Proporcionar oportunidades de estágios e de atividades pela Europa fora aos alunos do ensino secundário é o principal objetivo dos projetos Erasmus+, que a Escola D. Sancho II, em Elvas, tem vindo a desenvolver.
Nesse sentido, e para que mais alunos possam usufruir de experiências que, muitas vezes, se pensam que são apenas destinadas a alunos universitários, os dois projetos em vigor foram apresentados à comunidade escolar, assim como os resultados das últimas mobilidades, no auditório da escola.
Um destes dos projetos, Objectivet, destinado aos cursos profissionais, explica a coordenadora de Erasmus na escola, a professora Elsa Nascimento, permite que até 50 alunos, de Turismo e Agropecuária, durante dois anos – “que entretanto foram estendidos, devido à pandemia”, possam efetuar estágios, em Itália e na Irlanda. “Os alunos que já tivemos a estagiar, em junho, tiveram em Salerno e foram, essencialmente, do curso de Turismo, apesar do nosso projeto estar direcionado para alunos que possam abrangidos pela área de Agroturismo”, adianta a professora.
Os estágios realizaram-se de acordo com as atividades que os alunos pretenderam realizar, dentro das dinâmicas do curso, em hosteis, em agências de viagens e em restaurantes, mas “num contexto completamente diferente”, numa cidade “de grande dimensão”. Depois da experiência, garante Elsa Nascimento, estes estudantes terão oportunidade de a “transportar” para um contexto local, “em termos de maior competência”.
Os alunos que já passaram por esta experiência foram hoje desafiados a, junto dos colegas, relatar aquilo que viveram, em Salerno, incentivando-os, dessa forma, a abraçar esta oportunidade.
Beatriz Ferreira foi uma das alunas que, este ano, no início do verão, estagiou em Salerno, num hostel. Descreve a experiência como “desafiadora”, mas também como mais um estímulo para dar seguimento à sua formação na área do turismo, ao nível do Ensino Superior. Mais que colocar em prática aquilo que aprende nas aulas, Beatriz revela que teve oportunidade de aprender “coisas novas”, como é o caso do italiano. Esta aluna conta ainda que teve total apoio da família para “embarcar” nesta aventura, por mais que, a meio, confesse, as saudades de casa já apertavam.

Já Inês Marcelo esteve a estagiar numa agência de viagens. Conta que a experiência foi “muito enriquecedora”, tendo tido oportunidade de aplicar, na prática, tudo aquilo que foi aprendendo nas aulas. “Vim de lá diferente, até porque uma coisa é estar sentada, numa sala de aula, a aprender a teoria, outra coisa é passar totalmente para a prática”, explica. Mais que isso, e sem os professores por perto, esta experiência “obrigou-a” a crescer um pouco. Um mês inteiro, fora e longe de casa e da família, diz ainda, foi “desafiador”.
Também Margarida Pimenta, que estagiou, juntamente com Inês, numa agência de viagens, garante que a experiência, em Itália, foi “única”, apesar das dificuldades iniciais com a língua. “Foi uma experiência motivadora, em que aprendi a estar num país diferente, sem a minha família, sozinha, com os meus colegas”, comenta, assegurando que, tendo sido esta a maior dificuldade, acabou por ser também “libertador”.
Também, no decorrer da sessão, foi apresentado aos alunos da Secundária de Elvas, o projeto de Erasmus + H2OMap, em que se promovem, não estágios, mas sim mobilidades, dedicadas à aprendizagem nas áreas das ciências, tecnologia, matemática e engenharia, tendo o património hidráulico como principal foco, com a construção de mapas digitais.
Este projeto envolve o Agrupamento de Escolas nº3 de Elvas, bem como o Agrupamento de Campo Maior, assim como escolas de Castellón de la Plana, em Espanha, e Pavia, em Itália. Estão ainda envolvidas neste projeto três universidades: duas espanholas e uma italiana.


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