O ano de 2024 será exigente do ponto de vista da gestão orçamental para o Politécnico de Portalegre: a proposta do próximo orçamento atinge um valor superior a 35 milhões de euros, o mais elevado de sempre para a instituição.
Face ao ano corrente, regista-se uma subida de mais de 60% no valor do orçamento para 2024. No entanto, importa realçar que este integra uma componente muito significativa relativa a projetos de construção, que contam com dotação no âmbito do Plano de Recuperação e Resiliência (PRR), designadamente a construção da nova Escola de Pós-Graduação, duas futuras residências e a requalificação da atual residência de Portalegre.
Outro investimento significativo visa a requalificação das unidades orgânicas do Politécnico e da residência de estudantes de Elvas, ao nível da eficiência energética, também com apoio do PRR.
Ao nível do orçamento, importa ainda destacar que apenas 12,2 milhões são provenientes do Orçamento do Estado (OE), sendo 18,4 milhões respeitantes a projetos e 4.5 milhões referentes a outras receitas. Estes dados confirmam aquilo que há muito vem sendo referido pela instituição: “a dotação proveniente do Orçamento de Estado é manifestamente insuficiente para fazer face a encargos fixos do Politécnico, considerando que a mesma apenas cobre 83% da despesa anual com os salários dos funcionários, ficando todos os demais encargos dependentes da capacidade institucional de gerar receitas próprias”.
É neste cenário que o presidente do Politécnico de Portalegre tem manifestado a sua total discordância face ao novo modelo de financiamento: “Não é lógico que aquilo que são os custos fixos das instituições de ensino superior (IES) não sejam considerados na fórmula de financiamento, especialmente quando uma parte significativa desses custos são impostos às instituições por obrigações legais”. De facto, para este dirigente “não se compreende como é que uma fórmula que supostamente visa garantir a equidade, pode não integrar critérios de qualidade, de coesão ou ainda os efeitos resultantes da capacidade de gerar “economias de escala” que claramente prejudicam as IES de pequena dimensão situadas em regiões de baixa densidade populacional”.
Luís Loures alerta para o facto de que um modelo de financiamento essencialmente baseado no número de estudantes produzirá a curto prazo desequilíbrios no sistema de ensino superior que criarão grandes limitações ao funcionamento das instituições de menor dimensão, localizadas no interior do país, sublinhando que o subfinanciamento crónico das IES, tem reduzido a capacidade de investimento institucional em projetos de investigação e desenvolvimento, o que por sua vez tem comprometido o crescimento e afirmação das IES.


Alandroal está em festa entre hoje, 31 de agosto, e segunda-feira, 4 de setembro, com as tradicionais festas em honra de Nossa Senhora da Conceição.

Portugal necessita, anualmente, de 180 mil litros de plasma, uma quantidade que, normalmente, não se consegue atingir. Já no que diz respeito ao distrito de Portalegre, o número de dádivas tem vindo a diminuir.
O Parque de Exposições e Feiras de Montemor-o-Novo volta a ser palco de mais uma edição da Feira da Luz/Expomor, que arrancou na noite de ontem, 30 de agosto, com um concerto de Nena, no palco principal.
Por outro lado, Olimpío Galvão garante que a exposição “Olhares sobre Montemor”, disponível, por esta ocasião, para visita no pavilhão de exposições, superou todas as expectativas: “estes trabalhos que nos são apresentados, quer por artistas da nossa terra, quer por outros internacionais, estes vários olhares sobre Montemor-o-Novo, acho que superam muito as nossas expectativas”. Através da exposição, explica ainda, os visitantes terão oportunidade de “passear pelas ruas de Montemor”, pelo que o autarca considera que a mostra “vai ter um grande impacto”.
Na Expomor, que continua a ser a maior exposição de animais vivos do país, este ano, como revela o presidente da APORMOR, Joaquim Capoulas, há duas raças bovinas que se apresentam pela primeira vez. Tratam-se de “uma raça japonesa, que dizem que é a melhor carne do mundo”, e de outra americana, “apresentada há três anos, na Jornada da Muralha, em Évora”.
O certame, que “projeta o território e os seus produtos endógenos”, é, segundo o presidente da CCDR Alentejo, Ceia da Silva, uma das maiores feiras realizadas no Alentejo, durante o verão. “É uma feira que devemos procurar valorizar e incentivar a que possa continuar”, diz ainda.
Campo Maior celebra este fim de semana Santa Beatriz da Silva, estando o momento mais marcante desta festa marcado para as 19 horas de domingo, 3 de setembro, com a tradicional procissão que sai da Igreja de São João.
Entre 80 a 100% dos médicos do Alentejo, Algarve e Açores aderiram à greve convocada pelo Sindicato Independente dos Médicos (SIM), que teve início às 00h00 desta quarta-feira, 30 de agosto, ainda que todos os profissionais envolvidos nos serviços mínimos estejam a trabalhar, segundo o SIM.
Feira da Luz/Expomor está de regresso a Montemor-o-Novo já esta quarta-feira, 30 de agosto, com a inauguração marcada para as 21 horas.Trata-se de um evento de grande relevância cultural e social, que assume também o propósito de promover a atividade económica, não só a nível local e regional, bem como nacional.
Uma das árvores plantadas no Parque Verde de Degolados, no concelho de Campo Maior, “com objetivo de dar sombra e colorir as paisagens da freguesia, foi propositadamente arrancada e derrubada”, lê-se nas redes sociais da Junta de Freguesia.
Para retomar as obras de reabilitação do Cineteatro Florbela Espanca, após o incêndio do mês passado, o Município de Vila Viçosa vai precisar de quase um milhão de euros.
As inscrições para o Festival da Idade de Ouro terminam amanhã, dia 31 de agosto.