Não há hoje registo de vítimas mortais, na região, devido ao novo coronavírus.
No Alentejo, desde a chegada da Covid-19 à região, foram reportados 29.330 casos de infeção e registadas 970 mortes.
O boletim epidemiológico deste sábado, 10 de abril, dá ainda conta da recuperação de 685 doentes, havendo, ao dia de hoje, 466 pessoas internadas (menos 20 que ontem), 119 em Unidades de Cuidados Intensivos (mais nove).
Há agora menos 90 casos ativos no país, num total de 25.810. Desde o início da pandemia, Portugal registou 16.910 óbitos, 826.928 casos confirmados e 784.208 recuperações.
A Estremadura espanhola regista este sábado, 10 de abril, mais 109 casos de Covid-19, sendo que nas últimas 24 horas, não há vitimais mortais, associadas à doença, a lamentar.
Nos hospitais da região encontram-se agora internadas 81 pessoas, 15 em Unidades de Cuidados Intensivos.
Foram dados como recuperados da Covid-19, nas últimas 24 horas, 58 doentes, num total acumulado de 70.238 altas.
Desde o início da pandemia, na região, morreram, vítimas do novo coronavírus, 1.731 pessoas.
A Vespa Velutina é uma espécie exótica invasora, que se torna agressiva quando ameaçada.
O município de Arronches, em colaboração com a Comunidade Intermunicipal do Alto Alentejo alertam para o facto de cajo detete um ninho, não se aproximar e deve alertar as autoridades competentes.
As autoridades a alertar são o Serviço Municipal de Proteção Civil da Câmara Municipal de Arronches, através do número 245 580 080; através de preenchimento online do formulário disponível em http://stopvespa.icnf.pt; ou a Linha SOS Ambiente do Serviço de Proteção da Natureza e Ambiente da Guarda Nacional Republicana, pelo contacto 808 200 520.
O Governo aprovou um Decreto-Lei que vem alterar as regras da rotulagem do mel.
O Decreto-Lei nº 214/2013 determinava que o rótulo do mel deveria ter a indicação do país ou países de onde o mel era originário, e no caso do mel ser originário de um ou vários Estados-Membros da União Europeia ou países terceiros, eram utilizadas as seguintes designações: mistura de méis UE; mistura de méis não EU; ou mistura de méis UE e não EU.
O novo decreto-lei nº 2/2021, destaca que, no mel embalado em território nacional, o rótulo do mel tem obrigatoriamente de indicar o nome do país ou países onde o mel foi colhido.
Sobre este assunto, Manuel Anastácio, produtor de mel, em Elvas explica que “a nova rotulagem dá a oportunidade ao cliente, para que possa escolher o produto, ou mel de origem portuguesa, uma vez que anteriormente se mencionava mistura de méis que, muitas vezes provinham da Argentina ou China e, neste caso, “dá-se mais oportunidade aos produtores de escoar o produto”, que segundo Manuel Anastácio, “em Portugal o mel tem muita qualidade”.
O primeiro país, da União Europeia, por pressão dos apicultores a fazer esta alteração foi a França, e Manuel Anastácio refere que “este novo decreto se assume como uma boa notícia para todos: consumidor, produtor e para a própria economia”
O decreto-lei, agora publicado, entra em vigor no dia 1 de julho deste ano. O mel rotulado em conformidade com o disposto no Decreto-Lei n.º 214/2003, de 18 de setembro, na redação anterior à do presente decreto-lei, pode ser comercializado até ao esgotamento das respetivas existências.
Na sequência do trabalho desenvolvido nos últimos meses entre os Ministérios da Cultura e da Saúde com as entidades representativas do setor cultural, foi recentemente aprovado o diploma que procura dar resposta às preocupações manifestadas. Assim, o diploma prevê a possibilidade de, durante o ano de 2021, serem realizados, em articulação com a Direção-Geral da Saúde (DGS), eventos teste-piloto para definição de novas orientações técnicas e a realização de testes de diagnóstico de SARS-CoV-2, por imposição da DGS ou por iniciativa do promotor do evento.
“Cria o teu laço azul” é o desafio que foi lançado pela CPCJ de Campo Maior à comunidade de Campo Maior, bem como a várias instituições e entidades do concelho.
Letícia Garcia, presidente da CPCJ de Campo Maior, explica que estes laços devem ser colocados “em locais visíveis, para relembrar a prevenção dos maus tratos infantis”. Um desafio que decorre até 16 deste mês.
A presidente da CPCJ, em Campo Maior relembra que a importância deste mês, na informação sensibilização da comunidade, para esta questão. “Devemos começar pelas crianças, que devem conhecer os seus direitos, e saber que existem instituições que zelam pelo seu bem-estar e proteção”.
É fundamental trabalhar, “diariamente estas questões”, diz Letícia Garcia, e revela que é “igualmente importante que as instituições locais estejam informadas e sensibilizadas, porque a prevenção dos maus tratos é uma responsabilidade de todos, e não só da CPCJ, todos devemos promover os direitos e proteger as crianças, pelo que este é um trabalho conjunto e contínuo, que deve ser feito permanentemente”.
Desafio “cria o teu laço azul”, que pretende que no concelho de Campo Maior a população e não só coloquem um laço azul, de forma visível, durante este mês de abril.
Nenhum apostador acertou na chave vencedora de ontem do Euromilhões, pelo que na próxima terça-feira vai estar em jogo um jackpot de 42 milhões de euros.
Três jogadores, um deles com aposta registada em Portugal, venceram o segundo prémio, de 247 mil euros.
Já o terceiro prémio, de 13 mil euros, contemplou 13 apostadores, todos eles no estrangeiro.
A chave vencedora do sorteio de ontem é composta pelos números 2, 8, 32, 35 e 44 e as estrelas 8 e 11.
A situação epidemiológica na Estremadura espanhola, no que à Covid-19 diz respeito, voltou a piorar com o registo de 143 novos casos de infeção e duas mortes nas últimas 24 horas.
As autoridades de saúde registam 77 pessoas internadas, 16 nas Unidades de Cuidados Intensivos.
Por áreas de saúde: Badajoz, 37; Cáceres, 34; Mérida, 27; Don Benito, 21; Plasencia, 19; Coria, 6; Llerena – Zafra, 2. Navalmoral de la Mata, 1 novo caso de infeção.