DECO alerta para perigo das brincadeiras de Carnaval

BombasCarnavalA Deco – Associação para a Defesa do Consumidor alerta para os perigos das brincadeiras de Carnaval.

Todos os anos, por esta altura, registam-se acidentes com as bombinhas de Carnaval, na sua maioria com crianças. As lesões mais frequentes, “como cortes e queimaduras, atingem as mãos e os dedos”, que levam, “nos casos mais graves à amputação”.

A DECO aconselha a não transportar “os estalinhos nos bolsos nem aceitar estes produtos de outras pessoas”.

Miguel Tavares no “À Conversa Com”

MiguelTavaresRCMMiguel Tavares, presidente da Junta de Freguesia de São João Batista, em Campo Maior, é o convidado da edição de hoje do “À Conversa Com”.

“O nosso executivo tomou posse em meados de outubro de 2013”, lembra o presidente da junta, que garante “ começámos do nada e estamos a crescer a bom ritmo, com o apoio das outras juntas de freguesia, do município e da população de Campo Maior”.

Relativamente ao ano 2014, Miguel Tavares revela que “foi um ano extraordinário”, realçando projetos desportivos e culturais realizados no concelho, e também “a promoção de algumas provas”.

“A filosofia ‘Munícipio de Campo Maior’ é a proximidade à população e às necessidades da população, conseguir que Campo Maior acima de tudo seja um sítio ainda melhor para se conseguir viver”, garante o presidente da freguesia de São João Batista.

Também nesta vila existem problemas, e Miguel refere que “temos como principais problemas algumas pessoas com muita idade”, mas já está em marcha um plano para combater este problema: “temos em vista um projeto piloto que não existe, mas estamos com um problema e temos que idealizar uma solução para esse problema”. Este projeto piloto tem como principal objetivo ajudar “algumas pessoas que não têm cuidados no dia-a-dia e na sua segurança”, pelo que a autarquia, as juntas de freguesia e várias instituições locais vão-se juntar para que seja oferecida uma solução a esta parte da população.

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Crianças de Campo Maior comemoraram o Carnaval

Desfile_Carnaval_Campo_Maior_CrianasAs crianças do concelho de Campo Maior deram esta sexta-feira, dia 13, o pontapé de saída das comemorações carnavalescas na sede de concelho.

Com partida do Jardim Municipal, o corso percorreu as principais artérias da vila campomaiorense fazendo as delícias de familiares e conhecidos que viram passar os mais novos.

Em ano de Festas do Povo, os estabelecimentos de ensino optaram por utilizar as flores de papel na confeção da maioria dos fatos de carnaval. No entanto, também os animais e o mel estiveram em destaque na edição deste ano.

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Carnaval 2015 arranca esta manhã em Campo Maior

CarnavalCampoMaiorEscolas2014As comemorações do Carnaval 2015 em Campo Maior começam hoje, dia 13, com o Desfile dos Alunos do Agrupamento de Escolas, com partida do Jardim Municipal da vila, pelas 10 horas.

Sábado, dia 14, vai decorrer o Desfile de Foliões, com início marcado para as 15 horas no Centro Comunitário. Este ano será feito um trajeto mais ligeiro do que o habitual, que termina no Jardim Municipal com música e animação.

Ainda no sábado, pelas 22 horas, decorre o Baile e Concurso de Máscaras com o Duo Rui e Henrique, no Centro Comunitário.

Já no domingo, dia 15 de fevereiro, pelas 18 horas, vai decorrer o Baile e Concurso de Máscaras com o Duo Jorge e Célia, no Centro Polivalente de Degolados.

Mora com aumento do número de visitantes em 2014

FluviarioDeMoraO concelho de Mora, no distrito de Évora, registou em 2014 uma subida no número de visitantes, seguindo a tendência da restante região Alentejo.

“Mora é um concelho que está muito bem localizado, a cem quilómetros de Lisboa, a cem quilómetros de Badajoz, muito perto de Elvas e Évora, e um passeio ao concelho é sempre gratificante”, garante Luís Simão Matos, presidente da Câmara Municipal de Mora, começando por justificar este aumento do número de visitantes.

Um dos principais responsáveis por este crescimento é o Fluviário de Mora (na foto). Em 2014, relativamente ao ano anterior, o número de pessoas que visitou aquele espaço conheceu um crescimento de 23 por cento.

Para além do Fluviário, “o concelho mais ribatejano do Alentejo”, como o define Luís Simão Matos, conta com outros atrativos, como “a excelente gastronomia”.

“Épico Passeio de Motorizadas” no “À Conversa Com”

MiguelSenaRCMO “Épico Passeio de Motorizadas” do Grupo Motard de Campo Maior, vai fazer a ligação desta vila alentejana a Marrocos, com o intuito de entregar material escolar numa escola de Imilchil, na montanha. A partida é feita esta sexta-feira, dia 13, ao início da noite, com chegada prevista para dia 22.

Miguel Sena, membro do grupo motard, que já existe há 15 anos, revela que este evento “foi idealizado à cerca de seis meses. Nasceu de uma conversa entre nós, e houve alguém que deu a ideia e a partir daí começou-se a organizar tudo para irmos de motorizada”.

“A aventura vai ser de Tânger a Merzouga, que é até ao início do deserto”, confessa. Imilchil é o nome da localidade onde se situa a escola, que vai receber o material escolar angariado ao longo dos últimos meses, o que Miguel verificou ser uma necessidade, aquando de uma das suas viagens até Marrocos, garante ainda “não os vai salvar, mas é uma ajuda”.

A partida para Marrocos do “Épico Passeio de Motorizada” tem partida prevista às 21 horas, da Fábrica Nova Delta, na Herdade das Argamassas.

Miguel Sena é o convidado da edição desta quinta-feira do “À Conversa Com”.

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Distrital: Monfortense em Mosteiros, no fim da primeira fase

desportoRCM2A 18ª e última jornada da primeira fase do campeonato distrital de seniores da Associação de Futebol de Portalegre é disputada às 15 horas do próximo domingo, dia 15.

O Monfortense desloca-se a Mosteiros, num jogo a ser acompanhado pela Rádio Campo Maior, numa ronda com mais quatro encontros no calendário: Terrugem – Sousel, Fronteirense – Estrela, Crato – Gavionenses e Montargilense – Gafetense.

Operação “Carnaval em Segurança” já está na estrada

PoliciaEstá na estrada a operação “Carnaval em Segurança” da PSP. A operação, realizada a nível nacional, realiza-se de hoje até terça-feira de Carnaval, dia 17.

Segundo Joaquim Simão, do Comando Distrital da PSP de Portalegre, a polícia vai estar empenhada na segurança dos corsos carnavalescos que acontecem em todo o país. No distrito, a maior atenção é dada ao Carnaval Internacional de Elvas.

“A PSP vai também, paralelamente ao policiamento efetuado nestes eventos, incrementar alguma visibilidade e proximidade, tendo em conta que também se esperam que haja mais pessoas na rua e um maior movimento de viaturas”, explica Joaquim Simão. Esta operação dá ainda “atenção redobrada às crianças” e promove, para além de ações no trânsito, na comercialização ilegal de explosivos e artigos de pirotecnia.

De acordo com a PSP há fatores que a população deve ter em conta durante o Carnaval, designadamente as férias escolares, movimentações das pessoas para cortejos carnavalescos, grande fluxo de pessoas em estabelecimentos comerciais, aumento da probabilidade de consumo de bebidas alcoólicas e potenciais aglomerados que propiciam o surgimento de ocorrências criminais.

Cantinas sociais matam fome no distrito de Portalegre

JoaoCarlosLaranjo“Em Portugal só passa fome quem quer”. Quem o diz é Manuel Lemos, presidente da União das Misericórdias portuguesas. João Carlos Laranjo (na foto), diretor da Segurança Social de Portalegre, diz concordar “perfeitamente” com as palavras de Lemos, até porque, embora “o país esteja a passar por momentos difíceis, foram criados mecanismos para que se pudesse aliviar algum sofrimento dos portugueses que passam por momentos difíceis”.

No distrito de Portalegre, lembra João Laranjo, a Segurança Social montou “uma rede de cantinas sociais”, que abrange todos os concelhos. Laranjo garante que o processo foi tratado com muito cuidado, para “que certas pessoas nem fossem vistas a ir buscar essa alimentação, porque já bastava a situação e o desespero dos empregos”.

A pobreza envergonhada “é legítima”, assegura o diretor da Segurança Social de Portalegre. “Nós temos de ter a sensibilidade de compreender a situação destas pessoas e sermos nós a ir junto delas no sentido de lhe conseguir, de uma forma muito discreta, dar esta ajuda, para que ninguém saiba que estão a usufruir dela”, alega.

João Carlos Laranjo alega que o sucesso da Segurança Social era que a rede de cantinas sociais fosse “zero”. “Infelizmente não é”, lamenta.