III Marrocos Palmo-a-Palmo partiu de Campo Maior na sexta-feira

O III Marrocos Palmo-a-Palmo 2024 – Destinos Delta Q teve o seu arranque oficial na passada sexta-feira, 19 de abril, no Jardim Municipal de Campo Maior.

A expedição, uma organização da SenaXtours-SXT, leva 55 participantes a conhecer o país do norte de África, numa aventura que dura até ao dia 27 de abril.

Os vereadores Paulo Pinheiro e São Silveirinha, assim como o presidente da Junta de Freguesia da Expectação, Hugo Rodrigo, estiveram presentes na partida.

Câmara de Arronches está a preparar programa do São João e da FAE

O município de Arronches encontra-se está já a preparar a programação alusiva ao São João, altura em que se celebra o feriado municipal, e também a Feira de Atividades Económicas (FAE), esta última que decorre entre os dias 11 e 14 de julho.

João Crespo, presidente da Câmara, sem querer revelar muito do programa, para estes dois eventos, afirma que “está a ser ultimado”, e garante que serão “cartazes com muita qualidade”.

Relativamente à FAE, o autarca diz que haverá “casa cheia nos quatro dias”, com grande atividade, que permitem aos comerciantes e associações locais que divulguem os seus produtos, bem como acolher expositores de fora do distrito que escolhem este certame para mostrar o que de melhor fazem”.

Arronches recebe sessão nacional sobre vacinação em Portugal na terça-feira

O Convento de Nossa Senhora da Luz, em Arronches, recebe, na próxima terça-feira, dia 23 de abril, às 10.45 horas, a sessão “Vacinas: A Proteger Gerações”, promovida pela Direção-Geral da Saúde (DGS) e integrada no programa de atividades da Semana Europeia da Vacinação 2024.

Esta iniciativa é promovida pela Organização Mundial da Saúde (OMS) Europa, cujo objetivo é reforçar a importância do acesso equitativo e alargado às vacinas.

A abertura estará a cargo do presidente da Câmara Municipal de Arronches, João Crespo, seguindo das intervenções do presidente do Conselho de Administração da ULS Alto Alentejo, Joaquim Araújo, da Diretora-Geral da Saúde, Rita Sá Machado, a Coordenadora do Programa Nacional de Vacinação da DGS, Teresa Fernandes, entre outras.

Em confirmação está a presença da Ministra da Saúde, Ana Paula Martins, para realizar o encerramento da cerimónia.

O ponto da situação da vacinação em Portugal é o centro desta manhã com a apresentação “Vacinação em Portugal: 2023 em números”, a realização da mesa-redonda “Proteger Gerações”, com representantes da DGS, entidades do concelho de Arronches e da região do Alentejo, e a apresentação do estudo “Preditores e Barreiras da Vacinação”, para além dos contributos das intervenções individuais.

Calema atuam a 2 de novembro no Coliseu de Elvas

Os Calema atuam a 2 de novembro no Coliseu de Elvas. Os irmãos António e Fradique dão assim continuidade à digressão de celebração dos seus 15 anos de carreira, depois de terem atuado na sexta-feira e no sábado, dias 12 e 13 de abril, no MEO Arena, em Lisboa, com casa cheia. A par do concerto de Elvas, foi ainda anunciada nova data para Super Bock Arena, no Porto, a 31 de outubro.

“É um grande espetáculo, mais uma das grandes produções que ultimamente que temos conseguido trazer ao Coliseu de Elvas. Haverá mais surpresas, que a seu tempo iremos anuncia”, revela o vereador na Câmara de Elvas Cláudio Monteiro. Com estes espetáculos, adianta, pretende-se trazer até Elvas “muitos visitantes e turistas”, de modo a que todos possam sair a ganhar: a própria popuçalação, a restauração e a hotelaria.

Com Elvas a equiparar-se às grandes cidades, em termos de espetáculos culturais, o vereador assegura que o coliseu é uma sala de espetáculos, não só da cidade, mas de todo o Alentejo. “É um espaço que é para todos”, garante, convidando não só os elvenses, mas todos os ouvintes da Rádio Elvas, Rádio Campo Maior e Rádio Nova Antena a assistirem a este concerto.

Cláudio Monteiro confirma ainda que, por parte da Câmara Municipal de Elvas, está a ser levado a cabo um trabalho para que mais espetáculos deste género passem, num futuro próximo, pelo Coliseu Comendador Rondão Almeida.

Os bilhetes para o concerto de 2 de novembro, em Elvas, já se encontram à venda na Ticketline. O valor dos bilhetes varia entre os 30 e os 45 euros.

Alunas da CURPI de Campo Maior contam as suas memórias do 25 de abril de 1974

Numa altura em que se celebram os 50 anos do 25 de abril, por todo o país e também na região, quisemos saber, junto daqueles que viveram a Revolução dos Cravos que memórias guardam, desses tempos.

Nesse sentido, falámos com algumas alunas da Academia Sénior da CURPI de Campo Maior. Luísa Fernandes conta que, na altura o seu sogro foi preso, durante vários meses, “por ler o Avante”, algo que diz ser sido “muito difícil” para a sua sogra. Já no dia da Revolução diz que adorou “ver a atitude dos capitães de Abril, e que esta revolução “foi para melhor, para quem viveu na pele o fascismo, de que ninguém gosta”.

Esta revolução, para Luísa Fernandes, “foi positiva, porque não houve mortes, foi muito bem feita”, diz. Nesta altura considera que é importante transmitir às crianças “a importância da liberdade que hoje vivem”.

Idaulina Borrega conta que, na época da ditadura, ouvia as notícias no rádio, às escondidas, tendo sido avisada pela sua mãe que um dia poderia ser presa, algo que nunca chegou a acontecer. “Essa foi uma data marcante, porque estávamos a viver a ditadura, tenho muitas recordações dessa época, em que não podíamos falar de nada. Quando tinha 10 anos ouvia, debaixo dos lençóis o Manuel Alegre na Rádio e a minha mãe avisava-me que um dia podia ser presa, mas eu não queira saber, queria ouvir o que se dizia”, relata.

Durante a ditadura, garante esta aluna, viveram-se “tempos muito difíceis e sofridos”, considerando que atualmente as pessoas têm de “dar valor à liberdade, mas sempre respeitando os outros”.

Já Beatriz Galvão adianta que o seu marido foi mobilizado para Angola, dias depois da Revolução, dizendo que esse dia “foi muito marcante” e, ao mesmo tempo, “muito bonito, porque não houve sangue, guerra nem feridos”.

Garantindo que não passou fome, naquela altura, Beatriz Galvão diz que, ainda assim, foram tempos difíceis. “Lembro-me que não tínhamos metade das coisas que, hoje, os meus filhos netos têm, mas nunca passei fome e lembro-me comprar cinco tostões de chouriço para eu e a minha irmã comermos ao lanche, aquilo era uma lasquinha para cada uma, não havia dinheiro para mais, mas pronto, comíamos muitas sopas e açordas, sem nunca passarmos fome”.

Alunas da Academia Sénior da CURPI de Campo Maior a contarem as suas memórias do 25 de abril de 1974.

Bilhetes para espetáculos da FIAPE já estão à venda

A entrada no recinto da 36ª edição da FIAPE que decorre entre os dias 1 e 5 de maio, é gratuita, no entanto, o município informa que o acesso aos espetáculos musicais, que terão lugar no Palco FIAPE, é pago.

Os bilhetes para os espetáculos podem ser adquiridos AQUI, já as pulseiras para os quatro dias estão disponíveis para venda apenas no Posto de Turismo de Estremoz.

Nesta edição da FIAPE atuam David Carreira (1 de maio), Van Zee (2 de maio), Os Quatro e Meia (3 de maio) e Bárbara Tinoco (4 de maio).

Art Jazz Festival de Elvas chega ao fim com concerto de Adam Ben Ezra

Depois dos espetáculos dos quartetos de Joaquín de la Montaña, na quinta-feira, e de Laura Osório, na noite de ontem, sexta-feira, 19 de abril, o nono Art Jazz Festival de Elvas termina na noite deste sábado, dia 20, com um espetáculo do multi-instrumentista Adam Ben Ezra.

Este artista, sozinho em palco, consegue formar uma “autêntica banda”, pelo que, de acordo com o diretor artístico do festival, Jorge Goes, esta edição do evento termina da melhor forma possível, com a “cereja no topo do bolo”.

Internacionalmente conhecido, Adam Ben Ezra já colaborou com nomes como Snarky Puppy, Pat Metheny, Victor Wooten e Richard Bona, tocando por toda a Europa e Estados Unidos. Ao longo da última década, “tem dado nova vida ao contrabaixo e tem inspirado vários dos seus pares com a sua musicalidade e com as suas composições, conquistando um lugar de destaque e reconhecimento na música, a nível mundial”.

A celebrar o décimo aniversário desde a sua primeira edição em disco, Adam Ben Ezra promete apresentar em Elvas um espetáculo com muitas surpresas.

O início do concerto, o último desta nona edição do Art Jazz Festival de Elvas, no cineteatro municipal, está marcado para as 21h30.

“Levar às mãos o lume”, de Fernando Fitas, apresentado este sábado no Museu Aberto

“Levar às mãos o lume” é o nome do livro, da autoria do campomaiorense Fernando Fitas, que é apresentado na tarde deste sábado, dia 20 de abril, no Museu Aberto, em Campo Maior.

Esta obra conta com um conjunto de poemas, escritos “há cerca de oito anos, que não se enquadravam nas obras já publicadas e naquelas que estão por publicar”, revela Fernando Fitas, adiantando que se trata de textos “com uma grande carga política, uma vez que estamos a assinalar os 50 anos da Revolução dos Cravos”, dando conta que participou “ativamente”, neste acontecimento, pelo que “não poderia passar despercebido”.

O escritor campomaiorense garante os seus poemas têm “uma componente de denúncia de situações de injustiça, e sobretudo de atitudes e pensamentos ideológicos que há 50 anos foram derrotados pelas Forças Armadas e que agora voltam à praça pública, com populismos, pelo que é um livro de combate e denúncia dessas forças, que tentam ocupar o espectro político português”.

Tendo presente as comemorações dos 50 anos do 25 de abril, Fernando Fitas afirma que este livro “é o único que se ajusta à conjuntura política que o país vive, atualmente”. O autor diz ainda, e tendo presente as últimas eleições legislativas, que “todos aqueles que votaram no extremismo, de extrema-direita, ignoram em absoluto o que era este país antes do 25 de abril”.

O autor explica ainda o título atribuído a esta obra: “levar às mãos o lume é uma expressão peculiar do Alentejo, no sentido de denunciar aquilo que muitas pessoas ignoram. Há um texto que reflete histórias que a minha avó me contava, relativamente aos refugiados de Espanha e a forma como a GNR os tratava, e continua a ser um tema, infelizmente, atual, bem como um texto dedicado à morte da ativista Marielle Franco, pelo que é a denúncia de algumas situações e a prepotência com que algumas força políticas tratam aqueles que estão com os mais desfavorecidos”.

“Levar às mãos o Lume” o recente livro de Fernando Fitas que é hoje, pelas 16 horas, em Campo Maior. A apresentação estará a cargo do antropólogo Luís Maçarico e haverá leitura de poemas por parte do ator José Vaz.

Pinheiro questiona ministro sobre medidas de segurança nas escolas de Campo Maior

Na sequência do agravamento dos episódios de violência na Escola Secundária de Campo Maior, o deputado socialista Ricardo Pinheiro questionou o Ministro da Educação, Ciência e Inovação sobre as medidas possíveis para garantir a segurança nos recintos escolares no Agrupamento de Escolas do Concelho.

Na pergunta ao Governo, Ricardo Pinheiro aponta “mais um episódio gravíssimo de violência” ocorrido no passado dia 12 de abril, nas instalações da Escola Secundária de Campo Maior, durante um evento de integração e multiculturalidade organizado pelo próprio agrupamento escolar.

No decurso do evento, os incidentes desencadeados por um grupo de alunos resultaram num “episódio de violência contra alguns dos presentes, desrespeitando professores e auxiliares de ação educativa presentes”.