Mais 17 mortes e 2 590 casos Covid em Portugal

Portugal regista este sábado, 31 de julho, mais 17 mortes e 2.590 novos casos de Covid-19. Nas últimas 24 horas, foram reportados 4.128 casos de recuperação da doença.

Ao dia de hoje há 895 (-29) doentes internados em enfermaria, dos quais 195 estão em unidades de cuidados intensivos (menos quatro).

Desde o início da pandemia, Portugal registou 968.631 casos de infeção, 17.361 óbitos e 902.014 recuperações.

Há, ao dia de hoje, 49.256 casos ativos de infeção no país, menos 1.555 que ontem.

Sport Arronches e Benfica organiza evento solidário a favor dos bombeiros

O Sport Arronches e Benfica organiza, este domingo, dia 1 de agosto, um evento solidário, com o objetivo de angariar águas, sumos e barras energéticas para os Bombeiros Voluntários de Arronches.

Esta é já a terceira edição do evento, e como revela o presidente da Associação Humanitária dos Bombeiros Voluntários de Arronches, João Crespo, este assume-se como “uma mais valia, principalmente nesta altura de incêndios que se avizinha, e para munir os bombeiros, deste bem essencial”, sendo esta uma forma que “permite a prática de atividade física não só pelos membros do clube, como também por parte de todos aqueles que se queiram juntar”.

A partir das 9 horas e até ao meio dia, quem quiser pode entregar as águas no quartel e fazer a sua corrida, ou vice versa, mantendo as normas sanitárias necessárias, no que à pandemia diz respeito.

Sport Arronches e Benfica que organiza este domingo uma corrida solidária para angariar águas para os bombeiros da vila, ao mesmo tempo que é provida a prática de exercício físico.

Campo Maior com mais um caso de Covid-19

O concelho de Campo Maior regista este sábado, dia 31, mais um caso de infeção por Covid-19, pelo que tem agora 11 casos ativos.

Desde o início da pandemia, em Campo Maior, foram registados 673 casos de infeção, dos quais 651 já recuperaram e 11 perderam a vida.

Autarca de Évora não compreende “atraso na obra do Hospital Central do Alentejo”

O arranque das obras de construção do Hospital Central do Alentejo voltou, mais uma vez, a ser adiado.

O início dos trabalhos “estava previsto para o ano passado, depois para o início deste ano, já foi anunciado para maio, junho e agora para julho. Eu julgo que, mais cedo ou mais tarde, a obra terá que avançar. O concurso está feito, a obra está adjudicada e é para nós completamente incompreensível este atraso. Vamos continuar a exigir que a obra comece o mais rapidamente possível”, garantiu  o presidente da câmara de Évora, Carlos Pinto de Sá,

Para o autarca, este hospital “é essencial, não apenas para Évora, mas para todo o Alentejo pois vai permitir quer haja um conjunto de serviços públicos de saúde que são prestados naquele hospital e as pessoas já não terão que ir a Lisboa para os receber”.

O hospital Central do Alentejo terá uma lotação de mais de 350 camas em quartos individuais, a qual poderá ser aumentada, em caso de necessidade, até 487 camas.

A unidade hospitalar conta ainda com um total de 11 blocos operatórios, três dos quais para atividade convencional, seis para atividade de ambulatório e dois para atividade de urgência, cinco postos de pré-operatório e 43 postos de recobro são outras valências da futura infraestrutura.

Delta aposta em Nuno Markl com podcast virado para o futuro, que assinala 60 anos da empresa

“E Projetos para o Futuro”, é o nome do podcast, conduzido por Nuno Markl, no âmbito dos 60 anos da Delta Cafés, sendo um projeto criado pela Brand Xperience, unidade de branded content e ativação de marca da Initiative.

São seis as ntrevistas que tiveram início com o Comendador Rui Nabeiro, fundador do Grupo Nabeiro Delta Cafés e o seu neto e agora CEO da Delta, Rui Miguel Nabeiro, contando ainda com um leque de convidados, tais como Bruno Nogueira, Joana Cruz, Eduardo Madeira, Ana Markl, Hugo Van Der Ding e Ricardo Araújo Pereira.

No final de cada episódio serão doados mil euros para uma instituição à escolha do convidado.

CDU Campo Maior entrega listas candidatas aos órgãos autárquicos

A CDU de Campo Maior, que tem como cabeça de lista Paulo Ivo, procedeu na manhã de ontem, sexta-feira, dia 30, à entrega das listas de candidatos para as eleições aos órgãos autárquicos do concelho de Campo Maior: Câmara, Assembleia Municipal e Freguesias do Concelho, no Tribunal de Elvas.

O partido, em Campo Maior pretende fazer “uma aposta pelo rejuvenescimento, dinamismo e melhoria da qualidade de vida de todos os campomaiorenses”, sendo esta “uma candidatura do povo e para o povo, que oiça e execute com trabalho, honestidade e competência”.

Uma candidatura “de gente empenhada e ligada à vida do concelho composta em mais de 40% por mulheres e mais de 50% de candidatos sem filiação partidária”.

Paulo Ivo é o candidato pela CDU à Câmara de Campo Maior, Pedro Reis à Assembleia Municipal, Hugo Milton à Junta de Freguesia da Expectação, Ana Cachapa à freguesia de São João Baptista.

Estremadura espanhola com 458 casos Covid

A Estremadura espanhola regista, esta sexta-feira, dia 30 de julho, mais 458 casos de Covid-19 e, não há registo de mais vítimas mortais, associadas à doença.

Destes casos, 129 foram registados na Área de Saúde de Badajoz.

Desde o início da pandemia, na região, morreram, vítimas do novo coronavírus, 1779 pessoas.

Foram dados como recuperados da Covid-19, nas últimas 24 horas, 405 doentes, num total de 81.163 altas.

Nos hospitais da região, encontram-se agora internadas 96 pessoas, nove em Unidades de Cuidados Intensivos.

Hugo Hilário e contrato da Barragem do Pisão: “o maior investimento alguma vez realizado no Alto Alentejo”

Teve lugar esta sexta-feira, dia 30, a assinatura do contrato de financiamento entre a Estrutura de Missão “RECUPERAR PORTUGAL”, entidade responsável pela coordenação técnica e pela coordenação de gestão da execução do PRR, e a Comunidade Intermunicipal do Alto Alentejo (CIMAA) para a construção do Empreendimento de Aproveitamento Hidráulico de Fins Múltiplos do Crato, com um investimento de 120 milhões de euros do PRR.

Presidida pelo Primeiro-Ministro, António Costa, a cerimónia aconteceu no Mosteiro de Santa Maria de Flor da Rosa, no Crato, com a presença e intervenções da Ministra da Coesão Territorial, Ana Abrunhosa, do Presidente da Comunidade Intermunicipal do Alto Alentejo, Hugo Hilário, e do Presidente da Câmara Municipal do Crato, Joaquim Diogo.

Na sua intervenção, o Presidente da CIMAA, Hugo Hilário, destacou e segundo comunicado da CIMMAA, que “assinalamos hoje, com a assinatura deste contrato, um dos dias mais felizes, esperados e importantes para o futuro do Alto Alentejo. Estamos perante o maior investimento alguma vez realizado no Alto Alentejo, que é o maior projeto do PRR sob responsabilidade local, responsabilidade que assumimos através da Comunidade Intermunicipal. O Empreendimento Hidráulico de Fins Múltiplos do Crato (Barragem do Pisão), foi considerado unanimemente, por todos os 15 Municípios do Alto Alentejo, pelas forças vivas do nosso território e pelo Governo da República, como uma âncora de desenvolvimento. Os seus efeitos multiplicadores que irão potenciar várias áreas da nossa atividade económica, com destaque para agricultura, silvicultura e pecuária, agroindústrias, energia, turismo, investigação científica e, acima de tudo, para assegurar reserva estratégica de água, tendo presentes as alterações climáticas e a necessidade de assegurar as necessidades de consumo, dadas as fragilidades da Barragem da Póvoa, que já ultrapassa o seu período útil de vida e tem problemas estruturais, e a capacidade muito limitada da Barragem da Apartadura, não garantindo mais do que 2 a 3 anos de seca continua.”

E evidenciou que “a convergência e a unanimidade entre todos os 15 municípios do distrito de Portalegre foi decisiva e fundamental, independentemente das opções partidárias e para além da localização geográfica das infraestruturas a construir, reconhecendo-se a importância estrutural e o impacto económico, social, ambiental, energético e científico do empreendimento para todo o Alto Alentejo. Neste sentido foi decidido pelos 15 municípios repartir entre si o valor da componente nacional da candidatura aprovada, em partes iguais.”

A Barragem do Pisão era uma aspiração e reivindicação histórica das populações do Alto Alentejo, com mais de meio século. Segundo o cronograma submetido à Comissão Europeia, as obras estarão terminadas em 2025 e os projetos e estudos detalhados devem ser concluídos até ao final deste ano. Está prevista para 2022 a emissão da Declaração de Impacte Ambiental, bem como o estaleiro e os trabalhos preparatórios, incluindo a abertura de acessos.

A CIMAA – Comunidade Intermunicipal do Alto Alentejo é uma entidade que tem como missão a promoção e a defesa dos interesses comuns dos quinze municípios associados, impulsionando o seu desenvolvimento integrado e sustentado, valorizando parcerias, criando sinergias e maximizando complementaridades. Entre eles estão os concelhos de Alter Do Chão, Arronches, Avis, Campo Maior, Castelo De Vide, Crato, Elvas, Fronteira, Gavião, Marvão, Monforte, Nisa, Ponte de Sor, Portalegre e Sousel.

13ª edição do duatlo de Arronches decorre este sábado

A 13ª edição do duatlo de Arronches decorre amanhã, sábado, dia 31, com partida às 9 horas na Zona Desportiva da vila.

Esta é uma prova que vai juntar “cerca de 150 atletas, das melhores equipas da modalidade”, como revela o vice presidente da Câmara de Arronches, adiantando que “o duatlo é uma prova que conta com duas vertentes: ciclismo e corrida”. “A corrida será feita nas ruas de Arronches, e a parte de ciclismo parte do Estádio Municipal com passagem por Esperança”.

Esta é uma prova que o município considera “bastante importante, pelo dinamismo que traz à vila e ao concelho, uma vez que as unidades hoteleiras estão completamente lotadas, pelo que é sempre bom apostar nestes eventos”, explica João Crespo.

A prova de Duatlo que decorre amanhã em Arronches conta com cerca de cinco quilómetros de corrida, 20 de ciclismo e mais dois de corrida.

Quercus Contesta Barragem do Pisão: PRR começa com péssimo exemplo

A Quercus tomou conhecimento, que hoje foi assinado pelo Governo e Comunidade Intermunicipal do Alto Alentejo (CIMAA), o contrato de financiamento para a construção da barragem do Pisão no concelho do Crato (Portalegre), um projeto do Estado Novo que por falta de viabilidade nunca tinha sido executado.

Em comunicado a Associação Ambientalista explica que “o Empreendimento de Aproveitamento Hidráulico de Fins Múltiplos do Crato, mas conhecido por barragem do Pisão, foi inscrito para investimento no PRR – Plano de Recuperação e Resiliência, apesar da oposição da Quercus e outras entidades na fase de Consulta Pública do PRR, devido aos elevados impactes ambientais sobre o montado e destruição da agricultura tradicional sustentável, pelo que se considera um primeiro tiro da “bazuca” fora do alvo”.

O PRR no contexto da crise económica e social devido à pandemia, “deveria contribuir para o crescimento sustentável integrado no Pacto Ecológico Europeu (Green Deal) e não para financiar projetos destrutivos e inviáveis sem um grande investimento público e comunitário”.

“Em causa estão 120 milhões de investimento já inscritos só no PRR, para um projeto estimado inicialmente em 171 milhões de euros, que entre os fortes impactes vai levar à sobrecarrega os contribuintes em benefício apenas da construção e envolvidos”.

A Quercus diz ainda que “o Governo já tinha promovido o concurso público para aquisição de serviços de “Avaliação da sustentabilidade e desenvolvimento integrado dos recursos hídricos e energéticos do empreendimento de aproveitamento hidráulico de fins múltiplos do Crato”, no valor de 950 000€ + IVA, isto ainda antes de estar feito o Estudo de Impacte Ambiental e portanto de existir uma Decisão da Avaliação de Impacte Ambiental devidamente fundamentada Detalhe (base.gov.pt)”.

Este empreendimento “tem grandes impactes ambientais negativos não apenas na destruição na área florestal de montado da região, mas os blocos de rega afastados, vão promover o alastramento descontrolado das culturas superintensivas de regadio tem vindo a descaracterizar o Alentejo, situação que deve ser controlada”.

A Quercus “lamenta que a Comissão Europeia tenha permitido o financiamento de projeto destrutivo e apesar da conivência do Governo e dos partidos políticos, vai continuar a acompanhar atentamente e a escrutinar todo o processo”.