Hugo Capote é mandatário concelhio da CDU de Portalegre nas Legislativas 2022

Hugo Chichorro e Silva Capote (na foto), de 46 anos, natural de Portalegre, é o Mandatário Concelhio da CDU de Portalegre para as Eleições Legislativas de 2022.

Estudou em Portalegre até ao 12º ano, tendo-se licenciado em Medicina entre 1993 e 2000, na Faculdade de Medicina da Universidade de Coimbra.

É especialista de Cirurgia Geral desde 2009 e Assistente Graduado de Cirurgia Geral desde 2018. Actualmente trabalha no Hospital de Portalegre, integrado na ULSNA, como consultor de Cirurgia Geral, exercendo ainda as funções de director do Serviço de Urgência do Hospital de Portalegre (HDP) desde 2011, coordenador da VMER do INEM de Portalegre desde 2015, responsável pelo núcleo do Hospital de Portalegre do GCL-PPCIRA (Grupo Coordenação Local Programa de Prevenção e Controlo de Infeção e Resistência aos Antimicrobianos) desde 2013 r responsável do Registo Oncológico na ULSNA desde 2016, entre outras funções.

De realçar a nomeação para a task-force da ULSNA, para definição da reorganização dos Serviços Hospitalares e das medidas de combate à pandemia COVID em Março de 2020.

Foi eleito vereador da Câmara Municipal de Portalegre entre 2009 e 2013 e membro da Assembleia Municipal de Portalegre em dois mandatos consecutivos, tendo exercido as funções de 2013 a 2021.

É ainda membro da Comissão Concelhia de Portalegre do PCP e da DORPOR do PCP.

Mais dez casos Covid e uma recuperação em Campo Maior

Campo Maior regista esta quinta-feira, 23 de dezembro, mais dez novos casos de Covid-19 e uma recuperação.

No concelho, há agora 23 casos ativos de infeção.

Desde o início da pandemia, Campo Maior registou 891 casos de infeção, 14 óbitos e 854 altas.

O sino de Espantaperros voltou a tocar em Badajoz 143 anos depois

Foto: El Periodico Extremadura

Badajoz viveu ontem, quarta-feira, 22 de dezembro, um acontecimento histórico, uma vez que o sino de Espantaperros voltou a tocar, 143 anos depois de que o Ayuntamiento pacense decidiu retirá-lo para requalificação.

Este último passo não foi dado definitivamente e ficou partido, especificamente, em 45 peças a partir das quais Campanas Rivera teve de construir a réplica da mesma forma que se fez no século XVI.

Ao longo do caminho, as fundições de Montehermoso deixaram muitas horas de trabalho, mas também tiveram uma enorme satisfação em fazer esta “jóia” nas suas terras, a Extremadura.

O sino foi financiado por mais de 900 pessoas que poderão ler seu nome numa placa colocada ao lado da porta que leva ao topo da torre. Aqueles que contribuíram com mais de 500 euros, considerados VIP, receberam uma pequena quantia em agradecimento.

O original voltou aos armazéns do Museu Arqueológico de Badajoz onde esteve durante anos, mas é provável que logo volte a aparecer, uma vez que o autarca anunciou que vai pedir para o expor no Museu da Cidade de Luis de Morales.

Já o mestre dos sinos garante que nos dias em que o vento sopra de sudoeste ouve-se até em Olivença, mas que os seus habitantes não se assustem, porque o que se ouvirá serão os ecos da história de Badajoz.

PRR: Campo Maior consegue mais de 15 milhões na área de acolhimento empresarial de nova geração

No âmbito do Plano de Recuperação e Resiliência (PRR) e de uma candidatura na área do acolhimento empresarial de nova geração o município de Campo Maior viu aprovado, um montante de 15 milhões e 180 mil euros, sendo para Luís Rosinha, presidente da Câmara de Campo Maior “o maior financiamento de sempre”, para a Câmara Municipal.

Este valor pressupõe uma taxa de financiamento apoiada a fundo perdido, ou seja, a 100%.

Este investimento no concelho vai contemplar a criação de 7 hectares de sistemas fotovoltaicos, nos terrenos envolventes à zona industrial, da responsabilidade da Câmara, assim como a respetiva bateria de armazenamento, ou seja, a energia verde, que irá dar “condições mais prósperas aos empresários que estão, nesta zona e aqueles que poderão vir a estar, poderão consumir energia verde a preços mais económicos”.

Esta será uma produção de sete megawats, localizada na zona industrial, onde haverá também soluções de carregamento para viaturas elétricas e postos de abastecimento para hidrogénio. Outro fator determinante e diferenciador para fixação de empresas é a cobertura banda larga rápida, ou seja, o 5G.

Haverá ainda um sistema de prevenção de incêndios em toda a zona industrial, ou seja que prevê a deteção antecipada de um algum incêndio.

Luís Rosinha afirma que a candidatura “nunca teria sida a mesma se não fosse o apoio das 24 empresas e respetivos empresários que manifestaram a sua satisfação em integrar o protocolo com o município”.

O presidente da Câmara de Campo Maior adianta ainda que com estas questões Campo Maior fica “muito bem posicionado e nem todos os empresários têm capacidade de entrar na plataforma logística, pelo que Campo Maior está a fazer o seu trabalho, está a ficar disponível”.

Nos dias 25 de dezembro e 1 de janeiro não há recolha de lixo em Campo Maior

O Município de Campo Maior informa que no dia 25 de dezembro, dia de Natal, e no dia 1 de janeiro, dia de Ano Novo, não haverá recolha de lixo.

Neste sentido a autarquia apela à colaboração de todos, no sentido de ser evitada a deposição de lixo nos dias 24 e 31 à noite, para que os contentores não fiquem cheios durante os dias 25 de dezembro e 1 de janeiro, evitando a acumulação de lixo no chão.

Pede-se assim que o despejo dos resíduos seja feito apenas no dia 25 de dezembro e no dia 1 de janeiro à noite, uma vez que nas manhãs seguintes haverá serviço de recolha.

O município lembra ainda que a maioria dos resíduos produzidos nesta época festiva são embalagens que podem ser recicladas, pelo que é muito importante separar o papel/cartão, o plástico, o metal e o vidro, para que sejam colocados no Ecoponto.

Mais 183 casos Covid registados no Alentejo

O Alentejo regista, esta quarta-feira, 22 de dezembro, 183 novos casos de Covid-19, não havendo registo de óbitos, associados à doença, nas últimas 24 horas.

Desde o início da pandemia, na região foram notificados 44 876 casos de infeção e 1083 mortes.

Operação “Natal e Ano Novo 2021”, da GNR, nas estradas até 2 de janeiro

A Guarda Nacional Republicana (GNR) está a desenvolver, até dia 2 de janeiro, a operação “Natal e Ano Novo 2021”, com o objectivo de combater a criminalidade e intensificar o patrulhamento rodoviário nas vias de maior tráfego durante este período, através do esforço de patrulhamento, de forma a garantir as festividades e as deslocações em segurança, contribuindo ainda para o cumprimento das medidas necessárias à contenção da COVID-19, em todo o território nacional.

Tendo em consideração que o combate à criminalidade e à sinistralidade rodoviária constitui uma prioridade estratégica, a Guarda terá em conta o maior fluxo rodoviário nos trajectos dos locais de residência habitual dos cidadãos para os locais de festividades associadas às comemorações do Natal e do Ano Novo, bem como adoptará mecanismos de prevenção e sensibilização à população, para evitar a ocorrência de furtos no interior de residência e estabelecimentos durante este período em que as pessoas se ausentam das suas casas, através de um empenhamento criterioso dos meios disponíveis, por forma a garantir assim uma maior capacidade de intervenção.

Como tal, serão empenhados, durante a operação, várias valências das diversas Unidades da Guarda, numa óptica de complementaridade e de sinergia de várias acções de patrulhamento, fiscalização e sensibilização, de forma flexível, orientando o esforço de forma a contribuir para a diminuição da criminalidade em geral e da sinistralidade rodoviária, para a fluidez do tráfego e para o apoio dos utentes nas vias. Esta operação abrangente visa ainda garantir o cumprimento dos normativos decretados na situação de calamidade e sensibilizar a população para que se abstenha de acções, atitudes e comportamentos que poderão, de alguma forma, potenciar a propagação do vírus, através de uma presença dissuasora, interventiva e preventiva.