Yoga regressa ao Forte de Santa Luzia em outubro

O Forte de Santa Luzia, em Elvas, volta a ser palco de sessões de yoga ao ar livre nos dias 4, 18 e 25 de outubro, sempre às 17 horas.

A iniciativa, dinamizada pelo Centro de Yoga Sámkhya Elvas, convida a comunidade a participar numa experiência de bem-estar e equilíbrio num dos espaços mais emblemáticos da cidade, juntando a prática do yoga à envolvência única do monumento histórico.

As aulas são abertas ao público e oferecem a oportunidade de desfrutar da prática em contacto direto com a natureza e com a tranquilidade do Forte de Santa Luzia.

O que fazer quando a informação da lista de serviços e até da ementa da restauração está noutra língua?

A legislação portuguesa exige que a lista de preços em estabelecimentos comerciais esteja redigida em português, exceto em zonas turísticas onde pode também ser apresentada noutras línguas da União Europeia, como o inglês. Esta medida visa garantir que todos os consumidores compreendam os serviços e produtos oferecidos. Além disso, é obrigatório que os estabelecimentos emitam fatura detalhada pelos serviços prestados, incluindo a descrição dos bens, quantidade e taxa de IVA. A fatura é essencial como prova em caso de reclamação.

Caso o consumidor enfrente dificuldades, como menus apenas noutra língua ou recusa na emissão de fatura, pode apresentar queixa através do livro de reclamações ou recorrer a associações como a DECO. Estes mecanismos são fundamentais para assegurar os direitos dos consumidores e promover boas práticas comerciais.A lista de preços deve ser, obrigatoriamente, redigida em português, a nossa língua, sendo que nas zonas turísticas, designadamente nos centros históricos das cidades, marinas e apoios de praia, a referida lista poderá ser redigida também em língua inglesa ou outra língua oficial da UE.

Tudo para saber sobre o assunto na edição desta semana da rubrica da DECO, com Helena Guerra, do Gabinete de Projetos e Inovação da Associação para a Defesa do Consumidor. Para ouvir no podcast abaixo:

Adega Mayor é o patrocinador do Congresso de Cozinha 2025

A Adega Mayor estreia-se como patrocinador oficial de vinhos do maior encontro nacional de profissionais da restauração e gastronomia, o Congresso de Cozinha 2025, que terá lugar nos dias 5 e 6 de outubro, nos Jardins do Palácio Marquês de Pombal, em Oeiras.

Com o tema “Uma só saúde”, a 21ª edição do Congresso de Cozinha destaca o papel consciente da cozinha na produção e confeção dos alimentos, promovendo um futuro mais saudável para todos. A Adega Mayor marca presença assumindo a importância do vinho como parte integrante desta experiência culinária.

Durante os dois dias de evento, o Adega Mayor Wine Spot promete ser o local de eleição para quem gosta de vinho, proporcionando um espaço exclusivo para degustar uma diversidade de vinhos Mayores. Em destaque estará a gama Reserva, que garante o respeito pela terra e a paixão pela excelência, e os Monocastas que refletem a singularidade de cada casta traduzindo-se em vinhos autênticos e expressivos, pensados para quem procura experiências vínicas de carácter único, como o Viosinho branco 2023, um vinho subtil e elegante, o Touriga Nacional tinto 2023, de cor vermelha profunda, com nuances violáceas e o Pinot Noir rosé 2024, que será apresentado no evento e que promete surpreender pela sua frescura, delicadeza e perfil.

O Adega Mayor Wine Spot contará com um lounge exterior para que os visitantes possam relaxar e apreciar os vinhos num ambiente descontraído.

A Adega Mayor estará ainda a harmonizar alguns dos pratos de Chefs que marcam presença neste evento, reforçando o diálogo entre gastronomia e enologia que define a essência do Congresso de Cozinha.

Na Adega Mayor, acreditamos que os grandes momentos nascem à mesa — onde os sabores se cruzam com as histórias e onde o vinho é testemunha e parte integrante dessa experiência, elevando-a, e tornando os momentos memoráveis. É com enorme entusiasmo que marcamos presença, pela primeira vez, neste evento, ao lado de uma comunidade que vive e celebra a gastronomia. Este encontro é uma extensão natural do nosso propósito há 18 anos: criar ligações memoráveis através do vinho e da gastronomia.”, afirma Vanessa Germano, Diretora de Marketing da Adega Mayor.

O Congresso de Cozinha é o momento nacional por excelência de encontro da comunidade gastronómica, onde são partilhadas novas técnicas, produtos, experiências e onde se refletem as tendências do setor.

Primeiro Dia do passeio a Lisboa dos utentes da APPACDM de Elvas

No dia 1 de outubro de 2025, a APPACDM de Elvas realizou o seu passeio a Lisboa, com partida às 7h30. À chegada, o grupo ficou instalado no Hotel Ibis José Malhoa, seguindo-se o almoço no Centro Comercial Vasco da Gama, no “Restaurante Alentejo”.

A tarde foi dedicada à visita ao Oceanário de Lisboa, com lanche volante durante o percurso. O dia terminou com o jantar no restaurante “Sabor Mineiro”, num ambiente de convívio e boa disposição.

Um primeiro dia magnífico, vivido com alegria e espírito de partilha por todos os participantes.

Refugiado austríaco regressa a Elvas após mais de sete décadas

No passado fim de semana, Elvas recebeu uma visita muito especial: um antigo refugiado de guerra austríaco, acolhido na cidade em 1948, regressa para rever a casa onde viveu e os locais que marcaram a sua infância. A história chegou até nós através do filho, Matthias Kurz, que contactou recentemente o elvense Jacinto César, revelando que o seu pai viveu em Elvas durante nove meses, ao abrigo da Cáritas. A criança austríaca viveu em Elvas sob a tutela de Júlio César durante oito meses.

O reencontro com a cidade acontece 76 anos depois, num gesto de memória e gratidão. O senhor Kurz, hoje com 84 anos, veio ver Elvas e revisitar o Largo de São Domingos e outros espaços que o acolheram em tempos difíceis.

O filho Mathias viveu no Brasil e fala português, ajudou na tradução, já que passou toda a vida a ouvir as histórias que o Pai lhe contava da sua passagem por Elvas.

Banda 1º de Dezembro celebra Dia Mundial da Música com concerto clássico esta sexta-feira em Campo Maior

Depois de um concerto de despedida do verão, no final de agosto, a Banda 1º de Dezembro celebra esta sexta-feira, 3 de outubro, o Dia Mundial da Música, comemorado anualmente a 1 de outubro, com mais um espetáculo em Campo Maior.

Este concerto, marcado para as 21 horas, na Igreja de São João Baptista, revela o maestro Francisco Pinto, será de homenagem à irmã do maestro e compositor Vasco Pereira, Isabel Pereira, que era flautista, e que deixou à banda todo o seu espólio de livros sobre música. “Para agradecer, vamos fazer este concerto de homenagem”, assegura.

Este será um concerto clássico, onde para além da obra “Satoyama”, que Vasco Pereira escreveu em homenagem à sua irmã para a Banda 1º de Dezembro interpretar, serão tocadas obras de Richard Wagner, Gioachino Rossini, Maurice Ravel, Piazzola, Nikolai Rimsky-Korsakov e John Strauss.

“O professor Vasco prometeu-nos uma obra, feita em primeira audição para nós, e vamos ser os primeiros a tocar”, revela ainda Francisco Pinto, que diz ser “imensa” a responsabilidade de interpretar esta composição em estreia absoluta.

Em “Sotoyama”, Vasco Pereira, explica ainda o maestro da banda filarmónica campomaiorense, recorda a irmã como um ser “da natureza”.

Clubes dos Maiores 2025 de portas abertas para um novo ano no Centro Comunitário

O Clubes dos Maiores 2025 abriu portas esta segunda feira, com uma oferta formativa do Município de Campo Maior que todos os anos junta dezenas de campomaiorenses no Centro Comunitário, dinamizando desta forma o espaço que se torna num ponto de encontro para estas pessoas.

A edição deste ano dos Clubes dos Maiores conta com o Clube Saberes e Sabores, Clube da Informática, Ginástica, Clube da Costura, e Clube das Artes.  

Para se inscrever basta dirigir-se ao Centro Comunitário

Marvão viaja no tempo com 18º Festival Al Mossassa

Entre amanhã e domingo, de 3 a 5 de outubro, a vila de Marvão volta a recuar no tempo, até ao séc. IX, para celebrar a autenticidade das suas origens, com a realização da 18ª edição do Festival Al Mossassa.

Uma vez mais, o público poderá assistir às mais diversas recriações históricas, a artesãos a trabalhar ao vivo, a espetáculos de música, dança, fogo, artes circenses e muito mais. Acampamentos militares, exposição de armas, tiro com arco, oficina de esgrima, cavaleiros em duelos de espadas, jogos medievais, encantadores de serpentes e falcoeiros, bobos e trapezistas são outros dos atrativos do evento, que se volta a realizar no primeiro fim de semana de outubro.

Este festival das três culturas (islâmica, judaica e cristã), de acordo com o presidente da Câmara Municipal de Marvão, Luís Vitorino, para além de conduzir sempre “muita gente” até à vila, “está já afirmado no território”. “É um evento importante para desenvolver a económica local, a restauração, a hotelaria, e que traz aqui uma lufada de ar fresco neste final de verão, início de outono, que é importante para Marvão”, assegura.

O autarca destaca, por outro lado, a realização do evento em cooperação com Badajoz, ou não tivessem sido as duas localidades fundadas por Ibn Marwan. “É a festa do fundador e essa cooperação com Badajoz é importante para o território. Afirmou-se e tem dado certo”, remata o autarca.  

Rato Nunes: “inconcebível” que não se tenha conseguido alterar o regulamento da Assembleia Municipal em 4 anos

José Manuel Rato Nunes é candidato, pela Aliança Democrática, à Assembleia Municipal de Elvas, nas eleições de 12 de outubro.

Há já vários anos a figurar entre os deputados da Assembleia Municipal, Rato Nunes, em entrevista à Rádio ELVAS, faz um balanço do último mandato. “Foram anos normais, de uma convivência política que considero sã, com altos e baixos. Há algumas coisas que eu discordo no funcionamento da Assembleia Municipal, há coisas que eu concordo”, começa por dizer.

Relativamente àquilo que correu menos bem, o candidato diz que, do seu ponto de vista, é “inconcebível” que, em quatro anos, não se tenha conseguido proceder à alteração do regulamento daquele órgão deliberativo. “Tentou-se fazer um novo regulamento e aprovar esse regulamento e, em quatro anos, não se conseguiu”, recorda.

“Houve também alguns atropelos àquilo que é o regulamento da Assembleia, nomeadamente dando o direito de intervenção ao presidente da Câmara em assuntos que não deveria ter esse direito de intervenção, visto que o presidente da Câmara só deverá responder a perguntas que lhe são colocadas pelos membros da Assembleia. Mas tirando esses casos pontuais, digamos que correu muito bem”, assegura Rato Nunes.

O candidato revela ainda que, ao longo do último mandato, a AD aprovou “mais de 90% de todas as propostas que foram apresentadas, que são propostas de gestão corrente”. “Rejeitámos algumas que, na nossa opinião, não beneficiavam Elvas, nem os elvenses, e isso faz parte da convivência democrática no seio da Assembleia”, remata.

A entrevista completa a José Manuel Rato Nunes para ver e ouvir, na íntegra, no vídeo abaixo:

“Isolamento, solidão e desemprego”: as situações mais sinalizadas pelo Radar Social em Campo Maior

Financiado pelo Plano de Recuperação e Resiliência, o Município de Campo Maior tem em funcionamento o projeto Radar Social, através do qual procura fazer uma referenciação dos problemas de pobreza e exclusão social existentes no concelho.  

Atualmente no terreno, a equipa do Radar Social tem vindo a sinalizar e a encaminhar as situações identificadas para as entidades competentes, depois do arranque do projeto em julho do ano passado. “Numa primeira fase, reunimos com as entidades da área social, para conhecimento das necessidades existentes no concelho e para definir como seriam feitos os encaminhamentos”, começa por explicar a coordenadora do projeto, Joana Mourão.

Nesta segunda fase de implementação do projeto, a equipa tem andado a realizar inquéritos, de porta a porta, o que “permite a aproximação da população para identificar quem precisa de apoio”. Apesar do trabalho levado a cabo por esta equipa, a sinalização destes problemas pode ser feita por qualquer pessoa. Para isso, basta contactar o Radar Social através do número 936 240 367 ou do e-mail radar.social@cm-campo-maior.pt. Também é possível essa sinalização ser feita presencialmente na CURPI, onde a equipa tem a sua “sede”. 

Com questões “abrangentes”, o questionário que a equipa tem levado para as ruas procura dar respostas as questões tão simples como se as pessoas “estão acompanhadas, se têm filhos ou se têm dificuldades económicas”. Em muitos casos, explica Joana Mourão, acabam por ser os próprios vizinhos a fazerem a sinalização destas pessoas em risco ou mesmo em situação de pobreza ou exclusão social.

As situações de isolamento, solidão e desemprego têm sido as mais sinalizadas desde janeiro – quando se iniciou o trabalho no terreno –, adianta a responsável, que explica que estas são, desde logo, encaminhadas para diferentes entidades, como a Santa Casa, Segurança Social ou até o próprio Município de Campo Maior, consoante “a quem se vai dirigir o pedido de intervenção”. Explicando que foram já encaminhados idosos para a CURPI, para fazer face à solidão em que vivem, Joana Mourão revela que a equipa do Radar Social tem sido surpreendida, sobretudo, por situações de desemprego. 

O projeto, ao que tudo indica, chegará ao fim, em março de 2026, com a apresentação de um relatório final, onde constarão todas as situações identificadas.

Deste projeto, para além da coordenadora Joana Mourão, fazem parte a assistente Social Ana Mara Silva e a assistente administrativa Ana Isabel Portela.