Fronteira será palco, na manhã de domingo, 24 de março, de mais uma Corrida e Caminhada de Ramos.
Trata-se de uma iniciativa desportiva organizada pela Junta de Freguesia de Fronteira, com a colaboração técnica da Associação de Atletismo do Distrito de Portalegre.
Numa extensão de cerca de seis quilómetros, a prova, revela o presidente da Junta, António Luís Palrão, que tem como padrinho o atleta Paulo Guerra, contou já, no passado, com a participação de Aurora Cunha.
“A partida efetua-se da zona desportiva Cândido de Oliveira, junto ao Pavilhão Municipal de Fronteira, e o trajeto não é muito complicado, também para incentivar a participação de pessoas de várias idades”, explica ainda o presidente da junta.
A caminhada, no domingo, tem início pelas 9h55, começando as provas de corrida cinco minutos depois.
A Estafeta da Liberdade Prof. Feliz Valério, uma iniciativa inédita, vai percorrer todas as localidades do concelho de Avis, entre os dias 20 e 25 de abril, em quatro modalidades distintas: caminhada, ciclismo, corrida e canoagem.
Esta iniciativa, integrada nas Comemorações dos 50 anos do 25 de Abril no concelho de Avis, pretende unir toda a população do concelho através de atividades desportivas que evocam, simultaneamente, a importância da prática de atividade física para uma vida saudável e os valores de Abril de liberdade, igualdade, fraternidade e união.
A estafeta recebe o nome do Prof. Feliz Valério em homenagem ao mentor desta iniciativa e figura incontornável do Desporto na região que faleceu recentemente.
A participação é gratuita e aberta a toda população.
Para mais informações e inscrições consulte a sua Junta de Freguesia ou a Divisão de Desenvolvimento Sociocultural e Turismo do Município de Avis.
O Centro Cultural de Campo Maior recebe amanhã, terça-feira, 19 de março, a peça de Teatro “Da Floresta Vamos Cuidar”, da companhia Animateatro.
Este espetáculo, tal como revela Lina Ramos, responsável pela gestão de projetos e direção artística da Animateatro, pretende sensibilizar o público escolar para as questões ambientais, nomeadamente, “a importância da floresta, a desflorestação e os incêndios, bem como o descuido humano, relativamente ao meio ambiente, que é um bem fundamental à vida de todos”.
Lina Ramos acrescenta que este espetáculo é “bastante divertido” e tem uma grande interação com o público, para que participem na história, para guardarem a mensagem de melhor forma”.
A peça “Da Floresta Vamos Cuidar” é apresentada ao público escolar em duas sessões: às 10 e às 14.30 horas, no Centro Cultural de Campo Maior.
A Procissão dos Passos decorre, esta tarde de domingo, 27 de março, em Campo Maior, com saída da Igreja Matriz, às 16 horas.
O pároco de Campo Maior, Rodrigo de Sousa Oliveira, recorda o simbolismo desta época de Quaresma e da Páscoa, em específico, para todos os cristãos. “A Páscoa é o centro da vida cristã, onde celebramos a ressurreição de Jesus Cristo e comemoramos a sua vitória de Jesus sobre a morte e é de onde surge toda a vida da igreja”.
A procissão dos Passos, esta tarde, em Campo Maior, pretende “reviver o percurso de Jesus Cristo até ao Calvário, onde foi crucificado”.
O segundo concerto do “Artes Por Cá – Festival Descentralizado de Artes do Concelho de Alter do Chão”, promovido pela Câmara Municipal, realiza-se amanhã, domingo, 17 de março, pelas 16 horas, na Igreja Matriz de Chança.
Este concerto terá como protagonista o Quarteto de Violoncelos “Chiado”, composto por instrumentistas “de elevada qualidade e talento musical”, refere a autarquia, assegurando que os músicos irão brindar os presentes “com um programa que procura reunir nomes de compositores incontornáveis da história da música ocidental, aliando repertório de cariz tradicional português, brasileiro e sul-americano”.
No próximo dia 23 de março, sábado, às 16 horas, na Igreja Matriz de Seda, o “Artes Por Cá” apresenta o Ensemble Português de Trompetes, “um concerto inédito que junta pela primeira numa vez numa atuação trompetistas de elevadíssima qualidade da Orquestra Sinfónica Portuguesa e da Orquestra da Fundação Calouste Gulbenkian”.
“Artes Por Cá – Festival Descentralizado de Artes do Concelho de Alter do Chão” é um projeto municipal que aposta na descentralização das várias manifestações artísticas como a música, o teatro, a dança e as artes performativas e na valorização das igrejas e outros espaços públicos das freguesias.
As “Velhas Gaiteiras” da Academia Sénior de Estremoz sobem ao palco do Teatro Bernardim Ribeiro, este fim de semana, dias 16 e 17, para apresentar uma Revista à Portuguesa intitulada de “Vira o Disco e Toca Mesmo”.
Esta é a quinta peça apresentada pelo grupo, revela a encenadora Marisa Serrano, que adianta que este espetáculo “terá muitos sketch, momentos de diversão, crítica social, marchas populares e muita diversão”.
O grupo “Velhas Gaiteiras, recorda Marisa Serrano, surgiu em 2016, e assume-se como um projeto muito acarinhado por todos e permitiu criar uma amizade entre todos. “Na altura, e tendo em conta que os meus pais sempre fizeram revista à portuguesa, eu tinha esse bichinho, por isso sugeri a criação da disciplina, na qual estas 13 ‘velhas gaiteiras’ se inscreveram e foi-se criando uma amizade entre todas e há momentos que vão ficando na memória”, adianta.
Para Marisa Serrano diz que é o seu marido que escreve as marchas para a revista, garantindo que é “um enorme prazer” trabalhar com este grupo e com o músico que apoia as “Velhas Gaiteiras”, acreditando que este espetáculo “tem tudo para ser um sucesso”.
A encenadora do espetáculo “Vira o Disco e Toca Mesmo” convida todos a assistirem a esta revista à portuguesa, e diz que, em palco, “as Velhas Gaiteiras vão dar tudo”.
O espetáculo é organizado pelo Grupo de Revista da Academia Sénior de Estremoz, com apoio da Câmara Municipal de Estremoz, encenado por Marisa Serrano, com direção musical do músico estremocense Paulo Lopes, e com a participação das alunas e artistas: Ana Troncho, Bia Ramos, Luzia Banha, Guiomar Picão, Isabel Cascalheira, Júlia Casimiro, Maria Augusta Beliz, Maximina Paiva, Mina Trindade, Margarida Nunes, São Perdigão, Tina Estriga e Virtuosa Ramalho.
“Vira o disco e toca o mesmo”, o espetáculo das Velhas Gaiteiras, da Academia Sénior de Estremoz, que terá a sua antestreia no dia 16, apenas para convidados. Já amanhã há sessões às 15.30 e às 21.30 horas, no Teatro Bernardim Ribeiro, em Estremoz.
Os bilhetes são gratuitos e podem ser levantados no Posto de Turismo de Estremoz.
“Dune – Duna: Parte Dois” é o nome do filme que está em exibição este domingo, dia 17 de março, no Centro Cultural de Campo Maior, pelas 21.30 horas.
Sinopse: “continuação da jornada mítica de Paul Atreides, que se une a Chani e aos Fremen durante um golpe de vingança contra os conspiradores que destruíram a sua família. Ao enfrentar uma escolha entre o amor da sua vida e o destino do universo, ele lutará para evitar um futuro terrível que só ele pode prever”.
Os bilhetes estão à venda no Centro Cultural ou em ticketline.pt.
O recital “As Baladas de Chopin”, pela Orquestra de Câmara Pianista Internacional, é a proposta do ciclo de concertos “A Música Encanta o Património”, para o final desta tarde de sexta-feira, 15 de março, no auditório da Academia de Música de Elvas.
Chopin, o chamado “poeta do piano”, com uma vida curta, recorda o diretor da Academia de Música, Luís Zagalo, encontrou na balada, um “género musical relativamente flexível em termos de forma”, um dos “meios fabulosos para expressar a sua imensa criatividade”.
Prometendo momentos de “fruição artística extraordinários”, Luís Zagalo adianta que, neste concerto, serão apresentados as Baladas número 1, 2, 3 e 4 de Chopin. Para além disso, será ainda apresentado um trio, para clarinete, violoncelo e piano, Op. 114, do alemão Brahms, “da mesma altura do período romântico”.
Aberto ao público, este concerto acontece, segundo Luís Zagalo, numa sala que tem muita história para contar, ou não tivesse o auditório da Academia de Música 250 anos de existência.
Depois deste espetáculo desta tarde, com início às 18 horas, no auditório da Academia de Música de Elvas, o ciclo de concertos “A Música Encanta o Património” prossegue no próximo dia 23 de março, com “Música para um Tempo de Passagem”, pelo Ensemble São Tomás de Aquino, na Igreja do Salvador, às 18 horas.
O Município de Borba e a Freguesia de Rio de Moinhos ultimam a edição 2024 da Feira do Queijo que acontece nos dias 29, 30 e 31 de março.
Terra rica de sabores e tradições, o concelho de Borba festeja a Páscoa com um certame dedicado aos produtos regionais de excelência, em especial o queijo. Produto que no concelho tem expressão máxima na freguesia de Rio de Moinhos (onde laboram cerca de 15 queijarias familiares, que produzem queijo de ovelha e misto, à base de ancestrais métodos de fabrico).
O evento tem a duração de 3 dias e para além da mostra / venda de produtos regionais proporciona aos visitantes deliciosas experiências. Desde logo, as provas e a gastronomia, a música, a animação mas também as atividades de ar livre, lembrando que é em S. Tiago de Rio de Moinhos que começa e termina o Passeio Pedestre “Fantástica Serra d’Ossa” e está instalada a estação de apoio ao Centro de Cyclin da Serra d’Ossa e este ano, na feira são disponibilizadas bicicletas para os visitantes utilizarem.
Do programa, destacam-se os espetáculos com “Sangre Ibérico” (30 de março), “Al Canti” (29 de março) e “Los Chupitos” (no encerramento da Feira a 31 de março).
Este certame associa-se também às Comemorações do 10º Aniversário do Cante Alentejano – Património Cultural Imaterial da Humanidade com os dois momentos de CANTE, a atuação de três grupos de Cantadores e Cantadeiras na tarde de sexta-feira e depois, no sábado, o típico ritual Borbense, na freguesia de Rio de Moinhos, “Fazer as 11”, com os grupos “Fora d’Horas” de Montemor-o-Novo e os “Garridos” do concelho.
Haverá ainda Folclore, animação de rua, dança jovem, animação com DJs, provas e degustação de produtos regionais, artesanato e muitas outras atrações que farão desta Páscoa e da visita à Feira do Queijo, momentos únicos para mais tarde recordar.
As “Velhas Gaiteiras” da Academia Sénior de Estremoz sobem ao palco do Teatro Bernardim Ribeiro nos dias 16 e 17 deste mês, para apresentar uma Revista à Portuguesa intitulada de “Vira o Disco e Toca Mesmo”.
Esta é a quinta peça apresentada pelo grupo, revela a encenadora Marisa Serrano, que adianta que este espetáculo “terá muitos sketch, momentos de diversão, crítica social, marchas populares e muita diversão”.
O grupo “Velhas Gaiteiras, recorda Marisa Serrano, surgiu em 2016, e assume-se como um projeto muito acarinhado por todos e permitiu criar uma amizade entre todos. “Na altura, e tendo em conta que os meus pais sempre fizeram revista à portuguesa, eu tinha esse bichinho, por isso sugeri a criação da disciplina, na qual estas 13 ‘velhas gaiteiras’ se inscreveram e foi-se criando uma amizade entre todas e há momentos que vão ficando na memória”, adianta.
Para Marisa Serrano diz que é o seu marido que escreve as marchas para a revista, garantindo que é “um enorme prazer” trabalhar com este grupo e com o músico que apoia as “Velhas Gaiteiras”, acreditando que este espetáculo “tem tudo para ser um sucesso”.
A encenadora do espetáculo “Vira o Disco e Toca Mesmo” convida todos a assistirem a esta revista à portuguesa, e diz que, em palco, “as Velhas Gaiteiras vão dar tudo”.
O espetáculo é organizado pelo Grupo de Revista da Academia Sénior de Estremoz, com apoio da Câmara Municipal de Estremoz, encenado por Marisa Serrano, com direção musical do músico estremocense Paulo Lopes, e com a participação das alunas e artistas: Ana Troncho, Bia Ramos, Luzia Banha, Guiomar Picão, Isabel Cascalheira, Júlia Casimiro, Maria Augusta Beliz, Maximina Paiva, Mina Trindade, Margarida Nunes, São Perdigão, Tina Estriga e Virtuosa Ramalho.
“Vira o disco e toca o mesmo”, o espetáculo das Velhas Gaiteiras, da Academia Sénior de Estremoz, que terá a sua antestreia no dia 16, apenas para convidados. Já no dia 17 há sessões às 15.30 e às 21.30 horas, no Teatro Bernardim Ribeiro, em Estremoz.
Os bilhetes são gratuitos e podem ser levantados no Posto de Turismo de Estremoz, a partir de amanhã, dia 11 de março.