Campo Maior volta a apostar na promoção da leitura com nova edição da Feira do Livro no Centro Comunitário

Campo Maior volta a apostar na promoção da leitura com a realização de mais uma edição da Feira do Livro. O evento, que abriu portas na manhã desta quarta-feira, 6 de maio, no Centro Comunitário da vila, reúne um conjunto variado de iniciativas dirigidas a diferentes públicos, a par de um sem-fim de obras literárias disponíveis para aquisição.

O momento da abertura do evento contou com uma breve apresentação teatral de avós e netas, dedicada à importância da leitura. Seguiu-se a Equipa de Intervenção Precoce da APPACDM de Elvas que, durante toda a manhã, esteve a dar a conhecer às crianças do ensino pré-escolar de Campo Maior, através de uma leitura encenada, a história de “A Fantabulástica Família da Alice Barbuda”.

Convidando todos a visitarem esta Feira do Livro, Paula Jangita, vereadora na Câmara de Campo Maior, dá conta de algumas das atividades que serão promovidas no decorrer do evento: “vamos ter várias atividades para as crianças do pré-escolar e do primeiro ciclo, vários convidados e vamos ter um workshop com a Delta Cafés”.

Depois de, em edições passadas, o evento se ter realizado em locais como os jardins do Palácio Visconde d’Olivã e o Museu Aberto, a autarquia decidiu levá-lo para o Centro Comunitário. “Pensámos em mudar porque o Centro Comunitário está aqui num ponto mais central de Campo Maior e penso que também faz todo o sentido. Nós também utilizámos espaços diferentes, uma vez que o Centro Comunitário também tem aqui uma componente muito interessante do ponto de vista do trabalho que nós temos com crianças e com idosos. É um espaço muito apelativo também para este tipo de atividades”, justifica a vereadora.

Com a apresentação da sua obra às crianças, a Equipa de Intervenção Precoce da APPACDM de Elvas procurou, de uma forma muito didática, convidar à reflexão dos mais novos sobre o uso excessivo das tecnologias e a importância das relações humanas. De acordo com Sandra Sousa, membro da equipa, “A Fantabulástica Família da Alice Barbuda”, que tem vindo a ser apresentada nas escolas, é uma história “bastante atual, que aborda o tema das tecnologias e o tempo que às vezes perdemos com elas”. “Ao mesmo tempo tem aqui um grande ensinamento, porque nós o que queremos transmitir é que não devemos deixar as tecnologias de lado totalmente, mas podemos fazer muitas outras coisas com elas e elas também nos são úteis”, acrescenta.

A Feira do Livro de Campo Maior está aberta ao público, até sábado, entre as 10 e as 19 horas, estando encerrada entre as 13 e as 15 horas.

Conheça toda a programação do evento para os próximos dias:

07 Maio

Encontro Intergeracional com a ilustradora Joana Gancho e o livro “Os avós”, de António Pereira.

10:00H – 1º ciclo + público sénior

11:15H – 2º ciclo + público sénior

17:00H – Workshop de Café | O Expresso Perfeito – Centro de Ciência do Café

18:00H – Animação Musical – Público Geral

19:00H – Encerramento da Feira

08 Maio

Encontro com Sérgio Godinho e o Livro “Olivença com ç”

10:00H – 7º ano

11:00H – 8º ano

12:00H – 9º ano

15:00 H – Encontro com Maria do Céu Pires e o livro “Sobre a alegria – Carta aos meus netos”

16:00H – Workshop de Café | O Expresso Perfeito – Centro de Ciência do Café

21:00 H – Serão de Contos com Rodolfo Castro

09 Maio

Feira do Livro

Monforte: investimento de mais de 570 mil euros para “devolver” piscina coberta à população

A piscina municipal coberta de Monforte vai beneficiar de um conjunto de obras de requalificação, num investimento superior a 570 mil euros, financiado em 85% por fundos europeus.

Em causa está a resolução de problemas estruturais daquele equipamento municipal, assim como a melhoria das condições de utilização e da eficiência energética.

A expectativa do presidente da Câmara, Miguel Rasquinho, e ainda que assuma que será difícil, por se tratar de uma “obra grande”, é que a piscina, fechada ao público por falta de condições, possa reabrir já no próximo inverno.

“A piscina coberta está fechada porque não reunia condições, tinha ali alguns problemas e, portanto, aquilo que fizemos foi avançar com a candidatura, que já estava mais ou menos prevista. Foi avançar de imediato e rapidamente com a candidatura para tentarmos que no próximo inverno já seja possível reabrir a piscina”, explica Miguel Rasquinho.

O autarca revela que “há muito para fazer”, encontrando-se o processo ainda em “fase de candidatura”. “A candidatura já foi lançada, mas depois ainda teremos o concurso público. Será um processo ainda algo moroso, mas acima de tudo queremos reabrir com todas as condições para os nossos utentes”, remata o presidente da Câmara Municipal de Monforte.

Rondão Almeida: “se não se demitirem todos, nunca haverá eleições intercalares” em Santa Eulália

A polémica em torno da Junta de Freguesia de Santa Eulália parece estar longe de ter fim à vista. Sem consenso entre os eleitos para a definição do executivo, a junta, liderada por José Picado, do CHEGA, está, desde as autárquicas de outubro de 2025, a trabalhar num modelo de governabilidade de gestão.

O presidente da Câmara de Elvas, Rondão Almeida, que diz que se José Picado fosse um “democrata puro” faria, em prol da população de Santa Eulália, um entendimento com Movimento Cívico por Elvas (MCPE) e Partido Socialista (PS), vai mais longe e acusa o presidente da junta de praticar “vários atos ilegais”.

“A lei não lhe permite que ele faça um quarto daquilo que tem vindo a tentar fazer. Ele tem que saber que está com um governo de gestão. Ele tampouco pode aprovar um orçamento. Não pode fazer praticamente nada, mas tem vindo a querer fazer”, diz o autarca em declarações à Rádio ELVAS.

Tendo em conta as “percentagens muito próximas” que MCPE e PS tiveram do CHEGA, em Santa Eulália, nas últimas eleições autárquicas, Rondão Almeida, e dando o seu próprio exemplo, diz que, se quisesse “o bem de Santa Eulália”, José Picado só “teria uma coisa a fazer”. “Por Santa Eulália, e tendo em atenção o resultado da votação, fazia o que Rondão Almeida fez. Rondão Almeida não teve maioria absoluta, juntou-se ao PS e passou a ter todas as condições para governar: ou seja, esqueceu as escaramuças e olhou, evidentemente, para o desempenho da função. Era isso que ele devia ter feito e não fez”, assegura o edil.

Quanto às eleições intercalares, Rondão Almeida esclarece que não é o presidente da Câmara que tem competência para as convocar. Para isso, explica o autarca, é preciso que José Picado e toda a sua equipa se demitam. “Se não se demitirem todos, nunca mais haverá eleições intercalares. É isso que a lei diz. As eleições intercalares não são só a belo prazer daquilo que ele tem andado a fazer, que é destruir uma imagem pessoal e dividir o povo de Santa Eulália por causa das suas ambições pessoais. Isso não é a resposta”, diz o presidente da Câmara Municipal de Elvas.

“Ele (José Picado) escreveu a pedir-me para eu marcar eleições, mas quem sou eu, em termos legais, para poder marcar eleições seja de onde for?”, questiona-se Rondão Almeida, que explica que a convocação das eleições é da responsabilidade entidades como a Administração Interna e a Secretaria de Estado da Administração Local. “Mas para que essas entidades possam marcar as eleições intercalares é preciso que ele e todos os outros que estão atrás dele se demitam. Porque se não houver demissões, há condições evidentemente para se governar. Para o efeito, basta, evidentemente, cumprir-se com a lei e respeitar a democracia”, acrescenta.

De recordar que nas últimas autárquicas, o CHEGA venceu as eleições em Santa Eulália, com 34% dos votos, elegendo três mandatos; seguido de Movimento Cívico por Elvas, com 32% e PS, com 27%, ambos com dois eleitos.

Desde então, foram quatro as tentativas falhadas, entre os eleitos, para a escolha para os cargos de secretário e tesoureiro.

Feira do Livro de Campo Maior arranca com encenação de “A Fantabulástica Família da Alice Barbuda”

O Centro Comunitário de Campo Maior é, entre hoje e sábado, de 6 a 9 de maio, palco da anual Feira do Livro, promovida pela Câmara Municipal e pela Biblioteca Municipal João Dubraz. Com um programa preparado a pensar em todos os gostos e idades, a iniciativa convida miúdos e graúdos a explorar o mundo dos livros e a participar em atividades únicas.

Este primeiro dia da iniciativa fica marcado pela encenação da história da “Fantabulástica Família da Alice Barbuda”, da autoria da Equipa de Intervenção Precoce da APPACDM de Elvas, em diversas sessões dedicadas às crianças do ensino pré-escolar de Campo Maior.

Como explica Ana Sofia Gaspar, uma das autoras da obra, lançada em dezembro do ano passado, este livro nasceu no seguimento de uma peça de teatro sobre o uso abusivo das novas tecnologias, que a equipa apresentou, em tempos, às crianças do pré-escolar do Agrupamento de Santa Luzia, em Elvas.

A obra conta a história de “uma família comum, que podia ser a nossa, e em que no Dia da Criança os pais oferecem uma prendinha aos filhos. Um dos filhos é a Alice e a Alice recebe duas prendas: uma Barbie, que era uma prenda que ela queria muito, sendo que os pais optam também por lhe oferecer um tablet. E a história desenvolve-se com um isolamento da Alice quase em prol daquele tablet, a forma como isso influenciou aquela família e a forma como eles depois deram a volta por cima e reverteram aqui um bocadinho a situação”, revela Ana Sofia.

Já amanhã, quinta-feira, dia 7, no âmbito da Feira do Livro de Campo Maior, há um encontro intergeracional com Joana Gancho, ilustradora da obra “Os Avós”, e um momento de animação musical, para além do workshop “O Expresso Perfeito” no Centro de Ciência do Café.

Na sexta-feira, dia 8, estão previstos encontros com Sérgio Godinho, autor da obra “Olivença com Ç”, e Maria do Céu Pires, autora do livro “Sobre a Alegria – Carta aos Meus Netos”, bem como um Serão de Contos com Rodolfo Castro.

A Feira do Livro funciona, todos os dias, das 10 às 13 horas e entre as 15 e as 19 horas.

Conheça toda a programação do evento:

06 Maio

10:00 – Abertura da Feira do Livro

Encenação do livro “A fantabulástica família da Alice Barbuda”, dinamizado pela ELI – Equipa Local de Intervenção, da APPACDM de Elvas.

10:15H – Jardim de Infância “O Despertar”

10:45H – Centro de Talentos Alice Nabeiro

11:15H – Turmas de pré-escolar CERN

14:00H – Turmas de pré-escolar CERN

14:30H – Turmas de pré-escolar CERN

19:00H – Encerramento da Feira

07 Maio

Encontro Intergeracional com a ilustradora Joana Gancho e o livro “Os avós”, de António Pereira.

10:00H – 1º ciclo + público sénior

11:15H – 2º ciclo + público sénior

17:00H – Workshop de Café | O Expresso Perfeito – Centro de Ciência do Café

18:00H – Animação Musical – Público Geral

19:00H – Encerramento da Feira

08 Maio

Encontro com Sérgio Godinho e o Livro “Olivença com ç”

10:00H – 7º ano

11:00H – 8º ano

12:00H – 9º ano

15:00 H – Encontro com Maria do Céu Pires e o livro “Sobre a alegria – Carta aos meus netos”

16:00H – Workshop de Café | O Expresso Perfeito – Centro de Ciência do Café

21:00 H – Serão de Contos com Rodolfo Castro

09 Maio

Feira do Livro

10:00H às 13:00H / 15:00H às 19:00H

Montemor-o-Novo volta à Idade Média com Feira Medieval em junho

O Castelo de Montemor-o-Novo vai voltar a transformar-se num cenário da Idade Média, com a realização de uma nova edição da Feira Medieval, marcada para os dias 12, 13 e 14 de junho. O evento é organizado pelo Município de Montemor-o-Novo e promete três dias de recriação histórica, animação e tradição.

Durante o fim de semana, o castelo e a zona envolvente vão receber diversas atividades que recriam o ambiente medieval, com música de época, demonstrações de ofícios antigos, mercado de produtos tradicionais e várias animações para visitantes de todas as idades. Entre as atrações previstas estão recriações históricas, espetáculos de rua e torneios de armas que procuram transportar o público para o quotidiano da época medieval.

A feira pretende valorizar o património histórico da cidade e promover a cultura e o turismo no concelho. Durante estes dias, o recinto medieval deverá encher-se de artesãos, comerciantes e artistas, recriando o ambiente que se vivia dentro das muralhas da vila em séculos passados.

Carlos Pinto de Sá, presidente da Câmara Municipal de Montemor-o-Novo, revela que o executivo aceitou “a inclusão da Feira Medieval nas opções do plano deste ano, na perspetiva de ser algo que promove Montemor do ponto de vista turístico” “É algo que nos ajuda a promover a vinda a Montemor, a visitar Montemor, para conhecer não apenas a Feira Medieval, mas também o concelho, portanto, o convite que nós fazemos aos visitantes é que possam passear pela cidade, conhecer o concelho, poder ficar até numa dos nossos turismos rurais ou hotéis e poder usufruir de Montemor. Mas é também uma experiência histórica, uma vez que nos leva, a tempos antigos e perceber um pouco como é que decorria nesses tempos, esse relacionamento, o que as pessoas vestiam, o que as pessoas comiam, enfim, ter aqui algum contacto com aquilo que deve ser a nossa memória e a nossa história, que é fundamental. É isso que propomos no âmbito da feira”, assegura.

“A ideia é um pouco semelhante àquilo que temos feito, criações com a participação de artesãos a mercadores, as questões da indumentária da época, a gastronomia tradicional. Também aqui uma relevância talvez para as questões culturais e pedagógicas da história, o convite talvez às turmas de história e aos professores de história para poderem aproveitar a feira medieval para também transmitir alguns conhecimentos. Mas depois temos também cortejos temáticos, criações históricas, demonstrações de ofícios tradicionais à época, espetáculos de música e dança antiga. Portanto, temos aqui uma oferta diversificada que pretende, de alguma maneira, dar a conhecer como é que naqueles tempos, digamos, as pessoas se divertiam, por um lado, e também negociavam, por outro, uma vez que estamos a falar de uma feira e na altura as feiras eram muito importantes, eram, aliás, os momentos mais importantes de trocas nas localidades onde ocorriam”, acrescenta ainda o autarca.

Município de Arronches disponibiliza calculadora da pegada de carbono a empresas locais

O Município de Arronches aderiu a um inovador projeto da empresa Get2C que visa disponibilizar às pequenas e médias empresas do concelho acesso gratuito a uma solução simples e inovadora, que permite calcular a pegada de carbono da empresa, identificar medidas de redução de emissões e custos operacionais e dar um passo concreto rumo a uma atividade mais sustentável e competitiva, através da plataforma ‘Get2Zero’.

Para apresentar o projeto, integrado no programa DIH4ClimateNeutrality, financiado pelo Plano de Recuperação e Resiliência, estiveram junto dos empresários do concelho os técnicos da Get2C, numa sessão que decorreu no Convento de Nossa Senhora da Luz.

Assim, acompanhados pelo executivo autárquico, nas pessoas do vice-presidente Paulo Furtado e da vereadora Maria João Fernandes, os técnicos Jorge Cristino e Maria João Ramos começaram por fazer uma abordagem às causas, efeitos e ação das alterações climáticas, bem como do ponto de situação da neutralidade carbónica. Posteriormente foi falado do papel das autarquias na transição climática, antes da apresentação da calculadora disponibilizada, a qual pode ser acedida pela seguinte
ligação: https://cm-arronches.get2zero.pt/.

A sessão visou ainda atingir objetivos como contextualizar sobre as causas e efeitos das alterações climáticas, contribuir para a mobilização do Município no caminho da descarbonização, dar a conhecer o atual enquadramento institucional, demonstrar de que
forma se pode agir em conformidade com um modelo de desenvolvimento sustentável e desenvolver conhecimentos sobre poupanças financeiras ao Município de Arronches.

Da parte da autarquia, os serviços administrativos estão totalmente disponíveis para apoiar os empresários que pretendam aderir à plataforma e trabalhar com esta calculadora, podendo os mesmos deslocar-se presencialmente à Câmara Municipal ou entrar em
contacto através dos meios habituais.

Romaria da Ventosa volta a reunir população de São Vicente no campo em dias de tradição, convívio e festa

Famílias e grupos de amigos de São Vicente trocaram, no decorrer deste último fim de semana prolongado, o conforto das suas casas pelo campo para cumprir, um ano mais, a tradicional romaria em honra de Nossa Senhora da Ventosa.

De “armas e bagagens”, a população voltou a mudar-se para o campo, onde, em contacto direto com a natureza, se voltaram a viver momentos de puro convívio e diversão, com o São Pedro a ajudar à festa. “O nosso principal receio é sempre o tempo, mas estiveram dias bons, em que se conseguiu aproveitar ao máximo”, começa por dizer Rúben Ameixa, presidente da Associação de Festas e Animação de São Vicente e Ventosa, responsável pela organização do evento, com o apoio da Junta de Freguesia.

Com o objetivo de reunir sempre mais pessoas na romaria, a associação promoveu diversas iniciativas, como torneios de malha, um passeio de motos, uma garraiada e a caminhada do Dia da Mãe. “Todas as iniciativas tiveram uma boa adesão e, portanto, do meu ponto de vista, acho que correu tudo bem. Não houve nenhum incidente em nenhuma das iniciativas. Não podíamos estar mais satisfeitos”, assegura o responsável. A par das atividades organizadas pela associação, o feriado de 1 de maio ficou marcado pela tradicional procissão em honra de Nossa Senhora da Ventosa.

Fora todos aqueles que passaram pelo recinto, terão sido “cerca de cem pessoas” aquelas que, durante estes dias, estiveram acampadas junto à capela da Ventosa, espaço totalmente requalificado pela Câmara Municipal há já mais de 20 anos. “Lembro-me que vinha a esta festa e só existiam quatro paredes sem cobertura: era isso que era a capela da Senhora da Ventosa. Em boa altura, eu e o senhor presidente da junta, António Malhado, levantámos então esta capela. E esta capela hoje está em perfeitas condições e todas as pessoas que aqui vêm revêem-se precisamente na Senhora da Ventosa”, dizia o presidente da Câmara, Rondão Almeida, aos microfones da Rádio ELVAS na passada sexta-feira, quando se juntou à população local para o almoço oferecido pela junta de freguesia.

Já o presidente da Junta de Freguesia de São Vicente e Ventosa, João Charruadas, que agradece à Associação de Festas por cumprir, um ano mais, a tradição, assegura que estes foram dias, sobretudo, de “convívio e festa”. “Foram três dias e quatro noites que se passaram aqui em convívio: dever cumprido, tanto da população como dos festeiros que conseguiram cumprir a tradição”, assegura.

Campo Maior aproxima-se do conceito de “território inteligente” com sessão da NOVA IMS no dia 19

Em parceria com a Câmara Municipal de Campo Maior, a Escola de Gestão de Informação e de Ciência de Dados da Universidade Nova de Lisboa (NOVA IMS) promove, a 19 de maio (terça-feira), no centro cultural da vila, uma sessão de capacitação profissional, no âmbito da Estratégia Nacional de Territórios Inteligentes (ENTI).

Destinada a Pequenas e Médias Empresas (PME), startups e entidades da Administração Pública, a sessão tem como objetivo promover ganhos de eficiência operacional e apoiar a adoção de modelos de governação inteligente nos territórios, através da partilha de estratégias institucionais, da discussão com stakeholders e de demonstrações práticas de tecnologias.

De acordo com o presidente da Câmara de Campo Maior, Luís Rosinha, este é mais um passo dado no âmbito da parceria estabelecida com a Universidade Nova no que diz respeito ao Centro de Inteligência Competitiva: isto, depois das duas entidades terem, recentemente, assinado um contrato de comodato, para que os técnicos e docentes daquele estabelecimento de ensino superior possam ter um espaço próprio na vila, para desenvolverem o seu trabalho.

“Aquilo que fizemos desta vez foi colocar um espaço à disposição, para que os técnicos – mão de obra especializada – e os docentes da Universidade Nova possam vir trabalhar para Campo Maior e ter um espaço próprio, onde se pode desenvolver do ponto de vista da inovação, da criação e onde, eventualmente, possamos vir aqui a ter e a abrir espaços também para o cowork ou até para a própria incubação”, refere o autarca, que destaca este como um “projeto muito interessante”.

No que toca à Estratégia Nacional para os Territórios Inteligentes, Rosinha lembra que a autarquia campomaiorense tem vindo, nos últimos meses, a trabalhar muito aquilo que é a inteligência artificial. “Este será mais um fórum, para o qual os técnicos e os políticos de todo o Alentejo já foram convidados a marcarem presença, e onde iremos discutir aquilo que, efetivamente, possa ser um território inteligente”, remata Rosinha.

A sessão do próximo dia 19, no Centro Cultural de Campo Maior, tem início marcado para as 9h30. No final da formação, os participantes irão receber um certificado oficial emitido pela Universidade Nova. A participação é gratuita, mas carece de inscrição (aqui).

Portalegre Gaming Fest regressa com mais consolas, videojogos, cosplay e talento local em destaque

Foto: Manobra Principal (Facebook)

O Portalegre Gaming Fest está de regresso ao Centro de Artes do Espetáculo de Portalegre (CAEP), nos dias 9 e 10 de maio.

Depois de uma primeira edição de sucesso, no ano passado, durante a qual a associação Manobra Principal conseguiu reunir cerca de 1.200 visitantes, o evento volta a oferecer aos amantes dos videojogos e da cultura pop um conjunto de iniciativas, como torneios, demonstrações e as mais diversas atividades interativas.

Destacando, desde logo, a apresentação de jogos criados por estudantes de Portalegre no decorrer do festival, e não tendo dúvidas de que estes serão “dois dias fantásticos”, Bruno Azeitona, presidente da associação, revela que, desta feita, estarão disponíveis para o público “ainda mais consolas retro, máquinas de arcade e de realidade virtual”.

“O primeiro festival correu muito bem, tivemos muita gente, muita gente de fora, tivemos muitas consolas retro e agora claramente passámos para o nível 2. Vamos ter algumas curiosidades, vamos ter jogos criados por estudantes locais, estudantes da Escola Mouzinho da Silveira e estudantes do Politécnico que criaram os jogos e vão apresentá-los lá. Na edição anterior tivemos apenas um e agora vamos ter sete”, avança o responsável.

No decorrer do evento, que promete ser uma verdadeira “viagem no tempo para muitos”, o público poderá desfrutar de consolas desde os anos 70 até às mais recentes. “Vamos ter torneios, muitos jogos novos, muitos jogos antigos. Acho que vai ser uma partilha de emoções a todo o nível”, assegura Bruno Azeitona.

Sendo este um festival para toda a família, para além das consolas e dos videojogos, não ficarão de fora os mais tradicionais jogos de tabuleiro: “É um festival para todas as idades, é um festival para toda a gente, porque lá está, os jogos de tabuleiro também puxam muita gente, assim como os torneios de xadrez, e vai ser muito giro”.

Outra das grandes apostas do Portalegre Gaming Fest recai sobre o cosplay, isto é, a prática de vestir e interpretar personagens de jogos, filmes ou séries, que acaba por dar sempre um “ambiente totalmente diferente ao evento”. “Temos aqui algumas inscrições e vamos ter personagens totalmente diferentes, do mundo do anime, dos videojogos e de filmes, em que cada um encara a sua personagem, o seu herói, digamos assim. É muito giro e já no ano passado, quando lançámos o festival e o formulário para quem se quisesse inscrever, nunca pensámos em ter alguém e tivemos cerca de 20 cosplayers”, recorda o presidente da associação.

À semelhança do que aconteceu no ano passado, a entrada no festival volta a ser gratuita. Tanto no dia 9 como no dia 10, o evento vai abrir portas às 10 horas e encerrar às 20 horas.

Conheça o programa completo do evento:

“Mercado Cá da Terra” está de regresso ao Jardim Municipal de Campo Maior

O “Mercado Cá da Terra” regressou ontem, 3 de maio, ao Jardim Municipal de Campo Maior, marcando o início de mais uma edição deste evento, promovido pela Câmara Municipal e dedicado à promoção dos produtos endógenos e do artesanato local.

A vereadora Paula Jangita passou pelo espaço e agradeceu a participação e o empenho dos produtores e artesãos locais, destacando a importância desta iniciativa no concelho.

O evento vai continuar a animar o Jardim Municipal nos próximos meses, realizando-se no primeiro domingo de cada mês.