A obra de reabilitação do Cineteatro Florbela Espanca, em Vila Viçosa, é inaugurada na próxima sexta-feira, 8 de novembro, pelas 10 horas, na presença do secretário de Estado da Administração Local e Ordenamento do Território, Hernâni Dias.
“Este importante espaço histórico foi inaugurado em 1957 e, após vários anos encerrado, devido a problemas estruturais, começou a ser intervencionado em 2021. No entanto, um incêndio com origem numa avaria elétrica, no dia 31 de julho de 2023, destruiu e colapsou a sua cobertura, impossibilitando a sua reabertura ainda nesse ano”, recorda o Município de Vila Viçosa em comunicado de imprensa.
O município de Vila Viçosa vai agora, “finalmente, devolver este espaço cultural emblemática aos seus munícipes”.
Através da Missão Cascas Solidárias, quem, em Estremoz, reciclar cascas de fruta e de legumes, vai estar a contribuir para uma causa solidária.
À quantidade de resíduos orgânicos que a população separar e depositar, nos equipamentos domésticos ou comunitários, será atribuído um valor que, posteriormente, irá ser convertido em apoio monetário.
O projeto, já com algum tempo de existência, lembra a vice-presidente da Câmara de Estremoz, Sónia Caldeira, iniciou-se com um trabalho de sensibilização da população, para que as pessoas tivessem os seus próprios compostores. Desta vez, adianta, a Missão Cascas Solidárias reverte para a aquisição de cadeiras de rodas.
Ao separar e valorizar os biorresíduos, através da compostagem, a população está a contribuir para o bem-estar ambiental, social e económico do concelho. O apelo, por parte do município, para que as pessoas peçam os seus compostores domésticos, revela Sónia Caldeira, tem sido “constante”. A autarca destaca a importância do projeto, “não só pela redução de lixo que é deitado em contentores de lixo doméstico, mas porque pode ser aproveitado por quem tem um quintal em casa e gosta de ter plantas. Desta maneira, consegue utilizar a compostagem (para fazer fertilizante 100% orgânico)”.
Para fazer o depósito de resíduos orgânicos existem duas formas: nas ilhas de compostagem disponíveis no centro de Estremoz, através de um cartão de acesso e de um recipiente gratuito, ambos requisitados na Câmara Municipal. É também possível adquirir um compostor doméstico em qualquer uma das Juntas de Freguesia do concelho ou ligando para o 268 339 200.
Quase 40% do que é colocado no lixo comum são resíduos orgânicos que, se reciclados, deixariam de ser uma despesa e passavam a ser uma fonte de investimento. Quem fizer compostagem vai estar a contribuir para a redução do desperdício alimentar e da quantidade de resíduos enviados para aterro; vai produzir, de forma gratuita, fertilizante orgânico de elevado valor nutricional; contribui para a mitigação das alterações climáticas e para o combate à desertificação dos solos, assim como para a redução dos custos com o transporte e tratamento do lixo indiferenciado. Além disso, em Estremoz, ao fazer compostagem a população poderá ainda apoiar instituições de solidariedade social locais, por meio da iniciativa Missão Cascas Solidárias.
Com vista a manter viva uma das maiores tradições do concelho, a associação juvenil Arkus lançou, recentemente, o projeto Ronquinhas D’Elvas, através do qual as crianças têm oportunidade de aprender a tocar ronca e a explorar as canções tradicionais de Natal, numa introdução divertida e educativa ao mundo da música e da cultura local.
Segundo explica uma das responsáveis pelo projeto, Melanie Carona (na imagem), este grupo de crianças virá, no futuro, a acompanhar o grupo Roncas d’Elvas, nos seus espetáculos por Portugal fora e, “quem sabe, pelo estrangeiro também”. “Apesar de termos pessoal jovem no grupo, não temos crianças e onde começa a tradição é nas crianças e é nelas que se vai manter”, adianta.
Este projeto, que surge do sucesso da iniciativa “Viver a Tradição!”, através do qual se procura “juntar o maior número de crianças a tocar ronca”, é aberto a crianças de diferentes idades. Inicialmente, era apenas destinado a crianças dos seis aos dez anos, mas “dada a procura”, a Arkus decidiu alargar a todas aquelas que se mostrem interessadas. Atualmente, o grupo é formado por “entre dez a 12” crianças. “Espero que estas Ronquinhas sejam as futuras Roncas d’Elvas mais tarde”, diz ainda Melanie Carona.
Os ensaios das “Ronquinhas d’Elvas” acontecem às segundas-feiras, entre as 18 e as 19 horas, na sede da Arkus.
A Escola Secundária de Campo Maior e o Centro Escolar Comendador Rui Nabeiro receberam, esta terça feira, dia 5 de novembro, o exercício público de sensibilização para o risco sísmico, A Terra Treme.
A iniciativa, promovida pela Autoridade Nacional de Emergência e Proteção Civil, em colaboração com o Município de Campo Maior e com o Agrupamento de Escolas do Concelho, procurou exercitar os “três gestos que salvam – baixar, proteger e aguardar” – e dar a conhecer a todos os alunos, docentes e não docentes as medidas preventivas e os comportamentos de autoproteção a adotar antes, durante e depois de um sismo.
O vice-presidente do Município, Paulo Pinheiro, a vereadora São Silveirinha, o Diretor do Agrupamento de Escolas, Jaime Carmona, dois engenheiros, em representação do Comando Sub-Regional de Emergência e Proteção Civil do Alto Alentejo, em Portalegre, que fizeram o acompanhamento da evacuação de forma a poderem apresentar sugestões criticas e de melhoria e a Guarda Nacional Republicana, da Secção de Prevenção Criminal e Policiamento Comunitário, no âmbito do programa Escola Segura do Destacamento Territorial da GNR de Elvas, estiveram presentes no decorrer do exercício que contribuiu para o incremento de uma sociedade mais segura e resiliente às catástrofes.
O artista plástico Francisco Trêpa, no âmbito da exposição coletiva “Canção de Setembro”, patente ao público no espaço.arte, em Campo Maior, até domingo, 10 de novembro, foi, na tarde desta terça-feira, dia 5, o protagonista de mais uma “Conversa de Artista”, promovida pela Câmara Municipal.
Desta exposição da coleção António Cachola, começa por explicar o artista, fazem parte duas obras suas, sendo que ambas, garante Francisco Trêpa, acabam por ter uma relação com o tema da exposição: as flores de papel de Campo Maior. “São duas obras que foram adquiridas este ano e sei que o tema desta exposição tem a ver com a festa das flores e, nesse sentido, o colecionador António Cachola escolheu estas duas peças. Uma das peças é uma flor, da minha última exposição, que tinha como título “Flor Cadáver”, que fala de uma flor que tem um metro de comprimento e outra peça, que é o ‘Abraço’”, começa por dizer.
Quando a relação entre a flor de Francisco Trêpa com as Festas do Povo é evidente, o artista encontra também uma relação muito próxima entre o grande evento da vila e a obra “Abraço”. “Nestas festas há um sentido comunitário muito grande e, por isso, acho que esta peça se relaciona muito bem com o tema da exposição”, acrescenta.
Aos alunos de 3º ciclo de Campo Maior, a quem se dirigiu a iniciativa, Francisco Trêpa esteve a falar, não só sobre as duas peças em exposição, mas sobretudo do seu mais recente projeto e do seu trajeto. Garantindo que ser artista é uma profissão, espera ainda que, com esta conversa, possa ter ajudado os alunos, quando se aproxima a altura de escolherem a área de formação a seguir.
Já a vereadora São Silveirinha lembra que, com esta iniciativa, a Câmara Municipal continua “a apostar na educação pela arte”, até porque a autarquia tem, juntamente com o Agrupamento de Escolas de Campo Maior, protocolado o Plano Nacional das Artes. “Temos sempre o cuidado de, no final de cada exposição, trazer uma ‘Conversa de Artista’, às vezes acompanhada também de um workshop, para o público escolar e para quem quiser participar”, diz ainda a autarca.
Presente na sessão esteve também o colecionador e comendador António Cachola.
No próximo sábado, dia 9 de novembro, pelas 15 horas, terá lugar a apresentação do catálogo da exposição “JARRA HUMANA: Obras da Coleção de Arte Contemporânea do Estado”, no Museu de Arte Contemporânea de Elvas (MACE).
A exposição apresenta um conjunto muito representativo de obras adquiridas recentemente no âmbito do programa anual de aquisição de arte contemporânea do Estado e é o resultado de uma parceria estabelecida entre a Museus e Monumentos de Portugal e a Câmara Municipal de Elvas.
“JARRA HUMANA” tem a curadoria de Francisca Portugal e Sandra Vieira Jürgens, dando continuidade ao programa de circulação da CACE pelo território nacional, que já passou por Foz Côa, Castelo Branco, Beja e Aveiro, e que, em 2025, estará em Tavira.
A apresentação do catálogo JARRA HUMANA, publicado pela Imprensa Nacional – Casa da Moeda, conta com a presença do Presidente da Câmara Municipal de Elvas, do Presidente do Conselho de Administração da Museus e Monumentos de Portugal, do Diretor-Geral da DGARTES, da Diretora do MACE e do Diretor de Edição e Cultura da INCM.
Esta sessão será antecedida de uma visita guiada à exposição, orientada por Sandra Vieira Jürgens, às 14 horas. A exposição reflete sobre a relação de proximidade e tensão entre o corpo e os objetos e integra obras de Adriana Proganó, Ana Pérez-Quiroga, Ângela Ferreira, Bruno Zhu, Carla Filipe, Dalila Gonçalves, Daniel Blaufuks, Flávia Vieira, Gabriel Abrantes, Helena Lapas, Hernâni Reis Baptista, Igor Jesus, Inês Zenha, João Pedro Vale + Nuno Alexandre Ferreira, Lea Managil, Lourdes Castro, Luísa Cunha, Maria José Oliveira, Mariana Caló e Francisco Queimadela, Mónica de Miranda, Pedro Huet, Sara Graça, Sónia Almeida, Tomás Cunha Ferreira e Xana.
A Escola Superior de Tecnologia, Gestão e Design (ESTGD) do Instituto Politécnico de Portalegre (IPP) celebra esta quarta-feira, 6 de novembro, o seu 34º aniversário.
A sessão de comemoração deste aniversário está marcada para amanhã, às 14h45, no Auditório Dr. Francisco Tomatas, do Campus Politécnico.
Através da promoção e do desenvolvimento do projeto do cluster da aeronáutica e do aeroespacial, Ponte de Sor está, atualmente, “no centro dos pontos de interesse de captação de investimento e de investidores” neste setor da inovação tecnológica.
Dizendo-se “satisfeito” com tudo aquilo que Ponte de Sor já alcançou nesta área, com um crescimento em termos de postos de trabalho, o presidente da Câmara, Hugo Hilário, garante que é preciso “estar atento”, sempre com “sentido de responsabilidade acrescida”, tendo em conta “aquilo que ainda está para vir”.
O autarca não tem dúvidas de que qualquer território de baixa densidade populacional, como é caso de Ponte de Sor, terá sempre como objetivo “a criação de emprego e de mais e melhores postos de trabalho”, através da “atração de empresas e de investimentos”. “Foi isso que fizemos desde a primeira hora, aproveitando também a consolidação de alguns setores mais tradicionais do nosso tecido económico, como a indústria da transformação da cortiça, o agroalimentar e o agroflorestal, e depois promovendo e potenciando um projeto que é diferenciador do ponto de vista da inovação tecnológica e da internacionalização das atividades, que é o cluster da aeronáutica e do aeroespacial que, por si só, do ponto de vista tecnológico a isso obriga”, revela.
Hugo Hilário lembra que, nos próximos anos dois a três anos, serão vários os produtos a serem produzidos em Ponte de Sor, num investimento de cerca de 200 milhões de euros, através das agendas mobilizadas do PRR: é o caso do primeiro avião português, o LUS 222, e maior drone fabricado em Portugal. A entrar em fase de operacionalização, revela ainda o autarca, está um projeto da manutenção de aeronaves de grande porte.
Ponte de Sor encontra-se hoje nos mapas mundiais da indústria aeronáutica, depois de, em 2010, ter atravessado uma séria crise económica, com uma taxa de desemprego de 25%, imposta pelo encerramento de uma fábrica de componentes automóveis.
O São Martinho é sinónimo de castanhas e vinho novo, e a Adega Mayor traz uma programação imperdível à altura desta celebração. No dia 9 de novembro, a adega de Campo Maior recebe o Campo Maior Trail Runners para uma tarde de caminhada, trail, magusto e muita animação. Já no dia 16, é a vez do Curso Vínico, uma experiência imperdível para os apreciadores de vinho.
O primeiro programa, a realizar-se já no próximo sábado, 9 de novembro, contempla uma caminhada de 7 a 8 km e uma corrida de 15 km, seguidas do tradicional magusto, das 15h às 20h. Esta experiência tem um valor de 2€ e inclui um copo de vinho e um cartucho de castanhas, sendo a receita revertida para a Associação de Solidariedade Social Coração Delta. E porque castanhas e bom vinho fazem as delícias do São Martinho, a marca convida ainda todos a aparecerem e a brindarem a um São Martinho Mayor ao som do Grupo de Cantares.
Já, no dia 16 de novembro, a Adega Mayor sugere o Curso Vínico, uma experiência única dedicada ao universo do vinho, que inclui uma visita guiada à Adega Mayor, formação vínica, uma prova de vinhos, almoço harmonizado e a entrega de um diploma de participação. Os participantes receberão ainda uma oferta especial Adega Mayor.
“Conversa de Artista” com o artista plástico Francisco Trêpa, vai realizar-se esta terça-feira, 5 de novembro, às 15h, em Campo Maior.
A iniciativa está inserida no âmbito da exposição coletiva “Canção de Setembro”, composta por obras do MACE, e patente no espaço.arte até 10 de novembro. O artista plástico irá oferecer uma perspetiva pessoal da sua obra, tendo como ponto de partida o seu trabalho e as peças que se encontram expostas em Campo Maior.