Projeto de execução da Rede de Rega do Xévora apresentado em Campo Maior

O Centro Cultural de Campo Maior recebeu ontem, dia 14 de novembro, uma sessão de Apresentação do Projeto de Execução da Rede de Rega do Aproveitamento Hidroagrícola do Xévora, na qual participou o presidente do Município, Luís Rosinha.

Esta foi uma iniciativa dirigida a todos os beneficiários e interessados do referido projeto e serviu também para esclarecer dúvidas relativas à sua execução.

A sessão foi promovida pela Direção-Geral de Agricultura e Desenvolvimento Rural.

CNT de Elvas recebe Feira de Antiguidades entre esta sexta-feira e domingo

Uma feira de antiguidades está a decorrer entre esta sexta-feira e domingo, no Centro de Negócios Transfronteiriço (CNT) de Elvas. Este evento tem entrada livre e é organizado pela Associação dos Promotores de Eventos (APE).

A população de Elvas e Espanha, começa por explicar José Pereira, da organização, “vai ter a oportunidade de adquirir todo o tipo de velharias desde mobiliário a colecionismo”.

Ainda que esta feira se tenha iniciado nas Caldas da Rainha, a associação quis levar o evento para outros locais, até porque nela participam expositores de todo o país e do estrangeiro. “Nós ao criarmos a associação (APE) dinamizamos o evento pelo país inteiro e conseguimos ir ao encontro das localidades dos expositores”, destaca José Pereira. 

José Pereira realça ainda a importância desta Feira de Antiguidades se realizar em local fechado, tendo em conta “ o estado do tempo, permitindo fazer o evento inclusive na altura do inverno, sem correr risco de intempéries e ter material bom”.

“A grande maioria das pessoas que trabalham na feira (nas feiras de antiguidades) são dedicadas a este ramo, e estas feiras são a vida delas. Este negócio gere em tostões alguns milhões”, revela o responsável.

Neste fim de semana são esperadas “muitas pessoas, uma vez que esta feira em especifico tem entradas livres”, como indica ainda José Pereira. 

Feira de Antiguidades conta com 200 expositores nos pavilhões um e três do Centro de Negócios Transfronteiriço de Elvas entre esta sexta feira e domingo. O evento decorre 10 às 20 horas, sexta-feira e sábado, e no domingo das 10 às 13 horas.

Surto de Língua Azul já provocou “grandes” prejuízos à Casa Agrícola João Gordo Mendes

Com um prejuízo “bastante grande”, a Casa Agrícola João Gordo Mendes, em Elvas, é uma das muitas explorações pecuárias que, de norte a sul do país, tem sido assolada pelo surto de Língua Azul, doença transmitida por um mosquito, que afecta principalmente as ovelhas e os borregos.

Embora confesse que não perdeu muitas ovelhas – entre oito a dez –, Mário Mendes, o sócio-gerente da Casa Agrícola João Gordo Mendes, explica que o “problema maior” diz respeito aos borregos. “Temos tido uma grande quantidade de nados-mortos, uma quantidade de animais que parecem que não são de tempo, que nascem sem vigor nenhum e depois, na fase até aos 15, 20 dias, têm morrido muitos borregos”, adianta, dando conta que já se registaram igualmente “alguns abortos”.

Quanto às medidas exigidas ao Governo, pela Confederação dos Agricultores de Portugal (CAP), no que toca à vacinação obrigatória dos animais, sem custos para os produtores, Mário Mendes diz que a CAP “acordou tarde”. “A CAP, de setembro até hoje, não disse nada e só começou a abrir o bico agora, porque tem havido muito movimento de agricultores que está contra as não medidas do Governo. A CAP não nos tem dado apoio nenhum e já devia ter falado há bastante tempo”, acrescenta.

Para evitar males maiores, Mário Mendes já pagou do seu bolso a vacinação das suas ovelhas. Caso não o tivesse feito, o produtor acredita que mais ovelhas teriam morrido. “Os borregos não vacinamos, porque só podem ser vacinados a partir dos três meses. No efetivo reprodutor, em princípio, já estamos protegidos, mas no efetivo dos borregos não, porque só são vacinados a partir dos três meses. Continua a existir o mosquito, continua a existir a doença e continuam a morrer na mesma”, remata.

Língua Azul : CAP exige “medidas urgentes” do Governo após prejuízos de seis milhões

Desde o início de setembro, de norte a sul do país, já morreram mais de 40 mil ovinos, face a igual período do ano passado, devido ao surto de Língua Azul, de acordo com dados avançados pela Confederação dos Agricultores de Portugal (CAP), que aponta mais de seis milhões de euros em prejuízos.

Para resolver a situação, e exigindo a ajuda do Governo, o secretário-geral da CAP, Luís Mira (na imagem) diz ser necessário avançar “urgentemente” com uma campanha de vacinação obrigatória contra o serotipo 3 da doença, transmitida por picada mosquito, à semelhança do que já está a ser feito em Espanha, sem encargos para os produtores. “O que nós exigimos é que sejam dadas as mesmas condições aos produtores portugueses”, revela.

Explicando que a doença não é transmissível ao ser humano, sendo que o consumo de carne, leite e queijo, de ovelhas, e de carne de borregos, é isento de riscos para a saúde, Luís Mira garante que a vacinação é “imprescindível”, tendo em conta os prejuízos. “Não são só os animais que morrem. Há muitas ovelhas que abortam e perde-se o borrego. Alguns ainda chegam a nascer, mas acabam por morrer, porque não conseguem comer. É uma doença que traz muitos prejuízos aos produtores”, assegura.

A par da vacinação, a CAP pretende também que o Governo coordene e execute ações estratégicas de desinsetização, com vista a eliminar o maior número possível de mosquitos transmissores deste vírus.

Para que se possa “mostrar a verdadeira dimensão” do surto, Luís Mira apela aos produtores para que declarem os casos de doença, junto da Direção Geral de Veterinária. Só dessa forma, acredita a CAP, os mecanismos de apoio existentes poderão vir a ser devidamente acionados.

Entretanto, revela ainda a CAP, o Sistema de Recolha de Cadáveres de Animais Mortos na Exploração (SIRCA), coordenado pela Direção-Geral de Alimentação e Veterinária do Ministério da Agricultura, “não tem tido a capacidade de processar o elevadíssimo número de animais mortos na sequência da epidemia de febre catarral ovina que atinge já todos os distritos de Portugal continental. O referido sistema não está dimensionado para uma situação catastrófica como a atual”.

Muitos dos animais mortos por este surto de Língua Azul terão de ser enterrados nos terrenos dos seus proprietários “por incapacidade operacional do SIRCA. Esta é uma situação excecional, estando todas as associações de produtores conscientes das precauções que terão de assegurar em termos de biossegurança no enterramento dos animais”.

Centro Cultural recebe este sábado o Stand Up Comedy “Excesso de Bagagem”

O espetáculo Excesso de Bagagem, protagonizado pelo comediante JEL, vai decorrer este sábado, às 21h30, no Centro Cultural de Campo Maior.

Excesso de Bagagem é o primeiro solo de Stand-Up Comedy de JEL, onde se apresenta despido de qualquer personagem, a partilhar divertidas teorias, sarcásticas observações da atualidade e histórias de bastidores que atravessam os seus mais de 20 anos de carreira.

São Silveirinha, vereadora do Município de Campo Maior, indica que “será de interesse da população assistir ao espetáculo”.

Para além do espetáculo de Stand Up Comedy “Excesso de Bagagem”, de Jel, que vai decorrer este sábado, às 21h30, o programa de comemoração destes 21 anos do Centro Cultural inclui ainda a apresentação do espetáculo “Monólogos do Pénis”, com Gonçalo Diniz e Ricardo Carriço, no dia 23; e, “Insónia”, de Fernando Mendes, no dia 30.

Os bilhetes para os espetáculos podem ser adquiridos na ticketline.

IPSS do concelho de Arronches recebem subsídio da Câmara Municipal

Na passada segunda-feira, dia 11 de novembro, decorreu nas instalações da Junta de Freguesia de Mosteiros a primeira reunião ordinária do corrente mês da Câmara Municipal de Arronches, presenciada pela maioria dos membros do executivo, estando na mesma o presidente João Crespo, o vice-presidente Paulo Furtado e os vereadores Maria João Fernandes e João Luís Feiteira.

Além dos pontos previamente agendados para este plenário, por urgência da aprovação camarária, houve a necessidade de incluir na reunião um outro assunto, iniciando-se então a reunião com a aprovação do novo Plano de Ação do Contrato Local de Desenvolvimento Social – CLDS 5G.

De seguida, o presidente focou dois temas que marcam a atualidade do concelho, mencionando primeiro o início das aulas de natação na Piscina Municipal Miguel Lagarto e destacando depois a passagem memorável, com atividades de grande qualidade, do Festival “Terras Sem Sombra”, por Arronches.

A análise dos assuntos constantes na ordem de trabalhos começou com a atribuição de apoios a munícipes, concedendo-se um apoio ao abrigo do programa “Arronches Jovem”, na modalidade de apoio à habitação e outro ao abrigo do Programa de Incentivos à Recuperação de Habitações no centro histórico e atribuição de materiais de construção.

O grande destaque desta reunião foi a atribuição dos subsídios anuais às instituições particulares de solidariedade social do concelho para proporcionar às mesmas condições para o desenvolvimento das suas atividades em prol da comunidade, sendo contempladas a Associação Casa Juvenil Nossa Senhora da Assunção, o Centro de Bem-Estar Social de Arronches, o Centro Social Bom Jesus de Esperança, o Centro Social de Mosteiros e a Santa Casa da Misericórdia de Arronches.

Já ao abrigo do Regulamento de Apoio às associações no Município de Arronches foi deliberada a atribuição de apoio a duas coletividades desportivas do concelho, nomeadamente ao Atlético Clube de Arronches e o Futebol Clube Mosteirense.

Nesta tarde, foi também deferido o pagamento da quota anual à Associação de Municípios da Serra de São Mamede, o que pretende reforçar o compromisso de cooperação intermunicipal e o fortalecimento de atividades conjuntas de interesse municipal.

Perto do final, os presentes concordaram com aprovação do primeiro Relatório de Avaliação e Controlo da Avaliação Ambiental Estratégica – Revisão do Plano Diretor Municipal de Arronches, documento explicado pela chefe da Divisão de Obras, Ambiente e Serviços Urbanos, Dulce Bigares.

Por último, foi tratado o assunto relativo às pedras sobrantes do Cemitério Municipal de Arronches, sendo deliberada a retirada das pedras sem inscrição, a notificação dos familiares com inscrições nas pedras e a publicação de um Edital para manifestação de recolha das mesmas.

Projeto “Viver a Tradição!” está presente em mais um ano letivo no concelho de Elvas

O projeto “Viver a Tradição!”, da Associação Juvenil ARKUS, vai ter palco no dia 17 de dezembro, às 10h, no Coliseu José Rondão de Almeida. À semelhança do que se realizou nos anteriores anos, o evento, irá juntar todas as crianças a tocar ronca e a cantar ao “Menino”.

Envolvendo as crianças do concelho de Elvas, este projeto tem como objetivo preservar e divulgar as tradições natalícias da cidade. O projeto teve início no ano de 2022, como um ano experimental, envolvendo todas as crianças de 1º ciclo do concelho. No ano passado, em 2023, o projeto foi alargado até à educação pré-escolar e, este ano, a ARKUS envolveu na atividade o 2º ciclo de todas as escolas de Elvas.

O projeto conta com a colaboração de alguns membros do grupo Roncas D’Elvas, da ARKUS, Associação Juvenil, que irão deslocar-se às escolas para ensinar a construir uma ronca, partilhando o espírito do Natal tradicional da cidade.

Antiguidades “invadem” CNT de Elvas entre sexta-feira e domingo

Uma feira de antiguidades vai decorrer entre esta sexta-feira e domingo, de 15 a 17 de novembro, no Centro de Negócios Transfronteiriço (CNT) de Elvas. No evento, de entrada livre e organizado pela Associação dos Promotores de Eventos, a população vai ter a oportunidade de adquirir velharias, artigos vintage e de colecionismo.

Esta feira, que teve início nas Caldas da Rainha “há mais de 10 anos”, é “realizada sempre em recinto fechado”, segundo explica José Pereira, da Associação dos Promotores de Eventos. Entretanto, a associação decidiu levar o evento para outros locais de Portugal, tendo em conta que “os expositores que trabalham para a associação são de várias zonas do país”.

Segundo o membro da Associação dos Promotores de Eventos, “um dos grandes negócios deste evento é a própria compra entre expositores. Se um expositor tiver um produto que é visto na feira e chame o interesse de outro expositor, mesmo sendo colega, este compra e depois vende ao público dele”.

No caso de Elvas, a cidade foi um dos lugares de interesse para a realização do evento, sobretudo por ser uma cidade fronteiriça. “O mercado espanhol interessa muito, tanto a nível de vendedores, como também de compradores. Elvas traz-nos uma mais-valia nesse sentido”, afirma José Pereira.

“O evento realizar-se durante três dias, num pavilhão, com todas as condições que permite com que expositores fiquem todos os dias do evento, sem retirar o material, é diferente da feira de rua, em que as pessoas têm que montar e desmontar as coisas no próprio dia. Outro contra, mesmo que o vendedor queira trazer uma peça boa, nas feiras de rua, está sempre sujeito a intempéries e isso inibe as pessoas de trazerem produtos bons. A feira dentro de pavilhões traz peças de 0,50 cêntimos a 20 mil euros e é o que permite este leque agradar a toda as pessoas, de modo a poderem comprar algum material”, realça o responsável. 

Para além de Elvas ser um foco de interesse para a divulgação do evento, também se distingue, segundo José Pereira, por ser “uma cidade com movimento”, ideal para a população conhecer o passado através de um leque variado de peças.  

A Associação dos Promotores de Eventos espera cerca de 500 expositores ao longo dos três dias do evento, que na sexta-feira e sábado decorre das 10 às 20 horas e no domingo das 10 às 13 horas.

Exposição de fotografia “Luz & Sombra” inaugurada na Escola Secundária de Campo Maior

A Exposição de Fotografia “Luz & Sombra”, da autoria de Ricardo Lourenço, foi inaugurada ontem, 13 de novembro, na Biblioteca da Escola Secundária de Campo Maior, onde vai estar patente até dia 6 de dezembro.

Esta exposição de autor, organizada em conjunto pelo Agrupamento de Escolas do concelho de Campo Maior e pelo Clube Ciência Viva na Escola “Ciência na Raia”, é inspirada na fotografia de natureza e nas diferentes abordagens e facetas mais curiosas que o mundo natural tem para oferecer.

Presentes na inauguração estiveram o diretor do Agrupamento de Escolas de Campo Maior, Jaime Carmona, e a vereadora São Silveirinha.

Campo Maior recebe primeiro festival de Paramotor este fim de semana

Campo Maior recebe este fim de semana, dias 16 e 17 de novembro, o seu primeiro Festival de Paramotor, numa organização do Clube de Voo Ascendente, com o apoio do Município de Campo Maior.

O evento, de acordo com presidente do Clube de Voo Ascendente, Eduardo Lagoa, é acima de tudo de lazer, onde estarão reunidos pilotos portugueses e espanhóis. Um dos principais objetivos da iniciativa é “permanecer com esta prática na zona”.

Durante o fim de semana vai ser possível participar, sem custos, nas diferentes propostas que a iniciativa apresenta: batismos de voo, demonstração aérea, exposição de equipamentos e raid dos aromas e sabores. A organização espera conseguir “rer alguma interação com as pessoas da terra, para que possam vir a ter a experiência do que é voar”, dando-lhes também a possibilidade de “ver a localidade a partir do céu”.

Eduardo Lagoa adianta que “o encontro de Paramotor está marcado para às 8h30, com o final das provas ao anoitecer, se a meteorologia assim o permitir”. No final de tarde, revela ainda o presidente do Voo Ascendente, “vai ocorrer um momento especial, com uma surpresa para todos os presentes”.

O evento vai decorrer fora da vila, junto à Defesa de São Pedro. A localização exata da atividade está disponível no QRCode, presente no cartaz do festival.

O Paramotor é uma adaptação do Parapente. Enquanto, no parapente, é necessária uma certa altura para conseguir voar, o Paramotor pode levantar voo de qualquer lugar plano devido ao motor que o piloto carrega nas costas.