A apresentação do número 31 da Revista de Cultura Callipole terá lugar este domingo, dia 30 de Novembro de 2025, pelas 16 horas, no Cineteatro Florbela Espanca, em Vila Viçosa.
A Revista de Cultura Callipole, instituída em 1993 pela Câmara Municipal de Vila Viçosa, conta com 31 edições e dois números especiais, dedicados a Florbela Espanca. Callipole é hoje uma publicação de referência e de alta divulgação de diferentes formas culturais, literárias e de pensamento, com qualidade e prestígio que excedeu os limites da nossa região e do nosso país.
Os Cantadores da Planície promovem, este domingo, 30 de novembro, aquela que será a primeira edição do Festival das Sopas de São Vicente, no concelho de Elvas. O evento, com lotação esgotada, depois de preenchidas todas as inscrições disponíveis (cerca de 350), será feito, não só de sopas, mas também de outros petiscos e de muita animação.
A ter lugar no pavilhão multiusos da aldeia, a partir das 13 horas, este festival surge como uma forma de “dinamizar um pouco” aquela freguesia do concelho de Elvas, revela a presidente da Associação Recreativa e Cultural dos Cantadores da Planície de São Vicente, Vanessa Garcia. “O nosso objetivo é realizar um evento diferente, algo que ainda não foi feito em São Vicente”, assegura.
No valor pago por aqueles que se inscreveram atempadamente para participar no evento está incluída a oferta da taça e de um copo de reutilizável, bem como a prova de todas as sopas disponíveis, como caldo verde, sopa de batata, de peixe e de tomate. As sopas serão produzidas não só por diferentes elementos do grupo de cantares, como por alguns restaurantes da freguesia que se associam ao evento dessa forma.
“Depois teremos imensos petiscos, bifanas, chouriços assados, salgados, e várias sobremesas tradicionais: tudo aquilo que possa existir num festival e que atraia as pessoas”, adianta Vanessa Garcia, que explica que tudo o que vá para além das sopas será cobrado à parte.
A animação musical do evento vai estar a cargo, não dos Cantadores da Planície, mas de Gil Marques. “Infelizmente não temos pessoas suficientes para organizar o evento, estar a trabalhar para que tudo corra bem e ter a atuação dos Cantadores da Planície”, explica Vanessa Garcia.
Na organização do evento, os Cantadores da Planície contam com o apoio da Junta de Freguesia de São Vicente e Ventosa.
A Associação Cultural e Recreio Musical 1º de Dezembro, de Campo Maior, celebra amanhã, segunda-feira, em feriado da Restauração da Independência, mais um aniversário, com um concerto no Museu Aberto da vila, a partir das 16 horas.
Para este concerto comemorativo dos 89 anos da coletividade, a banda filarmónica convidou o projeto de formação artística de Dança Oriental do município, que irá acompanhar, com 16 bailarinos, coordenados pela professora Letícia Garcia, três das obras que integram o repertório do espetáculo.
“Vamos incorporar no espetáculo coisas orientais, mas também bandas sonoras da Disney, como o Aladdin e Piratas das Caraíbas. Vamos tocar uma obra nova, que é pouco usada aqui na nossa zona, que é ‘Ceremony, Chant and Ritual”, que é de David Shaffer, que tem uma base oriental”, avança o maestro da banda, Francisco Pinto.
Do repertório fazem também parte temas dos Beatles e “Concerto d’Amore”, de Jacob de Hann. “É uma abertura e vamos tocá-la porque nós estamos sempre dedicados à arte com amor. Se a gente não se dedicar com amor e gostar daquilo que faz nunca se chega a lado nenhum, portanto, a nossa missão e o nosso intuito são sempre esses”, acrescenta o maestro.
Para o final do espetáculo, o Francisco Pinto espera contar com a colaboração das gentes da vila: “fiz o desafio a todas as pessoas que tenham pandeiretas e castanholas e que saibam cantar, para fecharmos no nosso concerto a relembrar, mais uma vez, que vai haver Festas do Povo em 2026”. “Vamos fechar o concerto com isso, mas precisamos do auxílio deles”, apela.
Por outro lado, o maestro apela àqueles que, por algum motivo, saíram da banda, nos últimos anos, para que voltem, para que a filarmónica possa ver reforçado o seu grupo de músicos. “Os orgulhos têm de ficar de parte, porque em primeiro lugar está a comunidade e a vila e lutar por isso que é importante. Não é por qualquer coisinha, por qualquer desacordo que se deve abandonar. A música é que tem culpa, o teatro é que tem culpa, a arte é que tem culpa de tudo? Não, eu penso ao contrário. Penso que se devem juntar todas as forças e quanto mais juntos estivermos, quanto mais opiniões houver, melhor as coisas vão correr”, comenta.
Relativamente a estes espetáculos que a banda tem vindo a apresentar, como este em que a dança oriental se une à música, o objetivo é claro: chegar a novos públicos e tentar atrair os jovens. “Nós queremos sempre inovar e trazer coisas diferentes para que desperte a atenção. Têm sido cinco anos de muito trabalho sobre esse aspeto, mas o resultado não tem sido aquilo que nós queríamos. Mas a esperança é sempre a última a morrer e continuamos sempre a trabalhar sempre com força para adquirir mais elementos”, remata Francisco Pinto.
Inserido no 22.º aniversário do Centro Cultural, “D’Artagnan e as 3 Mosqueteiras – O Musical”, da companhia Rituais dell Arte, esteve em cena no auditório do Centro Cultural na tarde de 29 de novembro.
O espetáculo combinou ação, humor e valores como o respeito e a igualdade de género. Com o trono da Rainha Ana, no Reino de França, a ser ameaçado pelo Cardeal Richelieu e pela sua aliada Milady, D’Artagnan unem-se a três mosqueteiras para a ajudar, dando início a uma aventura cheia de duelos, intrigas e momentos divertidos.
Realizou-se no dia 25 de novembro, na Sala Polivalente Municipal, em Monforte, o IX Festival de Sopas Solidárias organizado pela operação IUPI 5G Monforte, da qual o Município de Monforte é a Entidade Coordenadora Local de Parceria, em colaboração com a Santa Casa da Misericórdia de Monforte, o Centro de Recuperação de Menores D. Manuel Trindade Salgueiro, o Centro Social de Santo António de Vaiamonte, a Fundação Vaquinhas e Velez de Peso, o Centro Social e Paroquial de Santo Aleixo, o Centro de Dia de Nossa Senhora dos Milagres, a Associação dos Bombeiros Voluntários de Monforte e o Agrupamento de Escolas João Maria Carriço, incluindo os seus Finalistas 2025/2026.
Foram adquiridos 326 “kits” (tigela de barro alusiva ao evento, talheres, guardanapo e pão) necessários para degustar à discrição as sopas que cada uma das entidades parceiras apresentou, enquanto o serviço do bar foi atribuído aos Bombeiros Voluntários. Para além do lucro obtido da venda de outros produtos (bolos, salgados e sobremesas) pelas IPSS’S nas suas bancas, o valor da venda de cada kit, a 5€, reverteu a favor das IPSS’S participantes. Este ano, o valor angariado foi de 1.630,00€. No final do evento, o valor correspondente a cada instituição foi entregue aos respetivos representantes pelo Presidente do Município, Miguel Rasquinho, acompanhado pela Vereadora do Executivo, Raquel Pereira, e pela equipa do CLDS, que efetuou também a entrega dos certificados de participação. O Festival contou ainda com um momento musical da Universidade Sénior do Município de Monforte, com a atuação dos alunos da disciplina de Música, acompanhados pelo professor Manuel Bagorro.
O projeto CLDS 5G é financiado no âmbito do Portugal 2030 – programa PESSOAS 2030, pelo Fundo Social Europeu +(FSE+) e pela União Europeia “Os Fundos Europeus Mais Próximos de Si”.
O CUBO organiza no próximo dia 1, segunda-feira, a IV Rota de Natal, inserida na programação da iniciativa Elvas Cidade Natal.
A caminhada de cinco quilómetros vai percorrer o Centro Histórico, a partir das 17h30, com partida da Praça da República.
A iniciativa tem um custo de 7,5€, com os gorros a ter um custo de 5€, e mais 2,5€ revertem para os Bombeiros Voluntários de Elvas. A inscrição pode ser feita por email para cubo_geral@hotmail.com ou em https://www.queroir.pt/evento/rotadenatalcubo
O Comando Territorial da Guarda Nacional Republicana (GNR) de Portalegre realizou, no dia 25 de novembro, em cooperação com a Guardia Civil, um simulacro de “pessoa desaparecida”, com o objetivo de reforçar a articulação e a cooperação operacional entre as duas forças de segurança.
O exercício teve início em La Codosera, em Espanha, e simulou o desaparecimento de uma pessoa, permitindo treinar procedimentos de mobilização de meios, partilha de informação e coordenação conjunta das ações de busca em zona transfronteiriça. A iniciativa assentou nos acordos bilaterais e protocolos em vigor entre o Reino de Espanha e a República Portuguesa, estabelecendo indicadores de desempenho que permitem avaliar a eficácia do serviço prestado no âmbito da segurança.
A ação contou também com o reforço do Comando Territorial de Évora e da Unidade de Emergência de Proteção e Socorro (UEPS), cuja participação permitiu ampliar a capacidade de resposta e testar a articulação entre diferentes valências da GNR.
O principal objetivo consistiu em avaliar e reforçar a eficácia da cooperação entre a GNR e a Guardia Civil, assegurando uma resposta mais rápida, segura e coordenada em situações reais, tanto na procura de pessoas desaparecidas como no combate à criminalidade junto às fronteiras.
O Município de Vila Viçosa, em parceria com a Confederação Nacional de Caçadores, a Federação de caçadores do Alentejo e o Clube de Caça e Pesca de Bencatel, vai dinamizar a Semana da Caça — Festival Gastronómico, que incluirá a atividade cinegética, uma tradição enraizada na história e cultura do concelho.
A caça constitui uma parte importante do património cultural e natural do concelho, pelo que a combinação de caça e gastronomia poderá revelar-se uma excelente forma de promover a valorização da natureza e da gastronomia local.
Atividades programadas:
• Montaria: 1 de dezembro- concentração marcada para as 9 horas nos bombeiros de Vila Viçosa estando o início da montaria marcado para as 10 horas. Às 14 horas realiza-se o almoço e às 16 horas o sorteio dos animais abatidos. ;
• Prova de St. Huberto: 7 de dezembro no Clube de Caça e Pesca de Bencatel. A concentração está marcada para as sete da manhã.
Nos restaurantes do concelho, entre os dias 1 e 7 de dezembro, será dado destaque aos pratos confecionados com peças de caça.
Os restaurantes do concelho de Mora voltam a estar em destaque em mais uma edição da Mostra Gastronómica da Caça, entre este sábado, 29 de novembro, e o próximo dia 14 de dezembro. Trinta anos após ter sido criado, o evento anual, promovido pela Câmara Municipal de Mora, mantém o seu papel de contribuir de forma crucial para o impulso económico e turístico do concelho.
O intenção da autarquia é fazer com que os restaurantes locais, numa época baixa, em termos turísticos, possam ter “mais algum retorno financeiro, servindo pratos de caça”. “A caça já foi muito mais tradicional e muito mais forte no concelho e nos concelhos vizinhos do que aquilo que é hoje, mas, de facto, o principal objetivo é esse: fazer com que a economia, nestes meses de época baixa, possa mexer mais um pouco”, refere o presidente da Câmara de Mora, Luís Simão de Matos.
Este evento, à semelhança de outros, acaba sempre por dinamizar a economia local. “Se os restaurantes vendem mais, é a padaria que também vende mais, o talho que também vende mais e são os nossos pontos de atração que têm mais pessoas. Obviamente que trazer pessoas ao concelho é sempre positivo, porque ao fim ao cabo isto mexe com toda a economia”, acrescenta o autarca.
Desta vez, participam nesta mostra gastronómica 13 restaurantes de todo o concelho: de Mora, Brotas, Cabeção e Pavia e Malarranha. Quanto aos pratos apresentados pelos estabelecimentos, destacam-se alguns “muito tradicionais e muito procurados”, como é o caso da Perdiz à D. Bia, do restaurante ‘O Afonso’, ou a Perdiz de Cebolada, do restaurante ‘O Poço’. “Mas todos os restaurantes têm excelentes pratos de caça das mais variadas espécies: de lebre, pombo, perdiz, javali, veado”, garante o presidente da Câmara de Mora.
“Para quem gosta de caça, Mora vai ser a capital da caça, em termos de gastronomia, entre 29 de novembro e 14 de dezembro”, remata Luís Simão de Matos, que convida todos a visitarem o concelho e os restaurantes aderentes à iniciativa.
O Agrupamento de Escolas de Campo Maior recebeu, entre 20 e 24 de outubro de 2025, estudantes de vários países e a sua passagem por Campo Maior e Elvas foi publicada no jornal local polaco Krasnic.pl da cidade de Kraśnik, 50 km a sudoeste de Lublin, no leste do país. A noticia foi escrita por Grzegorz Jankowski:
“O projeto do programa Erasmus+ “Jovens Europeus – criativos e responsáveis defensores da natureza” (Young Europeans – the CREW – Creative and Responsible Environment Warriors) já é conhecido pela comunidade local devido ao vasto leque de atividades a ele associadas. Muitas delas tiveram lugar também fora das paredes da escola. Exposições internacionais em bibliotecas municipais, encontros, visitas a diferentes instituições são apenas algumas das iniciativas realizadas pela Escola Secundária n.º 1 no âmbito do projeto.
Creditos Krasnic.pl
O ano letivo de 2025/2026 marca o terceiro ano da sua execução. Já se realizou a quarta mobilidade internacional. Entre os dias 20 e 24 de outubro de 2025, representantes dos países parceiros – República Checa, Itália, Roménia, Polónia e Portugal – reuniram-se em Campo Maior para concretizar os objetivos do projeto: desenvolvimento sustentável, biodiversidade, património natural e cultural, bem como inclusão digital.
Os parceiros portugueses do Agrupamento de Escolas de Campo Maior empenharam-se para que a nossa estadia fosse atrativa e decorresse num ambiente de apoio e cordialidade. A região onde se situa Campo Maior – o Alentejo – é conhecida pelas oliveiras, que constituem uma parte significativa da paisagem desta zona de Portugal. Assim, durante a visita, conhecemos uma fábrica de azeite com tradição de várias gerações, onde as oliveiras são cultivadas e transformadas de forma sustentável e amiga do ambiente. Ficámos a saber que, infelizmente, as plantações modernas, orientadas para o lucro rápido, empobrecem os solos e recorrem a numerosos produtos químicos, o que afeta a qualidade dos frutos e tem impacto negativo no meio ambiente e na saúde humana. A visita terminou com uma prova de azeitonas e de diferentes tipos de azeite fresco produzido localmente. Fomos também levados ao museu do azeite, onde pudemos aprofundar os nossos conhecimentos sobre os métodos de transformação da azeitona ao longo da história”