Mercado Municipal este sábado em Campo Maior

Este sábado, 11 de janeiro, há Mercado Municipal, no Campo da Feira, em Campo Maior.

Por esse motivo, a Câmara Municipal solicita aos utentes da Bolsa de Estacionamento do Campo da Feira para que retirem as suas viaturas desse local até às 18 horas desta sexta-feira, dia 10.

112 recebeu mais de 19 mil chamadas por dia em 2022

O Dia Europeu do 112 assinala-se esta sexta-feira, dia 11 de fevereiro. Este contacto de emergência gratuito funciona 24 horas por dia, nos 27 Estados Membros da União Europeia, os quais integram a Associação Europeia do Número de Emergência (European Emergency Number Association – EENA112).

O serviço 112 português é operacionalmente coordenado pela PSP desde a sua génese; compreende o Centro de Coordenação Nacional e 4 Centros Operacionais (Norte, Sul, Açores e Madeira), que integram a Direção Nacional da Polícia de Segurança Pública (PSP). Os Centros Operacionais garantem o atendimento a nível regional das chamadas 112, efetuando a triagem e encaminhamento da informação para a entidade com responsabilidade na sua resolução – Forças de Segurança, INEM, ANEPC ou Autoridade Marítima.

No ano de 2022, o serviço 112 recebeu 7 066 088 chamadas, uma média de 588 841/mês e 19 359/dia, as quais foram atendidas, em média, na janela temporal de oito segundos.

Destes contactos, 1 394 502 foram registados como emergências, correspondendo à prestação de socorro em 116 209 ocorrências/mês e 3 821/dia, que desencadearam 1 519 563 acionamentos dos serviços de emergência, porquanto a resolução de várias situações de emergência exige o trabalho conjunto de plúrimas entidades.

À semelhança dos anos anteriores, também em 2022 não se registaram picos em função da sazonalidade mas sim em função de eventos, como grandes incêndios rurais, sinistralidade rodoviária envolvendo diversos veículos, eventos naturais extremos como cheias, que desencadeiam contactos por parte de diferentes pessoas a reportar um mesmo incidente, comportamento indiciador da sustentada melhoria do conhecimento por parte dos cidadãos dos fins e objetivos deste serviço.

Em 2022 manteve-se a tendência para a grande maioria das chamadas, cerca de 75% do total de emergências registadas, visarem solicitar apoio em situações de doença ou trauma com risco de vida/necessidade imediata de assistência médica. Seguem-se os alertas para crimes em curso ou que acabaram de decorrer no momento da chamada (76 176 chamadas); a sinistralidade rodoviária (49 011 chamadas) e os incêndios (com 30 743 contactos) como principais motivos de contato para o serviço 112.

Centro de Ciência do Café abre portas ao debate sobre Ensino Superior e Coesão Territorial

“O Ensino Superior enquanto Dinamizador do Desenvolvimento e da Coesão Territorial” foi o mote para uma conferência promovida na manhã desta sexta-feira, 10 de fevereiro, pelo Centro Internacional de Pós-Graduação Comendador Rui Nabeiro, no Centro de Ciência do Café, em Campo Maior, onde estiveram reunidas várias personalidades nacionais e internacionais ligadas quer ao Ensino Superior, quer ao tecido empresarial.

Analisar a iniciativa legislativa proposta por um grupo de cidadãos que pretendem ver atribuída ao Ensino Superior Politécnico a capacidade para outorgar Doutoramentos foi um dos objetivos deste encontro.

Na sessão de abertura da conferência, coube ao comendador Rui Nabeiro dar as boas-vindas a todos os participantes, que, em declarações à Rádio ELVAS, garantiu que o Centro de Ciência do Café está sempre ao dispor deste tipo de iniciativas, sendo que todos “saem a ganhar” com elas.

O ensino, lembra, por sua vez, o administrador do Grupo Nabeiro – Delta Cafés, João Manuel Nabeiro, tem sido “um dos eixos básicos de um trabalho de continuidade” que a empresa tem vindo a desenvolver, ao longo dos últimos 62 anos, nesta área. Para além do Centro Internacional de Pós-Graduação Comendador Rui Nabeiro, o Grupo Nabeiro tem também, ao dispor da população, o Centro Educativo Alice Nabeiro. “São áreas que nos orgulham e que dão um retorno à nossa sociedade civil”, diz ainda, assegurando que iniciativas como a de hoje contam sempre com o apoio do grupo.

Já o presidente da Câmara de Campo Maior, Luís Rosinha, destaca a realização deste debate no concelho, sobre assuntos importantes para o interior do país, ao nível do Ensino Superior: “é deveras importar debater estes temas, para se perceber como é que o Ensino Politécnico pode vir a aportar mais à nossa região, sabendo nós das dificuldades que temos”. Para além disso, Rosinha destaca a necessidade de se perceber de que forma o Ensino Superior pode ajudar os territórios a ultrapassar os seus mais desafios, como a questão demográfica.

Entre os oradores do primeiro painel desta conferência encontrava-se a presidente do Clube de Produtores Continente, que garante que a Sonae olha para o Ensino Superior “como parte de um grande sistema alimentar”, que se pretende sustentável. Desta conferência, realizada no seio de “uma empresa de referência”, diz ainda Ondina Afonso, saem “muitas luzes e orientações” sobre o tema em debate.

Para o deputado na Assembleia da República, Ricardo Pinheiro, é importante debater estes temas, sobretudo quando a OCDE e a União Europeia se têm focado muito na forma como se devem investir “metas específicas do Produto Interno Bruto” do país em áreas como a investigação e o desenvolvimento. Nesse sentido, garante ainda o antigo presidente da Câmara de Campo Maior, é fundamental perceber “o que a Academia está a fazer e de que forma é que as empresas precisam de ter acesso a determinado conhecimento que crie valor real, em economia como esta (Delta) em Campo Maior, mas que seja replicado e aplicado à escala nacional”.

Considerando o futuro do país, ao nível do Ensino Superior, com a possibilidade dos politécnicos passarem a outorgar Doutoramentos, um tema “relevante”, o presidente do Politécnico de Portalegre, Luís Loures, diz ser importante a posição do Grupo Nabeiro em querer debater estas temáticas.

Depois de um primeiro painel dedicado às Universidades Politécnicas, nesta conferência abordou-se ainda a ligação ao tecido empresarial local, o contributo para o desenvolvimento das regiões e o alinhamento com o mercado de trabalho.

300 jovens franceses esperados em Elvas no mês de julho

A cidade de Elvas vai acolher, na última semana de Julho, cerca de 300 jovens franceses, no âmbito das Jornadas Mundiais da Juventude, que decorrem entre 1 e 6 de Agosto em Lisboa.

O padre Ricardo Lameira (na foto), pároco de Santa Luzia, explica que os jovens vão ter oportunidade de “conhecer a cidade, conviver e ter momentos de oração, à semelhança do que vai acontecer em Lisboa”.

O pároco realça a importância que a população de Elvas tem na receção a estes jovens: “é fundamental que toda a população se junte, uma vez que acolher 300 jovens não é só preparar tudo para que eles venham, é também o acolhimento de cada elvense que deve abrir os braços e dizer sê bem-vindo”.

As Jornadas Mundiais da Juventude decorrem entre os dias 1 e 6 de Agosto, em Lisboa, e contam com a presença de jovens de todo o mundo, num encontro com o Papa.

Carmen Herves inicia vida religiosa na clausura do Mosteiro de Campo Maior

Carmen Herves inicia a sua vida religiosa, na Comunidade das Monjas Concepcionistas do Mosteiro da Imaculada Conceição, de Campo Maior, com a celebração da tomada de hábito, este sábado, 11 de fevereiro, em Dia de Nossa Senhora de Loudes, pelas 11 horas, numa cerimónia presidida pelo arcebispo de Évora, D. Francisco Senra Coelho.

“De descendência espanhola, mas a viver desde sempre na diocese de Évora, Carmen tem 27 anos e é a mais nova de 12 irmãos. Os seus pais vieram para Portugal em missão como itinerantes do Caminho Neocatecumenal e foi neste ambiente que cresceu, caminhou e experimentou o amor de Deus na sua vida”, revela a Arquidiocese de Évora.

Com “um espírito missionário, esta jovem já correu o mundo, tendo estado seis anos em missão na China e alguns meses na Etiópia, mas foi durante a pandemia, quando as fronteiras dos países fecharam, que o Senhor a chamou para lhe dizer que a sua missão passava pela clausura do Mosteiro da Imaculada Conceição de Campo Maior, onde entrou em janeiro de 2022, para assim iniciar o seu caminho de discernimento e formação nesta Comunidade”, adianta a arquidiocese. Carmen junta-se agora a uma das suas irmãs mais velhas, a Sor Maria Imaculada, que está no Mosteiro há 19 anos.

A celebração da Tomada de Hábito marca o início do tempo de Noviciado, “que é um tempo forte de formação, de conhecimento da Ordem e da Comunidade e de encontro pessoal com o Senhor, que a chama a viver uma vida totalmente entregada à oração e à contemplação, desde o ocultamento silencioso”.

A celebração de amanhã será precedida por uma vigília de oração a acontecer também na Igreja do Mosteiro, pelas 21 horas desta sexta-feira, dia 10.

Feira de saldos de stocks este fim de semana em Estremoz

A Feira de Saldos de Stocks de Inverno está de regresso ao Pavilhão A do Parque de Feiras e Exposições de Estremoz, este fim de semana, dias 11 e 12 de fevereiro.

Numa organização do Município de Estremoz, que, através da iniciativa, procura apoiar o comércio local, a feira vai funcionar, no sábado, das 10 às 20 horas, e no domingo, das 10 às 18 horas.

A abertura do evento, por parte do município, está marcado, no sábado, para as 10h30.

Presidente da CAP: “agricultores que não aceitam ficar em segundo plano vão manter-se na rua”

Há cerca de 20 anos que não se assistia a uma manifestação de agricultores tão participada no distrito, como aquela que juntou esta quinta-feira, 9 de fevereiro, mais de 300 tratores e perto de dois mil manifestantes em Portalegre.

A manifestação teve como mote “contra a incompetência de quem nos governa” e foi convocada pela Confederação dos Agricultores de Portugal (CAP).

O presidente da CAP, Eduardo Oliveira e Sousa, considera que esta manifestação demonstra a insatisfação geral do setor e é o reflexo do empenho das associações dos agricultores da região. “Nós sabíamos que a manifestação, em Portalegre, seria muito grande, porque o empenho das associações desta região foi muito grande e, quando há trabalho, os resultados aparecem, que é o que não está a acontecer no ministério da agricultura”.

Para o presidente da CAP esta situação demonstra, “por um lado, que a indignação é generalizada, ao nível dos agricultores do país, por outro, que nesta região, com a agricultura mais mecanizada era natural que viessem mais máquinas e por isso esta moldura faz um efeito extraordinário e demonstrativa do poder de que quando as pessoas se sentem tocadas, daquilo que são capazes de fazer”.

Eduardo Oliveira e Sousa acrescenta que a indignação se prende também com a “forma como o Governo trata os agricultores e a agricultura em Portugal, que é uma agricultura sem Governo, um Governo que não quer agricultura, uma ministra que se transformou num carrasco, porque se está a transformar numa pessoa anti agricultura e está aqui a prova que tínhamos razão, na oportunidade desta manifestação”.

O presidente da Confederação dos Agricultores de Portugal afirma ainda que se pretende que o Governo reveja a Política Agrícola Comum e reconheça que é preciso uma mudança. “A nossa esperança é que o primeiro-ministro reconheça que tem de promover uma mudança de políticas e essas precisam de bons políticos, precisamos de uma pessoa com peso institucional e organizar um ministério que tenha proximidade com os agricultores e uma Política Agrícola Comum que se adeque ao território nacional e nada disso foi feito, muito pelo contrário, estamos a perder valor, significado e os agricultores que não aceitam ficar em segundo plano, estão na rua e vão manter-se na rua”.

Já José Eduardo Gonçalves, o vice-presidente da CAP, que garante que “alguma coisa tem de mudar em Portugal”, assegura que “os agricultores estão revoltados e cansados de faltas de respeito e mentiras”, pelo que hoje é uma “manifestação de protesto para mostrar que, nós agricultores e o mundo rural não está bem, em Portugal”.

O vice-presidente da CAP diz que “o ministério da Agricultura está muito mal entregue, esta senhora”, referindo-se à ministra, “já não tem condições para ser ministra e é nessa revolta que estamos aqui, e nunca foi vista uma manifestação local tão grande, todos dizemos Não a esta senhora, esta ministra não pode continuar no Governo”.

Agricultores do Alto Alentejo exigem demissão de Maria do Céu Antunes

Foi para contestar “a competência de quem nos governa”, segundo os agricultores, que várias centenas de agentes do setor se reuniram, na manhã desta quinta-feira, 9 de fevereiro, em Portalegre, para se manifestar, num protesto que teve início junto à Associação de Agricultores do Distrito, no Parque de Leilões de Gado, seguindo-se uma marcha até à sede da Direção Regional de Agricultura.

A participar nesta manifestação, convocada pela Confederação dos Agricultores de Portugal (CAP), encontram-se cerca de 60 associações do setor, na sua maioria oriundas dos distritos de Portalegre e Évora, mas não só.

A presidente da Câmara de Portalegre e da Associação dos Agricultores do Disitrito de Portalegre, Fermelinda Carvalho, assegura que esta é “uma das maiores manifestações de sempre” na cidade, sendo que os agricultores estão “muitos descontentes” com aquilo que consideram ser o desmantelamento do Ministério da Agricultura. “Os agricultores têm sido muito desrespeitados e mal tratados e não acompanhados por parte do Ministério da Agricultura, que está a ser destruído, com a perda da secretaria de Estado”, acrescenta.

Entre aqueles que quiseram, por esta ocasião, manifestar a sua insatisfação perante a atual situação vivida, a Rádio Campo Maior encontrou o presidente da Câmara de Arronches, João Crespo, que “a apoiar a causa”, lembra que a agricultura “é fundamental ao desenvolvimento da região e do país”. “É uma causa mais que justa, porque sem agricultura o país não pode progredir. É chegada a hora do Governo olhar para este setor fundamental da nossa economia e apoiá-lo como deve ser”, garante.

Já Luís Machado, agricultor do concelho de Campo Maior, lembrando que uma manifestação com esta envergadura não acontecia no distrito de Portalegre não acontecia há cerca de 20 anos, lamenta o “estado” a que o Ministério da Agricultura chegou: “a ministra não dialoga com a agricultura, não põe cá fora os regulamentos pelos quais nos vamos reger nos próximos quatro anos”. “Vivemos um momento que é pior que a pandemia. Neste momento não sabemos com que linhas nos cosemos, nem sabemos qual é a direção, nem o que pretendem de nós”, diz ainda.

Os agricultores, que protestam contra aquilo a que apelidam de “desmantelamento do Ministério da Agricultura”, e que está a levar ao “desnorte governativo no setor agrícola e florestal”, exigem a demissão de Maria do Céu Antunes do cargo de ministra da Agricultura. “A ministra não percebe rigorosamente nada de agricultura”, garante uma das agricultoras presente nesta manifestação, lembrando que, neste momento, não há secretário de Estado e que, com a abertura de candidaturas aos fundos comunitários a 1 de março, ainda não há qualquer informação sobre o assunto.

“Eu espero que esta quantidade de pessoas que está nesta manifestação mostre o descontentamento em relação ao ministério da Agricultura, que é um ministério inexistente, que não procura uma estratégia para a agricultura em Portugal e os agricultores sofrem na pele a incompetência desta ministra”, diz outro agricultor.

Câmara de Elvas quer rever o regulamento das bolsas de estudo

A Câmara Municipal de Elvas divulgou, recentemente, a lista dos alunos contemplados com bolsas de estudo para o ensino superior.

Com um impacto financeiro de 300 mil euros, a autarquia vai, este ano, atribuir cerca de 200 bolsas de estudo. No entanto, de acordo com o presidente José Rondão Almeida, “é necessário rever o regulamento das bolsas de estudo, uma vez que um aluno que fique a estudar em Elvas não tem a mesma despesa que alguém que estude fora do concelho”.

Rondão Almeida refere que quase todos os candidatos viram aprovada a sua bolsa de estudo, o que faz com que a câmara “passe de 50 bolsas, aprovadas em regulamento, para cerca de 200, verdadeiramente atribuídas”.

A Câmara Municipal de Elvas atribui cerca de 200 bolsas de estudo para o ensino superior, num investimento de 300 mil euros. A lista completa dos contemplados para ver aqui.

Ensino Superior e Coesão Territorial em debate esta sexta-feira no CCC

“O Ensino Superior enquanto Dinamizador do Desenvolvimento e da Coesão Territorial” é o tema de uma conferência promovida, amanhã, 10 de fevereiro, no Centro de Ciência do Café (CCC), em Campo Maior, pelo Centro Internacional de Pós-Graduação Comendador Rui Nabeiro.

A abertura arrancará com uma sessão de boas-vindas presidida pelo comendador Rui Nabeiro, seguindo-se as intervenções de personalidades nacionais e internacionais, ligadas ao Ensino Superior e ao tecido empresarial, que irão analisar a iniciativa legislativa proposta por um grupo de cidadãos que pretendem ver atribuída ao Ensino Superior Politécnico a capacidade para outorgar Doutoramentos.

A conferência surge num momento em que o Ministério da Ciência, Tecnologia e Ensino Superior procede à reavaliação do Regime Jurídico das Instituições de Ensino Superior (RJIES). A abrir os trabalhos, estará em análise o papel das Universidades Politécnicas no Desenvolvimento Territorial e na dinamização dos territórios em prol da coesão territorial. A ligação ao tecido empresarial local, o contributo para o desenvolvimento das regiões e o alinhamento com o mercado de trabalho são outros dos temas em debate.

A concretização desta alteração legislativa irá representar um importante contributo para potenciar uma tipologia formativa de matriz politécnica e reforçar o acesso à ciência baseada na prática pelas empresas que estão implementadas em Portugal. Um contributo que poderá ser ainda maior se se verificar a possibilidade de os Institutos Politécnicos passarem a usar a denominação de Universidade Politécnica, com naturais ganhos na internacionalização do Ensino Superior português e na captação de estudantes internacionais.

Recorde-se que o último relatório da Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Económico (OCDE), “Resourcing Higher Education in Portugal”, sublinhou a importância de o nosso País alterar o modelo de financiamento do Ensino Superior, de modo que este passe a ter em conta as necessidades de formação no território e a empregabilidade.

O programa completo:

9:00h – Receção de convidados

9:30h – Abertura – Sessão de Boas Vindas

Fundador do CIPGCRN, Comendador Rui Nabeiro

10:00h – Abertura dos trabalhos da conferência. Universidades Politécnicas e Desenvolvimento Territorial

Moderador: Jornalista, Hugo Alcântara

Secretária de Estado do Desenvolvimento Regional, Isabel Ferreira

Presidente do Grupo Visabeira, Fernando Nunes

Presidente do Clube de Produtores Continente, Ondina Afonso

Special Advisor Higher Education Authority (Ireland), Rory Neavyn

11:00h – Coffee Break

11:30h – Financiamento vs Território

Moderador: Jornalista, Patrícia Matos

Investigador do Instituto de Ciências Sociais da Universidade de Lisboa, João Ferrão

Presidente do Conselho Geral do Politécnico de Leiria, Pedro Lourtie

Professora Catedrática da Universidade Nova de Lisboa, Fernanda Rollo

12:30h – Conclusões

Presidente do CCISP, Maria José Fernandes

12:45h – Encerramento dos trabalhos da conferência