A Guarda Nacional Republicana (GNR) registou entre sexta-feira, dia 23, e domingo, dia 25, durante a operação de fiscalização de trânsito “Natal Tranquilo”, 587 acidentes e um morto, representando mais desastres do que no ano passado mas menos vítimas mortais.
Este ano, e na área de ação da GNR, foram ainda registados seis feridos graves e 243 feridos ligeiros.
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Este ano houve assim mais 127 acidentes do que no ano passado, menos seis mortos, menos nove feridos graves e mais 107 feridos ligeiros.
A GNR intensificou, entre sexta-feira e segunda-feira, a fiscalização rodoviária com patrulhamentos em todo o território nacional para as vias com maior tráfego nesta altura do ano.
Esta operação tem como objetivo prevenir a sinistralidade rodoviária, garantir a fluidez do tráfego e apoiar todos os utentes das vias, no sentido de lhes proporcionar uma deslocação em segurança.
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Nesta quadra festiva de natal o diretor da Rádio Campo Maior, António Ferreira Góis (na foto), deixa uma mensagem a todos os ouvintes e anunciantes:
A operação “Comércio Seguro” da Guarda Nacional Republicana (GNR) termina hoje.
O início da recuperação das fortalezas abaluartadas da Raia e o término da bolsa de estacionamento do Campo da Feira são alguns dos projetos do município campomaiorense para 2017.
A Guarda Nacional Republicana (GNR) está a realizar, em todo o território nacional, até ao próximo dia 24 de dezembro, a operação “Comércio Seguro”.
A Polícia de Segurança Pública (PSP) levou a efeito, entre 21 e 28 de novembro , em toda a sua área de responsabilidade, a operação “Violência fica à porta”. Esta operação de âmbito preventivo recorreu a ações de sensibilização sobre o fenómeno da Violência Doméstica.
O subsídio de desemprego tem agora regras mais apertadas, no que diz respeito ao valor máximo do subsídio de desemprego, à duração das prestações e às novas regras da apresentação quinzenal.
A Associação Coração Delta e a Liga Portuguesa Contra o Cancro, assinam hoje, dia 6, um protocolo que visa por em pratica o Movimento “Vencer e Viver” no concelho de Campo Maior.
A falcoaria portuguesa passou a integrar a Lista representativa do Património Cultural Imaterial da UNESCO, juntando-se aos 13 países onde a prática já é reconhecida como Património da Humanidade.