Vila Boim celebrou a tradicional Procissão dos Passos em Domingo de Ramos. Já em final de tarde, a devoção e a fé fizeram-se sentir em cada momento e no cântico de Verónica.
Acompanhada ao som da Banda 14 de Janeiro, a procissão retrata o percurso de Cristo até à crucificação, percorrendo os cinco passos da freguesia do concelho de Elvas.
Sendo “o início da semana santa, onde é feita memória dos acontecimentos fundamentais da história da salvação da humanidade da paixão do senhor”, o padre Marcelino Caldeira sublinha que já é tradição “há mais de 200 anos, Vila Boim fazer a Procissão dos Passos em Domingo de Ramos”.
O padre Marcelino Caldeira destaca “o detalhe delicioso” de Verónica cantar em cada estação o cântico ‘O Vos Omnes’ , que simboliza “uma chamada de atenção aqueles que cruzam os caminhos da vida sem terem Deus presente na sua vida”.
Já José Lérias Trindade, responsável pela Irmandade do Senhor dos Passos em Vila Boim, caracteriza esta procissão como “muito grande e secular” onde se sente “realmente uma devoção muito grande da população de Vila Boim” sendo este um dia que “junta as pessoas que estão fora e regressam para virem viver intensamente este Domingo de Ramos e com a Procissão dos Passos”.
Este momento marcante da vida cristã “tem muito simbolismo” está “no coração das pessoas de Vila Boim (…) é um sentimento que ‘agarra-se entranha-se’ e portanto as pessoas sentem isto do fundo do coração com muita fé”, assegura José Lérias Trindade.
Uma performance intitulada de “Osso Exótico”, na Cisterna de Elvas, e a inauguração da exposição “Diante do Tempo”, no Museu de Arte Contemporânea (MACE), trouxeram na tarde deste sábado, dia 12 de abril, mais uma vez, a arte à cidade nas suas mais diversas formas, estilos e cores.
O colecionador, António Cachola, começa por explicar que estes dois momentos “estão inseridos num projeto, em Elvas, resultado da parceria com a instituição Appleton”. Neste sentido a instituição “decidiu, paralelamente, ao projeto expositivo que está no MACE, apresentar também uma performance com artistas que normalmente a Appleton trabalha”, acrescenta.
Relativamente à performance “Osso Exótico”, António Cachola refere que “esta é uma continuidade de exibições que já foram apresentadas na cidade”, como por exemplo, o projeto dos 15 anos do MACE, da autoria de Susana Mendes Silva, “que apresentou uma performance na Cisterna”.
Neste dia que o MACE e a Appleton se juntam, o colecionador assegura que “não podia deixar de ser apresentada uma das base da arte contemporânea, as performances”
Já a exposição“Diante do Tempo”, são projetos que “já aconteceram na instituição e que foram selecionados pela Appleton para estarem patentes no MACE”, obras que António Cachola caracteriza como “muito interessantes”.
Nas salas onde a mostra está exposta, os interessados podem ver as informações sobre as peças apresentadas através de um QRcode disponível no espaço.
Performance intitulada de “Osso Exótico”, na Cisterna de Elvas, e a inauguração da exposição “Diante do Tempo”, no MACE (que vai estar patente até dia 6 de julho) trouxeram na tarde deste sábado a Elvas sentimentos relacionados com tempo, memória e afeto.
A GNR, em colaboração com a Guardia Civil, realizou, na manhã desta sexta-feira, dia 11 de abril, uma ação de sensibilização e fiscalização na fronteira do Caia, dirigida aos alunos que estão em trânsito para a sua viagem de finalistas através da Operação Spring Break.
“O objetivo é focarmo-nos na fiscalização, onde abordamos os autocarros dos finalistas que se deslocam para Espanha, dando os últimos conselhos, sensibilizando e alertando os alunos na fronteira com Espanha para os diversos comportamentos de risco, como o consumo de álcool e estupefacientes”, explica o alferes Rui Sá, que estava no terreno a comandar o destacamento territorial de Elvas em suplência.
Esta ação, adianta o alferes, visa promover “o caráter preventivo, no sentido de aconselhar os jovens a terem segurança e consciência, não só na deslocação, mas como na sua estadia, dando a conhecer que podem sempre contar com a GNR, tal como com a Guardia Civil, para qualquer eventualidade”.
Sublinhando que a operação Spring Break está dividida em duas fases, o alferes Rui Sá destaca que a primeira teve o seu início no dia 24 de março, com ações de sensibilização em escolas, dando a conhecer aos alunos um pouco da lei espanhola, tal como conselhos para estarem em segurança em Espanha. A segunda fase decorre até domingo, 13 de abril, tendo como objetivo a fiscalização e a sensibilização no terreno.
O Portalegre Jazzfest está a decorrer até domingo, dia 13 de abril, em vários espaços emblemáticos da cidade. Já na sua 20ª edição, o festival conta com uma programação diversificada, descentralizada e repleta de nomes conceituados do panorama nacional, europeu e mundial do jazz contemporâneo. A abertura do evento teve lugar, ao final da tarde desta quarta-feira, dia 9 de abril, no Auditório do Museu da Tapeçaria de Portalegre-Guy Fino.
O diretor do Centro de Artes do Espetáculo de Portalegre (CAEP), Joaquim Ribeiro, garante que o festival “já está bem afirmado no programa de eventos culturais que o Município de Portalegre oferece anualmente”. “Nesta edição preparámos um programa um bocado diferente. Já é um festival muito antigo e a antiguidade, persistência e a programação dão alguma credibilidade e valor” acrescenta.
Este evento “ajuda a promover o jazz nacional e internacional”, num ambiente “mais clássico e mais alternativo, incluindo várias franjas e vários estilos de jazz”, diz ainda Joaquim Ribeiro.
Como forma de assinalar a sua 20ª edição, o evento vai ser dividido por quatro espaços: o Museu da Tapeçaria de Portalegre, a Igreja do Convento de São Bernardo, o CAEP e os Claustros do Convento de Santa Clara.
O espetáculo de abertura esteve a cargo do contrabaixista Carlos Barreto, que apresentou o seu álbum “Lonely Dog”. Neste sentido, o artista assegura que “é uma honra ser o primeiro músico a subir ao palco do Portalegre Jazzfest”. “Para mim é sempre uma oportunidade grande”, conclui.
Programação:
Depois do espetáculo que decorre na noite desta quarta-feira, o concerto inicial desta quinta-feira, dia 10, no Museu da Tapeçaria de Portalegre – Guy Fino, voltará a contar com toda a presença de Carlos Bica, desta vez a solo, também nesta noite, mas no Grande Auditório do CAEP, o palco será do pianista espanhol Dorantes, com o seu álbum “Identidad”, que espelha a sua linguagem natural, o flamenco e a sua intensidade pela música contemporânea.
Uma das novidades ainda deste dia, será a partir das 23h15, nos Claustros do Convento de Santa Clara, o concerto do projeto dinamarquês Emmeluth’s Amoeba Quartet, numa mistura entre free jazz e música de câmara, que conta com entrada gratuita.
Dia 11, sexta-feira, no Museu da Tapeçaria de Portalegre – Guy Fino, atuará o contrabaixista esloveno Gasper Livk, e à noite, no Grande Auditório do CAEP, o grande destaque do dia 11 no JazzFest será o concerto do guitarrista Bruno Pernadas e do saxofonista José Soares. Para terminar mais uma noite do Festival de Jazz de Portalegre, nos Claustros do Convento de Santa Clara, atuará o trio da saxofonista dinamarquesa Mia Dyberg.
Já no dia 12 de abril, sábado, o JazzFest começará de novo no Museu da Tapeçaria de Portalegre – Guy Fino, com o concerto do conceituado contrabaixista americano, Michael Formanek. No Grande Auditório do CAEP, decorrerá um dos concertos mais aguardados do Festival, com o duo americano de Chris Porter, no saxofone alto e de Craig Taborn, no piano, numa mistura entre originais e standards, com uma mistura de música eletrónica e acústica.
O fim da noite do sábado, dia 12, será de novo nos Claustros do Convento de Santa Clara, com a francesa Eva Risser no piano vertical preparado e a revisitação da composição “Aprés un Rêve”, de Gabriel Fauré.
Para encerrar a 20ª edição do Portalegre Jazzfest, a noite de domingo no Grande Auditório do CAEP será exclusivamente do quarteto da estrela britânica em ascensão, Emma Smith, uma artista feminina de jazz “self made”.
Tal como o ano passado, em parceria com a aKadémia Jazz, haverá duas jam sessions abertas ao público, nos dias 12 e 13, no espaço “Improvisos” do Business Center de Portalegre.
Dentro do programa do 20º Portalegre Jazzfest ainda haverá espaço para as tradicionais provas de vinhos e de produtos regionais, assim como a Feira do Disco e do Livro, em colaboração com a editora Clean Feed.
Os bilhetes para este festival poderão ser adquiridos no CAEP, com reservas disponíveis através do número 245307498. Os preços variam entre os 10€, para o bilhete diário dos concertos no Grande Auditório e os 25€ do Passe, que permite a entrada nos quatro concertos do CAEP.
A Casa do Governador do Forte de Santa Luzia, em Elvas, é espaço, até 30 de junho, para que José Pimenta apresente, aos visitantes daquela imponente fortificação da cidade, os seus “devaneios” artísticos.
Cozinheiro de profissão, o artista, que já antes expôs alguns dos seus trabalhos num dos bares exteriores do coliseu da cidade, viu, recentemente, uma das suas peças integrar a famosa coleção de arte de António Cachola, depois de adquirida pelo colecionador.
A exposição de pintura e escultura, inaugurada na tarde do passado dia 4 de abril, no Forte de Santa Luzia, é composta, sobretudo, por quadros com cores fortes e vibrantes, uns mais abstratos e outros com alguns elementos que remetem para diversos motivos ou figuras que qualquer português reconhece: Fernando Pessoa, o Galo de Barcelos, o Fado e os Santos Populares.
“As pessoas aqui, o que vão poder encontrar, é a minha criatividade, basicamente”, começa por dizer o artista, assegurando que a sua arte parte “diretamente da cabeça para a tela”. A exposição, para além de diversos quadros, contempla ainda duas pequenas esculturas.
Já Cláudio Monteiro, vereador na Câmara Municipal de Elvas, revela que conheceu José Pimenta há cerca de um ano e que o artista, desde logo, lhe perguntou se poderia vir a expor os seus trabalhos num dos espaços da autarquia. Sendo que a programação da Casa da Cultura para este ano de 2025 já estava fechada, encontrou-se no Forte de Santa Luzia o local indicado para que as suas obras pudessem ser apresentadas ao público. “Juntamos a parte militar e monumental do Forte de Santa Luzia com estas obras magníficas, até 30 de junho, que é uma data importante, porque será o culminar apoteótico das comemorações da classificação de Elvas como Património da Humanidade”, explica o autarca.
O vereador convida ainda todos a passarem pelo Forte de Santa Luzia, não só para desfrutarem da “magnífica vista” e do próprio monumento, mas também para terem “uma outra experiência”, fazendo, cada um, a sua própria leitura de cada uma das obras de José Pimenta.
O italiano Matteo Cigala, em masculinos, e a irlandesa Marine Lenehan, na competição feminina, são os vencedores da terceira edição do EuroBEC Granfondo. Matteo Cigala e Marine Lenehan levaram assim a melhor, este domingo, 6 de abril, perante os adversários, na distância de 148 quilómetros.
No mediofondo, de 102 quilómetros, a vitória sorriu aos portugueses Nuno Gomes e Marlene Seara, enquanto no minifondo, de 69 quilómetros, venceram o português Fábio Abreu e a espanhola Mónica Hernández.
De recordar que esta terceira edição do EuroBEC Granfondo teve partida e chegada em Campo Maior, depois de, nos dois anos anteriores, ter começado e terminado em Badajoz (em 2023) e em Elvas (em 2024). A entrega dos prémios aos vencedores teve lugar no Jardim Municipal da vila.
Fronteira comemorou, na manhã deste domingo, 6 de abril, o seu feriado municipal, tendo as celebrações ficado marcadas pela inauguração do Terreiro Interpretativo da Batalha dos Atoleiros, pela Fundação Batalha de Aljubarrota, no local onde o conflito se travou há 641 anos.
Ainda antes desta inauguração, forças militares e demais entidades prestaram a sua homenagem aos combatentes que morreram em combate, com a habitual deposição de flores, junto ao padrão da batalha. Após uma visita ao novo espaço interpretativo, teve lugar, na Avenida Heróis dos Atoleiros, a tradicional parada das forças militares e civis, presidida pelo tenente-general João Luís Morgado Silveira, comandante da Logística do Exército.
Lembrando que a batalha liderada por Nuno Álvares Pereira foi “um marco na história” do país, o presidente da Câmara Municipal de Fronteira, António Velez Gomes, assegura que este é um dia “importantíssimo” para a vila e para o concelho. “É o nosso feriado municipal. Celebramos hoje os 641 anos da Batalha dos Atoleiros e recordamos os que tombaram em combate, e os que fizeram tombar, porque temos um marco na nossa história: foi esta batalha que tornou a nossa nação independente”, diz ainda o autarca.
Dando conta que o novoespaço interpretativo da Batalha dos Atoleiros permitirá a todos que possam perceber como o conflito se travou, o presidente da Fundação Batalha de Aljubarrota, António Ramalho, lembra que como o exército de Nuno Álvares Pereira conseguiu inverter “a tendência das derrotas portuguesas, do tempo fernandino”. “Tínhamos (há 641 anos) um general que ainda não era condestável, um rei que ainda não tinha sido eleito rei e um exército, que vivendo da convicção e do improviso, conseguiu inverter e criar uma batalha que devia orgulhar todos os fronteirenses, todos os alentejanos e todos os portugueses”, acrescenta.
“Assegurar que ao Centro de Interpretação da Batalha dos Atoleiros, que já existe em Fronteira, se junta agora o território onde se realizou a batalha – o terreiro –, que também tem um centro interpretativo, que vai permitir a todos ver como é que a batalha se verificou, como é que ela aconteceu e, depois, poder também presenciar no Centro de Interpretação tudo isto e trazer muita gente a Fronteira, para ver este elemento que é fundamental na identidade portuguesa”, remata.
O novo terreiro interpretativo da Batalha dos Atoleiros conta com três estruturas, onde é detalhada a informação mais importante do conflito: o enquadramento político, a aproximação ao campo de batalha, o primeiro e subsequentes ataques castelhanos, a retirada castelhana e as consequências da batalha.
Campo Maior começou a celebrar, na tarde deste sábado, 5 de abril, a terceira edição do EuroBEC Granfondo, como já vem sendo tradição, com uma atividade destinada a crianças dos cinco aos 12 anos.
A pedalar na Avenida da Liberdade, junto ao Jardim Municipal da vila, os mais novos deram o seu melhor, ainda que a iniciativa não tivesse qualquer carácter competitivo, com todos eles, no final, a subirem ao pódio e a receberem as suas medalhas de participação. A animação musical, ainda antes do início da atividade, esteve a cargo do projeção de formação de música do Município de Campo Maior.
“É de pequenino que se torce o pepino”, diz Manuel Zeferino, diretor da BikeServices, entidade responsável pela organização da prova, que assegura que este EuroBEC Granfondo Kids não é mais que uma forma de incentivar os mais novos a praticarem desporto. “Temos aqui uma excelente participação, com muitos miúdos de Campo Maior, o que é importante para nós”, acrescenta. Quanto à prova deste domingo, que terá partida e chegada em Campo Maior, o antigo ciclista revela que se “bateram todos os recordes”, com 1.800 atletas inscritos, mais 400 que no ano passado. Na expectativa que a prova possa contar com a “ajuda” do São Pedro, Manuel Zeferino garante que “o bom tempo é essencial para o desenrolar da prova”.
Já o presidente da Câmara de Campo Maior, Luís Rosinha, que espera que o EuroBEC Granfondo possa “correr tão bem” quanto esta atividade destinada aos mais novos, não tem dúvidas de que o sucesso da prova deve-se à “crença” que as autarquias de Campo Maior, Elvas e Badajoz tiveram, quando iniciariam este projeto, há três anos, junto da BikeServices. “Tem sido um crescendo que se tem notado até agora e estes 1.800 atletas, dizia-me o Manuel Zeferino, colocam este como um dos granfondos de grande destaque no país. Acho que é de continuar a apostar, porque só aqueles que não quiserem ver é que não notam aquilo que está a acontecer, neste momento, em Campo Maior”, assegura Rosinha, que se revela “muito contente” por momentos como este, que “a economia local agradece”.
Hermenegildo Rodrigues, vereador na Câmara Municipal de Elvas, por sua vez, garante que, com esta atividade para os mais novos, a par de uma caminhada que, amanhã, dará a conhecer “tudo o que de bonito” há em Campo Maior, a intenção é que toda a gente que venha até à região, por ocasião desta prova, “se sinta envolvida”. “A oferta é abrangente, é diversificada e toda a gente encontra alguma forma de fazer alguma coisa: é esse o primeiro objetivo, envolver as pessoas, cativar, para que, no próximo ano, se os organizadores assim o entenderem, em vez de termos 1.800 ciclistas termos dois mil”, diz ainda.
O pelotão do EuroBEC Granfondo parte, amanhã, da Avenida da Liberdade, em Campo Maior, às 9 horas. A prova conta com três distâncias: o minifondo de 69 quilómetros, o mediofondo de 102 e o granfondo de 148. Badajoz assume-se como o primeiro destino deste EuroBEC Granfondo, com os ciclistas a rumarem depois a Elvas. Seguem-se Santa Eulália, Arronches, Mosteiros e Degolados, havendo ainda tempo para passagens por Ouguela e Castro, a norte do Caia. A entrega de prémios está marcada para as 14 horas, no Jardim Municipal de Campo Maior.
A exposição “Não São Só Flores” foi mote, na tarde deste sábado, 5 de abril, para uma “Conversa de Artista”, em Campo Maior, com Catarina Pinto Leite, a autora dos trabalhos de pintura patentes no espaço.arte, a galeria municipal da vila.
Juntaram-se à autora o curador João Silvério e o artista Pedro Calapez, que substituiu, na sessão, a curadora Helena Mendes Pereira, que por motivos de saúde não pôde estar presente.
Ao público presente, a autora teve oportunidade de explicar os motivos da sua inspiração das obras, em exposição, feitas em cera de abelha e óleo sobre papel japonês ou em acrílicos sobre linho.
Os quadros de Catarina Pinto Leite, segundo revelou à nossa reportagem, nascem de uma viagem que fez à Toscana e da leitura da obra “Herbarium”, da norte-americana Emily Dickinson, que reúne um conjunto de poemas, em que a sua escrita parte da observação da natureza. A artista recorda ainda a ligação da sua exposição a Campo Maior ou não fosse a vila conhecida e reconhecida como a terra das flores de papel.
Entre o público presente na sessão, estiveram São Silveirinha, vereadora na Câmara Municipal de Campo Maior, e o presidente da Assembleia Municipal, Jorge Grifo.
A exposição, que ainda pode ser apreciada até 20 de abril, chegou a Campo Maior no final de janeiro, depois de apresentada, no ano passado, no Centro Cultural de Cascais.
Os alunos da Escola Básica de Vila Boim recriaram, na manhã desta sexta-feira, dia 4 de abril, no auditório da Secundária D. Sancho II, em Elvas, o clássico filme Grease, através de uma peça de teatro.
O espetáculo, feito de música, muita dança e animação, esteve integrado na programação da 27ª edição do improvis’Arte, o Festival Internacional de Teatro Escolar, o mais antigo do país, promovido pela Arkus e pela Escola Secundária, que chega amanhã ao fim.
O musical, interpretado em Elvas há já 15 anos, também por jovens, voltou ao palco este ano, sendo este “um clássico conhecido e apreciado pelo público”, garante o professor e encenador do espetáculo, Carlos Beirão. “Há 15 anos a peça correu da melhor forma e este ano acabamos por fazer essa reposição, e nas diferentes gerações acabamos por fazer quase o mesmo guião (…) neste sentido, vamos juntar os dois grupos, em maio, e fazer uma sessão conjunta, onde vão estar os antigos e os recentes”, acrescenta.
A assistir ao espetáculo estiveram os alunos da Secundária D. Sancho II e de 5º e 6º anos do Ciclo de Santa Luzia, que aplaudiram no final os jovens atores da escola de Vila Boim, a quem Carlos Beirão dá os parabéns, assegurando ter sido “uma peça muito bonita, animada e musical, tal como corresponde ao Grease”.