Educação inclusiva é tema do programa Elvas + Solidária

SandraFoutoA educação inclusiva pretende criar uma sociedade inclusiva e assume-se como um processo em que se amplia a participação de todos os estudantes nos estabelecimentos de ensino regular.

Este tipo de educação reconhece a valoriza as diferenças de todos, “sem preconceito, inserindo, em conceito escolar, todos os alunos, de forma radical e completa. A educação inclusiva valoriza as diferenças e isso é essencial”, de acordo com Sandra Fouto (na foto), animadora sociocultural no Centro Humanitário de Elvas da Cruz Vermelha Portuguesa.

Sandra Fouto explica as diferenças entre educação especial e inclusiva: “a educação especial é uma modalidade de ensino que visa promover e desenvolver as potencialidades das pessoas portadoras de necessidades especiais. (…) Esta modalidade de ensino, que se assume como inclusiva, deve ser entendida como um processo onde todas as crianças têm direito à escolarização, o mais próximo possível do normal”.

A educação inclusiva depende muito da colaboração entre a família e a escola, no intuito de “atingir uma inclusão satisfatória das crianças”.

A Educação inclusiva favorece a diversidade à medida que considera que todos os alunos podem ter necessidades especiais em algum momento de sua vida escolar.

A educação inclusiva é o tema da edição desta semana do programa Elvas Mais Solidária com Sandra Fouto, animadora sociocultural no Centro Humanitário de Elvas da Cruz Vermelha Portuguesa.

Um ano de Covid-19 abordado no De Boa Saúde desta semana

DrPintaoCarlosFalcato.jpgFoi no mês de março de 2020, tal como já noticiámos, que surgiram os primeiros casos de Covid-19 no país. Um ano depois, tudo mudou na vida dos portugueses.

Mas a questão que se coloca muitas vezes é quando é que isto vai acabar?

O médico Pintão Antunes considera que “isto vais ser como as gripes. Acabar não acaba. O vírus vai ficar sempre na comunidade, à semelhança de outros vírus, como a varicela, varíola ou até mesmo a gripe. O que podemos esperar é que a população fique imune”.

A Covid-19, em Portugal, já infetou mais de 815 mil pessoas e provocou a morte de quase 17 mil pessoas.

Um ano depois, o que mudou e o que ainda está para vir é abordado no programa De Boa Saúde, com Carlos falcato e o médico Pintão Antunes, para ouvir hoje às 19.30 horas.

Brincar em família dá ferramentas para o futuro

MariaVicenteO hábito de brincar precisa ser cultivado no seio da família, pois, fortalece a formação do vínculo afetivo, melhorando as relações.

A questão da pandemia, e o facto de as crianças passarem mais tempo em casa, permitiu que as famílias tivessem mais tempo para brincar em casa com os filhos e reajustar o seu dia-a-dia.

Maria Vicente (na foto), animadora sociocultural no Centro Humanitário de Elvas da Cruz Vermelha Portuguesa, considera que “há crianças que beneficiaram deste tempo em família, que com a falta de tempo acaba por não existir. No dia a dia, muito agitado e com falta de tempo, acabamos por não ter tanto tempo e tanta disponibilidade para brincar em casa com as crianças e em família”.

Maria Vicente garante que “o brincar traz-nos uma série de ferramentas que na vida adulta se vão refletir. É verdade que a escola é extremamente importante, e os trabalhos de casa sempre existiram, no entanto, a sobrecarga acaba por não deixar aquele espaço para explorar livremente a brincadeira e os jogos”.

É aconselhável que os pais reservem pelo menos uma hora por dia para brincar com seus filhos. As brincadeiras podem passar por jogos ou exploração de sentidos ou emoções o que pode contribuir bastante para o desenvolvimento dos mais novos.

A importância de brincar em família é o tema desta semana da rubrica Elvas Mais Solidária, com Maria Vicente, animadora sociocultural no Centro Humanitário de Elvas da Cruz Vermelha Portuguesa.

Bexiga Hiperativa: doença afeta 30 por cento da população

DrPintaoCarlosFalcato.jpgEm Portugal, estima-se que mais de 30% da população adulta sofre de Bexiga Hiperativa. Uma doença crónica que, embora sem cura, pode ser controlada. Um desejo súbito e forte de urinar, difícil de controlar é o principal sintoma.

Como consequência, quem sofre deste problema pode sentir um impacto negativo na sua qualidade de vida. A síndrome da bexiga hiperativa não escolhe sexo nem idades, apesar de ser mais comum em mulheres a partir dos 60 anos.

Normalmente, este problema surge “de outras questões. No caso dos homens, pode estar associado a problemas de próstata. Nas mulheres, a bexiga hiperativa pode estar relacionada com o útero descaído”, segundo o médico Pintão Antunes.

A bexiga hiperativa é o tema da edição desta semana do programa De Boa Saúde, com Carlos Falcato e o médico Pintão Antunes, para ouvir hoje às 19.30 horas.

Portugal com taxa de abandono escolar de 10,6 por cento

AnaDiasO abandono escolar é um processo no qual um estudante se desinteressa pelo sistema educacional e deixa de frequentar a escola.

São poucos os casos em que o aluno que abandona a escola está motivado e tem bons resultados. Na maioria dos casos, “o abandono escolar está relacionado com reprovações, causas de ordem familiar, aborrecimento ou até problemas financeiros, como nos referiu Ana Dias (na foto), assistente social no Centro Humanitário de Elvas da Cruz Vermelha Portuguesa.

O abandono escolar pode trazer consequências muito graves na formação social e pessoal de cada jovem: “prejudica a produtividade da nação e vive-se num fenómeno de desclassificação social porque não são alunos nem são trabalhadores, não são crianças nem são adultos, as instituições não se responsabilizam pela sua formação mas eles ainda não se podem responsabilizar pela sua vida”.

De acordo com a assistente social, por norma, “os alunos que abandonam a escola vivem nas periferias das cidades ou zonas rurais e apresentam ausência de ambição no mundo do trabalho”.

Portugal apresentava, o ano passado, uma taxa de abandono escolar de 10,6 por cento, ocupando a 21ª posição da União Europeia.

O abandono escolar é o tema desta semana da rúbrica Elvas Mais Solidária, com Ana Dias, assistente social no Centro Humanitário de Elvas da Cruz Vermelha Portuguesa.

Vacinas em destaque no programa De Boa Saúde

DrPintaoCarlosFalcato.jpgUma vacina é uma preparação biológica que fornece imunidade adquirida ativa para uma doença particular. Uma vacina contém um agente que se assemelha a um microrganismo causador de doenças e é muitas vezes feito de formas enfraquecidas ou mortas do micróbio, das suas toxinas ou de uma das suas proteínas de superfície.

Nos últimos tempos, e devido à pandemia mundial da Covid-19, as vacinas têm estado na ordem do dia sendo apontadas como a solução mais viável.

De acordo com o médico Pintão Antunes, “a vacina estimula o organismo para a criação de anticorpos contra o vírus a que se destina. No caso da vacina da Moderna, contra a Covid-19, é algo que é inoculado e que vai desenvolver o nosso sistema imunitário para lutar contra o antigénio”.

A administração de vacinas é chamada vacinação e a sua eficácia tem sido amplamente estudada e verificada. Antes de se falar de Covid, algumas das vacinas mais conhecidas eram, por exemplo, a vacina contra a gripe, contra a varicela ou sarampo, entre outras.

A vacina é o tema da edição desta semana do programa De Boa Saúde, com Carlos Falcato e o médico Pintão Antunes, para ouvir hoje às 19.30 horas.

Comunicação é “ferramenta importante na parentalidade”

CristinaPestanaA comunicação desempenha um papel central na relação progenitores-filhos, particularmente no exercício da parentalidade.

“A comunicação divide-se em vários estilos: assertiva, passiva, agressiva ou manipuladora e é uma das ferramentas mais importantes no desempenho dos papéis de mãe, pai, filho ou filha”, de acordo com Cristina Pestana (na foto), psicóloga no Centro Humanitário de Elvas da Cruz Vermelha Portuguesa.

Quando no seio familiar surge uma criança, “todas as rotinas do casal são alteradas, pelo que a comunicação é ainda mais importante”. A psicóloga considera que “a comunicação assertiva é a mais adequada nestas situações, apesar de nem sempre se conseguir resolver conflitos com este tipo de comunicação”.

A comunicação e a parentalidade estão em destaque na rubrica desta semana Elvas Mais Solidária, com Cristina Pestana, psicóloga no Centro Humanitário de Elvas da Cruz Vermelha Portuguesa.

Toma de medicamentos aumentou em 2020

DrPintaoCarlosFalcato.jpgPortugal é o quinto país da OCDE que mais consome ansiolíticos e antidepressivos, atingindo já uma taxa que duplica a de países como Holanda, Itália e Eslováquia. Não se sabe se a pandemia veio agravar esta situação, mas nos primeiros três meses do ano passado foram vendidas mais 400 mil embalagens do que no mesmo período de 2019.

O médico Pintão Antunes considera, na edição desta semana do programa De Boa Saúde, que “é essencial que o médico perceba as causas, quer da ansiedade quer da depressão, para só depois administrar o medicamento. Ansiedade e depressão são casos muito diferentes. No entanto, a depressão está quase sempre associada à ansiedade. Mas ao contrário não acontee. Uma pessoa pode estar ansiosa sem estar depressiva”.

A insegurança que o mundo atravessa, provocada pela pandemia, “pode levar ao aumento do estado de ansiedade das pessoas. Vivemos momentos de instabilidade social, económica, de saúde e isso é muito complicado de gerir”.

A toma de medicamentos e a ansiedade vivia pela população, em tempos de pandemia, é o tema da edição desta semana do programa De Boa Saúde, com Carlos Falcato e o médico Pintão Antunes, para ouvir às 19.30 horas.

Educação parental em destaque no “Elvas + Solidária”

Liliana PilhaAtravés do projeto “Escola de Pais”, do programa “Mais Sucesso Escolar”, da Câmara Municipal de Elvas, as técnicas do mesmo têm procurado debater o tema da educação parental, junto dos encarregados de educação das crianças do primeiro ciclo das escolas do concelho.

A psicóloga Liliana Pilha (na foto), na edição desta semana do programa “Elvas + Solidária”, explica que competências são trabalhadas, com os pais das crianças, ao abrigo deste projeto. “Não ensinamos a ser pais, mas trabalhamos aquilo que são as suas dificuldades e discutimos as suas preocupações”, começa por revelar.

As competências parentais são abordadas nestas reuniões, adianta Liliana Pilha, explicando que, com durante as mesmas, procura-se delinear estratégias para se poderem gerir birras e brigas com outras crianças. “Procuramos dar ferramentas aos nossos filhos para lidar com estas situações”, esclarece.

As rotinas e hábitos em casa são outros assuntos abordados por Liliana Pilha nas reuniões com os encarregados de educação. A psicóloga lembra que, por esta altura, as crianças, mais que nunca, estão dependentes das novas tecnologias, sendo que é importante impor-lhes limites, neste âmbito.

A educação parental é o tema desta semana do programa “Elvas + Solidária”, com a psicóloga Liliana Pilha. Este programa é uma iniciativa do CDLS 4G no concelho de Elvas.

O pâncreas em destaque no “De Boa Saúde”

DrPintaoCarlosFalcato.jpgO pâncreas é um órgão que produz enzimas envolvidas na digestão e é também responsável pela produção de hormonas como a insulina, fundamental no metabolismo.

O médico Pintão Antunes explica que este “é um órgão muito pequeno, que se localiza atrás do estômago, e é muito importante no corpo humano”. Produz insulina, que “é fundamental para uma pessoa viver, para além disso tem hormonas que são importantes para a digestão de alimentos, com proteína, gorduras, entre outras”.

Quando este órgão não funciona corretamente podem surgir doenças como diabetes, problemas digestivos, inflamação ou cancro.

Pintão Antunes explica ainda que “quando uma pessoa fica com uma cor amarela, é sinal de algo está mal com o pâncreas, e convém de imediato ir a um médico, que fará um diagnóstico para perceber se é uma pancreatite, do pâncreas, vesícula ou fígado”.

O pâncreas é o tema em destaque esta semana no programa “De Boa Saúde”, com Carlos Falcato e o médico Pintão Antunes, para ouvir na emissão, às 19.30 horas.