silva.
O antigo defesa recorda um ambiente “muito familiar” no clube, que considera ter sido “o mais cumpridor” onde esteve, e destaca o rigor com que Marco Silva entendia o jogo e o seu “grande conhecimento tático”.
Campomaiorense entre as primeiras experiências na I Divisão
A passagem pelo Campomaiorense assume ainda um significado especial por ter sido, juntamente com o Belenenses, uma das duas experiências de Marco Silva na primeira divisão portuguesa enquanto jogador.
João Fortes Rocha considera, por isso, que existe um impacto desportivo relevante desta passagem por Campo Maior na trajetória do atual treinador do Benfica.
Agradecimento especial à direção do Campomaiorense
À direção do Sporting Clube Campomaiorense, João Fortes Rocha deixa um profundo agradecimento:
“Quero agradecer de forma muito sentida à direção do Sporting Clube Campomaiorense, porque a partir do momento em que pedi algum registo fotográfico da época 1999-2000, foi completamente incansável até encontrar uma fotografia do Marco Silva equipado com as cores do Campomaiorense. Foi um gesto que muito me sensibilizou”.
Um livro pensado antes da chegada ao Benfica
Esta biografia nasceu de um projeto iniciado antes da chegada de Marco Silva ao clube da Luz. O autor revela que o livro estava “praticamente escrito na totalidade” antes de ser oficializada a contratação pelo Benfica.
O projeto tinha inicialmente outro título, “Do Estoril a Londres”, e resultou do acompanhamento próximo que João Fortes Rocha fez da carreira de Marco Silva, primeiro enquanto dirigente do Estoril Praia e, posteriormente, ao longo do percurso como treinador.
“Entendi que o legado que já estava construído justificava perpetuar em livro o percurso de um dos treinadores mais emblemáticos do nosso futebol”, explica o autor.
Do jogador ao treinador de destaque internacional
A obra acompanha, assim, a evolução de Marco Silva desde os últimos anos como jogador até à carreira nos bancos.
São abordadas as etapas que levaram o treinador ao Sporting, onde conquistou a Taça de Portugal e devolveu um título ao clube oito anos depois, ao Olympiacos, onde alcançou vários recordes, e à Premier League, onde se tornou no segundo treinador português com mais jogos na competição, apenas atrás de José Mourinho.
João Fortes Rocha acompanhou presencialmente algumas dessas etapas em Inglaterra, tendo assistido a jogos de Marco Silva ao serviço do Everton e do Fulham. Segundo o autor, esse acompanhamento permitiu-lhe observar de perto a evolução de um treinador que viria a alcançar um lugar de destaque no futebol inglês.
Marco Silva assina o prefácio
O prefácio da obra, editada pela Oficina do Livro, é da autoria do próprio Marco Silva e reflete a forma como encara a profissão e a importância que o futebol assume na sua vida.
“Marco Silva – Um Percurso Mágico” apresenta, desta forma, não apenas a trajetória de um treinador de sucesso, mas também a história do jogador que, no início da carreira sénior, passou pelo Campomaiorense e viveu numa fase de aprendizagem e afirmação num plantel experiente da primeira divisão.
Sobre o autor
João Fortes Rocha é licenciado, mestre e doutorando em História Moderna e Contemporânea pelo ISCTE-IUL e pela Universitá de Pisa. É também autor das obras Estoril Praia – 80 Anos, 80 Figuras (2019), Cascais 2018: A História de Uma Capital (2022) e Agostinho José Fortes: Um Filho de Mourão (2022).
Para além disso, é membro do Conselho Técnico da Associação de Futebol de Lisboa, presidente do Conselho Fiscal da Sociedade Musical de Cascais e diretor do Museu do Mar Rei D. Carlos, em Cascais.
O Aqueduto da Amoreira, em Elvas, continua na corrida para ser consagrado como uma das Novas 7 Maravilhas de Portugal e vai voltar a estar em destaque na televisão este sábado, dia 29 de agosto, durante a final regional do Alentejo e Ribatejo do concurso.
A sessão, com transmissão em direto na TVI, será uma nova oportunidade para apresentar ao país a história e a importância de um dos maiores símbolos de Elvas. A representar o monumento estará José Manuel Martins, antigo guia do Forte de Santa Luzia e estudioso autodidata da história da cidade.
Em declarações à Rádio ELVAS, José Manuel Martins sublinha que o principal desafio será conseguir condensar séculos de história em apenas três minutos de televisão. “Lá só temos três minutos e não dá para quase nada”, explica, defendendo que, apesar do pouco tempo disponível, é fundamental dar a conhecer aos portugueses “o que é que se passou durante os 93 anos da construção” do Aqueduto da Amoreira.
Embora reconheça a importância da Barragem do Alqueva, o outro candidato na categoria “Grandes Obras” nesta fase do concurso, o guia considera que a antiguidade e o reconhecimento internacional do monumento elvense são argumentos fortes. “O Alqueva é uma coisa recente. É uma grande obra, não há dúvida nenhuma. Mas o nosso aqueduto tem mais de 500 anos”, recorda.
O guia turístico lembra ainda que Elvas possui um reconhecimento internacional de enorme importância: a classificação como Património Mundial da UNESCO, atribuída em 2012. “Temos o selo da UNESCO”, destaca, lembrando o processo que levou à classificação da cidade e das suas fortificações.
A distinção, considera, teve também impacto direto no turismo e na notoriedade de Elvas. “As visitas aqui em Elvas triplicaram”, recorda José Manuel Martins, que durante os anos em que trabalhou na Câmara acompanhou de perto a evolução do número de visitantes aos monumentos da cidade.
É com esse património, essa história e esse orgulho elvense que o Aqueduto da Amoreira vai agora enfrentar mais uma etapa na corrida às Novas 7 Maravilhas de Portugal.
José Manuel Martins deixa ainda um apelo direto aos conterrâneos: “Espero que os nossos conterrâneos e amigos votem todos no Aqueduto da Amoreira”. E reforça: “É uma insignificância, não custa nada”.
O objetivo é conseguir mobilizar os elvenses dentro e fora do concelho e mostrar, uma vez mais, a força de um monumento que, há mais de cinco séculos, faz parte da identidade da cidade.
A final regional do Alentejo e Ribatejo realiza-se no Jardim das Portas do Sol, em Santarém, com transmissão em direto na TVI, a partir das 15 horas. Elvas estará representada pelo Aqueduto da Amoreira e pela voz de quem há décadas se dedica a estudar, preservar e contar a história da cidade.
Quem quiser votar no Aqueduto da Amoreira já o pode fazer, através do número 761 207 067. A chamada tem um custo de 1€ + IVA (23%).
A entrevista completa a José Manuel Martins para ouvir aqui.
Na rubrica semanal da Rádio Campo Maior em parceria com a DECO, Helena Guerra, do Gabinete de Inovação de Projetos, esclarece os direitos dos consumidores, alertando para os perigos de entregar dinheiro a intermediários de crédito na renegociação de dívidas.
Na sequência do número crescente de pedidos de apoio associados a burlas e ao agravamento da situação financeira das famílias, o Banco de Portugal emitiu um aviso urgente. O regulador recorda que os intermediários de crédito estão expressamente proibidos de receber quaisquer valores dos consumidores que se destinem ao pagamento de prestações de crédito, amortizações ou outros montantes relacionados com contratos de crédito.
A legislação é rigorosa e estipula que os intermediários vinculados ou a título acessório não podem cobrar qualquer comissão aos clientes, sendo remunerados apenas pelas instituições financeiras. Já os intermediários não vinculados podem cobrar pelos seus serviços de consultoria, mas esse valor tem de ser previamente comunicado, constar no contrato e servir apenas para pagar a intermediação, nunca para movimentar capitais em nome do consumidor.
Tudo para saber sobre o assunto na edição desta semana da rubrica da DECO, com Helena Guerra, do Gabinete de Inovação e Projetos da Associação para a Defesa do Consumidor. Para ouvir no podcast abaixo:
A Boa-Fé, em Elvas, vai estar em festa este fim de semana, de 28 a 30 de agosto, com a realização das Festas em honra do Senhor Jesus da Boa-Fé, também conhecidas como a antiga Festa dos Hortelões.
As festividades procuram, uma vez mais, preservar as tradições e a identidade daquele bairro da cidade, num programa que junta cerimónias religiosas, música, garraiadas e o tradicional Torneio dos Hortelões, em futsal.
Organização da Junta de Freguesia de Caia, São Pedro e Alcáçova
O evento volta a ser organizado pela Junta de Freguesia de Caia, São Pedro e Alcáçova, com o presidente, João Rondão, a sublinhar a importância de manter vivas estas festividades, não apenas pela sua dimensão religiosa, mas também pela ligação histórica aos hortelões de Elvas. “Mais um ano e, como faz parte da tradição, não se deve esquecer que estas festas, além de serem festas religiosas, fazem-nos lembrar também os hortelões”, afirma.
O autarca considera que a realização das festas é uma forma de homenagear os homens e mulheres ligados à atividade agrícola e de manter viva a memória coletiva da Boa-Fé. “É por eles e pela festa religiosa em honra do Nosso Senhor Jesus da Boa-Fé que eu, mais uma vez, não posso deixar de fazer estas festas”, acrescenta.
Esforço financeiro significativo da Junta de Freguesia
João Rondão reconhece, contudo, que a organização representa um esforço financeiro significativo para a Junta de Freguesia. “Eu sei perfeitamente que, no fim das festas, vou dizer que isto está a custar um pouco em termos financeiros”, admite, lembrando que as festividades acarretam despesas e não geram receitas suficientes para as suportar.
Segundo o presidente da Junta, o apoio da Câmara Municipal de Elvas tem sido fundamental. “Apenas existe a ajuda da Câmara Municipal de Elvas, que sempre nos apoiou e há de sempre apoiar, dentro daquilo que legalmente pode fazer”, refere.
“Não será comigo que as festas acabarão”
A dificuldade em constituir uma comissão de festas é outra das preocupações apontadas pelo autarca. João Rondão diz que tem procurado incentivar, ao longo dos anos, a participação de novas gerações, mas reconhece que atualmente é cada vez mais difícil encontrar pessoas disponíveis para assumir essa responsabilidade.
“Na Boa-Fé, toda a gente me conhece. Sabe perfeitamente que eu tenho, ao longo dos anos, tentado sempre incentivar gente nova para formar comissões de festa”, afirma.
Recordando que, no passado, foi ele próprio presidente de uma comissão de festas, João Rondão lembra que, nessa altura, as condições para angariar receitas eram diferentes. “É extremamente difícil hoje em dia”, diz, explicando que antigamente os comerciantes e vendedores contribuíam financeiramente para a realização das festas, algo que considera ser muito mais difícil nos dias de hoje.
Apesar dos constrangimentos, João Rondão garante que a Junta continuará a assumir a organização enquanto não surgir uma comissão que possa tomar esse papel. “Mas cá estou eu, mais uma vez, e não será comigo que elas acabarão”, assegura.
Para o autarca, o objetivo principal continua a ser proporcionar à população alguns dias de convívio e animação. “O programa das festas, não sendo um programa muito, muito forte, é um programa que é suficiente para alegrar o pessoal, para fazer sair as pessoas à rua, divertirem-se um pouco, esquecerem as amarguras da vida, esquecerem o dinheiro que não chega ao fim do mês”, conclui.
Espetáculo de Bruna no domingo é o principal destaquedo cartaz
O programa arranca esta sexta-feira, dia 28, às 20h30, com a Celebração da Palavra, seguida de procissão pelas ruas do bairro, acompanhada pela Banda 14 de Janeiro. Às 22h30 haverá espetáculos musicais de Carlos Caracol e de Pedro Pé-Leve, seguindo-se, à meia-noite, a garraiada, com continuação do espetáculo no Unossobar, com Gamuski.
Amanhã, sábado, dia 29, as atividades começam às 21h00, com missa na Igreja da Boa-Fé. Uma hora depois sobem ao palco o Ensemble Milhões e Vasco Maurício, antes da garraiada, às 00h00, e da continuação da animação no Unossobar, com Perico.
O último dia de festas, domingo, dia 30, começa às 18h00 com missa na Igreja da Boa-Fé, seguindo-se, às 19h30, mais uma garraiada. Às 21h00 atua o Grupo Zumb’Arte e, às 22h00, é a vez de Bruna. O encerramento das festas está marcado para as 04h00.
Em paralelo, decorre o 15.º Torneio dos Hortelões, no Pavilhão da Escola Básica da Boa-Fé, nas categorias de veteranos, seniores e infantis. As finais do torneio, que arrancou na quarta-feira, são disputadas no domingo (a partir das 09h00).
Com tradição religiosa e popular, as Festas do Senhor Jesus da Boa-Fé voltam assim a reunir a comunidade durante três dias, numa iniciativa que pretende manter viva a memória dos antigos hortelões e, simultaneamente, proporcionar momentos de convívio e diversão à população do bairro, da cidade e de todos os visitantes.
A edição deste ano dos Clubes de Verão de Campo Maior está prestes a chegar ao fim.
A iniciativa, promovida pela Câmara Municipal, que arrancou no início de julho, tem proporcionado dias muito animados a cerca de uma centena de crianças do concelho, através de um programa diversificado, marcado por jogos, brincadeiras, artes, atividades na piscina e momentos de convívio, procurando aliar a diversão à aprendizagem durante as férias escolares.
Ao longo do verão, as crianças têm sido acompanhadas por uma equipa de animadores, responsáveis por dinamizar as diferentes atividades e assegurar o acompanhamento dos participantes. Sofia Cachapa, uma das monitoras, destaca a forma positiva como os mais novos têm vivido esta experiência, sublinhando que “se portam muito bem” e que a ida à piscina “é sempre um momento de que eles gostam muito”.
Para a responsável, a diversidade de atividades oferecida aos mais novos permite proporcionar às crianças diferentes experiências ao longo das férias.
Do lado dos participantes, a satisfação por poder participar nos Clubes de Verão não podia ser maior. Aos microfones da Rádio Campo Maior, Clarisse e Rita contam aquilo que, durante as semanas em que participam na iniciativa, mais fazem, para além de aproveitarem os dias de férias para estarem com os amigos: “fazemos jogos, brincamos, fazemos danças”.
Entre todas as atividades, a ida à piscina assume, no entanto, um lugar especial nas preferências destas duas crianças. “O dia de ir à piscina” é apontado como o momento favorito, sobretudo pela possibilidade de aproveitar a água durante os dias de maior calor.
Para ambas, os momentos passados na piscina permitem ainda uma experiência diferente da habitual. “É uma sensação diferente estar no Centro Comunitário a fazer jogos, porque aqui estamos mais fresquinhas”, contam, sendo os mergulhos algo particularmente valorizado perante as temperaturas elevadas que se chegaram a fazer sentir este verão.
Os Clubes de Verão entram assim na reta final, encerrando, dentro de dias, uma edição que, ao longo de quase dois meses, procurou proporcionar às crianças de Campo Maior um verão preenchido com atividades recreativas e educativas, constituindo simultaneamente uma resposta de apoio às famílias do concelho durante a pausa letiva.
O ministro da Agricultura e Mar, José Manuel Fernandes, esteve em Campo Maior para visitar a Black-Pata, empresa dedicada à produção de presuntos, numa deslocação que contou com o acompanhamento do presidente do Município de Campo Maior, Luís Rosinha.
A visita permitiu conhecer de perto as instalações da empresa, bem como a sua atividade e o contributo que representa para o desenvolvimento do setor no nosso concelho.
No final da visita houve a oportunidade de realizar uma degustação de alguns produtos da Black-Pata.
No âmbito do Plano de Formação da CIMAA 2026–2029, a Comunidade Intermunicipal do Alto Alentejo irá promover a ação de formação “Proteção de Dados (RGPD)”, que tem como principal objetivo dotar os formandos dos conhecimentos teóricos e práticos necessários à correta aplicação do RGPD no contexto das entidades públicas.
Pretende-se, designadamente, capacitar os participantes para reconhecer e aplicar as obrigações das entidades públicas enquanto responsáveis pelo tratamento de dados pessoais, conhecer as medidas técnicas e organizativas necessárias ao cumprimento do RGPD e assegurar o respeito pelos direitos dos titulares dos dados.
A formação destina-se a trabalhadores de todas as carreiras da Administração Pública Local que, no exercício das suas funções, desempenhem tarefas de natureza administrativa, designadamente nos Municípios associados, CIMAA, Juntas de Freguesia e no caso das Escolas, pessoal não docente.
A formação decorre no dia 22 de setembro, entre as 9 e as 17 horas, nas instalações da CIMAA. As inscrições deverão ser efetuadas através do seguinte formulário: https://form.jotform.com/CIMAA/formulario_formacao.
O Festival do Crato arrancou oficialmente esta quarta-feira, 26 de agosto, depois do dia extra, de entrada gratuita, que marcou o início do evento na terça-feira.
Neste primeiro dia oficial, subiram ao palco Bispo, Dub Inc, Slow J (na imagem) e Zanova, proporcionando uma noite marcada pela diversidade musical e pela presença de milhares de festivaleiros.
O dia ficou ainda marcado pela visita de José Luís Carneiro, secretário-geral do Partido Socialista, ao recinto do festival (ver aqui).
A fotorreportagem da Rádio ELVAS para ver na galeria abaixo: