O concelho de Arronches registou, nas ultimas 24 horas, mais um óbito e um novo caso de infeção por Covid-19.
Esta sexta-feira, dia 26 de fevereiro, Arronches conta com um total de 185 casos confirmados, sendo que 24 estão ativos e 156 foram dados como recuperados. No concelho já faleceram cinco pessoas.
A revolta gerada com os comentário de José Carlos Malato, a 25 de janeiro, depois de André Ventura ter sido o segundo candidato à presidência da República com maior votação em vários concelhos da região Alentejo, resultou numa petição dirigida ao presidente da Câmara de Monforte, a pedir a alteração à toponímia da praça daquela localidade com o nome do apresentador de televisão.
De recordar que José Carlos Malato disse que o Alentejo era “uma vergonha”, pelo que, a partir daquele dia, seria lisboeta, declarações que o presidente da Câmara de Monforte, Gonçalo Lagem, considera “tristes” e “pouco democráticas”. Ainda assim, a petição e o pedido associado, não foram aceites pelo Município, até porque, se assim fosse, estaria a ter “uma reação à ação”.
“Houve uma petição e uma revolta social, compreensível, mas essa revolta também foi a quente e, de alguma forma, irrefletida. A democracia oferece-nos isso: a possibilidade de fazer uma petição, de haver uma convocatória da sociedade, perante aquilo que acreditam piamente. Aos executivos compete analisar, de forma serena, pelo que não podemos reagir de uma forma igualmente populista às declarações proferidas”, esclarece o autarca.
Gonçalo Lagem lembra que a atribuição do nome de José Carlos Malato ao largo em questão foi da responsabilidade do executivo de 2005, pelo que não caberia ao atual atuar no sentido de retirar o nome do apresentador do referido espaço. “Foi a decisão mais acertada deste executivo e foi uma decisão por unânime, onde estão representadas duas forças políticas”, diz ainda, garantindo que não se “pode andar atrás do sabor de reações irrefletidas e a quente”.
A petição contou com mais de quatro mil assinaturas, sendo apresentadas, como alternativas, ao Largo José Carlos Malato, os nomes “Praça dos Monfortenses” ou “Largo da Biblioteca”, como era antes conhecido.
Portugal registou, nas últimas 24 horas, mais 1.027 casos de infeção confirmada por Covid-19 e 58 óbitos. De ontem para hoje 2.780 pessoas recuperam da doença.
Esta sexta-feira, dia 26, 2.404 (-209) doentes estão internados, 522 (-14) em unidades de cuidados intensivos (UCI).
Desde o início da pandemia, Portugal já registou 16.243 mortes e 802.773 casos de infeção, de acordo com os números divulgados hoje no boletim epidemiológico da Direção-Geral da Saúde (DGS).
A Bússola Social é uma plataforma interactiva que agrega num único sítio da Internet toda a informação sobre as respostas sociais do Alentejo Central. Foi inteiramente criada a partir de dados abertos e de dados públicos e permite identificar os serviços sociais disponíveis para apoio a pessoas ou famílias, incluindo respostas específicas destinadas a grupos mais vulneráveis
A Bússola Social resulta de uma acção-piloto do projecto+RESILIENT, desenvolvida pela RCDI, o parceiro português do projecto, com a colaboração da CCDR-Alentejo (parceiro associado) e da Fundação Eugénio de Almeida (co-criação e gestão da plataforma), para além de outras entidades regionais.
A Bússola Social tem como destinatários todos os cidadãos, as entidades que prestam serviços sociais, os seus dirigentes e colaboradores, os profissionais do sector da economia social, investigadores, académicos e consultores e também os políticos e decisores a nível municipal e regional.
A Bússola Social está disponível em https://bussolasocial.alentejo.pt/
O concelho de Portalegre registou esta sexta-feira, dia 26, mais uma morte e um caso de Covid-19.
Desde o início da pandemia, Portalegre conta com 956 casos, dos quais 14 estão ativos, 892 já recuperaram e 50 pessoas perderam a vida devido à Covid-19.
Os canais digitais, como sites na internet e redes socias têm sido a grande aposta dos stands automóveis que se encontram impedidos de estar abertos ao público, desde o dia 15 de janeiro, data em que entrou em vigor este novo confinamento geral para combater a propagação do Covid-19. Assim divulgam as viaturas e acabam por conseguir concretizar alguns negócios.
António Santos, da Cars MS, stand automóvel em Elvas, refere que esta situação “vem agravar ainda mais o negócio uma vez que nem com a divulgação através da internet as vendas aumentam. Temos feito alguma publicidade, com o intuito de atrair clientes, mas isto está muito fraco”.
“O funcionamento da oficina de reparação automóvel tem dado para compensar um pouco as quebras mas mesmo assim não é suficiente. As inspeções continuam a decorre normalmente e o cliente continua a procurar a oficina para reparações”, garantiu António Santos.
Quanto às medidas do Governo, dirigidas aos stands, António Santos considera que “são gravosas mas temos que nos adaptar. Temos que ter paciência porque isto não está fácil. Por outro lado, é bom que de feche de uma vez para que a situação pandémica melhore”.
O concelho de Campo Maior não regista esta sexta-feira, dia 26, novos casos de Covid-19.
De acordo com as Autoridades de Saúde, Campo Maior regista 637 casos confirmados de Covid-19, sendo que sete estão ativos, 619 foram já dados como recuperados e 11 pessoas já morreram no concelho devido ao coronavírus.
Espanha vai continuar com as fronteiras fechadas com Portugal até, pelo menos, dia 16 de março, segundo um anúncio publicado no Boletim Oficial do Estado Espanhol.
As entradas em Espanha a partir de Portugal vão continuar a ser controladas e, apenas nos horários e pontos de passagens autorizados.
Todas as viagens de fora da União Europeia vão continuar restritas até, pelos menos, 31 de março.
“Chamada amiga” é o nome do projeto desenvolvido pelo município de Campo Maior e pelas funcionárias do Centro Comunitário.
Trata-se de um projeto que pretende, através de uma chamada diária, levar aos utentes que frequentavam o centro comunitário, e agora se veem impossibilitados, devido a pandemia, momentos de companhia através do telefone.
Para tal, as técnicas do Centro Comunitário vão contactar por telefone os membros dos Clubes dos Maiores para, de certa forma, “fazer companhia a estas pessoas, que não podem estra presentes para as atividades que decorriam neste espaço”.
“A reação é fantástica, explica Vanda Alegria, vereadora no município de Campo Maior, “porque as pessoas têm a necessidade de conversar, e demonstram a saudade desta casa (Centro Comunitário), que era onde passavam a maior parte do tempo”.
A vereadora refere que esta iniciativa “tem feito a diferença no dia-a-dia destas pessoas”, e que é muito “satisfatória, não só para quem trabalha no Centro Comunitário, mas também para os utentes, que se sentem, de certa forma, acompanhados”.
“Chamada Amiga”, projeto do município de Campo Maior, que pretende acompanhar a vários níveis, através de chamada telefónica, as cerca de 80 pessoas que frequentavam os Clubes dos Maiores.
Desta forma, será possível manter o trabalho que este espaço tem vindo a desenvolver junto da população mais idosa há já cerca de duas décadas.