O Mercado Cá da Terra está de regresso amanhã, domingo, dia 2, ao Jardim Municipal de Campo Maior, entre as 09h30 e as 13 horas.
O Mercado Cá da Terra conta com a participação de produtores e artesãos locais, que terão à disposição dos visitantes produtos endógenos e peças de artesanato.
Borba volta a receber, nos dias 1 e 2 de novembro, mais uma edição da tradicional Feira dos Santos, um dos eventos mais emblemáticos do calendário regional alentejano. Realizada no Parque de Feiras e Exposições e em várias ruas da cidade, a feira atrai anualmente milhares de visitantes, num ambiente de convívio, comércio e celebração da identidade local.
A Feira dos Santos é conhecida pela diversidade de produtos que oferece, com destaque para o vestuário, calçado, frutos secos, hortícolas, enchidos, queijos, doçaria tradicional e outros artigos regionais. A autenticidade dos sabores e a riqueza do artesanato fazem deste certame um ponto de encontro entre produtores locais e consumidores vindos de toda a região e até de Espanha.
Pedro Esteves, presidente da Câmara de Borba
Além da vertente comercial, o evento é também um espaço de animação e cultura popular, com a presença habitual de música ao vivo, tasquinhas e momentos de folclore. A feira assume-se como uma verdadeira romaria urbana, onde se cruzam gerações e se reforçam laços comunitários.
O Presidente da Câmara de Borba, Pedro Esteves disse que ” a Feira dos Santos é tradição aqui na zona, está a correr bem, apesar do tempo estar a ameaçar chuva. Esta era por tradição uma feira onde as pessoas se abasteciam para o Inverno, hoje as coisas mudaram, mas continuamos a ter muita gente. No próximo ano, já queremos fazer algumas alterações para dinamizar a zona da Praça, mas teremos tempo para informar na altura”.
Organizada pela Câmara Municipal de Borba, a Feira dos Santos mantém viva uma tradição secular que continua a ser um motor de dinamização económica e social para o concelho. A edição de 2025 promete, mais uma vez, afirmar Borba como destino obrigatório nesta época festiva.
O Comando Territorial de Portalegre, através do Núcleo Investigação e de Apoio a Vítimas Específicas (NIAVE), no dia 29 de outubro, deteve um homem de 50 anos por violência doméstica, no concelho de Campo Maior.
No âmbito de uma investigação por violência doméstica, os militares da Guarda realizaram diligências policiais que permitiram apurar que o suspeito exercia violência física e psicológica contra a vítima, sua ex-companheira de 37 anos.
No decorrer da ação, foi realizada uma busca domiciliária que resultou na detenção do suspeito e na apreensão do seguinte material:
Uma pistola de alarme;
Duas pistolas de ar comprimido;
Um bastão extensível de 55 cm;
Um bastão de borracha de 55 cm;
37 munições de salva;
175 esferas de borracha;
Diversas botijas de CO2;
Um acessório de laser para utilização em arma de fogo;
Uma embalagem de gás pimenta.
O detido foi presente ao Tribunal Judicial de Elvas, tendo-lhe sido aplicadas as seguintes medidas de coação:
Proibição de contactar a vítima por qualquer meio.
Proibição de se aproximar da vítima, num raio de 300 metros, sendo esta medida controlada por pulseira eletrónica;
Obrigação de não deter, adquirir ou utilizar qualquer tipo de arma, devendo proceder à entrega imediata de todas as armas de que seja eventualmente possuidor.
A operação contou com o reforço dos militares do Posto Territorial de Campo Maior.
A violência doméstica é crime público e denunciar é uma responsabilidade coletiva. Se precisar de ajuda ou tiver conhecimento de alguma situação de violência doméstica participe:
A empreitada da segunda fase da Requalificação do Aqueduto da Amoreira, que está a ser realizada pela empresa Empatia Arqueologia Lda., num investimento de cerca de um milhão e meio de euros, está a decorrer a bom ritmo.
A intervenção consta de trabalhos de conservação e restauro, aplicação de herbicida e biocida, limpeza de alvenarias, cantarias e azulejos, picagem e remoção de argamassas degradadas, remoção de elementos metálicos dissonantes, consolidação de alvenarias e cantarias, execução de novos rebocos, caiação, reabilitação de guarda-corpos, reabilitação da cobertura dos canais, montagem e desmontagem de andaimes, trabalhos de acompanhamento arqueológico.
De salientar que a empresa que está a realizar esta intervenção foi também a que levou a cabo a obra da primeira fase de requalificação deste monumento classificado como Património Mundial desde 2012.
O Núcleo de Elvas da Liga dos Combatentes promove este domingo, 2 de novembro, a tradicional cerimónia do Dia de Finados, no Talhão do Combatente do Cemitério de Elvas.
Trata-se, de acordo com o presidente do núcleo, o sargento-môr José Miguêns, de uma homenagem aos combatentes já falecidos, com início às 11h30. “É uma pequena e singela cerimónia de homenagem àqueles que já não estão entre nós. Dentro da nossa capacidade e do compromisso assumido, prestamos ali uma pequena homenagem aos militares que já não estão connosco”, assegura.
Nesta cerimónia, autoridades civis e militares fazem a habitual deposição de flores no Talhão do Combatente, onde terá também lugar uma recitação pelo padre da paróquia.
Contrariamente ao que aconteceu em outros tempos, atualmente, as forças militares já não se associam a esta cerimónia: “isto é próprio da conjuntura que atravessamos, a nível das forças armadas, e para este tipo de cerimónias tão simples e tão curtas não está prevista a presença de nenhuma força militar”.
O Núcleo de Campo Maior da Liga dos Combatentes presta, na manhã deste sábado, 2 de novembro, em Dia de Finados, uma homenagem aos militares falecidos do concelho, com a tradicional romagem ao Talhão dos Combatentes no Cemitério de Campo Maior e ao Cemitério de Degolados.
“Vamos homenagear e relembrar os nossos combatentes, tanto faz da Grande Guerra, como da Guerra do Ultramar, assim como aqueles que foram em missão de paz, nos séculos XX e XXI”, começa por dizer o presidente do Núcleo de Campo Maior da Liga dos Combatentes, José Joaquim Trindade.
Numa cerimónia simples, com início às 9h30, no Cemitério de Campo Maior, unem-se ao Núcleo da Liga dos Combatentes “o presidente da Câmara, os presidentes das juntas de freguesia e o comandante da GNR”, para a habitual deposição de flores. De seguida, a comitiva ruma ao Cemitério de Degolados, onde está sepultado um antigo combatente.
Este Dia de Finados é ainda assinalado em Campo Maior com a participação do núcleo numa eucaristia. “É aquela missa normal de Finados, em que nós estamos sempre presentes também, com o senhor padre a nomear os combatentes”, explica ainda José Joaquim Trindade.
O Dia de Todos os Santos é comemorado anualmente a 1 de novembro em honra aos santos conhecidos e desconhecidos, mártires e cristãos heroicos celebrados ao longo do ano. Neste dia é também celebrado (por antecipação) o dia dos Fiéis Defuntos, que se celebra a 2 de novembro.
A origem da festa remonta ao século II, quando os cristãos começaram a honrar os que tinham sido perseguidos e martirizados por causa da sua fé. Foi o Papa Gregório III que no século VIII dedicou uma capela em Roma a todas as pessoas que tinham vivido uma existência de acordo com o Evangelho e, por isso, eram consideradas santas. Ele também ordenou que a solenidade fosse celebrada a 1 de novembro.
Este dia é dedicado a homenagear todos os que já partiram. Por norma, as famílias portuguesas enfeitam as campas dos seus familiares nos cemitérios e ao longo do dia primeiro de novembro visitam os cemitérios para deixar ramos e velas nas lápides. Antes da visita ao cemitério, realizam-se missas nas paróquias e em seguida, faz-se uma procissão até ao cemitério.
O dia 1 de novembro também é conhecido como o Dia de Pão por Deus, uma data muito aguardada pelas crianças, que saem às ruas com um saquinho a fim de recolher ofertas, como castanhas, nozes, figos e doces.
O Dia de Todos os Santos é um feriado nacional. Este dia deixou de ser um feriado nacional em 2013, mas o Governo retomou-o em 2016, por acordo com a Santa Sé.
No passado dia 17 de outubro, a Escola Superior de Biociências de Elvas do Politécnico de Portalegre e o Instituto Federal do Espírito Santo (Brasil) formaram a primeira aluna graduada em Agronomia e mestre em Agricultura Sustentável, ao abrigo do acordo de dupla titulação.
A estudante Caroline Brunelli terminou o seu percurso académico apresentando a dissertação “Resposta de sensores próximos a doses variáveis de fertilizante azotado em culturas forrageiras de Inverno sob Clima Mediterrânico”. O júri de avaliação do seu trabalho foi constituído por professores da Escola Superior de Biociências de Elvas, Universidade de Évora e Instituto Federal do Espírito Santo.
Este acordo celebrado entre o Politécnico de Portalegre e o Instituto Federal do Espírito Santo (IFES) permite aos alunos que concluem a licenciatura em Agronomia neste instituto brasileiro, através da frequência de um conjunto de unidades curriculares e da realização da dissertação no mestrado em Agricultura Sustentável, obterem o título de licenciado e mestre, sendo-lhes emitidos dois diplomas: um do Instituto Federal do Espírito Santo e outro do Politécnico de Portalegre.
No espaço europeu, a maioria das licenciaturas tem a duração de três anos. Muitos estudantes que concluem as suas licenciaturas optam em seguida por realizar os seus mestrados, totalizando este percurso académico, na grande maioria dos casos, cinco anos. Pelo contrário, no Brasil, a licenciatura tem a duração de cinco anos. Estes acordos de dupla titulação permitem aos alunos aderentes realizar parte da sua formação e desenvolver um projeto de dissertação em Portugal, e obter assim o grau de licenciado no Brasil e de mestre em Portugal.
A vertente da internacionalização tem sido uma aposta para o Politécnico de Portalegre: atualmente conta com mais de 100 parcerias com instituições de Ensino Superior, mais de 200 estudantes internacionais de 25 nacionalidades diferentes são acolhidos no Politécnico e mais de 10% dos estudantes nacionais têm a oportunidade de passar um semestre no estrangeiro.
Os acordos de dupla titulação são outro dos pilares da internacionalização que espelham o trabalho desenvolvido em rede pelo Politécnico de Portalegre com instituições de Ensino Superior estrangeiras.
O Ministro das Infraestruturas e Habitação, Miguel Pinto Luz, esteve em Ponte de Sor, no âmbito do seu percurso pela Estrada Nacional 2 | EN 2 – uma das vias mais emblemáticas do país.
O Ministro foi recebido no Aeródromo Municipal, onde teve a oportunidade de conhecer todas as potencialidades desta infraestrutura e deixou a promessa que o troço da EN2 que atravessa os concelhos de Abrantes, Ponte de Sor e Avis vai ser reabilitado, num investimento de 10 milhões de euros.
A empreitada na EN 2, entre Abrantes, Ponte de Sor e Avis, incluirá trabalhos que visam a melhoria do sistema de drenagem, a recuperação da capacidade estrutural do pavimento, o reforço da estabilidade dos taludes e ainda a atualização dos equipamentos de sinalização e segurança.
Pela sua extensão e natureza dos trabalhos a executar, esta empreitada conta com um prazo de execução de 540 dias, exigindo o lançamento de um concurso público internacional.
O governante disse ainda que o Itinerário Complementar | IC 13, que atravessa o distrito de Portalegre, também é para concluir em toda a sua extensão.
A DECO alerta para a persistência de ciclos de vulnerabilidade em Portugal, agravados pelo sobre-endividamento e pela falta de literacia financeira. A associação sublinha que milhares de famílias vivem uma pobreza quotidiana, sem recursos suficientes para cobrir despesas básicas, apesar de trabalharem o mês inteiro.
Para combater esta realidade, a DECO aposta no aconselhamento direto a consumidores, na formação em gestão financeira e na promoção de soluções de consumo mais justas. A organização defende que a informação clara e acessível é essencial para quebrar ciclos de exclusão social.
A associação apela a políticas públicas mais eficazes, que integrem a proteção financeira como pilar da inclusão, reforcem os mecanismos de prevenção do endividamento e garantam o acesso universal a serviços de apoio. Segundo a DECO, muitas medidas de ajuda não chegam às famílias por falta de informação ou dificuldades de acesso.
A capacitação dos consumidores e o uso estratégico da informação são, para a DECO, ferramentas fundamentais para construir uma sociedade mais justa, equitativa e inclusiva.
Tudo para saber sobre o assunto na edição desta semana da rubrica da DECO, com Helena Guerra, do Gabinete de Projetos e Inovação da Associação para a Defesa do Consumidor. Para ouvir no podcast abaixo: