O Auditório do Celeiro da Cultura em Borba foi palco entre os dias 24 e 27 de fevereiro de uma formação para os profissionais da restauração, cujo objetivo foi aprofundarem os seus conhecimentos sobre os diferentes tipos de vinho e a sua harmonização.
Esta formação orientada pelo sommelier Jaime Salsa, está integrada na programação da “Cidade do Vinho 2025”, através da entidade parceira – AHRESP e assegurada pelo Programa Formação + Próxima do Turismo de Portugal.
Ao todo, foram 16 os formandos dos concelhos de Borba, Estremoz, Alandroal, Vila Viçosa, Évora e Arraiolos, que concluíram este curso com a duração de nove horas, tendo permitido aos mesmos conhecerem e aprenderem um pouco mais sobre vinhos.
O Clube de Leitura de Monforte, um projeto idealizado e dinamizado pela Biblioteca Municipal de Monforte, apresentado publicamente no dia 25 de fevereiro de 2014, comemorou, por ocasião da realização da reunião mensal do dia 26 de fevereiro, o seu 11º aniversário na presença de alguns dos seus membros, aos quais se juntaram outros por videoconferência.
Entre as diversas atividades que promove regularmente, todos os meses é proposto determinado escritor, cuja obra é discutida nestas reuniões orientadas por Vitória Medalhas, a Bibliotecária e responsável pelo Clube.
Este mês, falou-se de Fernando Pessoa. Uma escolha que se articulou com a exposição “Fernando Pessoa, de Pessoa em Pessoas”, inaugurada no dia 14 de fevereiro, na Sala Polivalente da Biblioteca Municipal de Monforte, onde estará patente até 30 de abril (dias úteis, das 09.00h às 16.00h). A exposição reúne 17 trabalhos de pintura da autoria de Patico, nome artístico de Francisco Alberto.
Vitória Medalhas sublinhou, uma vez mais, que no Clube há lugar para leitores de todas as faixas etárias e voltou a realçar as duas principais funções que têm determinado a prossecução do projeto, designadamente a função social, pela qual se fomenta o convívio e a troca de experiências e a função cultural, que procura estimular o gosto pela leitura, a discussão e a aprendizagem.
A Câmara Municipal de Elvas e os grupos de Carnaval decidiram atrasar o início do corso de Carnaval da tarde deste sábado, 1 de março, em meia hora, devido às condições meteorológicas.
O início do desfile passa assim das 15 horas para as 15h30.
É já na tarde deste sábado, 1 de março, pelas 15 horas, que o primeiro corso do Carnaval Internacional de Elvas sai às ruas do centro histórico da cidade. Aos nove grupos do concelho, a um do Alandroal e às comparsas de Badajoz, para além de muitos outros foliões, junta-se ainda o grupo Batala, que é constituído por mais de 170 músicos, e alguns cabeçudos.
Desta vez, como lembra o presidente da Câmara Municipal de Elvas, Rondão Almeida, as comemorações carnavalescas na cidade não têm qualquer paragem, dada a realização de um corso noturno, na segunda-feira, 3 de março, a partir das 21h30, seguido de espetáculo musical, na Praça da República.
Resultado de um investimento de cerca de 190 mil euros, o Carnaval, diz o autarca, irá, naturalmente, “ter o seu retorno”, sobretudo no que toca à hotelaria e à restauração. “Elvas é um destino turístico por ocasião do Carnaval, porque já faz parte das agendas de muitas pessoas”, assegura.
O Carnaval de Elvas, mais que internacional, tendo em conta a participação das comparsas de Badajoz e Olivença, passa agora a ter o selo da Eurocidade EuroBEC, dada a incursão de um grupo de Campo Maior (da associação Agora Quer’Arte) no desfile de amanhã, domingo, dia 2.
Na noite de segunda-feira, a animação musical, após o desfile dos grupos, e a partir das 23 horas estará a cargo da Ganda Banda, sendo que, na Praça da República, haverão diversos bares. Já a after party, no Viaduto, no último dia do evento, será responsabilidade da Gota d’Arte e da Associação 1º de Dezembro (Azevia).
Quanto aos reis, Rondão Almeida lembra que tanto Miguel Rondão, como Sónia Santos, têm vindo “a levar o nome de Elvas muito longe”, tendo em conta, sobretudo, as suas participações em programas televisivos de talentos.
Campo Maior festeja este sábado, 1 de março, o Carnaval, com o tradicional corso, promovido pela Câmara Municipal e com saída às 15 horas, do Centro Comunitário da vila.
“Este ano temos um percurso acrescentado, no sentido em que houve um aumento do número de ruas para o desfile ser feito. Com isto, o desfile irá ter o seu início no Centro Comunitário e uma das novidades deste ano é que o cortejo terminará na Praça Multimodal, numa festa com direito a dj’s, bares e animação de rua, até às horas que as pessoas assim o entenderem”, começa por dizer a vereadora São Silveirinha.
A festa prossegue, noite dentro, com um baile. “A grande novidade para este sábado é a recuperação do tradicional baile de Carnaval, juntamente com o concurso de máscaras”, que terão o seu início às 22 horas, no salão do Centro Comunitário
Contando com mais de uma dezena de grupos inscritos e um grande número de participantes em cada um deles, a vereadora assegura que se espera muita “folia, cor e alegria” num evento que “vai de encontro aos gostos e às vontades da população de Campo Maior”.
A Comunidade Intermunicipal do Alto Alentejo (CIMAA) esteve representada pelo 1.º secretário executivo, Carlos Nogueiro, no seminário que realizou na passada quarta-feira, 26 de fevereiro, no Campus Politécnico (Sala 235 da BioBip), subordinado ao tema “Educação para o Futuro: Reduzir Lacunas e Potenciar Competências com as Soft Skills”, com uma intervenção na mesa redonda “Construir Pontes entre as Instituições de Ensino Superior (IES) e o Mercado de Trabalho do Futuro”.
A relação entre a formação académica e a empregabilidade nunca foi tão crítica como nos dias de hoje, onde a inovação e a digitalização, tal como a crescente importância das soft skills na educação e preparação dos alunos para o mercado trabalho, estão a transformar as exigências do mundo laboral.
Os desafios estão à vista, mas através da construção de pontes entre as IES, o mercado de trabalho do futuro, sejam entidades públicas ou privadas, e os próprios estudantes, diz a CIMAA, “estaremos mais próximos de formar profissionais preparados que se adaptem às novas realidades e desafios com sucesso. Um processo que se faz valorizando as questões emocionais, relacionais e de saúde mental, em complementaridade com as competências técnicas”.
A Assembleia Municipal de Campo Maior reúne esta sexta-feira, dia 28 de fevereiro, em sessão ordinária pública, pelas 18h30, no edifício da Junta de Freguesia de Nossa Senhora da Graça dos Degolados.
O comendador António Cachola foi, esta sexta-feira, 28 de fevereiro, agraciado com o título de Doutor Honoris Causa, pelo Instituto Politécnico de Portalegre (IPP): o primeiro atribuído por esta instituição, sendo esta também uma realidade inédita no panorama nacional do ensino superior politécnico.
Recordando o seu percurso a todos os presentes na cerimónia, António Cachola começou por agradecer, com “o maior orgulho e a maior humildade”, ao Politécnico de Portalegre a atribuição deste Doutoramento Honoris Causa. “Esta distinção é-me outorgada pelo trabalho realizado em prol da cultura e da arte contemporânea e pelo desenvolvimento da minha atividade profissional, cultural e cívica, com altos serviços prestados à região. É, portanto, no meu entender, o reconhecimento situado na fronteira da arte, da cultura, da economia e das finanças”, assegura.
Assegurando que este Doutoramento Honoris Causa “não celebra apenas um homem, mas uma missão”, o presidente do IPP, Luís Loures, destaca António Cachola como “um visionário”: “a sua coleção, um dos mais importantes acervos de arte contemporânea em Portugal, não é apenas um conjunto de obras, é um testemunho da criatividade, do talento e da identidade do nosso tempo”. “E se é verdade que a arte tem o poder de transformar sociedades, não será menos verdade que o comendador António Cachola é, sem dúvida, um dos seus agentes de mudança”, diz ainda.
Já o ministro da Educação, Ciência e Inovação, Fernando Alexandre, presente na cerimónia, depois de, durante a manhã, ter inaugurado a nova residência de estudantes de Portalegre (ver aqui), destacou a atribuição deste doutoramentoHonoris Causa como uma “marca que concretiza um percurso, das últimas décadas, do subsistema politécnico”.
Para além de “importante para a região e para o país”, o patrono da cerimónia, o CEO da Caixa Geral de Depósitos, Paulo Macedo, diz que a homenagem a António Cachola é “muito justa”. “Trata-se de uma coleção de nível internacional e trata-se de um percurso profissional e na cultura que é invulgar: uma pessoa que sai da região, vai tirar o seu curso, que faz questão de voltar para a região e, a partir daí, desenvolve uma coleção e uma obra na parte cultural, sobretudo na parte da arte contemporânea”, acrescenta.
Para João Manuel Nabeiro, este é “um dia muito feliz”, não só para António Cachola, como para a sua família de sangue e de trabalho, já que o comendador trabalha com o Grupo Nabeiro há largos anos. “Levou quase 50 anos ao lado do meu saudoso pai, da minha pessoa e de toda a minha família”, acrescenta, dizendo-se de “coração cheio” por este reconhecimento. Já o presidente da Câmara de Campo Maior, Luís Rosinha, destaca a “carreira brilhante” de António Cachola. “Para nós todos, enquanto alto alentejanos, é uma referência abismal, uma pessoa que esteve sempre também ligada a série de causas da região”, diz ainda.
A cerimónia de outorga das insígnias de Doutor Honoris Causa teve lugar, na tarde desta sexta-feira, no Campus Politécnico de Portalegre, que teve Albano Albano Silva, professor emérito do IPP, como elogiador.
Depois do desfile escolar, durante a manhã, o 27º Carnaval Internacional de Elvas conta, na noite desta sexta-feira, 28 de fevereiro, com a tradicional gala coreográfica de apresentação dos grupos do concelho, no Coliseu Comendador Rondão Almeida.
Ao todo, são nove os grupos que participam no evento, até terça-feira, e que se mostram, pela primeira vez, nesta edição, ao público, no Coliseu: Arkus/Alto Espírito, Barbacena, Centro de Recreio Popular (CRP) da Boa-Fé, Gota d’Arte, Santa Eulália, São Vicente, Sociedade 1° de Dezembro (Azevia), Sociedade Instrução e Recreio (SIR) e “Sou Filho Único”.
Terminadas as coreografias de cada um dos grupos, cabe à Orquestra d’Balho, da Azevia, animar todos os foliões, com o seu habitual baile de Carnaval. A promessa, por parte de Cláudia Ferreira, do grupo, é de “novidades” em termos de repertório. “São temas que vão de encontro àquilo que as pessoas pretendem ouvir. Nós gostamos muito do tradicional, mas também temos de ir de encontro ao público mais novo”, garante.
Nesta gala de apresentação, que tem início marcado para as 21h30, para além dos grupos do concelho, estarão também presentes os reis do Carnaval: os músicos Miguel Rondão e Sónia Santos.
Apesar das condições atmosféricas não serem as mais favoráveis para encher de folia as ruas de Arronches, o espírito carnavalesco não se desvaneceu e o Pavilhão Gimnodesportivo da vila recebeu na manhã desta sexta-feira, dia 28 de fevereiro, o Desfile Escolar do Agrupamento de Escolas e do Centro de Bem-Estar Social, sob o mote “Camões e Mundo”.
Apesar de ser o segundo ano consecutivo que o desfile é feito dentro do Pavilhão Gimnodesportivo, João Crespo, presidente da Camara Municipal, considera que “resulta na mesma”, por se tratar de “uma grande festa para a comunidade escolar”. Neste desfile estiveram reunidas “mais de 300 crianças, não só do Agrupamento de Escolas, mas também do Centro Bem-Estar Social e das suas valências: Creche e Lar Residencial”.
Uma vez que a vila “não tem a tradição carnavalesca, como têm outras localidades”, a aposta “é feita neste desfile, que este ano, tem a temática de Camões e o Mundo, no ano que se celebra os 500 anos de Camões”, relembra o autarca.
João Crespo deixa ainda “um agradecimento especial aos funcionários do Município que confecionaram todos os fatos que estão neste dia a desfilar”.