O grupo de Saúde e Desporto da ADS Extremadura Natural organiza a 1 de dezembro, em Badajoz, a primeira edição da “Corrida do Homem”.
A prova, que conta com três modalidades – corrida, caminhada e marcha nórdica –, terá a sua partida e meta na Puerta Trece e percorrerá a margem esquerda do Parque do Guadiana, num total de 8,5 quilómetros. Apenas a corrida terá uma vertente competitiva, sendo que os primeiros dez classificados, homens e mulheres, terão direito a prémios, num total de 800 euros.
As inscrições, que podem ser feitas presencialmente no Be Padel, em Badajoz, ou por WhatsApp (665 270 26), têm um custo de sete euros, sendo que 50% por cento dos lucros revertem em prol da Cruz Vermelha e os outros 50 para o projeto “BadaSports 24/30”, que a ADS Extremadura Natural deseja iniciar em 2025.
Esta será a primeira prova pontuável para o circuito “Silvestrada Pacense”, que inclui três competições: a Corrida do Homem, a Corrida Infantil de Natal e a São Silvestre Pacense. Em jogo estão prémios de 150, 100 e 50 euros, para os três primeiros homens e três primeiras mulheres que, participando e finalizando as três provas, entre as vinte primeiras posições, obtenham as melhores classificações.
As inscrições encerram a 25 de novembro ou até se esgotarem os 500 dorsais.
O melhor de Portugal e Espanha, sobretudo do Alentejo e da Extremadura, volta a ser o mote da Fehispor, feira que, já na sua 33ª edição, abriu as suas portas, ao final da manhã desta quinta-feira, 7 de novembro, nos pavilhões da IFEBA, em Badajoz.
Turismo, economia, cultura e gastronomia são os ingredientes do certame que, segundo o alcaide de Badajoz, Ignacio Gragera, serve para “pensar o futuro” deste território fronteiriço, tendo sempre por base “o compromisso assumido” com a região. O evento, adianta, não é nada mais que um “ponto de encontro anual”, no qual se procura manter a relação comercial e profissional estabelecida entre os dois lados da fronteira.
Presente na inauguração do certame esteve a Cônsul Geral de Portugal em Sevilha, Cláudia Boesch, que ali encontrou “um lugar que une Portugal e Espanha”. Pela primeira vez na Fehispor, e dizendo-se “surpreendida” com a adesão de participantes e com o número de edições que certame já leva, Cláudia Boesch destaca ainda o espírito de “conexão e vizinhança” que se vive na raia.
Já o presidente da Câmara de Campo Maior, Luís Rosinha, garante ser “obrigatória” a presença da vila e do município neste evento. “Estamos sempre aqui ao lado do Ayuntamiento de Badajoz, também na perspetiva de virmos cá divulgar o nosso território. Campo Maior está sempre disponível para receber as pessoas de fora e é isso que vimos cá demonstrar, com imensos espaços museológicos”, acrescenta.
A Delta Cafés continua a ser uma parceira do evento, que, como lembra o presidente do conselho de administração da empresa, João Manuel Nabeiro, agrega o que “de bom” se faz em Portugal e Espanha. “É um momento de comunhão, em que as pessoas traçam os seus planos, apresentam os seus produtos e satisfazem-se com a alegria desta feira”, diz aos nossos microfones.
A cidade de Elvas, representada no evento ao lado de Campo Maior e de Badajoz, integrando a stand da EuroBEC, lembra a vereadora Vitória Branco, está presente no certame desde a sua primeira edição. Embora a população de Badajoz, de forma geral, conheça Elvas, a intenção do município, garante a autarca, é que, para além da restauração, os visitantes possam conhecer também a componente monumental da cidade.
Para o Município de Estremoz é “fundamental” estar presente no evento, garante o presidente José Daniel Sádio, tendo em conta a intenção de afirmar este como “um concelho central”. Desta vez, a autarquia apostou, sobretudo, na promoção da Cidade do Vinho 2025 no evento, de acordo com a vice-presidente Sónia Caldeira.
Também a Câmara de Vila Viçosa está representada no certame, para dar a conhecer, para além do seu património e a sua gastronomia, o seu novo roteiro-mapa turístico, explica o vice-presidente Tiago Salgueiro. “O que pretendemos fazer é divulgar o que Vila Viçosa tem, em termos patrimoniais, e que se torna bastante apetecível para o mercado espanhol”, garante.
Até domingo, para além dos muitos expositores e stands institucionais, não faltam os mais diversos atrativos para o público, como várias exposições, como a de comemoração dos 65 anos da Barbie, um concurso de cortadores de presunto, uma nova edição da Turiberia e o II Encontro de Jovens Empresários.
A obra de reabilitação do Cineteatro Florbela Espanca, em Vila Viçosa, é inaugurada amanhã, sexta-feira, 8 de novembro, pelas 10 horas, na presença do secretário de Estado da Administração Local e Ordenamento do Território, Hernâni Dias. Até domingo, dia 10, serão várias as atividades culturais promovidas naquele renovado equipamento, que se encontra encerrado há já vários anos.
Não tendo dúvidas de que este espaço vai permitir “dar uma maior projeção” à programação cultural da autarquia, o vice-presidente da Câmara, Tiago Salgueiro, garante que aquele é um “equipamento fundamental” para Vila Viçosa. “Aconteceram alguns imprevistos no decurso das intervenções que foram sendo feitas, sobretudo o trágico incêndio que ocorreu no ano passado, mas isso não nos impediu de darmos continuidade ao projeto de requalificação, com o apoio de várias instituições, e estamos em condições de poder proceder à reabertura já no próximo mês de novembro”, revela.
Entre amanhã e domingo, o objetivo da Câmara Municipal é “permitir que a população conheça toda a intervenção que teve lugar”. Por outro lado, diz Tiago Salgueiro, a autarquia pretende que, daqui por diante, a população passe a usufruir de “uma programação cultural diferente, através de uma agenda específica”. Essa programação, garante, está já a ser preparada.
Até então, e durante mais de uma década, com o cineteatro encerrado, recorda ainda o autarca, a Câmara Municipal viu-se obrigada a procurar alternativas para poder realizar vários eventos, desde colóquios, a workshops, sessões de cinema e concertos. “Foi necessário, muitas vezes, recorrer à imaginação, para poder utilizar outros espaços alternativos que, do ponto de vista logístico, tinham maiores implicações para os próprios serviços do Município”, assegura.
Com a reabertura do cineteatro, que tem uma “localização excecional”, vai ser possível “dinamizar, de forma diferente, tudo aquilo que é a oferta cultural em Vila Viçosa”, diz ainda Tiago Salgueiro, que garante que o espaço terá agora uma “nova vida, também em termos de programação cultural”.
Depois da inauguração, o Cineteatro Florbela Espanca acolhe no sábado à noite um concerto da Banda da Força Aérea, no âmbito das Comemorações dos 50 anos do Estado-Maior-General das Forças Armadas e da Evocação do “Condestável Nuno Álvares Pereira, São Nuno de Santa Maria”. Já no domingo, será exibido, em três sessões, o filme “A Bruxa do Castelo de Vila Viçosa”.
Eva Oliveira é candidata a Miss Alentejo, um dos muitos eventos promovidos, em todo o país, pela CNB, para eleger as finalistas a Miss Portugal, isto, depois de já este ano ter representado Elvas na final nacional do concurso de beleza, em Castelo Branco.
Se voltar a chegar à final da Miss Portugal, Eva vai estar a competir em casa, uma vez que a última etapa do concurso terá lugar, no próximo ano, na cidade Património Mundial. Eva confessa que, no ano passado, ao ter chegado tão longe, acabou por concretizar “um sonho” antigo.
Para ser coroada Miss Popular ou Miss Fotogenia Alentejo, Eva Oliveira precisa da ajuda de todos, através de uma votação que é feita via telefone (760 459 199) e através do site da CNB (aqui). A gala da Miss Alentejo está marcada para o próximo dia 30 de novembro, sendo que a organização ainda não revelou em que localidade se vai realizar. Certo é que a final nacional da Miss Portugal, em 2025, terá lugar em Elvas.
A entrevista completa a Eva Oliveira, onde recorda como se apaixonou por esta área da moda, o momento em que deixou para trás o seu sonho, após o casamento e a maternidade, e até à forma inesperada como regressou às passerelles, já depois dos 40 anos, para ouvir no podcast abaixo:
O Instituto Português do Desporto e Juventude (IPDJ), através do Plano Nacional de Ética no Desporto (PNED), decidiu alargar o Prémio de Imprensa “Desporto com Ética” à Rádio e à Televisão.
Para a edição de 2024, cujas candidaturas devem ser apresentadas entre os dias 1 e 31 de janeiro de 2025, podem concorrer autores detentores ou não de carteira profissional, com trabalhos publicados ou difundidos em órgãos de comunicação social portuguesa, com sede em Portugal Continental, nas Regiões Autónomas dos Açores e da Madeira e registados na Entidade Reguladora da Comunicação (ERC), ou das comunidades portuguesas emigrantes.
Para além dos trabalhos publicados na imprensa regional, nacional desportiva e/ou generalista, passam também a ser admitidas reportagens emitidas em rádio e televisão. Os prémios para os três segmentos, três em cada um, atingem os 4.500 euros.
O Prémio de Imprensa “Desporto com Ética”, uma parceria com o CNID – Associação dos Jornalistas de Desporto, tem por objetivo incentivar e premiar a publicação de trabalhos divulgados na comunicação social, independentemente do formato e suporte, que versem exclusivamente sobre temas relacionados com a ética no desporto.
Os trabalhos jornalísticos devem ser submetidos através do email concursos@pned.pt
Para mais informação, os interessados devem consultar o portal www.pned.ipdj.gov.pt.
A obra de reabilitação do Cineteatro Florbela Espanca, em Vila Viçosa, é inaugurada na próxima sexta-feira, 8 de novembro, pelas 10 horas, na presença do secretário de Estado da Administração Local e Ordenamento do Território, Hernâni Dias.
“Este importante espaço histórico foi inaugurado em 1957 e, após vários anos encerrado, devido a problemas estruturais, começou a ser intervencionado em 2021. No entanto, um incêndio com origem numa avaria elétrica, no dia 31 de julho de 2023, destruiu e colapsou a sua cobertura, impossibilitando a sua reabertura ainda nesse ano”, recorda o Município de Vila Viçosa em comunicado de imprensa.
O município de Vila Viçosa vai agora, “finalmente, devolver este espaço cultural emblemática aos seus munícipes”.
Através da Missão Cascas Solidárias, quem, em Estremoz, reciclar cascas de fruta e de legumes, vai estar a contribuir para uma causa solidária.
À quantidade de resíduos orgânicos que a população separar e depositar, nos equipamentos domésticos ou comunitários, será atribuído um valor que, posteriormente, irá ser convertido em apoio monetário.
O projeto, já com algum tempo de existência, lembra a vice-presidente da Câmara de Estremoz, Sónia Caldeira, iniciou-se com um trabalho de sensibilização da população, para que as pessoas tivessem os seus próprios compostores. Desta vez, adianta, a Missão Cascas Solidárias reverte para a aquisição de cadeiras de rodas.
Ao separar e valorizar os biorresíduos, através da compostagem, a população está a contribuir para o bem-estar ambiental, social e económico do concelho. O apelo, por parte do município, para que as pessoas peçam os seus compostores domésticos, revela Sónia Caldeira, tem sido “constante”. A autarca destaca a importância do projeto, “não só pela redução de lixo que é deitado em contentores de lixo doméstico, mas porque pode ser aproveitado por quem tem um quintal em casa e gosta de ter plantas. Desta maneira, consegue utilizar a compostagem (para fazer fertilizante 100% orgânico)”.
Para fazer o depósito de resíduos orgânicos existem duas formas: nas ilhas de compostagem disponíveis no centro de Estremoz, através de um cartão de acesso e de um recipiente gratuito, ambos requisitados na Câmara Municipal. É também possível adquirir um compostor doméstico em qualquer uma das Juntas de Freguesia do concelho ou ligando para o 268 339 200.
Quase 40% do que é colocado no lixo comum são resíduos orgânicos que, se reciclados, deixariam de ser uma despesa e passavam a ser uma fonte de investimento. Quem fizer compostagem vai estar a contribuir para a redução do desperdício alimentar e da quantidade de resíduos enviados para aterro; vai produzir, de forma gratuita, fertilizante orgânico de elevado valor nutricional; contribui para a mitigação das alterações climáticas e para o combate à desertificação dos solos, assim como para a redução dos custos com o transporte e tratamento do lixo indiferenciado. Além disso, em Estremoz, ao fazer compostagem a população poderá ainda apoiar instituições de solidariedade social locais, por meio da iniciativa Missão Cascas Solidárias.
Com vista a manter viva uma das maiores tradições do concelho, a associação juvenil Arkus lançou, recentemente, o projeto Ronquinhas D’Elvas, através do qual as crianças têm oportunidade de aprender a tocar ronca e a explorar as canções tradicionais de Natal, numa introdução divertida e educativa ao mundo da música e da cultura local.
Segundo explica uma das responsáveis pelo projeto, Melanie Carona (na imagem), este grupo de crianças virá, no futuro, a acompanhar o grupo Roncas d’Elvas, nos seus espetáculos por Portugal fora e, “quem sabe, pelo estrangeiro também”. “Apesar de termos pessoal jovem no grupo, não temos crianças e onde começa a tradição é nas crianças e é nelas que se vai manter”, adianta.
Este projeto, que surge do sucesso da iniciativa “Viver a Tradição!”, através do qual se procura “juntar o maior número de crianças a tocar ronca”, é aberto a crianças de diferentes idades. Inicialmente, era apenas destinado a crianças dos seis aos dez anos, mas “dada a procura”, a Arkus decidiu alargar a todas aquelas que se mostrem interessadas. Atualmente, o grupo é formado por “entre dez a 12” crianças. “Espero que estas Ronquinhas sejam as futuras Roncas d’Elvas mais tarde”, diz ainda Melanie Carona.
Os ensaios das “Ronquinhas d’Elvas” acontecem às segundas-feiras, entre as 18 e as 19 horas, na sede da Arkus.
A Escola Secundária de Campo Maior e o Centro Escolar Comendador Rui Nabeiro receberam, esta terça feira, dia 5 de novembro, o exercício público de sensibilização para o risco sísmico, A Terra Treme.
A iniciativa, promovida pela Autoridade Nacional de Emergência e Proteção Civil, em colaboração com o Município de Campo Maior e com o Agrupamento de Escolas do Concelho, procurou exercitar os “três gestos que salvam – baixar, proteger e aguardar” – e dar a conhecer a todos os alunos, docentes e não docentes as medidas preventivas e os comportamentos de autoproteção a adotar antes, durante e depois de um sismo.
O vice-presidente do Município, Paulo Pinheiro, a vereadora São Silveirinha, o Diretor do Agrupamento de Escolas, Jaime Carmona, dois engenheiros, em representação do Comando Sub-Regional de Emergência e Proteção Civil do Alto Alentejo, em Portalegre, que fizeram o acompanhamento da evacuação de forma a poderem apresentar sugestões criticas e de melhoria e a Guarda Nacional Republicana, da Secção de Prevenção Criminal e Policiamento Comunitário, no âmbito do programa Escola Segura do Destacamento Territorial da GNR de Elvas, estiveram presentes no decorrer do exercício que contribuiu para o incremento de uma sociedade mais segura e resiliente às catástrofes.
O artista plástico Francisco Trêpa, no âmbito da exposição coletiva “Canção de Setembro”, patente ao público no espaço.arte, em Campo Maior, até domingo, 10 de novembro, foi, na tarde desta terça-feira, dia 5, o protagonista de mais uma “Conversa de Artista”, promovida pela Câmara Municipal.
Desta exposição da coleção António Cachola, começa por explicar o artista, fazem parte duas obras suas, sendo que ambas, garante Francisco Trêpa, acabam por ter uma relação com o tema da exposição: as flores de papel de Campo Maior. “São duas obras que foram adquiridas este ano e sei que o tema desta exposição tem a ver com a festa das flores e, nesse sentido, o colecionador António Cachola escolheu estas duas peças. Uma das peças é uma flor, da minha última exposição, que tinha como título “Flor Cadáver”, que fala de uma flor que tem um metro de comprimento e outra peça, que é o ‘Abraço’”, começa por dizer.
Quando a relação entre a flor de Francisco Trêpa com as Festas do Povo é evidente, o artista encontra também uma relação muito próxima entre o grande evento da vila e a obra “Abraço”. “Nestas festas há um sentido comunitário muito grande e, por isso, acho que esta peça se relaciona muito bem com o tema da exposição”, acrescenta.
Aos alunos de 3º ciclo de Campo Maior, a quem se dirigiu a iniciativa, Francisco Trêpa esteve a falar, não só sobre as duas peças em exposição, mas sobretudo do seu mais recente projeto e do seu trajeto. Garantindo que ser artista é uma profissão, espera ainda que, com esta conversa, possa ter ajudado os alunos, quando se aproxima a altura de escolherem a área de formação a seguir.
Já a vereadora São Silveirinha lembra que, com esta iniciativa, a Câmara Municipal continua “a apostar na educação pela arte”, até porque a autarquia tem, juntamente com o Agrupamento de Escolas de Campo Maior, protocolado o Plano Nacional das Artes. “Temos sempre o cuidado de, no final de cada exposição, trazer uma ‘Conversa de Artista’, às vezes acompanhada também de um workshop, para o público escolar e para quem quiser participar”, diz ainda a autarca.
Presente na sessão esteve também o colecionador e comendador António Cachola.