
A Comunidade Intermunicipal do Alto Alentejo (CIMAA) está representada, com um stand, na Feira de Artesanato e Gastronomia do Festival do Crato.
De recordar que o Festival do Crato decorre nesta vila alentejana até dia 30 de agosto.

O Município de Montemor-o-Novo, no âmbito da sua estratégia ambiental (SMEA) e do programa “Ao Sabor das Estações 2025/2026”, promove um concurso de empadas de cebola roxa de Montemor-o-Novo, no próximo sábado, 30 de agosto, no Mercado Municipal.
Com este concurso, pretende-se promover este produto local através da criatividade culinária, valorizando a sua versatilidade e importância cultural.
A empada pode ser doce ou salgada, desde que tenha a estrela do evento: a Cebola Roxa de Montemor-o-Novo, um produto local cheio de identidade e sabor.
Em jogo estão dois prémios monetários: o primeiro de 150 euros e o segundo de 70. As empadas a concurso devem ser entregues, no sábado, entre as 10 e as 11 horas, no Gabinete do Produtor Agrícola, no Mercado Municipal, estando a entrega de prémios aos vencedores marcada para 6 de setembro, às 18 horas, no Espaço SMEA da Feira da Luz/ Expomor.

Com o mês de agosto a entrar nos últimos dias, aproxima-se do fim mais uma edição do programa “Férias Ativas”, que tem vindo a ocupar as crianças do concelho de Elvas, nesta pausa letiva, com todo o tipo de atividades.
À semelhança daquilo que já aconteceu em anos anteriores, também desta vez foram vários os jovens que, ao abrigo do programa de Ocupação Municipal de Tempos Livres (OTML) de curta duração, escolheram apoiar as iniciativas desenvolvidas pela Arkus, em parceria com a Câmara Municipal.
Uma dessas jovens é Leonor Cortes que, por gostar muito de crianças e estar prestes a ingressar no curso superior de Educação Básico, escolheu colaborar com as “Férias Ativas” durante duas semanas. “Gosto muito de crianças e gosto de participar neste tipo de atividades”, garante, dizendo que aquilo que irá guarda desta experiência é, acima de tudo, “as memórias com os miúdos”.
Já Carolina Sousa colabora com as “Férias Ativas” há já três anos, sem interrupções. “Foi sempre o programa com que mais me identifiquei, porque gosto muito de interagir com as crianças”, comenta, dando conta que espera daqui também tirar algumas “lições” para o seu futuro profissional.
Os jovens do concelho, como Leonor e Carolina, que ao longo dos meses de verão colaboram com a Câmara Municipal de Elvas, através do OTML, não só nas “Férias Ativas”, como em várias outras áreas, recebem, em contrapartida, uma bolsa monetária.


Após um investimento de cerca de cem mil euros, a Câmara Municipal de Campo Maior abriu ao público, no mês passado, no Complexo de Piscinas Cobertas da Fonte Nova, o novo ginásio daquele espaço desportivo da vila.
Localizado na cave do complexo, que foi “completamente remodelada”, depois de extinta a empresa que, através de uma parceria público-privada, geria o espaço, revela o presidente da Câmara, Luís Rosinha, este ginásio vem permitir aumentar e diversificar a oferta desportiva no concelho, “reforçando a aposta na atividade física dos campomaiorenses e não só”.
Considerando que o antigo ginásio se encontrava com “algum défice, do ponto de vista da maquinaria”, e que já “era curto” para o número de utentes que o frequentava diariamente, o autarca refere que o investimento feito serviu para revitalizar todo o espaço, tornando-o, “segundo alguns especialistas, um dos melhores da região, se não mesmo do país”.
Este, contudo, avança Luís Rosinha, não é o único financiamento a ser feito no complexo. “Está, neste momento, a decorrer um financiamento de INTERREG, que é partilhado com os municípios de Elvas e Badajoz, através da EuroBEC, e estamos também a fazer melhorias significativas do ponto de vista da eficiência energética e, sobretudo, daquilo que é o consumo de gás para as piscinas, num investimento que ronda os 250 mil euros”, revela o autarca.
A utilização do novo ginásio do Complexo de Piscinas Cobertas da Fonte Nova tem um custo diário de 3,50 euros ou de 20 euros mensais. Há ainda disponível um pack completo, para utilização de todo o complexo, com um preço de 25 euros por mês.

Os Clubes de Verão do Município de Campo Maior, este ano dedicados ao tema do “Circo”, estão a chegar ao fim e, como já é tradição, os monitores prepararam um almoço especial, no Centro Comunitário, para marcar esta edição da melhor forma possível.
O presidente do Município, Luís Rosinha, e a vereadora São Silveirinha juntaram-se aos pequenos artistas e aos monitores para este momento de convívio e celebração, onde reinaram a magia, a cor e a alegria do mundo circense.
O Projeto de Formação de Música do Município de Campo Maior, dirigido pelo professor Alexandre Gomes, animou a tarde com um momento de karaoke, onde todos os que quiseram tiveram oportunidade de participar.
No final, houve ainda tempo para cantar os parabéns aos Clubes de Verão, numa celebração marcada por partilhas e muitas recordações felizes deste verão tão especial.

O grupo de Forcados de São Manços publicou a informação relativa às cerimónias fúnebres do forcado Manuel Maria Trindade, falecido após uma pega no Campo Pequeno.
“A família de Manuel Maria Trindade informou que as cerimónias fúnebres terão início esta quarta-feira, pelas 18h00, na sua terra natal, Nossa Senhora de Machede, em Évora.
Amanhã, pelas 11h00, será celebrada a missa de corpo presente, seguindo-se o cortejo para o Crematório de Elvas, onde a chegada está prevista para as 14h00.
Num gesto simbólico, a família pede a todos os que desejem prestar a última homenagem que o façam vestindo roupa branca.
A família agradece ainda todo o carinho e apoio recebidos durante este momento de dor.”

A 20ª edição da revista DDD – D De Delta -, o projeto editorial do Grupo Nabeiro – Delta Cafés, destinado a clientes e parceiros, que mostra a diversidade das várias marcas e disposto a promover as maiores riquezas do país, já está disponível em formato papel e digital.
O café de Amboim é o protagonista desta edição – “O café coragem das mulheres de Angola” -, e é um tributo a 12 mulheres que se uniram para manter viva a produção de cafés nesta província, através da parceria da Delta Coffee House Experience com a Associação das Mulheres Empreendedoras de Amboim, na província do Cuanza Sul, Angola.
A história de vida da chef Marlene Vieira, nome incontornável da gastronomia portuguesa e a primeira mulher, em três décadas, a conquistar uma estrela Michelin, é contada na primeira pessoa: desde a infância até aos episódios marcantes como o trabalho nos Estados Unidos e a perseverança por uma cultura gastronómica mais humana, inclusiva e equilibrada.
A marca de licores Dómúz, fundada em 1932, e que está agora sob a gestão da Adega Mayor, é também abordada nesta edição que desvendada o rebranding que tem a farmácia como inspiração e um conceito mais futurista de mixologia, com garrafas e rótulos renovados.
Já a Adega Mayor, a marca de vinhos do Grupo Nabeiro-Delta Cafés, atingiu a maioridade e assinalou a data na festa do solstício, em Campo Maior.
Esta edição revela ainda os refúgios urbanos em Lisboa e no Porto e sugere uma viagem pelo litoral minhoto, à descoberta de uma região que combina história e natureza, sabores fortes e silêncios prolongados com vistas de cortar a respiração.
Com ilustrações únicas e uma imagem gráfica minimalista, onde a fotografia assume particular destaque, a DDD reflete os valores do fundador do Grupo Nabeiro – Delta Cafés na construção de uma marca que vê em cada cliente um amigo e em cada leitor um aliado para a construção de uma sociedade melhor.
A DDD – Dê de Delta é uma revista gratuita com periodicidade trimestral para colecionar, que desafia e promove a inovação, que acredita na excelência, que vive da criatividade, que admira e promove o espírito empreendedor e que pode ser lida, em qualquer lugar do mundo, a qualquer hora, através de um simples clique em www.dddelta.com.

O trio formado por Raquel Guerra, Olinda Moriano e Margarida Silva foi um dos quatro melhores grupos da edição deste ano do The Voice Gerações, talent show da RTP1, que chegou ao fim no passado domingo, 24 de agosto.
Para chegar até esta derradeira fase do programa, o grupo contou com um grande apoio da população de Elvas e Campo Maior, sobretudo, apoio esse que agora agradece, através dos microfones da Rádio ELVAS e da Rádio Campo Maior.
Apesar de não terem levantado o troféu, Raquel Guerra diz-se “orgulhosa” do percurso traçado no programa e garante que terem chegado até à finalíssima foi, só por si, “uma vitória”. “Foram muitos concorrentes, muitas etapas, mas chegámos àquilo que era o objetivo final, que era, em primeiro lugar, dar tudo em cima do palco e fazermos o melhor que conseguimos; e dar um impulso e uma motivação à Margarida, que era uma prioridade, para que ela possa voar sozinha”, diz a artista.
“Fomos ali para dar tudo e, em todos os programas, foi o que fizemos”, diz, por sua vez, Olinda Moriano, que garante que estão “imensamente agradecidas” a todos os elvenses, campomaiorenses e aos alentejanos, em geral, pelos votos que as fizeram chegar até a esta última etapa do programa. “Foi um gesto muito bonito. Nós ficámos muito emocionadas, porque não é fácil haver esta união”, acrescenta.
“Sentimos muito este carinho e este apoio”, diz ainda Raquel Guerra. Garantindo que estão de “coração cheio”, não só pelo que fizeram em cima de palco, mas por todo o carinho que receberam, tendo em conta com as mensagens que lhes foram chegando ao longo do trajeto no The Voice, a cantora não tem dúvidas de que saíram “vitoriosas” desta participação.
Também a benjamim do grupo, Margarida, revela que foram muitos os comentários de carinho que foi ouvindo, principalmente dos seus familiares e amigos. “Ajudaram-me a que este sonho fosse uma realidade e chegar à final, com estas duas pessoas tão especiais, é algo de muito valor”, garante.
Raquel Guerra, Olinda Moriano e Margarida Silva representaram, no programa, a equipa de Anselmo Ralph. Num dos palcos mais relevantes da televisão nacional, e por mais que não tenham alcançado a vitória, deram a conhecer o seu talento a Portugal inteiro.
A entrevista completa para ouvir no podcast abaixo:

A obra “Grande Atlas Mundial”, da autoria do campomaiorense Luís Silveirinha, vai integrar a exposição “Xerazade – A Coleção Interminável do CAM”, do Centro de Arte Moderna Gulbenkian, um dos principais espaços para a arte contemporânea em Portugal.
De acordo com o artista plástico, a obra em causa é um livro de artista, que tinha já sido adquirido, a par de outros trabalhos seus, pela Fundação Gulbenkian, para a coleção da sua Biblioteca de Arte, após uma exposição que realizou em 2016, na Galeria 50, em Lisboa.
Para este seu trabalho, Luís Silveirinha usou o “Grande Atlas Mundial” com vista a retratar os problemas que existem no mundo, através do desenho e da colagem. “Eu peguei nessa enciclopédia, que foi lançada no final dos anos 70, onde desenho, recorto e colo imagens e manipulo as imagens que estão no ‘Grande Atlas Mundial’, transformando este livro, dando-lhe o meu cunho”, começa por explicar.
Nesta obra, o artista retrata os “os desejos, o sofrimento, a ordem, a desordem, o esplendor e o inferno num tempo de inquietude”, com os seus desenhos e colagens a surgirem em cima dos mapas dos vários continentes e dos vários países. Apesar de produzido há já quase dez anos, este livro de artista apresenta temas muito atuais, até porque “este tempo de inquietude continua muito presente”.
Ao contrário de outro tipo de obras, como um quadro que é pendurado numa parede, os livros de artista, que podem reunir várias variantes de arte plástica, podem ser folheados pelo público. “É uma coisa que é construída pelo artista, com essa ideia de algo que pode ser tocado, que pode ser mexido. Ao longo da história das artes, são inúmeros os artistas plásticos que se dedicaram à criação de livros de artista”, explica Luís Silveirinha.
Para o artista de Campo Maior, a inclusão desta sua obra numa exposição da Gulbenkian, para além de ser um reconhecimento do seu trabalho, é motivo de “muita alegria”. “É um momento alto para mim”, assegura, considerando que são “estes passos que vão valorizando o trabalho que se vai fazendo”.
Com curadoria de Leonor Nazaré, a exposição “Xerazade – A Coleção Interminável do CAM” abre ao público a 19 de setembro, no Centro de Arte Moderna Gulbenkian. Parte do “Grande Atlas Mundial” de Luís Silveirinha pode ser conhecido no site da Biblioteca de Arte da Gulbenkian (aqui).

O Festival do Crato 2025 teve início esta terça-feira, marcando o regresso de um dos maiores eventos culturais do Alto Alentejo.
A abertura oficial contou com entrada gratuita e a inauguração da 39.ª edição da Feira de Artesanato e Gastronomia, que reúne dezenas de expositores com produtos regionais, sabores tradicionais e peças únicas de artesanato.
A noite de estreia foi marcada por atuações de Os Vizinhos, Os Raiz e convidados, e pela presença especial da banda britânica Cutting Crew, que trouxe ao palco principal os seus maiores êxitos, num espetáculo que encantou o público.