Marcelo Rebelo de Sousa veta desagregação de freguesias

O Presidente da República vetou ontem, 12 de fevereiro, o decreto do Parlamento que desagrega 135 uniões de freguesias, repondo 302 destas autarquias locais.

De acordo com nota publicada no site oficial da Presidência da República, Marcelo Rebelo de Sousa aponta três razões para a recusa: as dúvidas sobre a aplicação do novo mapa até às autárquicas, “daqui a pouco mais de seis meses”, a falta de transparência do processo na Assembleia da República e de envolvimento das autarquias num novo modelo de governação.

O Parlamento tinha aprovado a reposição de 302 freguesias por desagregação de uniões de freguesias criadas pela reforma administrativa de 2013, com os votos a favor do PSD, PS, Bloco de Esquerda, PCP, Livre, PAN e CDS-PP, o voto contra da Iniciativa Liberal e a abstenção do Chega.

A mensagem enviada por Marcelo Rebelo de Sousa ao Presidente da Assembleia da República para ler na íntegra:

“Palácio de Belém, 12 de fevereiro de 2025

A Sua Excelência o Presidente da Assembleia da República,

Assunto: Decreto da Assembleia da República n.º 37/XVI, de 17 de janeiro de 2025, sobre “Reposição de freguesias agregadas pela Lei n.º 1-A/2013, de 28 de janeiro, concluindo o procedimento especial, simplificado e transitório de criação de freguesias previsto na Lei n.º 39/2021, de 24 de junho”

1. São três as principais dúvidas que se podem suscitar – e têm sido suscitadas – acerca do novo mapa de freguesias, constante do Decreto submetido a promulgação.

2. A primeira é a de implicar uma reversão – para alguns um grave retrocesso –, num caminho de reordenamento e de racionalização do Poder Local, assim questionando a essência da reforma de 2013.

Quanto a esta dúvida, um juízo sereno demonstra que, de facto, há uma reversão parcial da reforma e que ela é contraditória com a linha dominante, inspirada pelas instituições europeias, de um envolvimento das autoridades locais num novo modelo multinível de governança, como evidenciado no relatório de abril 2024 de Enrico Letta.

E não se afigura desejável haver orientações flutuantes, num caminho definido, mesmo que ele motivasse reparos ou críticas pelo seu radicalismo, ou processo, como, na altura, exprimi, como cidadão.

No entanto, o certo é que, em Democracia, por definição, as mudanças de Governo, de maioria parlamentar ou, tão somente, de orientação, são possíveis e traduzem um pulsar normal do pluralismo democrático.

Aliás, a revisão cobre apenas menos de um terço das agregações de 2013 e não toca nas entidades supramunicipais, versadas naquela ocasião.

Isto mais se acentua com o facto de a maioria parlamentar votante agora ser muito mais representativa do que a de 2013, só se opondo um partido – a Iniciativa Liberal.

Mais ainda – os partidos defensores de caminho oposto, em 2011 e em 2013, subscreveram e votaram a nova solução.

Finalmente, nos termos da lei, ela traduziu prévia expressão de vontade das populações.

Logo, esta dúvida não apresenta a seu favor argumentos que pesem decisivamente contra a promulgação do Decreto.

3. Segunda dúvida suscitável e suscitada respeita ao processo que culminou no Decreto. A sua falta de compreensão ou transparência pública, os seus avanços e recuos, as suas contradições, as hesitações e sucessivas posições partidárias, a inclusão e a exclusão de freguesias, e, sobretudo, o respeito rigoroso dos requisitos técnico-legais a preencher, para ser possível a desagregação.

Quanto à evolução das posições partidárias, não é possível transformar o juízo subjacente à promulgação em escrutínio daquilo que vai sendo a conversão de discordâncias em voto favorável ou abstenção finais. Tudo do foro partidário.

Quanto à análise, freguesia a freguesia, do rigor do cumprimento dos requisitos técnico-legais, é impossível no prazo da promulgação ou veto, aceder o Presidente da República a esse manancial de dados, que ocuparam os parlamentares ao longo de meses, senão de anos, designadamente através de grupo de trabalho cujos trabalhos foram mantidos de forma reservada.

Não seria politicamente e, em especial, legalmente honesto, formular um juízo perentório, positivo ou negativo, sem conhecimento de dados necessariamente numerosos e complexos. Tudo em vinte dias.

4. Resta a última dúvida e essa não menos importante. A da capacidade para aplicar as consequências do novo mapa já às eleições de setembro ou outubro deste ano.

Formalmente, é tudo fácil. A eleição de novos autarcas equivale ao começo da instalação de novas autarquias e, depois, a comissão instaladora curará do resto.

É verdade que o prazo que dista da eleição é superior a seis meses.

Mas, a complexidade da instalação, e resolução dos problemas emergentes é variável de freguesias para freguesias desagregadas e pode ser mesmo, aqui e ali, muito complexo.

Por isso, e não por qualquer fetichismo de datas, em matérias como esta – e isso já aconteceu com matéria mais simples, em 2021 –, considerei desejável evitar alterações legislativas em ano eleitoral.

Se fosse, como aconteceu nas eleições europeias de 2024, apenas facilitar a mobilidade no voto, ou, como se pretendia nas eleições regionais madeirenses, facilitar mobilidade, paridade e voto em Braille, seria mais simples mudar a lei, desde que antes da convocação da eleição.

Na reinstalação, que o mesmo é dizer, recriação de autarquia local, a minha preocupação com a concretização é maior.

Razão esta, e única, para devolver o presente Decreto à Assembleia da República.

Não por questionar a vontade das populações, a legitimidade parlamentar para reversões, a começar nos partidos antes adeptos do revertido, nem por ter matéria de facto disponível para contradizer a aplicação dos requisitos técnico-legais das desagregações.

Apenas por imperativo de consciência quanto à capacidade para executar a nova lei, sem subsequentes questões de Direito – ou de facto – patrimoniais, financeiras, administrativas ou outras, resultantes do tempo disponível.

5. Compete à Assembleia da República, se tal o entender, reafirmar a sua vontade. Assim confirmando aos portugueses que se não tratou de solução ditada por razões ou conveniências conjunturais, antes exprime o resultado de uma longa e serena ponderação, que ditou a inclusão de umas e a exclusão de outras freguesias, numa linha de não só reverter uma política de fundo de 2013, como substituí-la por outra melhor para Portugal.

Nestes termos, devolvo, sem promulgação, nos termos do artigo 136.º, n.º 1, da Constituição, o Decreto da Assembleia da República n.º 37/XVI, de 17 de janeiro de 2025, sobre “Reposição de freguesias agregadas pela Lei n.º 1-A/2013, de 28 de janeiro, concluindo o procedimento especial, simplificado e transitório de criação de freguesias previsto na Lei n.º 39/2021, de 24 de junho”, para que, querendo, a Assembleia da República pondere, uma vez mais, a praticabilidade da aplicação do mencionado diploma no horizonte deste ano eleitoral de 2025.

O Presidente da República
Marcelo Rebelo de Sousa”

Celebra-se esta quinta-feira o Dia Mundial da Rádio

Hoje, 13 de fevereiro, celebra-se o Dia Mundial da Rádio. Foi neste mesmo dia, no ano de 1964, que, pela primeira vez, foi emitido um programa para seis países em simultâneo, pela Rádio das Nações Unidas. Ainda assim, a data só foi proclamada, pela UNESCO, em 2011.

Para perceber que importância a rádio tem para os ouvintes, no seu dia a dia, o jornalista Francisco Mascarenhas saiu à rua:

A rádio, que muitos ditavam o seu fim com o aparecimento da internet, sendo um meio de comunicação de baixo custo e bastante popular, tem vindo a adaptar-se ao desenvolvimento de novas tecnologias, continuando a chegar às áreas mais remotas e às pessoas mais marginalizadas ou isoladas.

O objetivo deste Dia Mundial passa por consciencializar o público da importância da rádio e sensibilizar os decisores políticos para disponibilizarem informação através deste meio e promoverem a cooperação internacional entre emissoras.

As experiências com este meio de comunicação, em Portugal, começaram nos anos 20 do século passado, sendo que a Emissora Nacional de Radiodifusão, atual Antena 1, nasceu em 1935. Um ano depois começam as emissões experimentais da Rádio Renascença. Após a revolução de 25 de Abril de 1974, são nacionalizadas todas as rádios em Portugal, exceção feita à Rádio Renascença. Mais tarde, em 1976, a Emissora Nacional passa a chamar-se Rádio Difusão Portuguesa (RDP) e, desde então, muitas outras rádios foram criadas no país. Mais recentemente, passaram a ocupar um lugar importante nas emissões pela internet.

João Oliveira é o candidato da CDU à Câmara de Évora nas Eleições Autárquicas de 2025

A Coligação Democrática Unitária – CDU – torna público que João Oliveira é o candidato à Presidência da Câmara Municipal de Évora nas Eleições Autárquicas 2025. João Oliveira, 45 anos, advogado, é deputado ao Parlamento Europeu. Foi deputado à Assembleia da República da X à XIV legislatura pelo círculo eleitoral de Évora, tendo assumido o cargo de Presidente do Grupo Parlamentar do PCP entre 2013 e 2022. É membro da Comissão Política do Comité Central do Partido Comunista Português.


Natural de Évora, João Oliveira manteve até hoje uma profunda ligação ao Concelho de onde é natural e onde viveu e estudou. A indicação de João Oliveira como candidato a Presidente da Câmara Municipal de Évora traduz uma aposta prioritária da CDU em Évora, concelho cujo desenvolvimento tem a marca de décadas de gestão CDU no Poder Local Democrático, a que os últimos três mandatos souberam dar expressão e conteúdo, sendo reveladora do grau de compromisso que a CDU tem com as populações do Concelho de Évora e de forma geral do Alentejo.

Ancorada no seu projeto, nos valores do trabalho, honestidade e competência, e no seu enorme e reconhecido património de gestão no Concelho e que fizeram de Évora uma referência nacional e internacional, a candidatura da CDU assume-se como um amplo espaço de convergência de todos os que estão empenhados em manter e reforçar uma gestão democrática, participada, inovadora e de proximidade, que respeite e valorize os trabalhadores da autarquia e que protagoniza a luta e a concretização de grandes projetos que podem elevar o desenvolvimento do Concelho a novos patamares A CDU, força progressista empenhada no desenvolvimento económico, social e cultural do Concelho de Évora, é o grande espaço unitário e democrático, defensor de Abril e das suas conquistas e valores, onde são bem-vindos todos os que intervêm e lutam em Évora pelo direito à habitação, à saúde, à mobilidade, à educação, à cultura e ao desporto, em defesa do ambiente e do desenvolvimento equilibrado do concelho.

João Oliveira fará uma primeira declaração pública na qualidade de candidato da CDU a Presidente da Câmara Municipal de Évora, no próximo dia 14 de Fevereiro, às 18 horas, no Salão Central Eborense, em Évora.

João Crespo recandidata-se pelo PSD à Câmara Municipal de Arronches

João Crespo recandidata-se à presidência da Câmara Municipal de Arronches, pelo PSD, nas eleições autárquicas deste ano.

Muito recentemente, em declarações à Rádio ELVAS, o autarca, a desempenhar funções no seu primeiro mandato, dizia estar disponível para se recandidatar ao cargo, mas que esperava ainda uma decisão do partido que representa (ver aqui). Essa decisão foi anunciada ontem, 11 de fevereiro, pela Comissão Política Nacional do PSD, quando divulgada uma lista de 57 candidatos para as próximas eleições autárquicas.

De recordar que antes de chegar a presidente da Câmara de Arronches, João Crespo, nos dois mandatos anteriores, foi vice-presidente da autarquia, na altura liderada por Fermelinda Carvalho, atual presidente da Câmara Municipal de Portalegre.

Sapadores Florestais da CIMAA em ação de fogo controlado na Serra de São Mamede

As Brigadas de Sapadores Florestais Intermunicipais, pertencentes à Comunidade Intermunicipal do Alto Alentejo (CIMAA), estiveram empenhadas nas ações de fogo controlado realizadas nos dias 3, 4 e 5 de fevereiro, no Parque Natural da Serra de São Mamede, promovidas pelo Instituto de Conservação da Natureza e das Florestas (ICNF).

O uso desta técnica de gestão promove o desenvolvimento sustentável dos ecossistemas florestais, contribuindo para a redução do risco de incêndio e para a manutenção da biodiversidade, garantindo uma melhoria significativa na qualidade dos solos, e a sustentabilidade dos povoamentos florestais a longo prazo.

Mês de São Valentim assinalado com exposição temática em Arronches

Conhecido popularmente como o Dia dos Namorados, o Dia de São Valentim é uma das mais populares efemérides que se comemoram durante o mês de fevereiro, mais precisamente a dia 14. Com uma galeria constantemente ocupada por exposições periódicas, o Município de Arronches optou por dedicar a mostra patente durante o mês de fevereiro precisamente a essa temática.

Assim, na passada sexta-feira, dia 7 de fevereiro, foi inaugurada a exposição denominada ‘O Namoro no Tempo dos Meus Avós’, numa sessão liderada pelo presidente da Câmara Municipal, João Crespo, pela vereadora Maria João Fernandes e por Daniel Balbino, que colaborou com a autarquia através da cedência e organização das peças expostas.

O líder do executivo autárquico agradeceu precisamente a Daniel Balbino por toda a colaboração, uma vez mais extraordinária, deixando também rasgados elogios à vereadora Maria João Fernandes por tudo o que tem feito em prol da cultura no concelho e por ser uma autêntica fonte de inspiração na preservação da memória coletiva e ainda aos colaboradores do Município pelo trabalho desenvolvido para que esta exposição fosse uma realidade. Com um grande entusiasmo por presenciar este regresso ao passado, João Crespo, elogiando as obras expostas, afirmou que, com as mesmas, os visitantes poderão aprender com gerações passadas e, com esta celebração do amor, relembrar o namoro de antigamente e aquilo pelo qual o mesmo se caracterizava. Por fim e antes de agradecer ao público presente e de passar a palavra a Daniel Balbino, o autarca justificou ainda a presença de um baloiço comemorativo junto à Fonte de Elvas, considerando que a sua localização é justamente para fazer a ligação entre o passado e o presente.

Por sua vez, Daniel Balbino aludiu a uma ideia que surgiu em conjunto com a vereadora Maria João Fernandes, tendo, nas suas palavras, apenas cedido os postais, os quais, após aquisição no comércio local ou através de doações, conserva devido ao seu gosto pelo colecionismo. O (porque não dizê-lo?) historiador leu alguns testemunhos da altura, contando ainda outras histórias, reiterando o quanto é bom recordar estes tempos de afetos e ternura. Por fim, não deixou também de dirigir os sinceros agradecimentos aos membros do executivo autárquico, bem como aos colaboradores da autarquia que trabalharam para dar a conhecer esta mostra.

Finalmente, a vereadora Maria João Fernandes agradeceu a presença de todo o público na sala e, antes de convidar os alunos da Academia Sénior a ler algumas quadras, manifestou a sua total gratidão para com Daniel Balbino por todo o auxílio ao longo de vários eventos promovidos pela Câmara Municipal.

Terminada a sessão inaugural, foi tempo de visitar a exposição, com alguns dos presentes a não perder desde logo a oportunidade de tirar algumas fotografias junto ao baloiço no jardim do Largo Serpa Pinto.

Badajoz: de regresso à IFEBA esta quinta-feira, Feira dos Mayores apresenta novidades

A Feira dos Mayores está de regresso, já amanhã, 13 de fevereiro, aos pavilhões da IFEBA, em Badajoz, para aquela que é a sua 26ª edição.

A decorrer até domingo, dia 16, o certame volta a ser “um espaço de encontro, de lazer e de aprendizagem”, tanto para os idosos, como para os profissionais da área, contando com diferentes workshops, muita animação e degustações gastronómicas, revela Sol Giralt, vereadora no Município de Badajoz.

Desta vez, o certame contará com novidades nos três pavilhões e no salão de atos da IFEBA, sendo que, na sexta-feira, dia 14, o destaque da programação do evento vai para a celebração do Dia dos Namorados.

Campo Maior, revela ainda a vereadora, volta a estar em destaque no evento, com a recriação de uma rua engalanada com as famosas flores. Naquele espaço será possível escutar as tradicionais Saias e aprender a fazer flores de papel.

A inauguração do certame está amanhã marcada para as 11 horas (menos uma em Portugal).

Elvas volta a caminhar pela paz no próximo dia 23

O Núcleo de Elvas da Liga dos Combatentes volta, pelo segundo ano consecutivo, a unir-se à Arkus para, no próximo dia 23 de fevereiro, promover mais uma edição da Caminhada pela Paz, em Elvas, três anos passados desde o início da guerra na Ucrânia e do surgimento de outros conflitos armados.

Dado o sucesso da iniciativa, desenvolvida em parceria com a associação juvenil, no ano passado, este “é um projeto que é para continuar”, começa por dizer o presidente do núcleo da Liga dos Combatentes, o sargento-mor José Miguêns. Para além de juntar a componente lúdica, desportiva e social, esta caminhada tem por objetivo “valorizar, em termos muito conturbados e perigosos, a paz”.

No que toca ao percurso, que conta com uma extensão de sete quilómetros, tal como no ano passado, terá início, pelas 10 horas, junto à Capela de Nossa Senhora da Conceição e o seu fim junto ao Santuário do Senhor Jesus da Piedade.

Os momentos de animação desta caminhada estarão a cargo da Arkus, com as Roncas e Ronquinhas d’Elvas a atuarem no mercado da Boa-Fé, revela Raquel Pirota, membro da associação, que promete ainda “algumas surpresas” para o final da caminhada, no Parque da Piedade. “Da nossa parte, não é só a parte da divulgação, da parceria, do apoio, mas mobilizar todos os nossos sócios, todos os nossos projetos, atividades e faixas etárias para esta caminhada muito importante”, assegura.

As inscrições para a caminhada encontram-se abertas até dia 17, sendo que, explica José Miguêns, desta vez, prevêem um contributo facultativo de um euro. As inscrições podem ser feitas através de um dos seguintes contactos: 963 318 007 ou 926 223 861. A organização conta com o apoio da Câmara Municipal de Elvas, a Junta de Freguesia de Assunção, Ajuda, Salvador e Santo Ildefonso, da Delta e do Museu Militar de Elvas.

A entrevista completa a José Miguêns e Raquel Pirota, sobre esta segunda edição da Caminhada pela Paz, para ouvir no podcast abaixo:

“O Ministro” com pratos de fazer “crescer água na boca” na Quinzena Gastronómica Raiana de Campo Maior

De forma a destacar o que de melhor se produz a nível gastronómico no Alentejo e na Extremadura, o Município de Campo Maior está a promover, uma vez mais, a Quinzena Raiana, a decorrer no concelho até ao próximo sábado, dia 15 de fevereiro, em oito estabelecimentos aderentes.

A Taberna “O Ministro” participa novamente nas quinzenas gastronómicas organizadas pela Câmara Municipal, sendo o restaurante assíduo nestas iniciativas que valorizam a região. Estas quinzenas, segundo João Paulo Borrega, proprietário da Taberna “O Ministro”, “realçam o que a região tem, trazendo mais pessoas à vila”. No entanto, assegura, “a gastronomia em Campo Maior ainda tem um longo caminho a percorrer”.  

Cozido de grão, ensopado de borrego e pratos de caça, entre outros pratos regionais, fazem parte da ementa da Taberna “O Ministro” que podem ser degustados “ao longo de todo o ano”, embora “nesta iniciativa estejam mais evidenciados”. Esta ementa “é muito regional, o que foi um risco, principalmente para o público mais jovem, que é muito reticente, mas acabou por ter muita adesão”, realça João Paulo Borrega.

Segundo o proprietário, a “Câmara Municipal de Campo Maior deu as armas que tinha que dar (ao desenvolver diversas atividades), dando muita cultura que, consequentemente, traz muitas pessoas. Agora é a vez da restauração”, diz ainda, acreditando que “esta Quinzena Raiana vai ser muito boa”.

“Nós comerciantes de hotelaria estamos num barco à deriva, apesar da boa ação da Câmara Municipal, é necessário visitar mais as casas da restauração, ver quais são as nossas necessidades, porque estas quinzenas são muito boas para quem está preparado para elas”, comenta ainda o proprietário.  

Adega Mayor celebra o amor com nova edição de rótulos personalizáveis

O amor merece ser celebrado de forma única, criativa e original. A pensar em todos os detalhes, a Adega Mayor lançou uma nova edição de rótulos personalizáveis do Adega Mayor Reserva Tinto, tornando cada brinde ainda mais especial na data mais romântica do ano.

Comemorando este sentimento em todas as suas formas, dimensões e imperfeições, a Adega Mayor apresenta três opções de customização de rótulos do Adega Mayor Reserva Tinto, com uma frase que mistura sentimentos, o gosto pelo vinho e o amor pela cara-metade. Em todas as opções é possível personalizar uma mensagem que contenha até 15 carateres. Esta edição especial encontra-se disponível para encomenda na loja online, com P.V.P. de 15.00€.

A Adega Mayor convida ainda a descobrir a combinação perfeita entre vinho e chocolate, numa experiência única de sabores, que inclui uma visita à Adega desenhada pelo arquiteto Siza Vieira, uma prova de vinhos harmonizados com chocolates e com a duração de 1h30. Para todos os que adquirirem a experiência até ao dia 14 de fevereiro, a Adega Mayor brinda com uma  segunda experiência grátis para usufruírem até ao dia 1 de março.

E porque o amor, assim como a vida, é feito de memórias, sorte a de quem brindar com um vinho Mayor até ao dia 3 de março. A marca lançou um passatempo e um prémio está sempre garantido. Para participar é simples, os consumidores apenas têm de comprar uma garrafa de vinho Adega Mayor Reserva (Tinto ou Branco), aceder ao site www.passatemposadegamayor.pt, preencher o formulário, submeter uma fotografia original alusiva à temática deste dia acompanhada da prova e fazer upload da fatura. Todos os participantes ganham um voucher de visita à Adega Mayor, sendo que as dez fotografias mais originais são premiadas com um voucher para uma experiência única no Pestana Hotel Group.

Consulte o regulamento e mais informações aqui.

A Adega Mayor convida a abrir os sentidos ao Amor, tornando cada momento deste dia ainda mais especial. Um brinde ao amor!