Sete novos casos de Covid-19 reportados em Campo Maior

Campo Maior regista este sábado, 26 de fevereiro, sete novos casos de Covid-19.

No concelho, encontram-se ativos, ao dia de hoje, 67 casos de infeção, mais sete do que ontem.

Desde o início da pandemia, Campo Maior já registou 2353 casos positivos, 15 óbitos e 2271 altas.

Câmara e Associação das Festas do Povo apostam na certificação da flor de papel

Depois da conquista da classificação das Festas do Povo, de Campo Maior, em dezembro do ano passado, enquanto Património Cultural Imaterial da Humanidade, há agora outros passos importantes a dar.

Com este selo da UNESCO, garante São Silveirinha, vereadora na Câmara de Campo Maior, é agora preciso, entre outros, que se mantenha vivo “o espírito de voluntariado” que caracteriza as festas, bem como certificar a flor de papel. Esta certificação, adianta, serve, sobretudo, para evitar cópias, destas flores de papel, que, segundo diz, são únicas e genuínas. “As pessoas que depois vão adquirir as flores de papel, vão saber que aquelas são genuínas, são as nossas, são as flores de papel de Campo Maior”, revela.

Ainda assim, a certificação terá de ser feita de acordo com uma série de procedimentos. “Mas nós não temos receio, porque as nossas flores de papel acabam por ser únicas”, garante São Silveirinha. As flores, diz ainda a vereadora, “não ganharam o reconhecimento e o selo da UNESCO, mas, ao fim ao cabo, estão elencadas em todo o processo”, até porque, lembra, “sem flores não se fazem as festas”.

Também a presidente da Associação das Festas do Povo, Vanda Portela, diz querer acreditar que esta tradição secular é única e que as flores de Campo Maior são as melhores, até pela forma “como são feitas, por toda a estrutura que está montada por detrás das Festas do Povo e por tudo o que envolve” a sua realização.

Desfile de Carnaval infantil em Badajoz (c/fotos)

Foram 31 os grupos de carnaval que deram o pontapé de saída nas comemorações de Badajoz.

Os mais novos percorreram a Avenida da Europa e animaram as muitas pessoas presentes com as suas coreografias, cores e boa disposição.

Dois homens atropelados mortalmente perto de Beja

Foto: Jornal de Notícias

Dois homens, ambos de 34 anos, foram atropelados mortalmente por um automóvel ligeiro de passageiros, na estrada nacional 18, entre Beja e Aljustrel, a cerca de um quilómetros da capital do Baixo Alentejo, quando circulavam a pé na estrada.

O acidente aconteceu cerca das 9.30 horas desta sexta-feira, dia 25, e vitimou dois cidadãos indianos, trabalhadores rurais numa propriedade da zona.

No local, estiveram 22 operacionais dos Bombeiros Voluntários de Beja, viatura médica de emergência e reanimação do INEM, militares dos Destacamentos Territorial e Trânsito e Núcleo de Investigação Criminal de Acidentes de Viação da GNR, apoiados por 11 viaturas.

O trânsito no local esteve condicionado e fez-se por uma faixa de rodagem, de forma alternada, até serem levantados os corpos que foram transportados para o Gabinete Médico Legal de Beja, cerca de uma hora após o acidente.

Mais um óbito e 17 novos casos de Covid-19 em Elvas

Elvas regista esta sexta-feira, 25 de fevereiro, mais um óbito relacionado com a Covid-19, bem como 17 novos casos de infeção e nove recuperações.

Encontram-se ativos, ao dia de hoje, 133 casos de infeção no concelho, mais sete do que ontem.

Desde o início da pandemia, em Elvas, já morreram 41 pessoas.

Portugal regista 10.376 novos casos de Covid-19 e 32 óbitos

Portugal regista esta sexta-feira, 25 de fevereiro, mais 10.376 casos de Covid-19 e 32 óbitos associados à doença.

De acordo com o último relatório oficial, registaram-se mais 22.645 casos de recuperação nas últimas 24 horas.

Em todo o território nacional, há 1.501 doentes internados, menos 59 do que ontem, 98 em unidades de cuidados intensivos, menos oito face ao dia anterior.

Desde março de 2020, morreram 20.973 pessoas com esta patologia em território nacional, foram identificados 3.241.451 casos de infeção e 2.764.245 altas.

Alandroal prepara “incubadora” de empresas de cariz tradicional

A Câmara Municipal de Alandroal, preocupada com a possibilidade, a curto prazo, de uma extinção da identidade cultural do concelho e dos seus produtos característicos, está a preparar uma “Academia de Saberes”.

Ainda numa “fase inicial”, revela o presidente, João Grilo, pretende-se que este projeto venha, mais que a prestar apoio aos pequenos produtores, entre outros, de queijos e enchidos, a permitir a conservação desta identidade e a mobilização das novas gerações. “Todos os programas que têm vindo a ser criados, ao longo dos anos, e que têm tido algum sucesso, de apoio aos produtores, diretamente, acabam por não conseguir contrariar esta tendência”, garante.

Pretende-se, assim, criar “uma arca de saberes, que possa ser mobilizada para as novas gerações”. “Já não podemos esperar só que cada um dos produtores encerre o seu saber. Temos de ter um núcleo central, onde esses saberes sejam conservados, preservados, registados e passados a novas gerações”, adianta.

Esta “Academia de Saberes”, revela ainda o autarca, será, na prática, uma “incubadora de empresas de cariz tradicional”, para ajudar a desenvolver pequenos negócios, para que não se percam, tendo em conta a idade avançada dos produtores locais. “Eu quero saber como é que se faz queijo em todos os pequenos locais do Alandroal, quero que esse saber esteja na academia e que possa ser mobilizado para quem queira investir num novo negócio e que sermos nós a ajudar a desenvolver esse negócio”, diz João Grilo.

“Se não fizermos nada, estes negócios de queijos e enchidos vão desaparecer. Em dez anos, com as idades médias que os nossos empresários têm, corremos o risco de ver este saber extinguir-se”, remata o presidente da Câmara.

A aposta da Câmara de Alandroal nesta “Academia de Saberes” inclui-se no investimento que vai ser feito no futuro Viveiro de Empresas, na zona industrial da vila, orçamentado em mais de meio milhão de euros.

 

Contribuintes têm até ao final do dia para confirmar faturas para o IRS

O prazo para os contribuintes consultarem, confirmarem e registarem as faturas das despesas realizadas, durante o ano de 2021, termina hoje, dia 25 de fevereiro.

Os contribuintes devem assim verificar se têm faturas em falta, se estão na categoria de despesa adequada ou se ficaram pendentes.

O cálculo das deduções no IRS é feito com base na verificação e confirmação das faturas, sendo este um dos passos para a preparação da entrega da declaração anual do imposto, que decorre entre 1 de abril e 30 de junho.

Por mais que a emissão de fatura seja obrigatória por parte de quem fornece o produto ou serviço e seja também esta entidade quem tem de comunicá-la ao portal e-fatura, é possível que se verifiquem falhas neste circuito ou que as faturas fiquem pendentes pelo facto de quem as emite ter mais do que um CAE (código de atividade económica).

Assim, é necessário que cada contribuinte verifique as faturas para que possa detetar se houve alguma omissão ou se, por algum motivo, ela se encontra pendente.