Mais 2.650 casos Covid e nove óbitos em Portugal

Portugal regista esta terça-feira, 13 de julho, mais 2.650 casos de Covid-19 e nove óbitos associados à doença. Nas últimas 24 horas, registaram-se mais 3.490 casos de recuperação.

Em todo o território nacional, há 742 doentes internados, mais 13 que ontem, 161 em unidades de cuidados intensivos (menos dois).

Existem hoje 45.199 casos ativos da infeção em Portugal, menos 849 que ontem.

Desde o início da pandemia, vítimas de Covid-19, morreram, no país, 17.173 pessoas, e foram identificados 912.406 casos de infeção. Ao todo há 850.034 doentes recuperados da doença em Portugal.

Febre da carraça no programa De Boa Saúde

A Febre da carraça é uma infeção aguda provocada por microrganismos que se transmitem através da picada de carraças. O principal portador da carraça é o cão que acaba por transmitir para o homem.

Na edição desta semana do programa De Boa Saúde, o médico Pintão Antunes refere que “os sintomas desta febre são muito duros. Hoje em dia, a febre é tratada com antibióticos mas antigamente levava mesmo ao internamento. É essencial que os médicos estejam alerta para estas situações porque, na maioria das vezes, no banco de urgência, nunca associam à febre da carraça”.

A carraça, quando detetada, não deve arrancada do corpo. É fundamental recorrer ao médico assistente de forma a confirmar o diagnóstico e proceder ao tratamento.

A febre da carraça é o tema da edição desta semana do programa De Boa Saúde, com Carlos Falcato e o médico Pintão Antunes.

Campo Maior sem novos casos Covid esta terça-feira

O concelho de Campo Maior não regista, esta terça-feira, dia 13, novos casos de infeção por Covid-19, pelo que se mantém com dois casos ativos.

Desde o início da pandemia foram registados 657 casos de infeção, dos quais 644 já recuperaram e 11 perderam a vida.

Abertas as inscrições para os Clubes de verão do município de Campo Maior

As inscrições para os Clubes de Verão, do município de Campo Maior estão abertas até dia sexta-feira, dia 16, no Centro Comunitário.

Estes clubes têm sido uma grande aposta do município, e também uma alternativa para os pais que não têm nesta altura, onde deixar os seus filhos, para que passem o tempo livre, de forma diferente.

Neste sentido, e tendo em conta a pandemia, este ano, apenas serão aceites “um máximo de 40 crianças, que este ano irão ser divididas por outros espaços, que não o Centro Comunitário, uma vez que este é o centro concelhio de vacinação”, como revela Vanda Alegria, vereadora no município de Campo Maior. As crianças serão divididas pela “Biblioteca, jardim do Palácio e piscinas, pelo que a vereadora assegura que “não vamos deixar que eles passem o verão sem conviver com as funcionárias do Centro Comunitários e animadoras socioculturais”.

Serão apenas duas turmas, uma dos 6 e 7 anos e outra para crianças entre os 8 e 9 anos, e apesar de este ano os Clubes não decorrerem no Centro Comunitário, Vanda Alegria explica “as crianças passarão momentos bastante divertidos, noutros espaços da vila que muitos não conhecem e ficarão a conhecer”.

Os Clubes do Verão do município, de Campo Maior vão decorrer entre 19 de julho e 27 de agosto.

“Memórias” de Victor Cameirão em exposição em Monsaraz

A Igreja de Santiago – Galeria de Arte, em Monsaraz, tem patente até 29 de agosto a exposição “Memórias”, de Victor Cameirão. A mostra integra o ciclo de exposições Monsaraz Museu Aberto e apresenta trabalhos em óleo sobre tela e acrílico que poderão ser apreciados diariamente das 9h30 às 12h30 e entre as 14h e as 18h.

Victor Cameirão nasceu em Santo António do Baldio, no concelho de Reguengos de Monsaraz, é professor aposentado e pintor autodidata desde 1970. O artista tem participado em diversas exposições individuais e coletivas, encontrando-se representado em coleções particulares e institucionais.

[shc_shortcode class=”shc_mybox”]

Nesta exposição, o pintor faz surgir da sua obra a beleza de Monsaraz e do Alentejo, expresso no colorido e nas formas que traduzem um olhar aguçado sobre a vida e sobre as coisas. A presença da figura humana invoca memórias e sensações bem definidas no texto do poeta Manuel Sérgio: “Expectantes entremos no espaço expositório e olhemos as figuras idóneas, personagens que foram das tradições usanças e costumes neste chão planura avivando-nos a memória.

Num desfile seguro de emoções trazidas à tela por Vitor Cameirão numa sementeira de traços, vivências e tons como um grito d’alma, que ecoa pelo coração da terra abraçando profundamente o solo arável do homem. Pela moldura ecuménica da ceifa, onde as mulheres obstinadas vencem a solidão que os rostos soletram quando o céu de palha abrange os corpos pelas horas que levam à eira o ouro das espigas que em molhos de vida, pão hão-de ser.

Vitor Cameirão leva-nos num concerto de sensibilidade agrária até à suprema beleza dos girassóis quase luz etérea a fugir do retábulo. Sobrevoando o assimétrico casario da urbe com asas de profunda claridade, saímos enriquecidos desta exposição na qual Vitor Cameirão se afirma e nos afirma ser um pintor de referência maior para quem o Alentejo e a secular Monsaraz são o Castelo que debulha a criatividade das formas que nos oferece e nos embala os sentidos”.

[/shc_shortcode]

Alentejo com mais 38 casos positivos de Covid-19

Nas últimas 24 horas, foram identificados 38 novos casos de Covid-19 no Alentejo, de acordo com o boletim epidemiológico desta segunda-feira, 12 de julho, da Direção-Geral da Saúde.

Por outro lado, não há novas vítimas mortais, associadas à doença, a registar na região.

Desde março do ano passado, foram reportados 31.828 casos positivos de Covid-19 no Alentejo e registadas 974 mortes.

Mais 1.782 casos Covid e oito óbitos em Portugal

Portugal regista esta segunda-feira, 12 de julho, mais 1.782 casos de Covid-19 e oito óbitos associados à doença.

Nas últimas 24 horas, registaram-se mais 1.028 casos de recuperação.

Há, ao dia de hoje, 729 pessoas internadas, mais 57 que ontem, 163 (mais dez) em unidades de cuidados intensivos.

Em todo o país, há 46.048 casos ativos de infeção, mais 746 que ontem.

Desde o início da pandemia, morreram 17.164 pessoas vítimas de Covid-19 em território nacional e foram identificados 909.756 casos de infeção. Ao todo há já 846.544 doentes recuperados da doença em Portugal.

Quatro utentes da Santa Casa de Vila Viçosa infetadas com Covid

Quatro utentes e um funcionário da Unidade de Cuidados Continuados da Santa Casa da Misericórdia de Vila Viçosa, que já tinham completado o processo de vacinação, “há mais de dois meses” contra a Covid-19, testaram positivo.

A informação foi confirmada à Rádio ELVAS pelo provedor da instituição, Jorge Rosa, que adiantou ainda que, “numa testagem, que é feita de 15 em 15 dias, um técnico de animação testou positivo à Covid-19, tendo sido feitos testes ao universo desta valência da instituição, de onde resultaram estas quatro utentes positivas”. As utentes com idades compreendidas “entre os 100 e os 80 anos, que se encontram bem, e a única sintomatologia é alguma tosse”.

Estas utentes foram já transferidas para a Zona de Concentração e Apoio à População (ZCAP) de Vila Viçosa, “de forma a evitar algum tipo de contágio a outros utentes e funcionários, sendo que daqui a 14 dias serão todos testados novamente”.

A Unidade de Cuidados Continuados da Santa Casa da Misericórdia de Vila Viçosa tem um total de 30 utentes e 25 funcionários.

Campo Maior sem novos casos de Covid-19

O concelho de Campo Maior não regista, esta segunda-feira, dia 12, novos casos de infeção por Covid-19, pelo que se mantém com dois casos ativos.

Desde o início da pandemia foram registados 657 casos de infeção, dos quais 644 já recuperaram e 11 perderam a vida.

É necessário “declarar guerra à precariedade”, diz António Cachola

Não é novidade para ninguém que o setor da cultura sofreu um grande impacto com a Covid-19.

Com o encerramento dos espaços culturais, os trabalhadores desta área ficaram com os seus rendimentos praticamente reduzidos a zero, devido à precariedade em que vivem.

De acordo com o colecionador António Cachola (na foto), o efeito da Covid na cultura “foi devastador. Os equipamentos culturais tiveram que encerrar, os espetáculos deixaram de existir e todas as pessoas envolvidas no projetos culturais ficaram afetadas. Eu diria que foi dos setores que mais negativamente foi impactado pela questão da pandemia”.

Para António Cachola a palavra de ordem é “guerra à precariedade do mundo cultural do nosso país. É necessário encontrar soluções para os agentes culturais. Não podemos estar sujeitos e dependentes de uma anulação de atividade, que implica anulação de rendimentos. Temos que ter respostas. No entanto, essas respostas têm que ser criadas em momentos e que tudo está bem para que as coisas possam ser naturalmente resolvidas quando tudo está mal”.

Setor da cultura começa agora a retomar a atividade normal com a reabertura dos espaços culturais, como cinemas, museus e auditórios.