Núcleo do Sporting de Campo Maior apoia bombeiros com sardinhada solidária

Em dia de jogo grande, entre Sporting e FC Porto, o Núcleo do Sporting Clube de Portugal de Campo Maior promove uma sardinhada solidária.

O evento, a ter lugar no sábado, 31 de agosto, como explica o presidente da coletividade, Hugo Muacho, serve para ajudar a Associação Humanitária dos Bombeiros Voluntários de Campo Maior. “Queremos ajudar uma causa muito importante, mais importante que o jogo – diria eu –, para ajudar uma associação que tanto faz por Campo Maior”, começa por dizer, convidando “todos os campomaiorenses – não só os sportinguistas – para ajudar e para passar uma bela tarde de convívio”.

Toda a verba angariada pelo núcleo, no decorrer do evento, será canalizada para os soldados da paz da vila. Ainda assim, a entrada é “totalmente gratuita”. “O dinheiro adquirido com esse evento, com aquilo que for consumido, irá reverter todo para os bombeiros, através de equipamentos que iremos depois adquirir”, explica Hugo Muacho.

A promessa é de “muita música e animação” durante a sardinhada, que tem início às 17h30 e que decorre no espaço exterior do núcleo. A partir das 20h30, as atenções centram-se no jogo entre leões e dragões.

Daniel Madeira é candidato à presidência da Associação de Atletismo do Distrito de Portalegre

Daniel Madeira, figura reconhecida no universo do Atletismo, anunciou a sua intenção de encabeçar uma lista para as próximas eleições dos Órgãos Sociais da Associação de Atletismo do Distrito de Portalegre (AADP).

A candidatura surge “como resposta à necessidade de revitalizar a modalidade no distrito, num contexto em que o número de atletas filiados, eventos realizados e ações de formação tem vindo a diminuir de forma preocupante”.

Segundo Daniel Madeira, a sua candidatura não se posiciona a favor do desenvolvimento e recuperação do Atletismo no distrito de Portalegre. “A nossa missão é clara: queremos trabalhar em prol do Atletismo, promovendo o seu crescimento sustentável e oferecendo melhores condições aos nossos atletas”, afirmou Madeira.

Nas últimas semanas, a equipa liderada por Daniel Madeira tem vindo a reunir uma vasta gama de personalidades com experiência significativa no Atletismo, a nível distrital, nacional e internacional. “Este projeto é inclusivo e pretende mobilizar todos os que têm uma paixão pelo Atletismo, criando sinergias com as autoridades locais e os parceiros privados”, acrescentou.

Uma das principais preocupações desta candidatura é o apoio ao desenvolvimento e retenção de talentos no distrito de Portalegre.”É crucial que não apenas identifiquemos e desenvolvamos novos talentos, mas também que criemos condições para que os atletas sintam vontade de continuar a representar os nossos clubes e a nossa região”, destacou.

A equipa, que será apresentada em detalhe nos próximos dias, integra especialistas em diversas vertentes do Atletismo, incluindo Trail, Corta-Mato, Pista e Estrada. Este leque diversificado de conhecimentos é visto “como uma mais-valia para a promoção e evolução da modalidade no distrito”.

Daniel Madeira manifestou ainda a sua intenção de promover um diálogo próximo com os clubes associados, de modo a compreender melhor as suas preocupações e trabalhar em conjunto na definição de soluções sustentáveis para os desafios atuais.

“Acreditamos que é possível elevar o Atletismo no distrito de Portalegre a novos patamares de sucesso, e estamos prontos para assumir essa responsabilidade”, concluiu Daniel Madeira.

Sobre Daniel Madeira:

Um apaixonado pelo associativismo e pelo desporto, onde se iniciou aos 16 anos como árbitro de futebol e futsal, abandonando passado 10 anos de ligação ao futebol por motivos profissionais. Chega ao atletismo por meio da sua esposa Sara Madeira ex presidente da Associação de Atletismo, Daniel Madeira integrou a equipa da sua esposa durante os dois últimos mandatos. Tendo ambos após 8 anos a trabalhar em prol da modalidade, com uma pandemia pelo meio e com alterações no seio familiar, optado por não se recandidatar mais e fazer uma pausa, na ligação ao atletismo. Ligação essa que pretende retomar com este anúncio, da candidatura para as eleições que se vão realizar no último trimestre do ano.

Autor arronchense lança livro no Convento de Nossa Senhora da Luz

Na sala de apresentações do Convento de Nossa Senhora da Luz, foi com casa cheia e, perante muitos familiares e amigos, que o escritor natural e residente em Arronches, Gonçalo Mota, lançou a sua primeira obra literária, numa apresentação que decorreu no passado sábado, dia 24 de agosto.

Ao lado do escritor, a Câmara Municipal, representada pelo presidente, João Crespo e pela vereadora, Maria João Fernandes, mostrou todo o seu apoio a mais um arronchense que avançou para a publicação das suas obras, sendo que este primeiro livro é muito baseado naquilo que foi e é o quotidiano do artista e nas suas experiências pessoais.

Já Gonçalo Mota revelou que o gosto pela escrita já é parte de si desde há muito, tendo mesmo vencido um concurso de poesia durante o seu percurso escolar e que este livro, denominado ‘Palavras Mestras – Antologia Poética’, é apenas o primeiro passo da sua carreira, estando já previsto o lançamento de novas obras, bem como a participação numa compilação que a editora ‘Poesia Impossível’ irá concretizar.

No final e após a assinatura dos primeiros exemplares, os presentes puderam confraternizar um pouco com o escritor, aproveitando igualmente para visitar o Convento e as exposições que se encontram patentes no espaço.

Feira da Luz/Expomor para “celebrar Montemor” ao longo de seis dias

O Parque de Exposições e o Parque de Leilões de Gado de Montemor-o-Novo voltam, entre hoje, 28 de agosto, e segunda-feira, dia 2 de setembro, a receber mais uma edição da Feira da Luz/Expomor, numa organização conjunta da Câmara Municipal e da Apormor.

O evento, que ano após ano tem vindo a crescer, é atualmente considerado uma das feiras regionais de referência do Alentejo.

Ao longo de seis dias, muitas serão as atrações do certame, começando, desde logo, pelo cartaz de espetáculos. Ao palco principal sobem hoje os Monda, que terão Tim e o Grupo Coral Fora d’Oras como convidados; amanhã Aurea; na sexta-feira, Valas e Zinko; no sábado, The Lucky Duckies; no domingo, David Carreira; e, por fim, na segunda-feira, Herman José.

Resultado de um investimento superior a 900 mil euros, o evento, garante o presidente da Câmara, Olímpio Galvão, é, acima de tudo, uma “mostra do que é o concelho de Montemor-o-Novo e do seu potencial económico e cultural”, desenvolvida em conjunto com “uma associação importantíssima, a nível concelhio, regional e nacional, que é a APORMOR”. A expectativa do autarca é de mais “uma excelente” edição da Feira da Luz/Expomor.

A ser preparada desde janeiro, esta edição do certame resulta de um investimento entre os “900 mil euros e um milhão de euros”. Ao todo, a feira conta com quatro palcos: o palco principal; o palco “Tasquinhas”, com “música do agrado de todas as gerações”; o palco “Mostras”, “onde as associações do concelho mostram o que foi o seu trabalho, ao longo do ano”, e onde as marionetas também terão o seu destaque; e o palco RCM, onde terminarão as noites.

Várias exposições permanentes, com destaque para uma mostra dedicada ao montado e ao potencial do sistema agro-silvo-pastoril  em termos económicos e ambientais, são outros dos atrativos da Feira da Luz/Expomor. As crianças não ficam esquecidas, com a realização de mais uma Brinca’Feira, com uma temática ligada à Feira Medieval, realizada em junho, no Castelo de Montemor.

Em termos de expositores, são cerca de 350 os presentes em toda a Feira da Luz/Expomor: “200 do lado da Câmara Municipal e cerca de 150 do lado da APORMOR”. “Vamos ter muitas associações, várias entidades públicas, também muitas empresas que irão mostrar os seus negócios, muitos expositores automóveis, muitos divertimentos e as tasquinhas, que não podem faltar, porque a gastronomia alentejana é sempre um chamariz neste tipo de eventos”, revela o autarca.

A intenção da Câmara Municipal é que, ao longo de seis dias de festa, se “celebre Montemor-o-Novo”. A abertura oficial do evento está agendada hoje para as 21 horas.

Elvas: Boa-Fé em festa ao longo do fim de semana

As Festas em Honra do Senhor Jesus da Boa-Fé, as antigas Festas do Hortelões, prometem animar Elvas durante três dias e noites, entre sexta-feira, 30 de agosto, e domingo, dia 1 de setembro.

Ao longo do fim de semana não vão faltar espetáculos musicais – com artistas da terra e não só –, bem como atividades desportivas, religiosas e tauromáquicas, com a organização a voltar a estar a cargo da Junta de Freguesia de Caia, São Pedro e Alcáçova.

“É com muito prazer e honra que nós trabalhamos, neste mandato, e as festas são da inteira responsabilidade da junta de freguesia”, começa por dizer o presidente, José Galguinho, que assegura que, com o cartaz apresentado, procura-se agradar a diferentes públicos.

O recinto das festas, explica ainda José Galguinho, divide-se em “duas partes”: “temos a parte cá em cima, com os espetáculos, que eu diria que é para pessoas menos jovens; e depois temos a outra parte, que é mais direcionada para a juventude, com os Djs”.

As festas iniciam-se na sexta-feira, às 20h30, com uma eucaristia da solenidade de Exaltação da Santa Cruz, seguida da tradicional procissão pelas ruas do bairro. Às 21 horas, no pavilhão da Escola Básica da Boa-Fé, tem início o Torneio de futsal dos Hortelões (promovido pelo C.R.P. da Boa-Fé); e às 22h30 atua Jorge Goes, seguido de João Tocha. À meia-noite há garraiada noturna e espetáculo, com os Djs Dinga e Cuba (no espaço do Unosso Bar).

No sábado, após a eucaristia das 11 horas, em sufrágio pelos falecidos da Paróquia do Senhor Jesus da Boa-Fé, prossegue o Torneio dos Hortelões, às 21 horas. A festa continua ao som do grupo Sete Saias e do Duo Jorge e Célia, a partir das 22 horas. À meia-noite há nova garraiada e animação com o Dj Dinga e Funk2You.

No domingo, 1 de setembro, último dia das festas, disputam-se as finais do Torneio dos Hortelões, a partir das 9 horas. Às 18 horas, há eucaristia, com a presença do arcebispo de Évora, D. Francisco Senra Coelho. Uma hora e meia mais tarde, decorre a última garraiada, sendo que para as 21h30 está prevista a atuação dos Xumbo Torto, seguindo-se o organista Carlos Graça. O encerramento das festas está marcado para as 4 horas, depois de mais uma noite de animação com DJs.

Escola dos Bombeiros de Campo Maior com inscrições abertas

Os Bombeiros Voluntários de Campo Maior têm inscrições abertas para a sua escola.

Os interessados em vir a tornar-se bombeiros devem ter entre 17 e 45 anos, espírito de equipa e entreajuda, a escolaridade mínima obrigatória e robustez física e psicológica.

“A tua participação é fundamental para garantir a assistência, socorro e bem-estar da nossa comunidade. Podes fazer a diferença”, garante a corporação nas redes sociais.

A ficha de inscrição está disponível aqui.

GNR deteve homem de 29 anos por tráfico de estupefacientes em Campo Maior

O Comando Territorial de Portalegre da GNR, através do Posto Territorial de Campo Maior,  deteve na segunda-feira, 26 de agosto, um homem de 29 anos, por tráfico de estupefacientes, no concelho de Campo Maior.

No decorrer de uma ação de patrulhamento, os militares da Guarda detetaram um indivíduo que manifestou um comportamento suspeito, perante a sua presença. No âmbito das diligências policiais procedeu-se à abordagem do suspeito e foi efetuada uma revista pessoal de segurança que culminou na detenção do suspeito por tráfico de estupefacientes.

No seguimento da ação foi apreendido o seguinte material:

  • 20 doses de haxixe;
  • 354 euros;
  • Um telemóvel.

O detido foi constituído arguido e os factos comunicados ao Tribunal Judicial de Elvas.

Montemor: Feira da Luz conta com espetáculo do Festival Sete Sóis Sete Luas

De regresso a Montemor-o-Novo, o Festival Sete Sóis Sete Luas irá apresentar, ao público, um espetáculo de humor, a 2 de setembro, em plena Feira da Luz/Expomor.

“Este é um festival que teve início em 1993. É um evento que celebra a música e as artes do mediterrâneo e do mundo lusófono”, começa por dizer Henrique Lopes, vice-presidente da Câmara Municipal de Montemor-o-Novo.

O festival, que se centra fundamentalmente na música popular, na música ética e nas artes plásticas, é “uma oportunidade única para celebrar a diversidade cultural e a riqueza artística”, garante o autarca.

Este festival, que “tem uma forte associação a José Saramago e à obra ‘Memorial do Convento’”, é um evento “bastante icónico”, que teve início, nos anos 90, precisamente em Montemor-o-Novo.

“Shake Shake Shake” é o espetáculo de circo acrobático humorístico apresentado pelo Pakipaya, da Catalunha, a 2 de setembro, na Feira da Luz, pelas 21 horas.

João Manuel Nabeiro em entrevista na nova edição da revista DDD

“Que nos próximos 50 anos a família continue a levar avante o nosso trabalho”: é esta a ambição do Chairman do Grupo Nabeiro-Delta Cafés, João Manuel Nabeiro, que sempre caminhou lado a lado com o seu pai e fundador do Grupo Nabeiro-Delta Cafés, mas que preferiu os bastidores a estar debaixo dos holofotes, no entanto assumindo sempre um papel preponderante no crescimento da empresa. Na sua primeira entrevista à filha e diretora da DDD, Rita Nabeiro, fala sobre a sua ligação à Delta desde a década de 1970.

Esta 16ª edição da DDD foca-se na história de diversificação do Grupo Nabeiro-Delta Cafés, mostrando como o café foi apenas o ponto de partida para um grupo empresarial que está hoje presente em 40 países, nos cinco continentes. Entre marcas próprias de café e derivados, dos vinhos Adega Mayor ao turismo rural da Herdade dos Adaens, e outras marcas representadas ou distribuídas, são já 60 chancelas as que pertencem ao universo do Grupo que permanece centrado em Campo Maior.

É também revisitado neste número da DDD, em discurso direto de Rui Miguel Nabeiro, CEO do Grupo Nabeiro-Delta Cafés, o evento Delta Inovação 2024, onde foi apresentada a estratégia e as novidades do Grupo Nabeiro para este ano. Destaque ainda para o novo vinho Adega Mayor – Palhete “Tudo Ao Molho”, feito como antigamente e com as técnicas e o saber-fazer de hoje. Nesta edição, são ainda apresentadas sugestões para escapadinhas em Tróia, Comporta, Melides e Santo André.

As fotografias, o grafismo minimalista e o destaque gráfico de cada página, convidam o leitor a mergulhar nos valores do Grupo Nabeiro-Delta Cafés na mais recente edição da DDD, o projeto editorial do Grupo destinado a clientes e parceiros e que já pode ser consultada em formato papel e digital.

A DDD – Dê de Delta é uma revista gratuita com periodicidade trimestral para colecionar, que desafia e promove a inovação, que acredita na excelência, que vive da criatividade, que admira e promove o espírito empreendedor e que pode ser lida, em qualquer lugar do mundo, a qualquer hora, através de um simples clique.

Assinado contrato para empreitada de construção da rede de rega do Xévora

O ministro da Agricultura e Pescas, José Manuel Fernandes, esteve esta terça-feira, 27 de agosto, de visita a Campo Maior, para assinar o contrato para empreitada de construção da rede de rega do aproveitamento hidroagrícola do Xévora.

Ainda antes da assinatura do contrato, que teve lugar no Centro Interpretativo da Fortificação Abaluartada (CIFA) de Campo Maior, o ministro foi recebido pelo presidente da Câmara, Luís Rosinha, na barragem do Abrilongo, para uma visita ao local da empreitada. Na ocasião, Rogério Ferreira, diretor-geral de Agricultura e Desenvolvimento Rural, explicou aos presentes a obra a realizar.

Questionado pela RCM sobre a data de disponibilização de água aos agricultores, Rogério Ferreira disse esperar que “em dezembro de 2025 já haja possibilidade de abastecer as primeiras explorações. Foi necessário, de acordo com estudo de impacte ambiental, reservar áreas para cultura de sequeiro, onde se verificam as maiores zonas de nidificação de Grous e Abetardas, aves que fazem ninhos em terrenos mais secos”. Para desenvolver este projeto foi “ainda necessário entrar em conversações com o Reino de Espanha para comprar terrenos para lá da nossa fronteira”.

Já o ministro, que revela que depois da obra se seguirá uma outra fase, fala num projeto “importantíssimo”, não só pelos 17,7 milhões de investimento, mas pela utilização de uma barragem, com “1.600 hectares que vão ser beneficiados”. “Isto traz competitividade, ajuda à coesão territorial e à sustentabilidade”, assegura.

Ainda que refira que há quem queira ver as barragens eliminadas, José Manuel Fernandes garante que estas infraestruturas “ajudam à biodiversidade e ao combate às alterações climáticas”, pelo que a agricultura não é, de todo, “inimiga do ambiente”. “Eliminar barragens conduzia, não só ao abandono do território, como ao aumento da seca e de problemas ambientais. É necessário é acelerar processos. Uma declaração de impacte ambiental não pode demorar cinco anos. Ao demorar cinco anos, estamos a ter um prejuízo ambiental”, diz ainda.

Luís Minas, da Associação de Regantes do Xevora, destacou o dia da assinatura da empreitada, que surge “finalmente, depois de se esperar 20 anos”. Disse ainda que “se calhar só estamos aqui hoje porque quem pagou o estudo de impacte ambiental foi a nossa Associação”. Pediu ainda ajuda para a criação de charcas de apoio às explorações agrícolas e que a estrada de acesso à barragem, atualmente em mau estado, “seja arranjada”.

Já Luís Rosinha garante que este é um “dia muito importante”, dado tratar-se de um dos maiores investimentos de sempre feitos no concelho de Campo Maior, “se não o maior”. “Seguir-se-á uma outra fase, a da estação elevatória, que vai ser financiada, mas apenas a partir do ano de 2026, mas o que importa, nesta altura, é perceber que estes 1.600 hectares, no final da conclusão desta mesma empreitada, já obterão todos capacidade de regadio”, adianta.

Ao todo, serão mais de 40 proprietários de terras, na envolvência do Abrilongo, que passadas mais de duas décadas, veem esta obra em construção. “Tínhamos uma barragem sem aproveitamento, com um paredão que aguardava por esta obra, que em boa hora, tanto o Governo anterior, como o Governo agora em funções, decidiram levar por diante, e que culmina hoje com a assinatura da consignação”, diz ainda Luís Rosinha.

Com esta obra da rede de rega do Xévora, a juntar à Barragem do Caia, o autarca assegura que haverá “condições para futuros investimentos na área da agricultura” no concelho.

O prazo de execução da obra é de 12 meses, com os trabalhos a iniciarem-se ainda este ano, estando agora o contrato a ser enviado para validação do Tribunal de Contas.