Alandroal registou ontem, 18 de janeiro, um novo caso de Covid-19 e seis recuperações.
O concelho tem agora 63 casos ativos, num total de 178 registados, desde o início da pandemia.
Da doença, em Alandroal, já recuperaram 114 pessoas e morreu uma.
Esta tarde, depois de uma reunião extraordinária do Conselho de Ministros, o primeiro-ministro, António Costa, veio dizer que estamos “no momento mais grave da pandemia” e que é preciso um “sobressalto cívico”. As escolas continuam abertas, com Polícia a vigiar ajuntamentos.
O endurecimento das medidas de restrição deste estado de emergência, Governo quer acabar com o passeio, determina o fim das vendas em postigo e impõe a reposição da proibição de circulação entre concelhos. Estabelecimentos encerram às oito da noite e à uma da tarde nos fins de semana.
Resumidamente são estas as novas medidas:
Cerca de 32 por cento dos empregadores portugueses, segundo um estudo da Manpower Group, não conta retomar os níveis de contratação, que se verificavam no período pré-pandemia, sendo Portugal um dos países de toda a Europa que revela menos otimismo em relação à possibilidade de recuperar estes valores de contratação em menos de um ano.
De acordo com o presidente do Núcleo Empresarial da Região de Évora (NERE), Rui Espada (na foto), a economia da região “vai passar um mau bocado”, perante um novo confinamento, assegurando que há empresas que estão a pensar em reajustar, de novo, os seus quadros de pessoal.
“Houve incentivos, que vinculavam a contratação de pessoas, e houve algumas contratações, e essas empresas não vão poder despedir dessas pessoas, se não vão entrar em rotura com os projetos aprovados”, revela ainda.
Cerca de dez por cento das empresas do distrito de Évora, explica ainda Rui Espada, não conseguiu manter-se, perante todas as restrições e consequências adjacentes à pandemia: uma percentagem que acredita que aumente nos próximos tempos. “As pessoas ainda estão a tentar recuperar da primeira vaga e agora voltamos a debatermo-nos com este confinamento”, revela.
Do ponto de vista social, ainda assim, defende o presidente do NERE, o confinamento “é a única forma que temos para tentar controlar a pandemia”. “O tecido empresarial vai sofrer, o país não pode parar, mas só assim se vai conseguir controlar melhor a pandemia”, remata.
A percentagem de empregadores que espera retomar a atividade antes da pandemia, no espaço de um ano, desceu para 29 por cento. Relativamente à contratação, 32 por cento dos empregadores portugueses não conta retomar os valores de contratação pré-pandemia.
Estes dados, apresentados recentemente, “foram recolhidos durante a segunda vaga da pandemia e não refletem ainda o impacto do anúncio do início da campanha de vacinação contra a Covid-19, que dá um novo alento às empresas”, revela a nota de imprensa da Manpower Group.
A Estremadura espanhola regista esta segunda-feira, 18 de janeiro, 783 novos casos positivos de Covid-19 e a morte de mais 11 pessoas.
Nos hospitais da região estão internadas, atualmente, 618 pessoas, 64 nos Cuidados Intensivos. De ontem para hoje, tiveram alta 539 pessoas, num total acumulado de 38.408 recuperações.
Desde o início da pandemia, na Estremadura espanhola, vítimas de Covid-19, já morreram 1.236 pessoas.
No novo confinamento, que durará, pelo menos, até ao final do mês, e para evitar a concorrência desleal, porque há estabelecimentos que estão obrigados a encerrar, o Governo decretou que há um conjunto de artigos que têm de sair das prateleiras dos supermercados.
A lista de artigos ‘proibidos’ nos supermercados é a seguinte:
A administração da segunda dose da vacina contra a Covid-19, aos profissionais de saúde, arrancou esta segunda-feira, 18 de janeiro, nos hospitais de Santa Luzia, em Elvas, e Dr. José Maria Grande, em Portalegre.
A Unidade Local de Saúde do Norte Alentejano (ULSNA) prevê ainda, “se tudo correr bem”, concluir, até final da semana, a primeira fase de vacinação de todos os utentes e funcionários dos lares do distrito de Portalegre.
A informação é avançada à Rádio ELVAS pelo porta-voz da ULSNA, Ilídio Pinto Cardoso.
Cerca de 32 por cento dos empregadores portugueses, segundo um estudo da Manpower Group, não conta retomar os níveis de contratação, que se verificavam no período pré-pandemia, sendo Portugal um dos países de toda a Europa que revela menos otimismo em relação à possibilidade de recuperar estes valores de contratação em menos de um ano.
No caso do distrito de Portalegre, e segundo o presidente da NERPOR, Jorge Pais (na foto), não havendo dados concretos relacionados com esta questão, a região acompanha a tendência nacional, sendo que os empresários, perante as dificuldades, estão a reduzir o número de empregados.
“A nossa região, com menor número de empresas (em relação a outras regiões do país), tem características especiais e, infelizmente, toda a perda de emprego teve um impacto irreversível”, explica Jorge Pais, adiantando que os empresários “não estão apenas a pensar fazer essa redução temporária”, mas de uma forma definitiva.
Perante o desemprego que advêm desta situação, a população desempregada, adianta Jorge Pais, vê-se obrigada a procurar trabalho fora da região e do próprio país. “Vão ter de procurar aí a sua vida pessoal e profissional, porque na nossa região não estão criadas condições para esse efeito”, acrescenta.
O presidente da NERPOR revela ainda que, do seu ponto de vista, “há que reforçar o tecido empresarial e combater esta situação, criando novas empresas, novos empregos e novas oportunidades”, remata.
A percentagem de empregadores que espera retomar a atividade antes da pandemia, no espaço de um ano, desceu para 29 por cento. Relativamente à contratação, 32 por cento dos empregadores portugueses não conta retomar os valores de contratação pré-pandemia.
Estes dados, apresentados recentemente, “foram recolhidos durante a segunda vaga da pandemia e não refletem ainda o impacto do anúncio do início da campanha de vacinação contra a Covid-19, que dá um novo alento às empresas”, revela a nota de imprensa da Manpower Group.
Até ao momento, todos os utentes do lar encontram-se assintomáticos, segundo adianta o presidente da Câmara de Marvão, Luís Vitorino. “A situação está a ser acompanhada pela Segurança Social, pela Saúde Pública e pela Câmara Municipal”, acrescenta.
O autarca lembra ainda que o concelho, em novembro, enfrentou outros dois surtos: no lar da Santa Casa da Misericórdia e na APPACDM. “A situação está mais estável, mas preocupa-nos muito, porque ainda falta dar a segunda dose da vacina nos lares”, explica.
Marvão, desde o início da pandemia, já registou 135 casos positivos de Covid-19 e 11 vítimas mortais.