“Levar às mãos o lume” é o nome do livro, da autoria do campomaiorense Fernando Fitas, que é apresentado na tarde deste sábado, dia 20 de abril, no Museu Aberto, em Campo Maior.
Esta obra conta com um conjunto de poemas, escritos “há cerca de oito anos, que não se enquadravam nas obras já publicadas e naquelas que estão por publicar”, revela Fernando Fitas, adiantando que se trata de textos “com uma grande carga política, uma vez que estamos a assinalar os 50 anos da Revolução dos Cravos”, dando conta que participou “ativamente”, neste acontecimento, pelo que “não poderia passar despercebido”.
O escritor campomaiorense garante os seus poemas têm “uma componente de denúncia de situações de injustiça, e sobretudo de atitudes e pensamentos ideológicos que há 50 anos foram derrotados pelas Forças Armadas e que agora voltam à praça pública, com populismos, pelo que é um livro de combate e denúncia dessas forças, que tentam ocupar o espectro político português”.
Tendo presente as comemorações dos 50 anos do 25 de abril, Fernando Fitas afirma que este livro “é o único que se ajusta à conjuntura política que o país vive, atualmente”. O autor diz ainda, e tendo presente as últimas eleições legislativas, que “todos aqueles que votaram no extremismo, de extrema-direita, ignoram em absoluto o que era este país antes do 25 de abril”.
O autor explica ainda o título atribuído a esta obra: “levar às mãos o lume é uma expressão peculiar do Alentejo, no sentido de denunciar aquilo que muitas pessoas ignoram. Há um texto que reflete histórias que a minha avó me contava, relativamente aos refugiados de Espanha e a forma como a GNR os tratava, e continua a ser um tema, infelizmente, atual, bem como um texto dedicado à morte da ativista Marielle Franco, pelo que é a denúncia de algumas situações e a prepotência com que algumas força políticas tratam aqueles que estão com os mais desfavorecidos”.
“Levar às mãos o Lume” o recente livro de Fernando Fitas que é hoje, pelas 16 horas, em Campo Maior. A apresentação estará a cargo do antropólogo Luís Maçarico e haverá leitura de poemas por parte do ator José Vaz.


Na sequência do agravamento dos episódios de violência na Escola Secundária de Campo Maior, o deputado socialista Ricardo Pinheiro questionou o Ministro da Educação, Ciência e Inovação sobre as medidas possíveis para garantir a segurança nos recintos escolares no Agrupamento de Escolas do Concelho.
Portalegre volta a celebrar a sua doçaria conventual e tradicional, este fim de semana, de 19 a 21 de abril, no Mosteiro de São Bernardo.
A Comunidade Intermunicipal do Alto Alentejo (CIMAA) esteve representada num debate que decorreu no Jardim da Avenida da Liberdade, em Portalegre, na passada sexta-feira, 12 de abril. Esta é uma iniciativa que deu palco aos jovens no debate sobre os desafios e as conquistas da União Europeia e como proteger a democracia.
A Comunidade Intermunicipal do Alto Alentejo (CIMAA) esteve representada no passado dia 10 de abril, na conferência internacional “Ponte de Sor: Cidade que Educa e Transforma – Democracia, Sustentabilidade e Direitos da Criança”. Os painéis de debate foram constituídos por especialistas das mais diversas instituições ligadas à educação.
Cinco viaturas do Museu Militar de Elvas estão expostas na Praça da República de Elvas, no âmbito das comemorações dos 50 anos do 25 de Abril, a par de uma Chaimite que ficará de forma permanente numa das rotundas da Avenida de Badajoz.
A cantora colombiana Laura Osório sobe, com o seu quarteto, na noite desta sexta-feira, 19 de abril, ao palco do cineteatro municipal de Elvas, no segundo espetáculo da nona edição do Art Jazz Festival, promovido pela Câmara Municipal.
O município de Campo Maior preparou uma vasta programação para assinalar os 50 anos do 25 de abril, que se prolonga até dia 27 deste mês, data em que atua a fadista Sara Correia, na Praça Multimodal.
O deputado eleito pelo distrito de Portalegre pelo Chega, Henrique de Freitas, desloca-se amanhã, sexta-feira, 19 de abril, a Portalegre e Campo Maior.

