RC3 de Estremoz assinala 313 anos

308RC3_2.jpgO Regimento de Cavalaria nº3 de Estremoz assinala amanhã, dia 15, o seu 313º aniversário.

Este ano, devido à Covid-19, as comemorações resumem-se ao Hastear da Bandeira Nacional e a uma Cerimónia de Homenagem aos Mortos em combate não estando prevista a presença de convidados (militares e civis) exteriores à Unidade.

Testes à Covid-19 no De Boa Saúde desta semana

DrPintaoCarlosFalcato.jpgFace à pandemia de COVID-19, a Organização Mundial de Saúde emitiu recomendações para testar em grande escala a população, como um elemento crítico para combater a doença.

Inicialmente, existiam apenas dois tipos de testes disponíveis e que diferiam consoante o tipo e objetivo: por um lado os testes de base molecular, que detetam a presença do vírus no organismo e são feitos através de uma amostra retirada do nariz ou da parte posterior da garganta e, por outro lado, os testes serológicos que detetam a resposta imunológica contra o vírus e são feitos através da recolha de uma amostra de sangue.

No entanto, com o passar do tempo, outros testes foram desenvolvidos. Só nos Estados Unidos, já foram aprovados cinco testes de rastreio à Covid-19. O último no mês de agosto, feito através da recolha de saliva, e que, segundo a Escola de Saúde Pública da Universidade de Yale, pode produzir resultados em menos de três horas.

De acordo com o médico Pintão Antunes, “quanto mais rápido o médico tiver o resultado do teste melhor porque muitas vezes as pessoas acabam por morrer devido ao diagnóstico tardio”.

Pintão Antunes garante que “é necessário avaliar custos porque torna-se mais caro tratar um doente num hospital do que apostar na prevenção”.

Os testes à Covid-19 são o tema da edição desta semana do programa De Boa Saúde, com Carlos Falcato e o médico Pintão Antunes.

 

 

Pneumonia no De Boa Saúde desta semana

DrPintaoCarlosFalcato.jpgA Pneumonia é não só a principal causa de internamento hospitalar em Portugal, como também uma das doenças mais mortíferas para os portugueses.

Trata-se de uma infeção dos alvéolos do pulmão e dos tecidos circundantes e que pode ser causada por vários microrganismos diferentes, entre bactérias, vírus, fungos ou parasitas.

O médico Pintão Antunes , na edição desta semana do programa De Boa Saúde, explica que “o principal problema da pneumonia é quando a bactéria é resistente aos antibióticos. Daí o alerta que nós deixamos sempre para que as pessoas tenham cuidado com a toma de antibióticos porque torna-se cada vez mais difícil combater as doenças se o organismo tiver anticorpos conta o antibiótico”.

O sintoma mais comum de pneumonia é a tosse com expetoração. Pode também surgir a dor no peito, calafrios, febre e falta de ar.

A pneumonia é o tema da edição desta semana do programa De Boa Saúde, com Carlos Falcato e o médico Pintão Antunes.

Queimaduras solares no de Boa Saúde desta semana

DrPintaoCarlosFalcato.jpgAs queimaduras solares resultam de exposição excessiva breve (aguda) a raios ultravioleta (UV). Este tipo de queimaduras divide-se em três tipos, I, II, II, consoante a gravidade da mesma.

Na edição desta semana do programa De Boa Saúde, o médico Pintão Antunes recorda que “o sol queima. Não nos podemos esquecer que as queimaduras se dividem em três tipos: o tipo I é aquela queimadura em que fica apenas vermelho; no tipo II aparecem as chamadas bolhas e o tipo III, o mais grave, atinge o tecido muscular”.

O excesso de exposição solar pode provocar cancro da pele. O melanoma é um tumor maligno sendo o tipo de cancro de pele mais agressivo e responsável por mais de 75% das mortes por cancro de pele.

A queimadura solar é o tema desta semana da rubrica De Boa Saúde, com Carlos Falcato e o médico Pintão Antunes.

Poluição do ar interior é o tema do “Ambiente em FM”

NunoSequeiraVerao2016.jpgAo contrário da ideia muitas vezes generalizada, a poluição do ar também atinge o interior dos edifícios, sendo muitas vezes mais elevada do que no exterior, e é cada vez mais referida como estando na origem de vários problemas de saúde pública.

Uma das principais causas desta poluição do ar interior, “é o facto das pessoas passarem grande parte do tempo em recintos fechados”, de acordo com Nuno Sequeira (na foto), da Quercus.

Nuno Sequeira, da Quercus, deixa algumas dicas para evitar a poluição do ar interior como, por exemplo, “manter o edifício ou a habitação bem arejados, escolher os produtos de limpeza menos tóxicos, não fumar, especialmente em locais fechados, escolher os produtos de limpeza menos tóxicos, não utilizar inseticidas ou pesticidas e garantir uma adequada manutenção dos sistemas de ar condicionado”.

As pessoas passam cerca de 90% do tempo dentro de recintos fechados, onde estão frequentemente expostas a um diversificado cocktail de poluentes químicos e biológicos provenientes de fontes várias como o fumo de tabaco, tintas, vernizes, carpetes, entre outros.

A poluição do ar interior é o tema da edição de hoje do “Ambiente em FM”, com Nuno Sequeira da Quercus.

IPP avalia impacto da Covid-19 nas Organizações de Economia Social

ipportalegre_1.jpgInvestigadores do Instituto Politécnico de Portalegre em conjunto com o Politécnico de Setúbal desenvolveram o estudo “Economia Social no contexto Covid-19”.

O estudo teve por objetivo analisar a realidade e o impacto da covid-19, ao nível da economia social, nas instituições e IPSS do país, que trabalham nas diversas áreas, onde foram avaliados um conjunto de fatores, a nível financeiro, limitações atividade prestada, entre outros, explica Joaquim Mourato, coordenador do estudo no IPP.

A redução das contribuições devido ao cancelamento ou suspensão de serviços prestados pelas instituições originou uma quebra de receita nas IPSS, “mais de 80% das instituições inquiridas manifestou este problema, por outro lado uma parte significativa revela que aumentaram as despesas com aquisição de EPI, questões de isolamento, custos com pessoal adicionais, o que levanta um problema sobre a viabilidade económica e financeira destas instituições”, refere Joaquim Mourato.

Também 19% das instituições manifestou dificuldade em honrar pagamentos com prazos de liquidez imediata, e Joaquim Mourato explica que “é importante realçar que uma parte significativa das instituições que estão nesta situação dramática financeira, são da área da cultura e artes”. “Temos várias instituições que estão em risco de fechar ou prestar serviços em algumas valências, o que pode levar ao encerramento destas instituições nos próximos dois meses”.

Joaquim Mourato afirma que “esta situação é dramática”, porque numa altura em que o país, perante a Covid-19, todas estas fragilidades e desigualdades vêm à tona e torna-se mais relevante uma resposta social, uma vez que está em causa a continuidade de serviços.

O estudo adianta ainda que 23% das OES registaram dificuldades de comunicação com entidades públicas, nomeadamente, a Segurança Social e as Câmaras Municipais.

Por outro lado “os mecanismos de apoio extraordinário não chegaram às instituições, apenas 29% recorreram ou vão recorrer, e a maior parte ao lay off”. O responsável pelo estudo no Instituto Politécnico de Portalegre alerta de que “é necessário fazer algo mais para evitar que estas instituições encerrem portas”, e demonstra-se “feliz por o Governo depois de conhecer os resultados deste estudo ter apresentado um programa de apoio às IPSS e esperamos que outras medidas surjam para salvar esta área de intervenção fundamental”.

O estudo “Economia Social no contexto Covid-19” envolveu um universo de 557 Organizações da Economia Social, de todos os distritos de Portugal (incluindo regiões autónomas), através de um inquérito online realizado entre 27 de maio e 8 de julho de 2020 que permitiu conhecer a realidade destas organizações.

Festas do Povo na fase de repescagem das 7 Maravilhas

Festas_Povo_Arquivo_F.jpgAs Festas do Povo de Campo Maior vão hoje, domingo, dia 16, à fase de repescagem do concurso “7 maravilhas da Cultura Popular”, depois de terem alcançado o segundo lugar na fase distrital, no programa da RTP.

João Muacho, presidente da Câmara de Campo Maior, diz que do seu ponto de vista, “estas são as festas mais bonitas da região, e é para Campo Maior e para os alentejanos uma honra que esta candidatura passe à final, não só pelo trabalho e dedicação dos campomaiorenses, mas também porque só há um sitio no mundo onde as flores só nascem quando o povo quer, e esse sitio é Campo Maior”.

O presidente do município campomaiorense apela a todos que votem e reconheçam “o trabalho efémero dos campomaiorenses”.

Para votar nas Festas do Povo de Campo Maior para que passem às meias finais do concurso das 7 maravilhas da cultura popular pode ligar o 760 207 739.

Próximo sorteio do Euromilhões com “jackpot” de 95 milhões

euromilhoesRCM.pngO próximo concurso do Euromilhões terá, no primeiro prémio, um ‘jackpot’ no valor de 95 milhões de euros, já que nenhum apostador acertou na chave sorteada ontem.

O segundo prémio, de 157 mil euros, vai contemplar cinco jogadores no estrangeiro, enquanto o terceiro prémio, no valor de 36 mil euros, também vai ser entregue a cinco apostadores, um deles em Portugal.

Já o quarto prémio, de 2.300 euros, vai contemplar 24 jogadores, dois dos quais em território nacional.

A chave vencedora do concurso do Euromilhões, sorteada ontem, é composta pelos números 9, 10, 19, 42 e 49 e pelas estrelas 4 e 12.

Ataques de pânico aumentam com pandemia Covid-19

DrPintaoCarlosFalcato.jpgAs medidas de confinamento e isolamento social que afetaram, nos últimos meses, a população a nível mundial podem ser muito prejudiciais para pessoas podendo mesmo despoletar vários problemas psicológicos, como ataques de pânico, ansiedade e depressão.

Mas o que são ataques de pânico? “O pânico assume-se como uma instabilidade emocional” e, de acordo com o médico Pintão Antunes, “ter medo é humano. O problema é quando não se consegue controlar o medo”.

Pintão Antunes refere que “os ataques de pânico, nestes tempos de pandemia, prendem-se com o desconhecimento do futuro uma vez que a pessoa não sabe o que a espera”.

Os ataques de pânico, associados à Covid-19, são o tema desta semana da rubrica De Boa Saúde, com Carlos Falcato e o médico Pintão Antunes.

Quercus alerta para perigos do processo de remoção de amianto

NunoSequeiraVerao2016.jpgOs profissionais que removem amianto podem estar em risco por falta de materiais de proteção, avisa Quercus.

De acordo com Nuno Sequeira (na foto), da associação ambientalista, “a utilização das máscaras e fatos de proteção por parte dos profissionais de saúde, no combate à Covid-19, faz com que este material escasseie para quem remove o amianto, sobretudo das escolas”.

“Pela falta destes equipamentos, que deviam ser substituídos a cada duas horas, os trabalhadores estão a colocar a sua saúde em risco”, sublinha Sequeira.

Segundo a Quercus, o Governo pretende, em dois meses em meio, retirar o amianto das 578 escolas públicas, algo que a associação considera impossível.

O amianto e todo o seu processo de remoção é o tema da edição desta semana do Ambinete em FM, com Nuno Sequeira da Quercus.