O Centro Educativo Alice Nabeiro (CEAN) apresenta a peça de teatro “Era Uma Vez Portugal”, no próximo domingo, dia 6 de abril, às 17 horas, no Centro Cultural de Campo Maior.
Num café onde o tempo não existe, escritores imortais da literatura portuguesa reúnem-se para uma conversa repleta de humor e crítica sobre Portugal, a língua e a identidade. Camões, convida cada um a contar uma história, misturando contos tradicionais portugueses com os seus próprios estilos. Entre sermões, ironias e sátiras, as histórias ganham vida no palco através da música e do teatro.
O espetáculo musical “Era Uma Vez Portugal”, que integra o projeto educativo do CEAN (“Devagar”), é “uma junção dos grandes autores portugueses”. “As crianças vão subir ao palco e interpretar autores como Camões, Gil Vicente, Almeida Garret, Bocage, entre outros”, explica Ana Paio, a encenadora da peça. No espetáculo, os alunos do estabelecimento de ensino “vão também falar um pouco do sentimento deles, em 2025, olhando para a sociedade de hoje em dia, com o pensamento de há séculos”, reforça.
Esta obra, inicialmente prevista para março, Mês do Teatro, foi adiada. “Nós precisávamos de mais um tempo de ensaios, era impossível de ser realizada na data inicial (16 de março)”, explica Ana Paio.
Com crianças a representar desde os cinco aos 12 anos, Ana Paio acredita que o Centro Cultural vai, por esta ocasião, “ter casa cheia, principalmente, com as famílias”. “Vamos ter em palco 16 crianças, sendo que, este ano, arriscámos e, pela primeira vez, vamos ter uma criança de cinco anos a representar. Relativamente ao público, a peça é indicada para o público em geral”, remata.
Para além da encenação de Ana Paio, “Era Uma Vez Portugal” conta com texto e música de Sancho Moura.
Dalila Rodrigues, Ministra da Cultura esteve hoje de visita ao Convento da Saudação em Montemor-o-Novo.
A ministra referiu à RNA que “em primeiro lugar, esta visita serve para reconhecer o trabalho extraordinário que faz uma autarquia e o trabalho extraordinário que faz uma estrutura artística. De que modo os lugares podem beneficiar desta interação deste serviço absolutamente complementar. Agir em todo o país, auscultar, construir através de um diálogo é um dos princípios estruturantes das políticas deste Governo, portanto, quando me desloco para fazer este tipo de reconhecimento, faço com muito gosto e resulta sempre numa grande aprendizagem. Também gostaria de dizer que o Ministério da Cultura apoia Montemor-o-Novo no montante global de 1 milhão e 300 mil euros anuais, apoia várias estruturas, da dança, às artes visuais, às artes plásticas, aos cruzamentos disciplinares, mas sem dúvida que o Espaço de Tempo que tem tido na pessoa de Rui Horta um fundador, orientador, mentor e também o modo como o município reconhece o trabalho artístico que esta estrutura tem vindo a desenvolver, já há mais de duas décadas, são obrigatórios, são lugares de reconhecimento obrigatório para a responsável da pasta da cultura”.
“Além deste trabalho que é obrigatório a conduzir, é fundamental assinalar este dia, esta presença, esta visita, com a circunstância de o Convento de Saudação estar identificado no Plano de Recuperação e Resiliência, no dito PRR, e portanto durante o mês de Abril vai decorrer o procedimento concursal e esperamos poder vir a adjudicar ou a consignar, em maio, uma obra no valor de 3,7 milhões de euros. É fundamental, e este projeto é estruturante, o modo como nós devemos valorizar, reabilitar, recuperar o património, dando-lhe este sentido e este destino, ou seja, o projeto artístico que acontece em Montemor-o-Novo e que reúne esta boa confluência de vontades entre o município e a estrutura Espaço do Tempo tem depois no património um investimento com pleno retorno, porque se trata de realizar um projeto artístico num convento, num monumento reabilitado”, acrescentou.
“Quando nós indicamos um valor global de 3,7 milhões de euros para a obra que vai ter lugar aqui no Convento da Saudação, estamos a fazê-lo ajustando a capacidade de execução do montante, e não tínhamos um determinado montante disponível. Para ser mais precisa, este Convento da Saudação tem uma estimativa de obra de 8 milhões. Neste momento é possível, à medida 0.4 cultura, alocar 3 milhões e 700 mil euros. Também porque é o montante que pensamos ser possível executar. Portanto, tem que haver uma programação da execução, eu gostaria muito de ver o prazo do PRR alargado a dois ou a três anos, aliás a dez anos, porque o património necessita de intervenções praticamente em todas as tipologias e em todas as latitudes geográficas. Norte, Sul, a fronteira com Espanha ou Litoral, o PRR precisa muito de alargamento de prazo, mas é o que é”, rematou a ministra.
Olímpio Galvão presidente da Câmara Municipal de Montemor-o-Novo, durante a visita referiu que “hoje é mais um dia de luta para conseguirmos recuperar o Convento da Saudação para a sua reabilitação e reutilização. Hoje há novidades, a verba que estava prevista para esta fase agora, porque vamos ter que dividir por fases, o PRR, com os prazos tão apertados, não é possível fazer toda a obra e então vamos ter que dividir por fases. Esta primeira fase, que é mais ou menos metade do projeto, para deixar todo o convento funcional, para a instalação também do Espaço do Tempo aqui, para as residências artísticas que estão distribuídas por toda a cidade, esta obra vai ter um montante de apoio de 3 milhões e 700 mil euros. Estamos a falar se calhar de uma obra de 8 milhões, como a senhora ministra aqui falou, mas 3 milhões e 700 mil euros vão ser executados, acreditamos nós, vamos lançar o concurso em abril e vão ser executados até junho de 2026 e é aí que temos que apostar”.
“A senhora ministra trará notícias novas também de outras fontes de financiamento depois para a segunda fase da obra e é isso também que estamos com a expectativa, vamos ter uma reunião de trabalho e estamos a acreditar que vamos ter também uma verba que vai ser muito importante para a segunda fase da obra. Mas o que podemos anunciar aqui hoje são 3 milhões e 700 mil euros para a obra que iremos lançar ainda em meados deste ano e temos um ano para executar. Mas é uma obra muito esperada e que já foi anunciada”, rematou o autarca.
O Município de Campo Maior “encara o apoio social aos idosos do concelho como fundamental e, recentemente, apoiou a Santa Casa da Misericórdia de Campo Maior e o Centro de Dia e Lar de Degolados na aquisição de viaturas elétricas, que entram assim ao serviço dos utentes destas Instituições Públicas de Solidariedade Social”, lê-se no site do Município de Campo Maior.
Em ambos os casos, o Município de Campo Maior suportou a contrapartida pública nacional dos investimentos, realizados através de candidatura a fundos europeus.
Assim, “a capacidade de resposta destas duas instituições, tão importantes para o concelho, fica reforçada, permitindo às mesmas uma melhor resposta às necessidades dos seus utentes”.
“O Legado do meu Avô – Lições de liderança e gestão” marca a estreia de Rui Miguel Nabeiro na escrita. Editado pela Ideias de Ler, chancela da Porto Editora, o livro foi apresentado a 28 de março, no dia em que o fundador da Delta Cafés, o Comendador Rui Nabeiro, celebraria 94 anos, e é uma homenagem à sua liderança visionária que marcou o panorama empresarial de Portugal e cuja visão continua a inspirar gerações.
A obra desvenda os princípios e valores que guiaram a construção do legado da Delta Cafés e do Grupo Nabeiro e o impacto intemporal dos ensinamentos de Rui Nabeiro, evidenciando como esses mesmos princípios continuam a ser aplicados com a perspetiva e a identidade únicas de Rui Miguel Nabeiro, adaptando-os à evolução do mundo atual e aos desafios contemporâneos.
Entrelaçando episódios pessoais e profissionais, o livro explora temas como liderança com propósito, proximidade, inovação, sustentabilidade e a essência do impacto comunitário. Cada capítulo revela lições aplicáveis não só ao mundo dos negócios, mas também à vida, destacando o compromisso com as pessoas e as comunidades.
Com prefácio do Chairman do Grupo Nabeiro-Delta Cafés, e filho de Rui Nabeiro, João Manuel Nabeiro, o livro inclui testemunhos dos Administradores do Grupo e netos do fundador, Ivan e Rita Nabeiro, e de diferentes personalidades da política, da responsabilidade social, e do mundo empresarial português, como António Costa, Paulo Portas, Daniel Proença de Carvalho, Conceição Zagalo, Cristina Amaro, Carlos Coelho, Pedro Cardoso e Francisco Pinto Balsemão.
Mais do que um manual de gestão, a obra é um convite à reflexão sobre o verdadeiro significado do sucesso.
“A memória do meu avô funde-se com a história da Delta. Juntos, estes dois patrimónios representam o nosso maior valor. Como neto e aprendiz do seu trabalho, partilho nas páginas deste livro a forma singular como ele construiu e desenvolveu conceitos de liderança e gestão, com base no seu conhecimento empírico, na sua capacidade de trabalho e, sobretudo, na sua inteligência emocional.
Acreditava no sentido da vida, no propósito das coisas, no valor do ser e do ter. Acreditava no ser humano. Tenho a convicção profunda de que a sua história ainda não terminou, e este livro é um manifesto à sua existência, à sua vida e obra, ao seu património imaterial”, reforça Rui Miguel Nabeiro, CEO do Grupo Nabeiro-Delta Cafés.
“O Legado do meu Avô – Lições de liderança e gestão” de Rui Miguel Nabeiro chegou a 28 de março às livrarias de todo o País e o valor dos direitos de autor reverte na totalidade para o Coração Delta, a Associação de solidariedade social do Grupo Nabeiro.
Encontram-se abertas, até ao próximo dia 15 de abril, as inscrições para os espaços de quiosque, bar e de divertimentos da 33ª edição da Feira Escolar de Elvas.
Dando conta que a Câmara Municipal já recebeu “mais inscrições do que no ano passado”, a vice-presidente, Anabela Cartas, assume que o evento vai ser “um desafio para as escolas”, dado que decorre de 30 de maio a 1 de junho, isto é, entre sexta-feira e domingo, no Jardim Municipal. “Coincide com um fim de semana, mas nós não queríamos deixar de assinalar o Dia da Criança no Dia da Criança”, assegura.
O Jardim Municipal, embora seja “o ideal para esta feira”, diz a autarca, “não estica”, pelo que se torna difícil dar resposta a todos os interessados. Desde janeiro, o Município já recebeu “imensas inscrições”. “As pessoas não gostam de ficar nas pontas, mas nós não conseguimos fazer uma feira em círculo, para que todos se sintam satisfeitos”, diz ainda Anabela Cartas, que pede a “compreensão de todos”.
As candidaturas deverão ser submetidas, até 15 de abril, presencialmente, no Balcão Único da Câmara Municipal de Elvas, ou enviadas para educacao@cm-elvas.pt. O preenchimento da candidatura, contudo, não tem carácter vinculativo de participação no evento, estando sujeita a aprovação da Câmara Municipal.
Uma exposição de trabalhos realizados pelos alunos do Centro Educativo Alice Nabeiro, alusiva às comemorações dos 500 anos do nascimento de Luís Vaz de Camões, está patente neste estabelecimento de ensino de Campo Maior.
Manuela Tomé, coordenadora da Biblioteca do Centro Educativo Alice Nabeiro, explica que a mostra é “o recriar Camões, são imagens, desenhos, caricaturas que os meninos do pré-escolar ou sexto ano fizeram de Camões”.
A exposição vai estar disponível para visita no Centro Educativo Alice Nabeiro, previsivelmente, até final de abril.
O britânico Noah Hobbs (EF Education/ Aevolo) tornou-se no ciclista mais jovem a triunfar na Volta ao Alentejo, com apenas 20 anos. O ciclista de Londres, triunfou nas etapas de Moura e Arraiolos, e ganhou as classificações dos Pontos e Juventude, além de dois segundos lugares nas etapas de Grândola e Évora.
Apesar da sua juventude, Hobbs mostrou já ser um corredor muito maduro e de grande futuro e que certamente vai ascender rapidamente à equipa principal, onde milita a português Rui Costa.
Noah Hobbs ainda em Estremoz
Na partida em Estremoz, este jovem ciclista disse em exclusivo aos nosso microfone que “estou bem, temos um dia bonito hoje. Último dia da corrida, espero guardar a camisola até ao final. Apoio a equipa e eles apoiam me, é uma equipa nova. Ontem apoiaram me muito a etapa foi difícil. Sem a equipa era impossível ter conseguido manter a liderança”. Depois brincámos com Noah Hobbs que tirou uma foto com o nosso microfone como na Volta ao Alentejo de 2024 Iuri Leitão também o fez e depois “ganhou a medalha de ouro” nos Jogos Olímpicos. “Fico muito satisfeito espero que me dê sorte hoje” concluiu o jovem inglês, em Estremoz e depois no final em Évora disse ao nosso microfone que só leva “boas memorias do Alentejo e de Portugal”, após garantir a camisola amarela e a vitória na alentejana 2025. Noah Hobbs um nome a reter.
Luca Giaimi venceu etapa em Évora
Em Évora, o italiano Luca Giaimi (UAE/Team Emirates/ Gen-Z), o único sobrevivente de uma escapada de três corredores e que conseguiu aguentar a perseguição do pelotão, terminando com dois segundos à frente do camisola amarela. Giaimi sai de Portugal com duas vitórias, as primeiras da carreira, depois de no passado domingo ter ganho o Troféu Internacional da Arrábida que disse “a corrida foi boa, na fuga não conseguimos mais vantagem porque éramos muitos. Quando cheguei à reta vi que o pelotão estava atrás e como gosto de metas a subir, esforcei ao máximo e cheguei à segunda vitória em Portugal”.
Francisco Ferro e Isabel Matos do Crédito Agrícola
Joaquim Gomes, diretor da Corrida, reconhece “temos aqui ciclistas com futuro, mas todo o pelotão empenhou-se fizeram médias sempre acima daquilo que tínhamos previsto, chegámos sempre antes da hora, todos estão de parabéns, a nós organizadores, CIMAC, Câmara Municipais e patrocinadores. Correu bem”.
O Crédito Agrícola patrocina a Volta ao Alentejo e Francisco Ferro (Administrador Caixa de Crédito do Alentejo Central) disse que “é muito importante o Credito Agrícola estar nesta volta, porque toda a agente gosta de ciclismo, fazemos o possível para estarmos o mais próximo das pessoas, somos um banco que está no interior, onde os outros bancos não estão e fazemos questão e manter esse que é um dos nossos principais valores”. Já Isabel Matos, diretoria de Comunicação do Credito Agrícola realçou “a forte presença a nível nacional, temos a maior rede de agências, por isso, as Caixas localmente fazem esse apoio, este é um desporto privilegiado para o grupo Credito Agrícola que quer ser reconhecido como o banco da sustentabilidade. Este é o desporto de elite”.
José Santos, presidente da Entidade Regional do Turismo do Alentejo e Ribatejo entrega camisola branca a Hobbs
“O ciclismo é uma modalidade desportiva que proporciona muita divulgação dos destinos turísticos” começou por afirmar José Santos, presidente da Entidade Regional do Turismo do Alentejo e Ribatejo acrescentando que “a alentejana é uma prova que tem ajudado a divulgar e promover o Alentejo, com tempo bom e quando temos uma volta como uma geografia mais alargada, como foi este ano, isso favorece ainda mais a divulgação do turismo no Alentejo. Mas, esta prova pode ainda crescer e o próximo passo é transformar a Volta ao Alentejo, num evento que promova internacionalmente a região e esse é o passo para o qual nos devemos mobilizar no futuro”.
Partida em Estremoz
Quanto filme da quinta etapa Estremoz-Évora, na distância de 151,1 kms, e corrida à excelente média de 47.375 kms/hora, foi ganha pelo italiano Luca Giaimi (UAE/Team Emirates/ Gen-Z), o único sobrevivente de uma escapada de três corredores e que conseguiu aguentar a perseguição do pelotão, terminando com dois segundos de vantagem e à frente do camisola amarela. Giaimi sai de Portugal com duas vitórias, as primeiras da carreira, depois de no passado domingo ter ganho o Troféu Internacional da Arrábida.
Durante 110 quilómetros a camisola esteve no corpo do basco Gotzon Martin (Euskaltel/Euskadi), que estava a escassos 28 segundos de Hobbs e integrava a fuga do dia que teve uma vantagem máxima de 1’50” e que obrigava a EF Education/Aevolo a trabalhar no pelotão para não permitir veleidades ao espanhol que só foi alcançado nos dois quilómetros finais da tirada.
Meta Volante em Elvas
A Aviludo/Louletano/Loulé Concelho acreditou até ao fim que era possível levar German Nicolas Tivani à vitória da etapa e com as bonificações ganhar a “Alentejana” daí terem trabalhado no pelotão para anular a fuga, mas o argentino acabaria por ser quinto longe das bonificações.
Destaque para as prestações de Pedro Pinto (Efapel Cycling) que foi o único que contrariou Noah Hobbs nas vitórias das diversas classificações triunfando na Montanha, para a Rádio Popular/Paredes/Boavista que venceu a classificação Coletiva e para Tiago Antunes (Efapel Cycling) o Melhor Português na Geral Individual. Realce também para o segundo lugar de Tivani e o terceiro de David Jesus Peña (AP Hotels & Resort/Tavira/Farense), a mais recente aquisição da equipa algarvia.
Classificação da Etapa 1º- Luca Giaimi/ITA (UAE/Team Emirates/Gen-Z) 3h11’22” (média de 47.375 kms/hora), 2º- Noah Hobbs/GBR (EF Education/Aevolo) a 2”, 3º- Leangel Linarez/VEM (Tavfer/Ovos Matinados/Mortágua) m.t., 4º- Davide Stella/ITA (UAE/Team Emirates/Gen-Z) m.t. e 5º- German Nicolas Tivani/ARG (Aviludo/ Louletano/ Loulé Concelho) m.t.
Classificação Geral 1º- Noah Hobbs/GBR (EF Education/Aevolo), 18h40’51”, 2º- German Nicolas Tivani/ARG (Aviludo/ Louletano/ Loulé Concelho) a 12”, 3º- David Jesus Peña/COL (AP Hotels & Resort/Tavira/Farense) a 13”, 4º- Pau Marti /ESP (Israel/Premier Tech Academy) a 19” e 5º- Xabier Berasategi/ESP (Euskalter/ Euskadi) a 22”. Equipas: Rádio Popular/ Paredes/ Boavista Pontos: Noah Hobbs/GBR (EF Education/Aevolo) Montanha: Pedro Pinto (Efapel Cycling) Juventude: Noah Hobbs/GBR (EF Education/Aevolo)
Currículo: Hobbs Noah, nasceu em Londres, a 23 de julho de 2004, tem 20 anos, é profissional desde 2023 e com as três vitórias no Alentejo, tem seis vitórias na carreira. 1ª vitória da carreira * 22/05/23 (Groupama/ FDJ Continental): -Etapa do Alpes Isère Tour/ França Todas as vitórias: 2 etapas do Alpes Isère Tour/ França (2024), 1 etapa do Tour Alsace/ França (2024), duas etapas na Volta ao Alentejo/Moura e Arraiolos e Geral Individual da Volta ao Alentejo (2025)
O Festival “Saberes e Sabores do Porco Alentejano” termina este domingo, 30 de março, em Arronches, mas até final do dia não faltam motivos para uma visita ao certame, que decorre desde sexta-feira, 28 de março, no Espaço Multiusos do Rossio.
No Pavilhão “Saberes e Património”, durante a tarde, a Academia Sénior de Arronches dá continuidade à recriação da Tradicional Matança do Porco.
Na Zona de Restauração do Pavilhão “Sabores e Melodia”, às 16h30, o Município de Arronches oferece a todos os presentes porco assado no espeto. No mesmo espaço, a partir das 20 horas, há atuação do Grupo Verde Maio (Escola de Música de Arronches) e às 22 horas concerto de Chaíto e Palosanto de Tributo a Gipsy King’s.
O designer elvense Jorge Moita vai estar, a partir de abril, a promover, em parceria com o Coletivo Artístico 7350, um atelier têxtil, no Museu Militar de Elvas, aberto a pessoas de todas as idades, géneros e camadas sociais. Este é um projeto inovador, com uma duração de seis meses, que visa promover a economia circular e a sustentabilidade, combinando design de moda, tecnologia e impacto social.
O objetivo é capacitar os cidadãos e estimular o ativismo cívico, com um foco especial em questões ambientais e sociais, sendo que irá incluir workshops práticos, com vista à criação e desenvolvimento de produtos sustentáveis, e a apresentação de uma coleção cápsula, que reflete o compromisso com a economia circular e a neutralização do impacto ambiental.
A expectativa de Jorge Moita é que este atelier possa vir a contribuir para a revelação de “algum talento” e para “o encontro de pessoas”. “Tinha tido oportunidade de trabalhar aqui, há dois ou três anos, num piloto, o Granny to Trendy, e conheci com algumas pessoas, especialmente algumas mulheres, que acabam por ficar no anonimato, às vezes fechadas em casa e nós temos uma tradição riquíssima. Aquilo que eu quero valorizar aqui é que, para além do nosso património material, temos também um grande património imaterial: é esse trabalho que este atelier quer também desenvolver”, revela.
Para participar neste atelier, garante o designer, não é necessária qualquer “capacidade técnica específica”: “não é preciso saber coser, nem saber trabalhar o croché, porque tudo isso nós vamos tratar e trabalhar de uma forma muito livre”.
Pretende-se que o projeto venha a ser intergeracional, em “que as pessoas já com uma cerca idade, que se sentem sem capacidade de passar aos filhos e aos netos estas informações, possam fazê-lo ali, possam deixar ali, num repositório, num arquivo”. Lembrando o problema dos resíduos têxteis no setor da moda, Jorge Moita revela-se ainda “surpreendido” com a quantidade de doações que, em Elvas, já foram feitas, para o arranque do atelier.
A temporada piloto do projeto em Elvas será chamada “O Fio que nos Une” e sucederá à exposição de Elisabete Fiel e Joana Leal, patente no MACE, dando continuidade ao projeto executado pelas artistas e mensagem trabalhada na exposição. Este projeto representa uma oportunidade única para fomentar a sustentabilidade e a economia circular na região, além de ser um exemplo de colaboração entre arte, design e comunidade local.
Entretanto, os interessados em participar no projeto podem já fazer a sua inscrição, bastando para isso contactar o Coletivo Artístico 7350, via email (geral@7350.pt) ou telefone (925 175 165).
O Aqueduto da Amoreira, em Elvas, será este domingo, 30 de março, local de uma das metas volantes da quinta e última etapa da 42ª Volta ao Alentejo em Bicicleta.
A passagem por Elvas acontece por volta das 13 horas e os interessados podem assistir nos locais para o efeito. A etapa tem ainda um prémio de Montanha de 4ª categoria, em Vila Boim.
Esta última etapa da “Alentejana” arranca de Estremoz, às 11h30, para um percurso que só termina, após mais de 150 quilómetros, em Évora. Para além de Elvas, esta derradeira etapa conta ainda com metas volantes em Vila Viçosa e Redondo.