A GNR identificou, na passada quinta-feira, 30 de janeiro, um homem de 50 anos e uma mulher de 39 por furto de pneus, no concelho de Portalegre.
“No âmbito de uma denúncia por furto de dois pneus, no concelho de Abrantes, os militares da Guarda realizaram diligências policiais que permitiram identificar e localizar os suspeitos, no concelho de Portalegre, e recuperar o material furtado”, revela o Comando Territorial de Portalegre da GNR em comunicado.
A ação culminou na identificação dos indivíduos, sendo que os factos foram comunicados ao Tribunal Judicial de Abrantes.
O Núcleo de Campo Maior da Liga dos Combatentes organizou no passado sábado, dia 1 de fevereiro, uma prova de vinhos na sede da associação.
Nesta tarde de convívio marcaram presença o presidente da Câmara de Campo Maior, Luís Rosinha, Anabela Carrilho, em representação da Assembleia Municipal, e o presidente da Junta de Freguesia da Expectação, Hugo Rodrigo.
O convívio foi dirigido aos sócios do Núcleo de Campo Maior da Liga dos Combatentes. A ocasião contou com a participação de nove produtores e a animação a cargo de José Silva.
A parceria que a Academia Sénior de Arronches mantém com diversas instituições do concelho e da região continua a dar frutos e a turma recebe, nas suas aulas, profissionais com formação para prestar informações úteis nas mais diversas áreas.
Uma vez mais, na aula de Cidadania do passado dia 29 de janeiro e a convite da dinamizadora Sónia Pires, voltaram ao contacto com os alunos os técnicos do Centro de Saúde de Arronches, desta feita para abordar a temática dos direitos e deveres do utente.
Acompanhada pela enfermeira Cecília Pires, a estudante da Escola Superior de Saúde do Instituto Politécnico de Portalegre, Patrícia Antunes explicou que, na visita aos estabelecimentos de saúde, o utente tem o direito à escolha, a aceitar ou recusar qualquer prestação de cuidados, a receber cuidados apropriados, ao atendimento, ao sigilo, à informação sobre a sua situação de saúde, à assistência espiritual e religiosa, a queixas e reclamações, à associação e, no caso de menores ou incapazes, de acompanhamento. Por outro lado, os utentes deverão respeitar os direitos de outrem, respeitar as regras de funcionamento do espaço, colaborar com os profissionais de saúde e pagar os encargos da prestação de cuidados de saúde.
No final da apresentação, durante a qual foram distribuídos folhetos informativos, os alunos presentes tiveram a oportunidade de colocar as suas questões, as quais foram devidamente esclarecidas pelas supracitadas profissionais de saúde.
O Centro de Saúde de Arronches irá voltar à Academia Sénior no dia 19 de fevereiro com o tema “Medidas não Farmacológicas para o Alívio da Dor”.
O Politécnico de Portalegre tem abertas, desde sábado, 1 de fevereiro, as candidaturas aos seus primeiros doutoramentos: em Hidrogénio e Gases Renováveis; em Agricultura Sustentável e em Economia Circular.
Estes cursos colocam o Politécnico na linha da frente no que toca à investigação e ao ensino de excelência nas áreas da sustentabilidade, economia circular e transição energética, com uma forte ligação ao desenvolvimento de soluções inovadoras adaptadas à indústria, numa estratégia de transferência de conhecimento e tecnologia.
O doutoramento em Hidrogénio e Gases Renováveis é o primeiro, em Portugal, especificamente nesta temática; uma temática com grande atualidade no país e no mundo, dada a urgência numa efetiva descarbonização. O hidrogénio e os gases renováveis permitem criar uma sociedade ambientalmente sustentável.
Com um corpo docente muito especializado, o referido doutoramento resulta do facto de este ser um eixo prioritário para o Politécnico de Portalegre, não só no que se refere à formação lecionada na sua Escola Superior de Tecnologia, Gestão e Design; como também no que respeita à participação num conjunto de projetos nacionais e internacionais de I&DT, a decorrer; às muitas parcerias com a indústria e ao desenvolvimento do próprio centro de experimentação semi-industrial, à escala piloto. O curso tem parceria com o CEFET, Universidade Federal do Rio de Janeiro.
O doutoramento em Agricultura Sustentável é um curso em associação entre o Politécnico de Portalegre (Escola Superior de Biociências de Elvas) e a Universidade de Lisboa (Instituto Superior de Agronomia).
Visa proporcionar formação teórica, metodológica e contextual avançada e promover investigação pertinente através da integração de competências em agricultura, ciência e engenharia agronómica. Pretende-se, através da colaboração com o tecido empresarial da área do ciclo de estudos, contribuir para a resolução de problemas das empresas, baseando o ensino em atividades de PBL (Project Based Learning), de forma inovadora e integrada, contribuindo para a otimização das cadeias de valor particulares das regiões.
O doutoramento em Economia Circular foi criado em associação entre o Politécnico de Portalegre (Escola Superior de Biociências de Elvas) e a Universidade de Évora (Escola de Ciências e Tecnologia).
A sustentabilidade do planeta está cada vez mais dependente da circularidade da economia e da nossa capacidade de reinventar, valorizar e reutilizar infraestruturas, equipamentos e subprodutos.
O ciclo de estudos está orientado para dotar os estudantes de competências transversais, técnicas e científicas capazes de promover a economia circular de forma generalizada nos diferentes setores da economia, vital para a prossecução dos objetivos do desenvolvimento sustentável.
A Câmara Municipal de Elvas encontra-se a realizar uma intervenção no edifício sede da Associação Cultural e Desportiva da Belhó-Raposeira, com vista à sua requalificação e ampliação.
Relembrando as obras já executadas no atual mandato, o presidente da Câmara de Elvas, Rondão Almeida, explica que esta requalificação, cujo investimento “ronda os 60 mil euros”, faz parte do leque de intervenções levadas a cabo pelo município, no que toca “às necessidades do movimento associativo” do concelho. “Ainda recentemente, acabamos um investimento de quase 200 mil euros, na requalificação do prédio onde está a 1º de Dezembro. Temos feito obras, desde o quartel dos Bombeiros Voluntários, passando pelo Clube Elvense de Natação”, lembra o autarca.
Todos estes investimentos são “justificáveis”, garante Rondão Almeida, pelo facto de serem as associações as responsáveis por “criar as dinâmicas, sejam elas recreativas, desportivas, culturais, sociais ou até económicas” do concelho. Ao poder político, diz ainda, “compete criar as condições para que as associações possam desenvolver as suas atividades”.
A empreitada em curso, na sede da Associação Cultural e Desportiva da Belhó-Raposeira, tem como objetivo reabilitar o espaço e fazer a ampliação das atuais instalações para responder às necessidades existentes. A obra consiste em ampliar a sede, construindo no seguimento do edifício existente, com as devidas interligações, uma cozinha e um salão principal multiusos para fazer face aos eventos e atividades que a associação promove.
A Arkus, Associação Juvenil, vai realizar uma noite de fados, no dia 21 de fevereiro, sexta-feira, pelas 20h, na sua respetiva sede, localizada na Rua 14 de Janeiro, nº 15, em Elvas.
Esta noite de fados, conta a presença do poeta José Martins e de variados fadistas, entre os quais: Joana Capelas, Mariana Guerra e Coronel Varandas. Nas cordas, estarão acompanhados por Paulo Cachinho na guitarra portuguesa e por Joaquim Ferreira na viola de fado.
O evento tem o custo de 25 euros com jantar incluído, sendo que é requerido o pagamento de 50% no ato da reserva.
Tendo em conta a falta de mão de obra disponível, o concurso para a obra de requalificação do espaço público, junto à Rua General Humberto Delgado, em Arronches, onde todos os anos se realiza a exposição de gado da Feira de Atividades Económicas, voltou a ficar deserto.
Em cima da mesa está uma obra que resultará de um investimento de mais um milhão de euros, que o presidente da Câmara, João Crespo, espera que possa ser lançada a concurso, novamente, “muito em breve”. Na expectativa que num terceiro concurso possam já surgir concorrentes, João Crespo assegura que “as empresas não concorrem porque não têm mão de obra disponível”.
“É algo que estamos a assistir. É a segunda vez que este concurso fica deserto e temos conhecimento que também os concursos de outros municípios, com obras de grande monta, ficaram desertos”, acrescenta.
Com esta obra, “programada há já bastante tempo”, o município procura não só “embelezar” aquela zona da vila, mas também criar uma bolsa de estacionamento. Essa bolsa de estacionamento é muito necessária, explica João Crespo, tendo em conta os constrangimentos diários naquela zona mais a sul de Arronches, onde existe uma grande concentração de serviços.
A obra, a par da criação de uma bolsa de estacionamento, com mais de 20 lugares, prevê, entre outros, a requalificação do campo de jogos, a colocação de uma de pérgula vegetal no seguimento da existente para aumentar a área de sombra, a criação de um parque de merendas, a requalificação do parque infantil, a instalação de mobiliário urbano e sinalética e a plantação de árvores autóctones.
A empresa elvense Sereno & Fonseca, que se tem dedicado, ao longo dos últimos anos, à transformação da Ameixa Rainha Cláudia, exclusivamente proveniente de ameixieiras localizadas no perímetro de Elvas, vai encerrar a sua produção.
Explicando os motivos que levam a este encerramento, o empresário José Carlos Fonseca revela, por outro lado, que a Fábrica-Museu da Ameixa de Elvas, localizada na Rua Martim Mendes, no centro histórico da cidade, vai manter-se aberta ao público: “a produção encerrou porque eu já tenha uma idade que não me permite andar a carregar e a descarregar fruta”.
Estando a fábrica localizada numa zona onde os fornecedores não chegam com as suas viaturas de transporte, o empresário lembra que era sempre ele quem ia ao encontro dos produtores, fazendo a carga e descarga da matéria-prima. “Um jovem consegue fazê-lo (as cargas e descargas), agora uma pessoa com mais idade já não”, assegura, dando conta que, por ano, a empresa “trabalhava cerca de seis toneladas” de fruta.
Lembrando que muitos dos turistas que visitam Elvas passam pela Fábrica-Museu, José Carlos Fonseca garante que é importante mantê-la aberta ao público: “temos registo de 30 mil pessoas que entraram aqui no museu e compraram, por isso, o património tem de estar aberto”.
Agora, a empresa prepara-se para fazer a transação do negócio ou estabelecer parcerias com outras entidades. “Temos várias ofertas, há várias entidades que se aproximaram para fazer ou parceira ou transação”, revela o responsável. Embora este seja um negócio que não se debate com a falta de clientes, o problema da localização da fábrica impede a melhoria da produção. “Precisa de mais maquinaria, mas nós estamos num sítio que só funciona mesmo à base da mão de obra. Terá de passar por uma mistura de produção artesanal com industrial, para ter o sucesso que o produto precisa”, acrescenta.
A par da ameixa, e através de um processo de confitagem, a Sereno & Fonseca vinha também a transformar o alperce, o figo e o pêssego.
Localizada na antiga fábrica Frutas Doces, fundada em 1919, a Fábrica-Museu era, aos dias de hoje, a única fábrica de Ameixas de Elvas ainda a laborar de acordo com o processo tradicional e a receita original dos conventos quinhentistas.
Neste espaço museológico, o visitante tem oportunidade de conhecer, não só a história desta especialidade, mas também a importância desta atividade económica no desenvolvimento da cidade de Elvas.
Há um novo projeto empresarial a nascer em Campo Maior. Trata-se de uma empresa que vai dedicar a sua produção ao cultivo de cannabis medicinal.
Destacando a importância de projetos com esta “envergadura”, tendo em conta “o dinamismo económico e a criação de postos de trabalho”, o presidente da Câmara, Luís Rosinha, a acompanhar o processo desde a primeira hora, garante que a procura das empresas por Campo Maior para se instalarem resulta muito do trabalho levado a cabo pela autarquia.
“Temos acompanhado a instalação desta empresa desde os primórdios, desde a intenção em se fixar em Campo Maior. Chegamos agora a uma fase em que, estrategicamente, a empresa está em vésperas de se colocar ao serviço”, diz ainda Luís Rosinha.
O programa CLDS-5G de Borba, designado “LaBORatório Social – CLDS BORBA – 5G”, é um projeto que promove a inclusão social de grupos populacionais com maior nível de fragilidade social num determinado território. De forma a combater a exclusão social fortemente marcada, os níveis de desemprego, situações de pobreza e de envelhecimento das populações residentes, bem como o desenvolvimento social e capacitação comunitária da população mobilizados para o efeito na integração de diversos agentes e recursos disponíveis no território.
O projeto tem a duração de 48 meses, a iniciar a 1 de março de 2025, é financiado em 85% pelo FSE através do Programa Pessoas 2030 e apresenta um custo total de 582 mil euros.
O mesmo é desenvolvido pelo Município de Borba e contempla os quatro eixos (emprego, formação e qualificação – da qual a Associação Desenvolvimento Montes Claros é parceira, o combate à pobreza e à exclusão social das crianças e dos jovens, promotor de uma efetiva garantia para a infância; a promoção da autonomia, envelhecimento ativo e longevidade; e o desenvolvimento social, capacitação comunitária e intervenção em contextos de emergência social e de cenários de exceção).
A operação tem como finalidade promover a inclusão social dos cidadãos, através de ações a executar em parceria, por forma a combater a pobreza persistente e a exclusão social, tendo como objetivos: Combater o desemprego, através da redução da sazonalidade e precariedade dos vínculos laborais; combater a fragilidade sócio económica das famílias e situações de pobreza, incluindo a comunidade cigana e a comunidade imigrante; apoiar as crianças e jovens em situação de vulnerabilidade; criar mecanismos de acompanhamento para a redução das condições fragilidade das famílias e das crianças; melhorar a qualidade de vida dos mais idosos, combater o índice de envelhecimento e apoiar os que vivem sozinhos, isolados e situação de vulnerabilidade, em razão da sua condição física, psicológica, ou outra que possa colocar a sua segurança em causa.