ERT Alentejo e Ribatejo participa em roadshow nas cidades do Porto e Coimbra

A Entidade Regional de Turismo (ERT) do Alentejo e Ribatejo vai estar esta semana presente em dois seminários de vendas, com a presença de operadores e retalhistas das zonas da área metropolitana do Porto e de Coimbra, no âmbito do roadshow TNews On The Road.

Através da presença de uma das suas promotoras seniores, a ERT Alentejo irá apresentar as últimas novidades do destino e os eventos e programas dos próximos meses, avultando aqui o Festival de Caminhadas e o programa das comemorações do décimo aniversário da classificação do Cante como Património Mundial.

“Estamos sempre muito atentos a todas as oportunidades de melhoria da posição do Alentejo e do Ribatejo no mercado de distribuição nacional, e este roadshow da TNEWS insere-se nessa linha”, afirma José Santos, presidente da entidade que assegura a promoção daqueles dois destinos.

Até ao final do ano a Entidade Regional de Turismo do Alentejo irá participar em mais duas iniciativas similares.

Toureiro Miguel Carvalho celebra 25 anos de alternativa

O toureiro Miguel Carvalho está a celebrar os seus 25 anos de alternativa. Ainda que tenha nascido em Vila Franca de Xira, foi em Elvas que o bandarilheiro cresceu e tem passado grande parte da vida, onde conviveu de perto com Joaquim Bastinhas.

Recordando a Feira de Outubro de Vila Franca, em outubro de 1999, onde tirou a alternativa, Miguel Carvalho explica que começou as suas lides na tauromaquia, e apesar do seu gosto pelos cavalos, enquanto novilheiro. Retirado há já alguns anos das arenas, depois de uma grave lesão, Miguel Carvalho evitou, durante muito tempo, ir a corridas de touros e até olhar para os fatos que tem pendurados em casa.

A celebração destes 25 anos de alternativa, segundo o bandarilheiro, poderá vir a coincidir, também muito por incentivo dos seus filhos, com a sua despedida das arenas, a acontecer, quem sabe, em 2025.

A entrevista completa para ouvir no podcast abaixo:

Banda 1º de Dezembro celebra Dia da Música com concerto no Museu Aberto de Campo Maior

A Banda 1º de Dezembro celebra este sábado, 12 de outubro, o Dia Mundial da Música, com um concerto no Museu Aberto de Campo Maior, depois de já ter, no passado dia 1, assinalado a data com uma atuação de um trio de saxofones, na sede da coletividade.

No sábado, no espetáculo do Ensemble de Sopros, constituído por 22 músicos, de acordo com o maestro da banda, serão apresentados temas de grandes compositores como Beethoven e Strauss. Mas a intenção, garante Francisco Pinto, é que a filarmónica “toque todos os géneros musicais”.

“Uma vez que estamos no Mês da Música e queremos celebrar o Dia Mundial da Música vamos àqueles grandes compositores. Nunca ninguém (nenhuma filarmónia) tocou ópera e nós vamos tocar um excerto de uma ópera, que é ‘O Fortuna – Carmina Burana’”, adianta o maestro.

Por outro lado, e com vista a atrair aqueles que se possam interessar por música, Francisco Pinto revela que os ensaios da banda são sempre abertos à população.

O início do espetáculo, que conta com entradas livres do público, está marcado, no sábado, para as 16 horas.

IPMA alerta para agravamento do estado do tempo devido ao ciclone Kirk

De acordo com a informação disponibilizada pelo Instituto Português do Mar e da Atmosfera (IPMA), prevê-se um agravamento das condições meteorológicas, associado à tempestade Kirk (ex-furacão).

Sobretudo até final da manhã desta quarta-feira, 9 de outubro a precipitação será persistente e por vezes forte. Também o vento será forte, sobretudo nas terras altas do norte e centro do país.

O comunicado do IPMA para ler na íntegra:

“1. SITUAÇÃO

De acordo com a informação disponibilizada pelo IPMA, prevê-se um agravamento das condições meteorológicas (precipitação persistente, vento forte e agitação marítima) associado à tempestade KIRK (ex-furacão), destacando-se os seguintes aspetos:

− Precipitação persistente, por vezes forte, até ao final da manhã do dia 9 no Norte e Centro, com maiores acumulados nas zonas montanhosas do Minho.

− Vento de sudoeste, com rajadas até 95 km/h a norte do Cabo Mondego na madrugada/manhã do dia 9, sendo até 120 km/h nas terras altas do Norte e Centro;

− Ondas do quadrante oeste com 4 a 5 metros na costa ocidental, aumentando para 5 a 7 metros no dia 9.

Informação meteorológica em www.ipma.pt

Informação hidrológica

De acordo com as previsões do IPMA, os acumulados por bacias nas próximas 72H são mais expressivos nas bacias do Minho e Lima, Cávado, Ave e Paiva, Douro, Tâmega, Vouga e Mondego, podendo ocorrer variações significativas dos níveis hidrométricos nas zonas historicamente mais vulneráveis (incluindo zonas urbanas).

De acordo com a informação disponibilizada pela Agência Portuguesa do Ambiente (APA), podem ocorrer variações significativas dos níveis hidrométricos nas zonas historicamente mais vulneráveis:

− Bacia do Minho: aumento significativo das afluências, sem situações críticas;

− Bacia do Lima: aumento significativo das afluências com possibilidade de impacto nas povoações ribeirinhas, em especial em Ponte da Barca e Ponte de Lima.

− Bacia do Cávado: aumento significativo das afluências e possibilidade de impacto nas zonas ribeirinhas a jusante de Vilarinho das Furnas.

− Bacia do Douro: aumento significativo das afluências, incluindo na sub-bacia do Tâmega e rio Sousa, sem situações críticas.

− Bacia do Vouga: aumento significativo das afluências, em especial em Águeda.

− Bacia do Mondego: aumento significativo das afluências a Coimbra, principalmente devido a contribuições de afluentes não controlados.

Informação hidrológica em www.apambiente.pt

2. EFEITOS EXPECTÁVEIS

Os episódios típicos das estações de transição, com a ocorrência das primeiras chuvas, são propícios:

– À ocorrência de inundações em zonas urbanas, causadas por acumulação de águas pluviais por obstrução dos sistemas de escoamento;

– A ocorrência de cheias, potenciadas pelo transbordo do leito de alguns cursos de água, rios e ribeiras;

– A originar instabilidade de vertentes, conduzindo a movimentos de massa (deslizamentos, derrocadas e outros) motivados pela infiltração da água, fenómeno que pode ser potenciado pela remoção do coberto vegetal na sequência de incêndios rurais, ou por artificialização do solo;

– À contaminação de fontes de água potável por inertes resultantes de incêndios rurais;

– Ao arrastamento para as vias rodoviárias de objetos soltos, ou ao desprendimento de estruturas móveis ou deficientemente fixadas, por efeito de episódios de vento forte, que podem causar acidentes com veículos em circulação ou transeuntes na via pública.

3. MEDIDAS PREVENTIVAS

A Autoridade Nacional de Emergência e Proteção Civil (ANEPC) recorda que o eventual impacto destes efeitos pode ser minimizado, sobretudo através da adoção de comportamentos adequados, pelo que, e em particular nas zonas historicamente mais vulneráveis, e nas áreas afetadas pelos incêndios rurais, que ficaram sem coberto vegetal e com cinza acumulada à superfície, que funciona como uma matéria impermeável, mais expostas e vulneráveis à precipitação, se recomenda a adoção das principais medidas preventivas para estas situações, nomeadamente:

– Garantir a desobstrução dos sistemas de escoamento das águas pluviais e retirada de inertes e outros objetos que possam ser arrastados ou criem obstáculos ao livre escoamento das águas;

– Garantir uma adequada fixação de estruturas soltas, nomeadamente, andaimes, placards e outras estruturas suspensas;

– Ter especial cuidado na circulação e permanência junto de áreas arborizadas, estando atento para a possibilidade de queda de ramos e árvores, em virtude de vento mais forte;

– Adotar uma condução defensiva, reduzindo a velocidade e tendo especial cuidado com a possível formação de lençóis de água nas vias;

– Não atravessar zonas inundadas, de modo a precaver o arrastamento de pessoas ou viaturas para buracos no pavimento ou caixas de esgoto abertas;

– Estar atento às informações da meteorologia e às indicações da Proteção Civil e Forças de Segurança.”

Patrícia Flores apresenta o livro “Valette – O Cão Que Não Anda” em Arronches

A Associação de Proteção Animal “Arronches Adopta”, pela presidente Patrícia Flores, lançou, no passado sábado, dia 5 de outubro, no Convento de Nossa Senhora da Luz, em Arronches, uma obra literária baseada numa história de vida que comoveu todos aqueles que tiveram oportunidade de presenciar a apresentação.

A sala destinada a este tipo de sessões pareceu curta para tamanha multidão, que não quis perder o conto de “Valette – O Cão Que Não Anda”.

Patrícia Flores, acompanhada pela sua família, deu a conhecer história de Valette desde o seu aparecimento até aos dias de hoje. A autora aproveitou para agradecer a presença de todos os que estiveram presentes, bem como o apoio do Município de Arronches, das Juntas de Freguesia de Assunção, Esperança e Mosteiros, e da editora “Betweien” na concretização deste projeto, cuja origem foi a candidatura ao Prémio Nacional da Literatura, não esquecendo os parceiros que apoiam a associação no seu quotidiano.

Em representação da editora, Andreia Pereira explicou que um dos objetivos da “Betweien” é apoiar a área da educação, e entre os vários temas abordados destaca-se a proteção animal. A colaboradora explicou o que foi preciso fazer para lançar esta obra, na qual, pela autenticidade das ilustrações, são facilmente identificáveis os seus intervenientes, graças às muitas fotografias enviadas pela autora.

Já o presidente da Câmara Municipal, João Crespo, manifestou o grande orgulho em poder apresentar esta obra, juntamente com a associação, perante casa cheia, algo que releva a enorme vontade de todos em apoiar esta causa. O autarca falou ainda do empenho do Município em cumprir o protocolo com a associação, destacando que este trabalho em parceria ainda tem um longo caminho para percorrer. Por fim, realçou a satisfação que é, para a autarquia, poder ajudar a dar a conhecer esta história que a todos toca.

“É fundamental criar condições para novas empresas”, diz Secretário de Estado do Desenvolvimento Regional

Hélder Reis, secretário de Estado do Planeamento e Desenvolvimento Regional

O secretário de Estado do Planeamento e Desenvolvimento Regional, Hélder Reis, reconhece que os territórios de baixa densidade populacional, como é o caso do Alentejo e de Elvas, necessitam de empresas que criem emprego e que paguem em condições dignas aos seus trabalhadores, para assim poder fixar as populações.

Hélder Reis diz que “é fundamental criar condições para as empresas se instalarem na região e pagarem salários condizentes com a formação das pessoas. É um problema transversal ao País, de norte a sul, pois precisamos de ter empresas que criem riqueza. Devemos valorizar a agricultura, que deve ser uma atividade nobre. Não podemos dizer à Microsoft para se instalar em Elvas, mas devemos criar condições para que as empresas se possam instalar”.

Há muito tempo que o diagnóstico está feito, embora também surjam oportunidades novas, como refere o secretário de Estado do Planeamento e Desenvolvimento Regional: “até com a Covid surgiram novas situações, como é o caso do teletrabalho, que potenciou a instalação no interior do País dos chamados nómadas digitais, mas precisamos valorizar e dar condições à instalação de empresas”.

Hélder Reis diz que é fundamental criar condições para atrair empresas que criem emprego e que paguem em condições dignas aos seus trabalhadores, de modo a inverter a tendência de redução de população das regiões do interior de Portugal.

Balanço positivo para o Mês do Desporto em Campo Maior

O Município de Campo Maior promoveu ao longo de setembro, e até ao passado domingo, 6 de outubro, o Mês do Desporto na vila, com muitas modalidades, desde as mais tradicionais às mais recentes.

Fazendo um balanço “muito positivo” da iniciativa, o presidente da Câmara, Luís Rosinha, refere que muita gente participou nas atividades desenvolvidas: “houve muita gente a praticar desporto, variadíssimas modalidades, e fica mesmo a sensação que correu tudo muito bem. Houve muita gente envolvida, culminando com um excelente trail no domingo passado”.

O saldo, diz ainda o autarca, “é claramente positivo” e, no próximo ano, a Câmara Municipal quer ter ainda mais modalidades em destaque neste Mês do Desporto. “Queremos trazer mais associaçãoes e novos desportos, que vão surgindo entretanto no concelho”, remata.

Multiusos da Terrugem encheu com Segundo Prémio de Poesia do Alentejo 2024

Na tarde deste dia 5 de Outubro, o pavilhão multiusos da Terrugem encheu para um evento cultural, para entrega de prémios, do 2° Prémio de Poesia do Alentejo – Terrugem 2024, o qual teve participantes a nível nacional e até internacional, pois o mesmo esteve publicado no site do Ministério da Cultura.

Este Prémio organizado pelo Projeto: História da Gente Comum (de António Brinquete, César Magarreiro e Luís Infante) teve o apoio da União das freguesias de Terrugem e Vila Boim e contou a participação do Grupo Roncas de Elvas , bem como do Coletivo de autores de Elvas.

Foi declamada poesia pelos Vencedores, por um poeta local, o sr. Diogo Abrantes e por elementos do Coletivo referido,  acompanhados pela pianista Melanie.

Depois procedeu-se à entrega dos prémios aos vencedores( 1° Premio ao Sr. Joaquim Rato de Beja e a Menção honrosa ao sr. Renato Valadeiro de Estremoz). 

Após a entrega, o grupo Roncas de Elvas cantou umas modas alentejanas e como não poderiamos deixar passar em branco o significado do 5 de Outubro, deu-se uma breve explicação sobre os acontecimentos e a origem do Hino Nacional “A Portuguesa” ( por César Magarreiro e Manuel Bandarra). Em  momento solene, todos se levantaram e cantaram o Hino Nacional. À posteriori foi passado um video com a explicação das origens do Hino, para os mais jovens. 

De seguida passamos a apresentação do livro infantojuvenil de uma filha da terra, Margarida Madriana, “Scoot- o passarinho viajante”, ao qual desejamos as maiores felicidades e muito sucesso.

No final, o grupo Roncas de Elvas brindou-nos com mais umas modas Alentejanas. 

Não deixamos de lembrar a ausência do nosso amigo Luís Infante, por motivos de saúde, a que desejamos rápidas melhoras. Luís Infante foi representado pela família, na entrega do Primeiro prémio. 

Rumos Ensemble apresentaram em Elvas o espetáculo “Tocando José Afonso”

“Tocando José Afonso” foi um espetaculo que se realizou ontem à tarde no Cine-Teatro Municipal de Elvas da autoria da Rumos Ensemble, com a participação, em vídeo, de Carlos Alberto Moniz, dando seguimento às comemorações do Mês da Música.

João Vasco, da Rumos Ensable, explicou à Rádio Elvas que este espetaculo “foi criado para as comemorações dos 50 anos do 25 de abril. José Afonso é um compositor que esteve presente na minha vida. Recolhemos algumas músicas do José Afonso, fizémos os arranjos para piano, violino e clarinete. Convidámos o Carlos Alberto Moniz que foi um amigo e colega de palcos do José Afonso e que nos conta algumas histórias que não são conhecidas, acrescentámos algumas das fotografias geniais do Alfredo Cunha, em que nós tocamos e o Carlos apresenta as canções e fala da sua vivência com o José Afonso. Esperamos que o espetaculo ainda possa rodar mais um ano ou dois, em Portugal e no estrangeiro”.

“Tocando José Afonso” foi o segundo espetaculo do programa Outubro mês da música que se realiza no Cine-Teatro de Elvas, com a direção artística de Luís Zagalo e que prossegue dia 12 com um concerto de piano e flauta.

Campo Maior sensibiliza alunos para o não abandono animal

O auditório do Centro Escolar Comendador Rui Nabeiro, em Campo Maior, acolheu esta segunda-feira, 7 de outubro, a campanha de sensibilização “Não ao Abandono Animal”, no âmbito do Dia do Animal, de São Francisco de Assis e do Médico Veterinário, que se celebrou na passada sexta-feira, dia 4.

As duas sessões, dirigidas ao 2.º ciclo e dinamizadas pelo Centro de Recolha Oficial de Animais de Companhia (CROA) e pela médica veterinária do Município de Campo Maior, Maria Toscano, tiveram como principal objetivo sensibilizar para o não abandono de animais de companhia, dando a conhecer a legislação vigente, as causas que levam a este problema e as medidas a adotar para diminuir a taxa de abandono no concelho e a nível nacional.

A vereadora São Silveirinha esteve presente no auditório do Centro Escolar Comendador Rui Nabeiro, onde assistiu às duas sessões.