
O Laboratório de Inovação Social do Alentejo (LISA) promoveu, nos dias 30 e 31 de janeiro, a conferência “Inovação Social: Um Desafio Emergente”, que contou com uma panóplia de debates que se focaram, sobretudo, no contexto social do nosso território, discutindo temas que estão na ordem do dia, como o abandono escolar, as correntes migratórias que se fixam no nosso país, ou a promoção de um envelhecimento ativo.
A sessão de abertura contou com a presença e intervenções do vice-presidente do IPP, Fernando Rebola, da presidente da Câmara Municipal de Portalegre, Fermelinda Carvalho, do Presidente da Câmara Municipal de Odemira, Hélder Guerreiro e do vice- presidente da CCDR-Alentejo, Aníbal Reis Costa.
O presidente do Conselho Intermunicipal da CIMAA, Hugo Hilário, que também participou neste momento, destacou, na sua intervenção, a importância e necessidade de se apostar na inovação social, de forma transversal em todos os setores, para o desenvolvimento e aperfeiçoamento de políticas públicas que capacitem as comunidades para “desenharem” respostas sociais que permitam responder aos desafios e problemas do território. Destacou ainda a importância da cooperação entre os municípios, os agrupamentos de escolas, associações e IPSS ́s locais, instituições de ensino superior e tecido empresarial, no desenvolvimento de projetos, medidas e ações promotoras do desenvolvimento local, da captação de investimentos e investidores, da fixação de empresas e pessoas.
Foi nesta conjuntura de procura continua da melhoria das condições de vida das populações, do desenvolvimento sustentado e sustentável da Região Alentejo e do território do Alto Alentejo, mas também com sentido de responsabilidade e audácia que a CIMAA aderiu ao Laboratório de Inovação Social do Alentejo, numa parceria com o IPP, o Instituto Padre António Vieira, a CCDR-A e, a partir de agora, com a Câmara Municipal de Odemira que formalizou a sua adesão ao LISA, através de assinatura de protocolo, neste evento de partilha de conhecimento e boas práticas.
Durante o primeiro dia de trabalhos, os técnicos da CIMAA, Duarte Claudino e Lídia Pires, deram o seu contributo em debates subordinados aos temas: “A Inovação Social ao Serviço da Educação e do Combate ao Insucesso Escolar” e a “A Inovação Social na Estratégia de Desenvolvimento Local e Regional”, respetivamente.
Fotos: IPP


Os agricultores terminaram o protesto após a garantia de virem a receber os apoios da Política Agrícola Comum (PAC), conforme avançou José Eduardo Gonçalves, o porta-voz do Movimento Cívico de Agricultores na fronteira do Caia.
A Quinzena Gastronómica Raiana decorre em oito restaurantes de Campo Maior até dia 15 de fevereiro, com destaque para pratos típicos dos dois lados da fronteira.
A Loja Social, do projeto “Campo Maior Solidário”, a Santa Casa da Misericórdia e a Casa do Povo de Campo Maior são as três instituições apoiadas pela iniciativa “A Ajuda Mora ao Lado”, da Missão Continente.
Na sequência do dia de greve dos funcionários da Hutchinson Borrachas de Portugal, em Campo Maior, organizado pela organização sindical SITE SUL, para obtenção de aumentos salariais, a gerência da empresa, em comunicado enviado à redação da Rádio Campo Maior, revela que, “como sempre tem feito ao longo dos anos, procedeu à atualização salarial para o corrente ano”.
Os trabalhadores da Hutchinson estão em greve até às 22 horas desta quinta-feira, 1 de fevereiro, numa luta que irá durar 24 horas, uma vez que começou ontem, pela mesma hora.
A apresentação do Compromisso Eleitoral da candidatura da CDU pelo círculo eleitoral de Portalegre, às legislativas de 10 março, realiza-se na sexta-feira, 2 de fevereiro.

Devido ao protesto dos agricultores, em Campo Maior, só é possível chegar à vila, ou pela estrada da Barragem do Caia, ou pela Estrada do Retiro, estando cortados os acessos pela Nacional 373 e pela estrada de Degolados.
O que levou os agricultores a insurgir-se, garante António Pinheiro, “foi o corte de 35% nas medidas agroambientais que levou jovens agricultores a terem problemas graves, porque tinham contratos feitos, há créditos de campanha e compromissos com as entidades bancárias que têm de ser cumpridos. Existe uma linha direta do IFAP que é direta para as entidades bancária, em que as pessoas comprometem e a entidade bancária adianta o dinheiro, mas houve um corte de 40, 50 e 60%, e quem tem agricultura biológica levou ainda um corte maior e portanto neste momento não consegue fazer face aos compromissos que tem”
A A6, na fronteira do Caia, tem estado cortada nos dois sentidos, entre Portugal e Espanha, com viaturas que impedem o trânsito, devido ao protesto dos agricultores, que acontece esta quinta-feira, 1 de fevereiro, não só na região, mas em vários pontos do país.
O protesto dos agricultores está a impedir o acesso a Campo Maior, para quem circula a partir de Elvas e de Arronches.