Sam Bennett vence primeira etapa da Volta ao Algarve em Bicicleta

sam bennet volta algarve primeira etapaO irlandês Sam Bennett, da Deceunick-Quick-Step ganhou ontem a primeira etapa da Volta ao Algarve em Bicicleta, uma ligação de 189,5 quilómetros, entre Lagos e Portimão.

Gustavo Veloso, da Atum General Tavira, ficou em terceiro lugar, nas metas volantes em Silves e Porto de Lagos, e aspirou a conseguir algo mais nesta etapa, e refere que “a equipa vai lutar até ao fim para conseguir uma boa classificação”.

Iuri Leitão foi o quinto classificado e o melhor português, em competição.

A segunda etapa decorre hoje num total de 182.8 quilómetros e liga Sagres ao Alto da Fóia em Monchique.

Volta ao Algarve em Bicicleta começa esta quarta-feira e liga Lagos a Portimão

´volta algarve bicicletaA edição 47 da Volta ao Algarve em bicicleta tem início hoje, e decorre até domingo, dia 9. São 175 os corredores, em representação de 25 equipas, que estão confirmados para edição.

Delmino Pereira presidente da Federação Portuguesa de Ciclismo deixou a indicação de que seria bom um português voltar a ganhar a volta ao Algarve. “Os portugueses gostam que os protagonistas nas grandes corridas sejam portugueses, será um fator interessante ver os portugueses disputar a volta ao Algarve, este ano, com grandes corredores internacionais”. “A probabilidade, nesta prova, de haver corredores a protagonizarem a volta ao Algarve é maior, o que acaba por ser interessante para todos nós”.

Esta primeira etapa liga Lagos a Portimão, com partida às 12.40 horas num total de 189.5 quilómetros.

AFP promove futsal e futebol junto dos militares da GNR

AFP GNR POrtalegrePor reconhecer o papel fundamental da Guarda Nacional Republicana (GNR) na sociedade portuguesa, bem como a importância do Centro de Formação para a Cidade de Portalegre e o Alto Alentejo, a Direcção da Associação de Futebol de Portalegre aproveitou as comemorações do 110º aniversário da GNR para entregar bolas de futebol e futsal no Centro de Formação de Portalegre.

Com esta entrega simbólica, que se realizou no Convento de São Bernardo, e contou com a presença do Comandante Interino do Centro de Formação, o Tenente-Coronel Pedro Ribeiro, e ainda de Daniel Pina e Álvaro Grilo, da Direcção da Associação de Futebol de Portalegre, procurou-se estreitar laços entre estas duas instituições seculares, bem como reforçar a promoção das modalidades junto dos militares da GNR.

Inscrições abertas para o Curso de Treinadores de Futsal da AFP

Cursos de Treinador FUTSAL - CartazpeqEstão abertas as inscrições para os Cursos de Treinador de Futsal (UEFA “B” / Grau II e UEFA “C”/Grau I) na Associação de Futebol de Portalegre.

As inscrições estão abertas até ao dia 14 de maio e têm um custo de 25 euros (não reembolsáveis). Deverão ser feitas através do preenchimento de formulários e do envio da documentação obrigatória para gabtec@afportalegre.com (o envio para qualquer outro endereço invalida a inscrição).

Os formulários de inscrição e respetivos regulamentos estão disponíveis aqui.

O Curso de Treinador de Futsal UEFA C – Grau I terá um custo máximo de 649 euros e o Curso de Treinador de Futsal UEFA B – Grau II (comparticipado pela Federação Portuguesa de Futebol) terá um custo máximo de 299 euros, sendo que em ambos os casos este valor pode ser inferior, em função do número de formandos.

Proibição de tiro ao pombo é “um ataque ao mundo rural”

TiroeCaca2015.jpgO Parlamento aprovou uma proposta do PAN, que proíbe a prática do tiro ao voo de aves libertadas de cativeiro com o único propósito de servirem de alvo.

Por outro lado, foi criado um regime contraordenacional associado a esta prática.

Luís Villar Mayor, presidente do Clube de Tiro e Caça de Elvas, considera que esta medida “é um ataque cerrado ao mundo rural. O Clube de Tiro e Caça vai sentir algumas dificuldades, sem esta modalidade, uma vez que estavam previstas algumas provas para este ano, em Elvas, que já não se vão realizar. Mas não é só o clube que vai sair prejudicado mas sim toda a cidade. As provas que tinhamos previstas iriam trazer até Elvas centenas de pessoas que ficavam cá alojadas e comiam nos nossos restaurantes”.

Luís Villar Mayor refere que “o tiro aos pombos é uma modalidade com muita tradição e que tem mais praticantes que o tiro às hélices. Apesar de serem duas disciplinas completamente diferentes,m hoje em dia até há mais pessoas a atirar aos pombos. O tiro às hélices pratica-se há cerca de 20 anos e aos pombos, aqui em Elvas, atirávamos há mais de 100 anos”.

O presidente do Clube de Tiro e Caça não concorda com esta medida garantindo que também não é “praticante de pesca e não é por isso que vai contra os pescadores. Aliás, em não falo com ninguém que goste de ter os pombos a sujar os carros e as ruas. É pena que três ou quatro que não gostam da modalidade venham impedir que se pratique. A verdade é que nunca vi essas pessoas tratar dos animais. Em época de incêndios, quem trata dos animais são os caçadores e não essas pessoas que dizem coitadinhos dos animais”.

Tiro aos pombos passa a ser proibido, existindo coimas a aplicar que podem ir dos 200 aos 3.740 euros, no caso de pessoas singulares, e de 500 a 44.800 euros, no caso de pessoas colectivas.

Pesca lúdica permitida a partir de dia 5 de abril

Pesca ludicaOs amantes de pesca lúdica vão poder praticá-la a partir de dia 5 de Abril.

Segundo informação da Direção-Geral de Recursos Naturais, Segurança e Serviços Marítimos, “podendo a pesca lúdica ser equiparada a uma modalidade desportiva de baixo risco, confirma-se que a referida atividade poderá, de acordo com o Plano de Desconfinamento em curso, ser praticada a partir do dia 5 de Abril, sem prejuízo de o calendário poder ser alterado em função da evolução dos critérios epidemiológicos em Portugal Continental”.

SAD de “O Elvas” será uma realidade mas com outros moldes

PauloCanhao.jpgUm dos objetivos apresentados pela atual direção d’”O Elvas”, aquando da sua eleição, no mês de Setembro, foi a criação de uma Sociedade Anónima Desportiva (SAD) que ficaria detentora do escalão de seniores do clube.

Seis meses depois, questionámos Paulo Canhão, presidente da direção do clube, sobre esta questão. Paulo Canhão garantiu-nos que “a SAD será apresentada aos sócios em Assembleia Geral, que deverá ocorrer em Maio ou Junho”. O presidente do clube garantiu ainda que “a SAD será uma realidade mas talvez em moldes diferentes dos anteriormente previstos, em moldes que defendem melhor os interesses do clube. A seu tempo, os sócios saberão todas essas questões uma vez que nós, todos os dias, trabalhamos em prol do crescimento do clube”.

Paulo Canhão explica que no modelo que estava anteriormente previsto, “O Elvas ficava apenas com 10 por cento na sua posse e os investidores com 90 por cento. No novo projeto, O Elvas terá uma maior percentagem e os seus interesses ficarão assegurados”.

Felipe Moreno Romero, proprietário do Leganés, clube espanhol que tem participado na Liga principal do país vizinho, foi inicialmente apontado como o principal investidor deste projeto.

No entanto, Paulo Canhão refere que os investidores não vão ser os mesmos uma vez que o principal interesse da direção “é salvaguardar os interesses e princípios do clube”.

Sociedade Anónima Desportiva será uma realidade n’”O Elvas” Clube Alentejano de Desportos, de acordo com o presidente Paulo Canhão.

União de Futebol de Degolados organiza “Património Vivo”

Património Vivo UFDegolados“Património Vivo” é o nome do desafio virtual da União de Futebol de Degolados, em parceria com o Campo Maior Trail Runners, que pretende incentivar à prática do atletismo e, ao mesmo tempo, dar a conhecer a zona de residência de cada participante.

Bruno Cirilo, da União de Futebol de Degolados, refere que a iniciativa pretende que “os participantes criem roteiros turísticos de forma a passar por zonas de referência da sua zona de residência. Os percursos podem ter entre cinco e dez quilómetros”.

No passado domingo, terminou a maratona virtual da União de Futebol de Degolados que resultou “na participação de 48 pessoas e mais de 1000 quilómetros percorridos”.

Os participantes da iniciativa “Património Vivo”, que está a decorrer até domingo, dia 21, devem tirar fotografias ao património local e enviar o registo desportivo e fotográfico para ufdatletismo@hotmail.com ou campomaiortrailrunners@gmail.com.

“Há crianças que já não regressam”, diz presidente do RCE

Luis_Carvalho_Rugby.jpgA pandemia Covid-19 veio limitar por completo a prática de desportos de equipa, como é o caso do rugby. Impedidos de competir e treinar, os clube de rugby do Alentejo temem pela continuidade dos mesmos uma vez que os escalões de formação foram bastante afetados por esta questão.

No caso do Rugby Clube de Elvas (RCE), a época terminou em março de 2020 com um mega torneio da modalidade, em três campos da cidade. Apesar das tentativas da equipa técnica em manter a dinâmica dos treinos, ainda que através da plataforma Zoom, Luís Carvalho, presidente do clube, reconhece que “muitas das crianças já não vão regressar à atividade quando a situação pandémica estiver resolvida. O único treino que temos com eles é através do computador. Se formos contabilizar os miúdos que temos, são muito menos em relação aos que tínhamos no campo. É muito tempo em que estamos parados. Nós precisamos urgentemente voltar aos treinos”.

Luís Carvalho refere que “as crianças estão a ficar muito sedentárias porque passam grande parte do tempo em casa, em frente a um computador. Ou seja, aquele ritmo da crianças ir para a rua praticar desporto, neste momento não existe. Certamente que começarão a aparecer estudos sobre esta situação mas eu penso que vamos demorar algum tempo a conseguirmos retomar a normalidade na vida destas crianças”.

Com os escalões de formação comprometidos, todos os escalões seguintes estão em risco. O presidente do Rugby Clube de Elvas garante que “mesmo no escalão sénior tem alguns problemas porque falamos de atletas que ainda dependem dos pais. E muitos dos encarregados de educação não os deixam ir treinar devido ao medo da pandemia”.

“Há miúdos que se vão perder”, considera dirigente de “O Elvas”

O Elvas criançasMilhares de crianças e jovens, um pouco por todo o país, dedicam muito do seu tempo ao futebol. Uns como passatempo, outros com objetivos de carreira, viram os seus sonhos interrompidos devido à Covid-19 e consequente proibição de realização de treinos e competições a nível das camadas mais jovens.

A atividade desportiva regular é uma das grandes recomendações quer para na manutenção da saúde física quer mental.

Uma interrupção forçada das atividades desportivas, além das implicações para os clubes, traz também consequências para os atletas, em especial os de formação, que se vêm limitados na evolução da sua aprendizagem e crescimento saudável nas idades em que se encontram.

Em Elvas, um dos clubes da terra, o Elvas Clube Alentejano de Desportos, tem na formação um dos seus pilares. Com cerca de 300 atletas, Luís Piçarra, vice-presidente para o futebol juvenil, considera que “os efeitos desta paragem são devastadores. Os miúdos estão sem praticar desportos e isto vai trazer grandes prejuízos a nível físico e psicomotor, quer a médio quera  longo prazo”.

O responsável considera que “a transição dos atletas do escalão de juniores para seniores vai ficar muito comprometida, não só a nível local mas também no futebol nacional. São duas épocas praticamente parados e os miúdos não desenvolvem o seu potencial”.

“Nós temos alguns atletas juniores que se encontram integrados na equipa sénior e, nesses casos, eles fazem treinos através da plataforma Zoom e têm todo um plano de treino semanal para que mantenham a forma física. Nos outros escalões, é muito difícil dizer a um miúdo para treinar sem competir. Os miúdos gostam é da adrenalina e da pressão do jogo. Treinar sem competir… não é fácil. A motivação dos miúdos não é a mesma”, garantiu.

Não havendo data marcada para o regresso da atividade desportiva nos escalões de formação, Luís Piçarra acredita que só deverá acontecer nos meses de julho ou agosto pelo que “esta época a competição não vai retomar. Mas também, tendo em conta os casos de infeção, seria um pouco negligente colocar em campo grupos de pelo menos 20 jogadores”.

De acordo com Luís Piçarra, “há atletas que estão desejosos de começar a treinar, Mas, infelizmente, há uma parte destes miúdos que se vai perder, principalmente nos escalões mais velhos. Creio que vamos perder muitos destes miúdos porque já começam a ter outros interesses além do futebol”.

Para os atletas que estão habituados a períodos de atividade contínua, o período de interrupção dos campeonatos poderá trazer algumas consequências menos positivas. Este cenário de pandemia mundial veio agravar ainda mais as suas consequências.