Alto Alentejo recebe o maior Torneio de Futebol Feminino de Portugal

Durante cinco dias, entre 26 e 30 de março, o Alto Alentejo será o palco privilegiado do talento emergente do futebol feminino nacional, acolhendo atletas, equipas técnicas, dirigentes e árbitros provenientes de todo o país. No total, estarão envolvidos mais de 700 participantes, representando as 22 Associações de Futebol Distritais e Regionais, num evento que promete transformar a região na verdadeira capital do futebol feminino em Portugal.

A organização do torneio esteve inicialmente orientada para abranger o maior número possível de concelhos do distrito. No entanto, por razões logísticas, nomeadamente a disponibilidade de unidades hoteleiras, a mobilidade das comitivas e do staff da Federação
Portuguesa de Futebol, bem como outras necessidades operacionais inerentes a um evento desta dimensão, a competição decorrerá nos concelhos de Arronches, Campo Maior, Castelo de Vide, Elvas e Portalegre.

A Associação de Futebol de Portalegre expressa um profundo reconhecimento aos cinco municípios envolvidos, cuja colaboração e empenho têm sido determinantes para garantir as condições necessárias à realização de um evento desta magnitude, que colocará o Alto Alentejo no centro das atenções do futebol feminino nacional.

Ao longo da competição serão disputados 33 jogos, distribuídos pelos vários estádios da região, constituindo uma oportunidade única para os adeptos acompanharem de perto algumas das mais promissoras jogadoras do futebol português.

Para o Presidente da Direção da Associação de Futebol de Portalegre, Daniel Pina, “este representa um dos momentos mais marcantes para o distrito de Portalegre ao nível da organização de grandes eventos de futebol feminino”. O dirigente destaca ainda a importância da mobilização da comunidade: “Esperamos uma forte adesão dos norte-alentejanos, que certamente saberão marcar presença e apoiar este grande evento desportivo nos estádios onde se irão disputar os 33 jogos do torneio”. Daniel Pina sublinha igualmente que, no futuro, “eventos desta dimensão exigem um envolvimento ainda mais alargado e um compromisso organizativo reforçado, de forma a garantir as melhores condições para todos os participantes e para as suas famílias”.

Café da Floresta do Toki é protagonista da 22ª edição da D De Delta

A nova edição da DDD – D De Delta, a revista trimestral do Grupo Nabeiro – Delta Cafés, já está disponível e com novas histórias que celebram o café, a cultura, a inovação e, especialmente, as pessoas que fazem acontecer.

Nesta 22ª edição, o protagonista é o Café da Floresta do Toki, a mais recente origem do projeto Impossible Coffees. Produzido nas montanhas da província de Chiang Mai, no Norte da Tailândia, este café nasce de uma verdadeira história de transformação: antigas plantações de papoilas deram lugar a cafezais, hoje preservados pela comunidade local e valorizados através de um café de especialidade que chega pela primeira vez à Europa e que reforça a determinação do Grupo Nabeiro em provar, uma vez mais, que o impossível acontece quando se une coragem, compromisso e impacto real. Uma história de sustentabilidade e coragem, que reflete o poder transformador do café.

E porque esta edição é feita de histórias de reinvenção, a convidada é Carminho, uma das vozes mais influentes do fado com projeção internacional. A artista abriu as portas do seu estúdio para uma conversa conduzida por Rita Nabeiro, onde partilha o seu percurso, fala do novo álbum e da digressão que tem levado o fado português aos quatro cantos do mundo.

A nova DDD dá também destaque a quem faz do café uma arte. Para isso, foram desafiados baristas em Lisboa e no Porto para criarem uma bebida da sua autoria. O resultado são cinco histórias, cinco balcões e cinco formas distintas de olhar para o café de baristas formados pela CCC Barista Academy by Delta Cafés, projeto do Grupo Nabeiro que promove a cultura do café, eleva a qualidade das bebidas e apoia os profissionais que trabalham com a marca.

Nesta edição há ainda espaço para revisitar uma tradição muito lisboeta. Durante décadas, os balcões foram lugar de refeições rápidas e conversa cruzada. Hoje regressam como palco gastronómico, que resistiu ao tempo e outros que reinterpretam essa herança.

A colaboração inédita da designer Cata Vassalo com a Delta Coffee House Experience, um projeto que eleva a beleza da planta do café ao universo da joalharia, é também revisitada na nova DDD. O resultado é “Wonder”, uma coleção cápsula composta por três pares de brincos e um anel, acompanhada por uma experiência única by Delta: Gold Leaf Coffee, um cappuccino com folha de ouro, que convida a saborear uma joia em estado líquido.

Para inspirar escapadinhas, a DDD sugere um roteiro pelo Oeste, entre mar, história e boa mesa — um convite a descobrir a ligação entre Peniche e a Foz do Arelho, passando pelo Baleal e pelas Caldas da Rainha. A revista DDD já está disponível em formato papel e em https://www.dddelta.com , podendo ser lida em qualquer lugar do mundo, a qualquer hora.

César Magarreiro lança obra dedicada à ligação do Visconde de Ouguela a Camilo Castelo Branco

A ligação de Camilo Castelo Branco a Carlos Ramiro Coutinho, o Visconde de Ouguela, é explorada em “Camilo-Ouguela-Campo Maior”, a nova obra de César Magarreiro. O livro, lançado nesta reta final das comemorações do bicentenário de Camilo Castelo Branco, é apresentado esta quarta-feira, 18 de março, pelas 10h30, aos alunos do ensino secundário, no Centro Cultural de Campo Maior.

De acordo com César Magarreiro, a amizade entre o Visconde de Ouguela e o autor de obras como “Amor de Perdição” surgiu ainda no tempo de escola, em Lisboa. “Inclusive, há um conjunto de cartas entre eles, que foi posteriormente publicado, que se chama ‘Camilo Íntimo’, onde mostra ali a vida deles. É muito interessante”, avança o autor da Terrugem.

Por outro lado, e com uma “visão socialista”, em 1860, Carlos Ramiro Coutinho viria a criar em Ouguela “uma espécie de cooperativa”, uma vez que para “ele todos tinham de ter acesso à terra, todos podiam cultivar e todos tinham direito aos seus proveitos”, algo que, para aquela população, “que sempre foi uma população muito pobre”, foi “muito importante”.

Carlos Ramiro Coutinho teve também um papel importante por ter ajudado a população a impedir, em 1867, que Campo Maior fosse anexado a Elvas e deixasse, por isso, de ser concelho. “As pessoas de Campo Maior revoltaram-se e fizeram uma comissão, que foi a Lisboa exigir que isso não acontecesse. De maneira nenhuma queriam que Campo Maior deixasse de ser cabeça de concelho. Neste ambiente, este tal Carlos Ramiro Coutinho, que era na altura o Barão de Barcelinhos, ajudou o povo de Campo Maior a conseguir os seus intentos. Campo Maior não deixou de ser concelho e o que acontece é que, graças a esse feito também, este homem passou então a ser o Visconde de Ouguela”, recorda César Magarreiro.

Mais tarde, Camilo Castelo Branco viria a escrever um livro sobre Carlos Ramiro Coutinho: “Visconde de Ouguela – Perfil Biográfico”. “Este Visconde de Ouguela teve uma vida literária muito importante, uma vida bastante conhecida e bastante polémica também. E o mais importante disto é que foi morar para Lisboa: o homem saiu de Ouguela, mas Ouguela não saiu do homem”, explica César Magarreiro.

Ainda que fosse um homem rico – “a mulher dele era a dona do edifício onde são hoje os Armazéns do Chiado” –, Carlos Ramiro Coutinho desejou sempre retornar ao sítio “onde foi feliz”. E “lá está hoje, um pequeno jazigo, em Ouguela, com a cruz do lado esquerdo partida”. “Se calhar, 90% ou 95% das pessoas que ali passam não sabem a importância deste homem e das ligações que teve a Ouguela e a Campo Maior”, diz ainda o escritor.

Depois da apresentação da obra esta quarta-feira, no Centro Cultural de Campo Maior, para sábado, dia 21, para além da apresentação de “Camilo-Ouguela-Campo Maior”, está prevista a realização de um passeio literário, às 14h30, em Ouguela.
De recordar que César Magarreiro, que assinala agora o encerramento do bicentenário de Camilo Castelo Branco com “Camilo-Ouguela-Campo Maior”, iniciou, em março de 2025, as comemorações com o lançamento de “Camilo-Elvas”.

VALNOR distinguida com Selo de Qualidade do Serviço de Gestão de Resíduos Urbanos

A VALNOR – Valorização e Tratamento de Resíduos Sólidos, S.A., empresa responsável pela gestão do Sistema Multimunicipal de Triagem, Recolha Seletiva, Valorização e Tratamento de Resíduos Sólidos Urbanos nos municípios de Abrantes, Alter do Chão, Arronches, Avis, Campo Maior, Castelo Branco, Castelo de Vide, Crato, Elvas, Fronteira, Gavião, Idanha-a-Nova, Mação, Marvão, Monforte, Nisa, Oleiros, Ponte de Sôr, Portalegre, Proença-a-Nova, Sardoal, Sertã, Sousel, Vila de Rei e Vila Velha de Rodão, foi distinguida pela Entidade Reguladora dos Serviços de Águas e Resíduos (ERSAR) com o Selo de Qualidade de Serviço de Gestão de Resíduos Urbanos, na edição de 2026. 

Esta distinção reconhece o desempenho de excelência das entidades gestoras do setor, avaliando de forma rigorosa a qualidade do serviço prestado, a eficiência operacional e o compromisso com a sustentabilidade ambiental. A atribuição deste selo à VALNOR constitui um motivo de orgulho e reflete o trabalho consistente desenvolvido ao longo dos anos na promoção de uma gestão de resíduos cada vez mais eficiente, responsável e próxima das comunidades. 

Mais do que um reconhecimento institucional, este prémio simboliza o empenho diário de todos os profissionais da VALNOR, bem como a colaboração ativa dos municípios parceiros e da população, que têm vindo a reforçar os seus hábitos de separação e valorização de resíduos. É este esforço conjunto que permite continuar a melhorar os indicadores ambientais e a construir um território mais sustentável. 

Para Nuno Heitor, Administrador Delegado da Valnor, “A atribuição do Selo de Qualidade de Serviço, pela ERSAR, representa um importante reconhecimento do trabalho desenvolvido pela VALNOR e constitui um motivo de grande orgulho para todos os profissionais que, diariamente, trabalham com dedicação e sentido de missão para garantir um serviço público essencial às populações. Este reconhecimento é também o resultado do trabalho conjunto desenvolvido com os municípios que integram o sistema multimunicipal e com os cidadãos da nossa região, cuja participação ativa na separação e valorização de resíduos é fundamental para alcançarmos resultados cada vez mais positivos. Para a VALNOR, esta distinção representa não apenas o reconhecimento do caminho percorrido, mas também um incentivo para continuarmos a evoluir, reforçando a qualidade do serviço prestado e promovendo uma gestão de resíduos cada vez mais eficiente, sustentável e alinhada com os desafios ambientais do futuro.” 

A VALNOR reafirma assim o seu compromisso de continuar a investir na inovação, na melhoria contínua dos serviços e na sensibilização ambiental, contribuindo para a preservação dos recursos naturais, para a economia circular e para a qualidade de vida das populações que serve. 

Câmara de Portalegre assina protocolo de atribuição de apoio não financeiro com a Tégua

No dia 13 de março, foi assinado um protocolo entre a presidente da Câmara Municipal de Portalegre, Fermelinda Pombo Carvalho, e o presidente da Tégua – Associação de Desenvolvimento Regional D’entre Tejo e Guadiana, Francisco Silva, que estabelece a cedência a título de empréstimo do Apartamento de Transição.

Este alojamento integra a Bolsa Nacional de Alojamento Temporário e de Emergência e destina-se a apoiar grupos populacionais mais vulneráveis e em situação de maior carência, com necessidades urgentes e temporárias de habitação.

Entre os possíveis beneficiários encontram-se pessoas em situação de sem-abrigo, imigrantes, agregados familiares nómadas, vítimas de violência doméstica ou de tráfico de seres humanos, pessoas em processo de desinstitucionalização e famílias afetadas por acontecimentos inesperados, como catástrofes naturais, incêndios ou pandemias.

Esta resposta habitacional, de carácter transitório, funciona de forma complementar e em rede, podendo assumir a forma de apartamento partilhado ou de reinserção, com capacidade para oito vagas.

Censo revela quebra acentuada na população de grous no Alentejo este inverno

O mais recente Censo Ibérico de Grous confirmou uma redução significativa no número de aves migratórias a invernar em Portugal. De acordo com os dados avançados por José Janela, da Quercus, em dezembro foram contabilizados apenas cerca de cinco mil grous, um valor consideravelmente inferior aos mais de nove mil registados no mesmo período do ano anterior. Embora se tenha verificado uma ligeira recuperação nas contagens de janeiro, o balanço final da temporada revela que a presença desta ave emblemática nas planícies alentejanas ficou muito aquém das edições passadas.

Esta diminuição nos números não indica necessariamente uma quebra global da espécie, mas sim uma alteração nos padrões de migração. Os especialistas sugerem que as variações climáticas e a disponibilidade de alimento podem estar a levar os grous a permanecer em latitudes mais a norte ou a concentrar-se noutras zonas da Península Ibérica. O fenómeno sublinha a importância da monitorização contínua através destes censos para compreender como as alterações ambientais estão a moldar o comportamento e as rotas de invernada de uma das aves mais características do inverno alentejano.

Tudo para saber sobre o assunto com José Janela, da Quercus. O programa desta semana para ouvir, na íntegra, no podcast abaixo:

AA com sessão em Elvas: “álcool é um problema da sociedade e os AA têm provas dadas para lidar com o problema”

Os Alcoólicos Anónimos (AA) vão estar em Elvas, no próximo dia 20 de março (sexta-feira), para uma sessão de informação pública, a ter lugar no Auditório São Mateus, pelas 11 horas.

Levar a mensagem ao alcoólico ainda em sofrimento, para uma mudança da sua condição de vida, tem sido o grande objetivo da organização mundial, já com 90 anos de existência. “O fator primordial da organização, dos grupos, das pessoas, é procurarem manter-se limpos, sóbrios, manterem-se afastados do consumo de álcool”, explica o presidente dos AA Portugal, o psicólogo Celestino Cunha, que avança que, atualmente, a organização envolve “mais ou menos três milhões de pessoas em mais de 60 países”.

Nos AA, o alcoólico que alcançou “um despertar espiritual” e que consegue manter a sua abstinência, procura depois “levar a mensagem a pessoas que ainda não tiveram essa oportunidade”, com a organização a tentar chegar à comunidade com sessões como aquela que acontece em Elvas.

“Há um grupo de pessoas, dentro dos AA, que faz esse serviço de informação pública. Convida-se, muitas vezes, as instituições de saúde, as autarquias, as escolas e promovem-se esses encontros de modo a levar a mensagem, no fundo, para que a comunidade saiba que estes grupos existem, que têm uma forma muito particular de trabalhar dentro do seu anonimato e é também uma forma de a comunidade, em geral, poder encaminhar pessoas, de poder dizer que está ali uma porta, que está ali um grupo de pessoas que ajuda”, adianta o responsável.

Ao longo dos anos, a organização tem vindo a procurar ser “um suporte” na comunidade, garante Celestino Cunha, com vista a dar resposta a um problema efetivo que se vive em Portugal. “O nosso país, pela nossa história, pela nossa cultura, tem uma relação com o álcool que é bastante problemática. Promovemos, toleramos e, por isso, os AA são uma maneira de responder ao problema que se vive no nosso país. Há muitas pessoas que padecem de problemas ligados ao álcool, que padecem da doença do alcoolismo, e os AA são o suporte na comunidade ligado, por exemplo, às organizações, aos centros de saúde, às autarquias, às escolas e até ao sistema de justiça e podem ser um grande recurso na comunidade para que as pessoas possam encontrar forma de se recuperarem”.

Nestes eventos, participam não só alcoólicos em recuperação, que partilham a sua experiência, mas também as famílias, sendo que para os familiares existem também grupos de ajuda: “existem grupos de AA, existem grupos de Al-Anon, que são as famílias que se unem também para lidar com o problema que as atinge, e há a possibilidade de encaminhar – existe uma linha, existe um site, existe informação para as pessoas poderem conhecer”. “Quanto mais conhecemos, seremos sempre mais capazes de lidar com os problemas”, garante o presidente dos AA Portugal.

Na falta de grupos presenciais de AA no interior do país, os grupos online têm-se revelado uma boa alternativa. “No interior existem menos grupos, mas com a chegada dos grupos online, de facto, qualquer pessoa, em qualquer local, pode frequentar grupos e pode ter acesso a este tipo de ajuda”.

“O álcool é um problema da nossa sociedade e os AA têm provas dadas para lidar, de forma saudável e adequada, com o problema, de modo a que ele se resolva, pela recuperação das pessoas que têm essa doença”, remata Celestino Cunha.

O único requisito para ser membro dos AA “é o desejo de parar de beber”. Para ser membro dos AA não é necessário pagar taxas de admissão nem quotas, sendo a organização autossuficiente. Os AA “não estão ligados a nenhuma seita, religião, instituição política ou organização, não se envolvem em qualquer controvérsia, não subscrevem nem combatem quaisquer causas”.

Partilhando entre si a sua experiência, força e esperança para resolverem o seu problema comum, o propósito primordial dos AA é manterem-se sóbrios e ajudarem outros a alcançar a sobriedade.

Gato Escaldado volta ao Mês do Teatro de Campo Maior para apresentar “O Príncipe Nabo”

Depois de já ter apresentado, no arranque do Mês do Teatro de Campo Maior, o espetáculo “Guia de Matemática para Totós”, a companhia Gato Escaldado está de regresso ao Centro Cultural da vila no próximo dia 24 de março, para levar a palco a peça “O Príncipe Nabo”.

Apresentado às crianças do ensino pré-escolar de Campo Maior, em duas sessões — a primeira às 10h30 e a segunda às 14h30 —, o espetáculo tem por base uma história sobre humildade. “O Príncipe Nabo” resulta de uma adaptação da obra homónima de Ilse Losa para o palco, sendo o texto da autora portuguesa, nascida na Alemanha, parte integrante do Plano Nacional de Leitura, de leitura obrigatória para alunos de 5.º ano.

“É um espetáculo que temos vindo a melhorar, mas já há alguns anos que o fazemos e resulta muito bem para esta faixa etária”, revela Ana Isabel Sousa, atriz e fundadora da companhia, que apresenta parte da história da peça: “é basicamente uma história sobre uma princesa que é muito arrogante, que goza com todos os pretendentes que tem no castelo e, às tantas, o pai castiga-a e ela casa com um músico pobre. Depois é a jornada dela a aprender a ser humilde, a aprender que a vida não é só facilidades”.

Sendo já habitual a presença da Gato Escaldado neste Mês do Teatro, Ana Isabel Sousa considera esta uma “excelente iniciativa” da Câmara Municipal, até porque “é super importante que as pessoas tenham cada vez mais acesso à cultura”. Sobretudo no interior do país, defende ainda a atriz, longe das grandes metrópoles, estas iniciativas possibilitam que “todos tenham acesso igual à cultura”.

“Há alguns anos que vamos a Campo Maior e somos sempre muito bem recebidos. Comemos sempre muito bem e passamos sempre aí uns bons dias. O Centro Cultural é espetacular, tem todas as condições. Por isso, voltaremos sempre que seja possível”, remata a artista.

Campo Maior acolheu iniciativa “50 anos, 15 Caminhadas”

Campo Maior recebeu ontem, dia 15 de março, a iniciativa “50 anos, 15 Caminhadas”, integrada na 24.ª edição dos Jogos do Alto Alentejo.

A atividade, promovida em parceria com a Unidade Local de Saúde do Alto Alentejo, de forma a assinalar os 50 anos do Hospital Dr. José Maria Grande, decorreu em simultâneo nos 15 municípios do Alto Alentejo e teve a participação da Vereadora Paula Jangita.

Antes do início da caminhada realizou-se um breve momento de sensibilização dedicado à importância da adoção de hábitos de vida saudáveis, destacando o papel da atividade física regular na promoção da saúde e do bem-estar.

Empate sem golos deixa “O Elvas” em situação delicada

A equipa de “O Elvas” SAD, depois de uma semana complicada com greve aos treinos por falta de pagamento de salários, empatou este domingo a zero diante do Clube Oriental de Lisboa, num encontro em que o futebol praticado esteve longe de entusiasmar e em que o empate acabou por saber a derrota para os azul e ouro. A formação alentejana soma assim apenas um ponto, não conseguindo distanciar-se do adversário direto na luta pela permanência, numa fase em que existe apenas uma posição na tabela classificativa que dita a descida de divisão.

Na primeira parte, “O Elvas” ainda criou duas situações de perigo, mas o guarda-redes do Oriental, Tiago Ferreira, evitou o golo com boas intervenções. No segundo tempo, foi a vez de o guardião elvense Bruno Bolas impedir males maiores, mantendo o resultado em branco até ao final da partida.

Recorde-se que “O Elvas” tinha perdido, em Marvila, por 2-1 frente ao Oriental, resultado que deixa a equipa em desvantagem no confronto direto em caso de igualdade pontual no final do campeonato. Com este empate, os azul e ouro deixam escapar dois pontos importantes e continuam expostos ao risco de descida. Na próxima jornada, “O Elvas” desloca-se ao terreno do Alcochetense, outra equipa que também luta para fugir aos lugares perigosos da classificação.