Foi com um honroso sétimo lugar, entre trinta e seis equipas, que terminou a participação dos Bombeiros Voluntários de Ponte de Sor, no Campeonato Mundial de Trauma e Desencarceramento de 2025, o World Rescue Calllenge | WRC2025, que decorreu em Karlovac, Croácia.
Tratou-se da segunda participação da equipa pontessorense em provas do género e mais uma oportunidade para aprender e evoluir numa atividade tão exigente e tão importante.
As equipas que representaram Portugal foram selecionadas através dos Campeonatos Nacionais de Trauma e Desencarceramento, realizados em Mora, no final de maio.
A Expo São Mateus, no Parque da Piedade, em Elvas, aguarda, na noite desta quinta-feira, 25 de setembro, uma presença significativa de público espanhol, ou não fosse hoje Abraham Mateo o cabeça de cartaz do evento. Mas antes do espetáculo do jovem artista espanhol, será o grupo elvense “A Portuguesa” a subir a palco.
A vocalista do grupo, Raquel Guerra, revela que serão vários os convidados deste espetáculo, incluindo Olinda Moriano e Margarida Silva, com quem dividiu o palco, muito recentemente, na última edição do The Voice Gerações. “Vamos ter muitas surpresas. Nós já apresentámos o espetáculo de ‘A Portuguesa’ na Praça da República, mas vai ser diferente, mais arrojado”, adianta.
O Grupo Coral Infantil de Cante da Banda 14 de Janeiro, os irmãos Cláudio e Nuno Aparício e os bailarinos Letícia e Colômbia serão outros dos convidados deste concerto.
Do grupo, para além de Raquel Guerra, fazem parte Ricardo Ventura (Piano), Nuno Cirilo (Guitarra Portuguesa), João Brinquete (Baixo) e João Carriço (Bateria).
Hoje, ao Palco da Feira, ainda antes dos espetáculos no Palco São Mateus, sobe, pelas 21 horas, a Brigada 14 de Janeiro. O espetáculo de “A Portuguesa” tem início previsto para as 22 horas.
A manhã desta quinta-feira, dia 25, no Santuário do Senhor Jesus da Piedade é dedicada aos doentes e idosos com a recitação do terço marcada para as 10.15 horas.
Pelas 11 horas já celebração de eucaristia pelos doentes, presidida pelo Reitor do Santuário, o padre Ricardo Lameira.
À semelhança dos dias anteriores, às 20.15 horas realiza-se a recitação do terço, animada pelas comunidades paroquiais se São Vicente e Ventosa, Santa Eulália e Barbacena.
De recordar que todos os dias , a partir das 20.15 horas há sacerdotes no Santuário para confissões.
Quanto à música, no palco da feira, a partir das 21.30 horas, atua a Brigada 14 de Janeiro e no palco principal, a partir das 22 horas, atua o projeto A Portuguesa, seguido de Abraham Mateo.
A Associação de Atletismo do Distrito de Portalegre (AADP) organiza, no dia 27 de Setembro, a Cerimónia de Mérito 2025, um evento que vai distinguir atletas, clubes e demais entidades que se destacaram ao longo da época desportiva.
O evento decorre no Campus do Instituto Politécnico de Portalegre, contando com o apoio desta instituição, que se associa à AADP na valorização do desporto e da comunidade local.
Realiza-se no dia 27 de setembro (sábado) pelas 18 horas no Outeiro de São Miguel da Mota (concelho de Alandroal) uma celebração religiosa pagã.
O ritual de Culto e Devoção ao Deus Endovélico e Evocação a Viriato, Herói Lusitano é organizado pela Confissão Religiosa Wicca Celtíbera. Para assistir é necessário deslocação em viatura própria estando o ponto de encontro marcado para o Fórum Cultural Transfronteiriço de Alandroal.
O Culto ao Deus Endovélico tem mais de 2000 anos e faz parte da Identidade Cultural da Raia Alentejana, sendo que este Deus está muito ligado à Ribeira de Lucefécit e à Vila de Terena.
A Adega Mayor, marca vitivinícola do Grupo Nabeiro, foi reconhecida como case de sucesso no livro “A Caminho da Sustentabilidade: os 7 passos para a ação”, da autoria de Joaquim Caetano, Luís Roberto, Margarida Antunes e Ricardo Ferreira, e com a chancela da Clássica Editora, que reúne casos de estudo reais, e apresenta um método próprio para ajudar as pequenas e médias empresas de vários setores, a definirem e implementarem as suas estratégias de sustentabilidade de forma estruturada e eficaz.
A mais recente obra que pretende ajudar as empresas a trilhar o caminho da sustentabilidade conta com um capítulo da autoria de Rita Nabeiro, intitulado “Agricultura Regenerativa – A Agricultura do Futuro”, onde é apresentada a visão da Adega Mayor na produção de vinhos utilizando práticas que respeitam e regeneram o ecossistema envolvente. A reconversão progressiva da totalidade da vinha própria para modo de produção biológico até 2026 é um dos pilares desta estratégia, que já está a gerar resultados visíveis na biodiversidade, na saúde dos solos e do ecossistema e na qualidade das uvas, permitindo a produção de vinhos com menor intervenção enológica.
“Ser sustentável é, na nossa visão, mais do que poupar recursos naturais. É também apostar na economia circular, regenerar a biodiversidade que envolve a adega, reduzir encargos financeiros e apoiar e trabalhar com a comunidade local para que o presente seja garantia de futuro.” — afirma Rita Nabeiro, CEO da Adega Mayor, no seu capítulo.
Desde 2017, a Adega Mayor tem implementado medidas pioneiras como a utilização dos cobertos naturais na totalidade das vinhas, a substituição de fertilizantes de síntese por orgânicos, o controlo mecânico de infestantes (herbicidas), o ensaio de sementeira de cobertos vegetais específicos e a integração de animais nas vinhas durante o período de repouso vegetativo, para estimular o rebrote do coberto vegetal existente. Estas ações, baseadas nos princípios da agricultura regenerativa, têm promovido impacto positivo, como o aumento de teor de matéria orgânica nos solos, a retenção de água, um aumento de carbono, contribuindo para um sistema agrícola mais resiliente às alterações climáticas.
O Coletivo Cultura Alentejo estreia, na próxima sexta-feira, dia 26 de setembro, o seu mais recente espetáculo, “Origem”, no Teatro Bernardim Ribeiro, em Estremoz.
Com texto de João Tábuas, “Origem” conta a história de João Amado, que é, num “futuro distópico”, submetido uma intervenção clínica para “apagar todas as suas memórias relacionadas com sentimentos como o amor e a empatia”, explica o encenador e ator Cláudio Henriques. Trata-se, por isso, de uma peça que apresenta uma “linguagem um pouco diferente” da anterior produção do Coletivo Cultura Alentejo, a comédia “A Novela”.
“Neste espetáculo, vamos ver o mundo através dos olhos do João Amado, que, por viver de uma forma que não é a generalizada ou implementada, a nível social nesse mundo do futuro, é sujeito a essa intervenção”, adianta o responsável.
Com um texto “algo poético, cru e direto”, mas também com alguns momentos de humor, é através o procedimento que é feito a João Amado, para lhe apagar as suas memórias, que o público é convidado a entrar nesta “viagem” que é a “Origem”. De acordo com Cláudio Henriques, esta é uma peça que retrata a “história toda de um povo e, em mais larga escala, da Humanidade, não numa perspetiva histórica, mas sim numa reflexão sobre os temos que vivemos”.
Assegurando que não se irão arrepender, Cláudio Henriques convida todos a assistirem ao espetáculo. “É um espetáculo com momentos bastante impactantes, que nos vão deixar de sorriso na cara e que nos vão levar numa viagem pessoal. Todas as pessoas que vão estar sentadas ali, em algum momento, vão ser tocadas por aquele espetáculo, ou seja, não vão sair da mesma forma que entraram naquela sala”, diz ainda.
Integram o elenco de “Origem”, espetáculo para maiores de 12 anos, os atores Rui Serrano, Maria Toureiro, Cláudio Henriques, Sofia Soares Ribeiro, João Costa e João Gonçalo Fonseca.
Após a estreia na sexta-feira, pelas 21h30, a peça volta a subir ao palco no sábado, à mesma hora. Os bilhetes, com um custo de cinco euros, podem ser adquiridos no Teatro Bernardim Ribeiro, no Posto de Turismo de Estremoz ou na Bilheteira Online da Câmara Municipal.
Várias dezenas de operacionais, com o apoio de um meio áreo, combatem um incêndio agrícola que deflagrou, na manhã desta quarta-feira, 24 de setembro, junto a uma das entradas da vila de Campo Maior, em direção ao Retiro.
O alerta para este incêndio foi dado às 11h40, sendo que, de acordo com fonte do Comando Sub-Regional de Emergência e Proteção Civil do Alto Alentejo, cerca de uma hora depois, as chamas estariam já dominadas em cerca de 90 por cento.
Para o local foram mobilizados um total de 41 bombeiros, das corporações de Campo Maior, Elvas, Arronches e Monforte, apoiados, para além do meio aéreo, por dez viaturas terrestres.
O Município de Monforte organiza no próximo sábado, dia 27, pelas 9.30 horas uma caminhada, inserida na semana europeia do desporto e atividade física.
A iniciativa vai percorrer ruas da freguesia de Monforte e tem como objetivo proporcionar uma manhã de atividade física e convívio entre os participantes. Além disso, há a possibilidade analisar a condição física dos participantes e proporcionar a todos uma avaliação da sua constituição, através de uma medição na balança de bioimpedância.
As inscrições podem ser feitas no Posto de Turismo, Ginásio Municipal, Pavilhão Municipal e Casa do Prior.
O projeto CLDS 5G é financiado no âmbito do Portugal 2030 – programa PESSOAS 2030, pelo Fundo Social Europeu +(FSE+) e pela União Europeia “Os Fundos Europeus Mais Próximos de Si”.
Os grandes espetáculos estão de regresso na noite desta quarta-feira, 24 de setembro, ao palco principal, o Palco São Mateus, da Expo São Mateus, em Elvas.
O protagonista desta noite de festa na Piedade, em Elvas, é Quim Barreiros, mas antes, também no Palco São Mateus, o elvense Jorge Goes apresenta ao público, a partir das 22 horas, o seu espetáculo de tributo a Julio Iglesias. “Me Va Me Va”.
Recordando os motivos que o levaram a montar este espetáculo, Jorge Goes revela que, desde sempre, cantou temas de Julio Iglesias, “não só em Portugal, mas também em Espanha”. “A malta dizia-me que eu tinha muito jeito para cantar Julio Iglesias, mas nunca liguei muito”, confessa.
Tendo em conta a idade avançada e a doença do músico espanhol, Jorge Goes pensou em preparar este espetáculo de tributo, em agosto do ano passado. “Comecei a alinhavar o repertório e a ver os temas mais conhecidos, porque são muitos”, adianta.
“Depois de gravar alguns temas em estúdio, mostrei a um amigo que é músico numa orquestra em Cáceres, que me apresentou a um empresário, que é quem me está a apoiar neste projeto e disse-me: ‘sim senhor, vamos montar uma banda e vamos começar a ensaiar’”, recorda o músico elvense. Desde então, Jorge Goes já levou este seu espetáculo a diferentes localidades, como Campo Maior, Cáceres .
Do repertório deste espetáculo fazem parte temas como “Me Va Me Va”, “Hey”, “De Niña a Mujer”, “Quijote” e “Pobre Diablo”.