Estão abertas, até 9 de janeiro, as candidaturas ao Prémio de Jornalismo Fernando de Sousa, que vai já na sua quinta edição.
Trata-se de um prémio, promovido pela Representação da Comissão Europeia em Portugal, que visa honrar e perpetuar o profissionalismo deste jornalista, realçando o seu contributo para a clarificação das matérias europeias e para a promoção do conhecimento das instituições e políticas da União Europeia, em Portugal.
Como tal, os trabalhos a concurso terão de contribuir, igualmente, para clarificar questões importantes ao nível europeu, ou que tenham promovido uma melhor comunicação entre as instituições da União Europeia e os cidadãos em Portugal.
Esta quinta edição do prémio vai apreciar trabalhos de informação desenvolvidos nas áreas de imprensa, rádio, televisão e internet, em três categorias, como explica Ana Pereira, do Europe Direct Alto Alentejo, na edição desta semana do “Espaço Europa”.
Nas categorias “Jornalista – Media Nacional” e “Jornalista – Media Regional”, os prémios são atribuídos a trabalhos produzidos por jornalistas detentores de carteira profissional, ou por uma equipa da qual conste um jornalista detentor de carteira profissional, e que sejam publicados ou difundidos em órgãos de comunicação social. Já na categoria “Estudante”, o prémio é atribuído a um trabalho produzido por um estudante ou por uma equipa de estudantes do ensino superior de jornalismo ou de comunicação.
Os trabalhos a concurso nesta edição devem ter sido publicados ou difundidos pela primeira vez entre 1 de janeiro e 31 de dezembro de 2021.
O prémio para os vencedores nas categorias de jornalista, seja de media nacional ou regional, é de cinco mil euros. Na categoria de estudante, o trabalho vencedor será recompensado com mil euros.


Os excessos, nas épocas festivas, é algo comum, principalmente com a noite da consoada à porta, que como todos sabemos é celebrada à mesa.
Portugal é um dos países europeus mais vulneráveis às alterações climáticas e o Alentejo uma das regiões do país mais afetadas.
Com o frio e a chuva, típicos desta altura do ano, chegam também as gripes e as constipações. A verdade é que muita gente pensa tratar-se de uma mesma doença, mas, na realidade, não é.
Há mais de três décadas que os Fundos Europeus estão presentes em Portugal. Graças a eles, é possível, entre outros, construir e requalificar escolas, centros de saúde e outros equipamentos sociais.