A Associação Velhas Glórias manifestou publicamente a sua revolta e indignação após a grinalda de flores, colocada pela própria associação no monumento de homenagem ao bombeiro, junto ao quartel dos Bombeiros de Campo Maior, ter sido danificada e o tripé que a sustentava ter sido furtado.
Através de um comunicado, a direção da associação lamenta o sucedido e considera que o episódio vai muito além de um simples ato de vandalismo, classificando-o como uma grave falta de respeito pela memória daqueles que dedicaram a sua vida ao serviço da comunidade.
A grinalda de flores, colocada no monumento como forma de homenagem aos ex-bombeiros falecidos, representava o respeito, a gratidão e a saudade por todos aqueles que fizeram parte da história dos bombeiros e que deixaram um legado de dedicação e serviço ao próximo.
“Aquela grinalda não era nossa. Era de todos. Era de Campo Maior”, sublinha a associação, considerando que o sucedido constitui uma ofensa à memória dos antigos bombeiros e às respetivas famílias.
A direção questiona ainda os valores de quem é capaz de danificar uma homenagem aos que já partiram e de furtar um objeto que servia exclusivamente para honrar a sua memória.
Perante o sucedido, a Associação Velhas Glórias anuncia que irá apresentar participação às autoridades competentes, denunciando os danos provocados na grinalda e o furto do tripé, manifestando a determinação de tudo fazer para que os responsáveis sejam identificados.
A associação deixa também uma palavra de solidariedade às famílias dos bombeiros falecidos, garantindo que a homenagem será reposta com a dignidade que aqueles que partiram merecem.
“Não permitiremos que a memória dos vossos entes queridos seja pisada. Vamos repor a homenagem com ainda mais dignidade”, assegura a direção.
O comunicado termina com uma mensagem que traduz o sentimento da associação perante este episódio: “A memória dos nossos heróis não se rouba. Não se danifica. Honra-se.”
A instalação de uma caixa multibanco no Centro de Recreio Popular (CRP) da Boa-Fé, em Elvas, está na fase final de preparação, estando a Junta de Freguesia de Caia, São Pedro e Alcáçova a aguardar a vistoria da Caixa Geral de Depósitos (CGD) para dar seguimento ao processo.
João Rondão, presidente da Junta de Freguesia, lembra que a anterior caixa multibanco existente no Bairro da Boa-Fé, mais precisamente no centro comercial, teve de ser encerrada, devido “a várias circunstâncias que ali se estavam a passar”. O autarca recorda ainda que foi o próprio quem instalou aquele equipamento há vários anos e que acabou também por ter de tratar do seu encerramento, no início de 2026, medida justificada por diversos atos de vandalismo (como na altura a Rádio ELVAS noticiava).
Perante a necessidade de voltar a assegurar este serviço à população, João Rondão estabeleceu contactos com a Caixa Geral de Depósitos, nomeadamente através de responsáveis da instituição, quer em Elvas, quer em Lisboa, tendo conseguido obter o projeto necessário à instalação do novo equipamento.
Segundo o presidente da Junta, as obras previstas já foram executadas, faltando agora concluir a montagem de uma porta e solicitar a inspeção por parte da instituição bancária. Esta vistoria permitirá verificar se o espaço reúne todas as condições exigidas para a instalação da caixa multibanco.
“O projeto está executado”, afirma João Rondão, acrescentando que, depois de colocada a porta, irá contactar os serviços da CGD, em Lisboa, para que seja realizada a inspeção ao espaço.
O novo equipamento ficará instalado nas instalações do CRP da Boa-Fé, num espaço que o autarca considera reunir melhores condições de segurança, visibilidade e acessibilidade. A localização, na Rua José Vicente Abreu, permitirá que o multibanco seja facilmente identificado por quem circula naquela zona da cidade.
João Rondão destaca ainda que o espaço dispõe de iluminação reforçada e que estão previstas medidas adicionais de segurança, nomeadamente a instalação de câmaras de videovigilância. O local deverá também garantir condições de acesso a pessoas com mobilidade reduzida.
Apesar de considerar que o processo está próximo da conclusão, o presidente da Junta de Freguesia ressalva que ainda não é possível avançar com uma data para a entrada em funcionamento do equipamento. “Penso que seja coisa rápida, mas não posso dizer qual é a previsão”, refere, explicando que o calendário depende agora da vistoria e dos procedimentos da Caixa Geral de Depósitos.
A instalação permitirá recuperar um serviço de proximidade importante para os moradores do Bairro da Boa-Fé, que voltam assim a ter a perspetiva de contar com um equipamento de levantamento de dinheiro e outras operações bancárias na própria zona residencial.
O presidente da Assembleia Municipal de Campo Maior, Jorge Grifo, deixou uma mensagem de reconhecimento e gratidão aos mais velhos durante o Almoço dos Maiores, que decorreu no passado sábado, 31 de outubro, no pavilhão da Escola Secundária de Campo Maior, integrado numa semana de atividades especialmente dedicada à população sénior do concelho.
Na sua intervenção, Jorge Grifo começou por destacar a importância desta iniciativa, que teve início com um passeio a Setúbal, onde os participantes tiveram oportunidade de passear de barco, ver os golfinhos e desfrutar de algumas das iguarias da região, terminando com o convívio à mesa que reuniu os maiores do concelho.
O responsável sublinhou que, mais do que uma semana de atividades, esta é uma oportunidade para reconhecer aqueles que, ao longo da vida, contribuíram para a construção da comunidade campomaiorense.
“A palavra obrigado, apesar de ser uma palavra muito pequenina, tem um significado muito forte”, afirmou, acrescentando que é importante não ter receio de expressar o amor e a gratidão por quem está ao lado do município.
Foi precisamente o agradecimento o tema central da sua intervenção. Jorge Grifo começou por reconhecer o trabalho dos voluntários que tornaram possível a realização do passeio e do almoço, destacando o espírito altruísta de quem abdica do seu tempo pessoal e familiar para se dedicar aos outros.
Agradeceu igualmente aos funcionários do Município de Campo Maior pelo profissionalismo e empenho na preparação do evento, aproveitando para reconhecer também o trabalho desenvolvido diariamente e o contributo dado para a organização das Festas do Povo.
A Associação Humanitária dos Bombeiros Voluntários de Campo Maior, a Santa Casa da Misericórdia, o Centro de Dia e Lar Nossa Senhora de Degolados, a Paróquia, a Casa do Povo e a CURPI foram outras das entidades destacadas pelo presidente da Assembleia Municipal, pelo trabalho que desenvolvem diariamente junto da população, promovendo o apoio, o acompanhamento, o convívio e o bem-estar dos mais velhos.
Jorge Grifo deixou ainda uma palavra de reconhecimento ao presidente da Câmara Municipal, Luís Rosinha, destacando a sua dedicação à causa pública e o trabalho desenvolvido em prol do concelho. Na mesma ocasião, agradeceu aos vereadores Paulo Pinheiro e Paula Jangita, aos trabalhadores das diferentes áreas municipais e aos presidentes das juntas de freguesia pelo trabalho de proximidade junto das populações.
A intervenção ficou também marcada por uma homenagem sentida a uma figura que já não está fisicamente presente, mas cuja memória continua a acompanhar a comunidade e aqueles que com ela trabalharam. “Obrigado, Sr. Rui”, afirmou Jorge Grifo, numa referência carregada de emoção.
O presidente da Assembleia Municipal fez ainda questão de reconhecer o contributo da população para o regresso das Festas do Povo, sublinhando o envolvimento dos campomaiorenses nas inúmeras tarefas que permitiram concretizar o evento, desde a preparação das flores de papel ao trabalho nas ruas e na montagem dos espaços. “Foram fundamentais para mostrarmos ao mundo aquelas que são as mais belas festas do mundo, as Festas do Povo de Campo Maior”, salientou.
“As rugas são o nosso ADN”
Antes de terminar, Jorge Grifo surpreendeu os presentes com a leitura de um poema intitulado “Rugas”, escrito por alguém para dedicar ao avô.
Através deste poema, o autarca convidou os participantes a refletirem sobre o significado da passagem do tempo, das experiências acumuladas e das marcas que a vida deixa em cada pessoa.
As rugas foram apresentadas como sinais de uma vida feita de momentos de alegria e tristeza, de caminhos percorridos em conjunto, de afetos e de memórias que ajudam a definir quem somos. “Mas acima de tudo são o nosso ADN. Ruga após ruga só nos trazem amor”, foi uma das passagens do poema partilhado com os presentes.
Na conclusão da sua intervenção, Jorge Grifo dirigiu-se diretamente aos participantes, agradecendo-lhes a confiança, a presença e o interesse pela vida da comunidade. “Muito obrigado a todos vocês, são realmente os maiores e obrigado por existirem”, terminou, sob o espírito de reconhecimento e valorização que marcou este encontro dedicado à população sénior de Campo Maior.
O presidente da Câmara Municipal de Campo Maior, Luís Rosinha, destacou o contributo das gerações mais velhas para o desenvolvimento e a identidade do concelho, durante o discurso que proferiu no passado sábado, 31 de outubro, no tradicional Almoço dos Maiores, que reuniu cerca de mil campomaiorenses no Pavilhão da Escola Secundária da vila.
Num momento marcado pelo reconhecimento, pela partilha e pela valorização da comunidade, o autarca começou por sublinhar a importância desta iniciativa, integrada na semana dedicada à população sénior, considerando que este é sempre um dia especial, por permitir juntar diferentes gerações à mesma mesa e reforçar os laços de proximidade.
“Vocês, aqueles que estão aqui à minha frente, tiveram um papel fundamental e de grande importância na construção daquilo que é a vila de Campo Maior”, afirmou Luís Rosinha, acrescentando que “o vosso legado, o vosso percurso é a nossa identidade”.
O presidente da Câmara salientou que são os “maiores” os grandes responsáveis pela construção daquilo que Campo Maior é hoje, uma vila de referência no Alentejo e no contexto nacional, lembrando que os atuais responsáveis políticos estão apenas de passagem, enquanto o trabalho e o legado das gerações anteriores permanecem.
Luís Rosinha aproveitou também a ocasião para agradecer aos funcionários do Município, aos voluntários e a todas as entidades que tornam possível a realização do almoço e das restantes atividades da semana dedicada aos seniores. Destacou, em particular, a capacidade crescente de mobilização e o empenho dos voluntários, considerando que sem o seu contributo seria impossível concretizar uma iniciativa desta dimensão.
O autarca sublinhou ainda a importância destes encontros no combate ao isolamento da população sénior, defendendo que é fundamental garantir que os mais velhos se sintam acompanhados, valorizados e parte ativa da comunidade.
“Vocês não estão sozinhos. Nunca estarão sozinhos”, assegurou, reforçando que a proximidade com a população é também essencial para conhecer as suas histórias, necessidades e expectativas e, dessa forma, tomar decisões mais ajustadas à realidade do concelho.
Balanço do primeiro ano do mandato 2025-2029
Durante a intervenção, Luís Rosinha aproveitou para fazer um balanço do primeiro ano do atual mandato autárquico, destacando um conjunto de obras, investimentos e iniciativas desenvolvidas pelo Município, em articulação com as juntas de freguesia e as restantes instituições locais.
Entre as intervenções concretizadas, salientou a reabilitação da Avenida Dr. Artur António Louro, junto ao Lar e Centro de Dia de Degolados, bem como a construção da nova casa mortuária daquela freguesia.
Na rede viária municipal, destacou o alargamento e a reabilitação da Estrada da Figueira, que assegura a ligação a Espanha, assim como a intervenção no troço de ligação a Albuquerque, destinada a melhorar as condições de circulação para os habitantes de Ouguela.
Outro dos investimentos em destaque foi a Área de Acolhimento Empresarial de Nova Geração, um projeto que representa um investimento superior a 12 milhões de euros. Segundo o presidente da Câmara, esta infraestrutura será determinante para atrair empresas, criar oportunidades de emprego, fixar jovens e dinamizar a economia local.
O autarca recordou igualmente o sucesso das Festas do Povo, realizadas em agosto, deixando um agradecimento à população pelo empenho, dedicação e trabalho que permitiram concretizar mais uma edição de grande dimensão. “Muita dessa grandiosidade saiu do vosso empenho, das vossas mãos e da vossa dedicação”, reconheceu, manifestando a vontade de voltar a organizar uma edição ainda mais bonita no futuro.
No plano cultural e social, destacou a realização de mais uma edição do Festival Raya, o apoio ao movimento associativo e o sucesso dos Clubes de Verão, enquanto resposta às necessidades das famílias durante as férias escolares.
Luís Rosinha referiu ainda o trabalho desenvolvido através dos Clubes dos Maiores, que continuam a proporcionar atividades, convívio e momentos de distração à população sénior, bem como a continuidade do Jardim de Natal.
No âmbito das medidas de apoio social, apelou à utilização do Cartão Verde do Idoso e do Cartão Azul, instrumentos que permitem apoiar os maiores nas suas despesas, numa altura em que o custo de vida representa uma dificuldade crescente para muitas famílias.
A educação também mereceu destaque, com o presidente a recordar a continuidade do apoio a cem bolsas de estudo destinadas a alunos de Campo Maior, contribuindo para facilitar o percurso académico dos jovens do concelho.
Regadio, habitação e melhores oportunidades para o concelho
Na área da agricultura, Luís Rosinha destacou a conclusão da rede de aproveitamento hidroagrícola do Xévora, associada à Barragem do Abrilongo, uma infraestrutura aguardada há cerca de 25 anos e que permitirá beneficiar mais de 1.600 hectares de terrenos agrícolas, com particular impacto na freguesia de Degolados.
Já no setor da habitação, referiu a continuidade da reabilitação do centro histórico e da adaptação de edifícios, garantindo que este é um investimento que o Município pretende aprofundar nos próximos anos.
“Foi um ano efetivamente de trabalho, mas um trabalho também de proximidade, de objetivos que conseguimos alcançar”, afirmou, garantindo que o executivo continuará a colocar novos desafios para proporcionar mais qualidade de vida à população, mais oportunidades e um futuro melhor para os jovens campomaiorenses.
Um agradecimento à comunidade
Na parte final do discurso, Luís Rosinha deixou uma palavra de reconhecimento a todas as instituições e entidades que colaboram com o Município, nomeadamente as três juntas de freguesia, a Assembleia Municipal, a Santa Casa da Misericórdia de Campo Maior, o Centro de Dia e Lar de Degolados, os Bombeiros Voluntários, a Casa do Povo, a CURPI, o Coração Delta, a Paróquia de Campo Maior e a Delta Cafés, patrocinadora do almoço.
Agradeceu também aos grupos culturais, aos voluntários, aos técnicos municipais e a todos os profissionais envolvidos na organização do evento.
Num registo mais pessoal, o presidente da Câmara considerou que uma das maiores riquezas do exercício das suas funções é a oportunidade de conhecer melhor as pessoas e ouvir as suas histórias de vida.
“Ao fim de cinco anos como presidente de Câmara, muito daquilo que aprendi ao longo deste caminho, não tenham dúvidas nenhumas, devo muito e muito a todos vocês”, afirmou, reconhecendo a importância dos testemunhos, das vivências, das necessidades e até das alegrias e tristezas partilhadas pelos campomaiorenses.
Luís Rosinha terminou com um apelo à união e à participação de todos na construção do futuro do concelho, manifestando o desejo de que a tradição do Almoço dos Maiores continue a reunir a comunidade, ano após ano.
“Que para o ano estejamos cá todos novamente e de saúde”, desejou, terminando a sua intervenção com uma saudação aos maiores e a Campo Maior: “Vivam os nossos maiores! Viva Campo Maior!”.
O grupo TT Toca do Lobo, de Campo Maior, está a preparar a terceira edição do seu passeio todo-o-terreno, que promete um dia de aventura, diversão e convívio, com a participação de jipes, veículos 4×4 e motos. A iniciativa realiza-se no próximo sábado, dia 7 de novembro, com início marcado para as 9h00, na Quinta dos Pavões.
Segundo Bruno Miranda, presidente do grupo, os preparativos estão a decorrer dentro do previsto, com as licenças encaminhadas, o apoio de empresas parceiras assegurado e a organização a trabalhar para proporcionar mais um dia de convívio aos participantes. “Está tudo do nosso lado, está a correr bem. A única coisa que não está a correr bem até agora é o tempo, porque, por enquanto, não temos lama”, refere, numa alusão às condições meteorológicas, que poderão influenciar a experiência dos participantes.
Apesar de as motos não serem o foco principal do grupo, a organização volta a integrá-las no passeio, correspondendo ao interesse demonstrado pelos participantes. As inscrições para os motociclistas estão limitadas a 25, enquanto para os jipes e restantes veículos todo-o-terreno estão disponíveis 50 vagas. “O nosso foco é mais os 4×4, os jipes e as carrinhas, mas adicionámos as motos ao nosso passeio. Tal como no ano passado, teremos 25 inscrições para motos”, explica Bruno Miranda, acrescentando que a organização espera voltar a esgotar as inscrições, como aconteceu nas edições anteriores.
O percurso terá início na Quinta dos Pavões, onde decorrerá o briefing e será servido o pequeno-almoço. O trajeto será divulgado no próprio dia, uma opção que pretende manter algum elemento de surpresa. Está prevista uma paragem na zona de Nossa Senhora de Enxara, em Ouguela, para um reforço alimentar e momentos de diversão.
Bruno Miranda adianta que a organização preparou já percursos separados para as motos e para os jipes, de forma a garantir melhores condições de segurança e evitar constrangimentos durante o passeio. No final do trajeto, os participantes regressam à Quinta dos Pavões, onde será servido o almoço.
O programa prossegue por volta das 17h00, com a deslocação para a Zona Industrial de Campo Maior, onde terá lugar um trial, acompanhado por uma zona de convívio.
A iniciativa, nas suas duas primeiras edições, atraiu participantes de várias localidades, incluindo de Espanha, onde o passeio tem vindo a conquistar adeptos que regressam de ano para ano.
Apesar de reconhecer que o aumento dos preços, nomeadamente dos combustíveis, poderá estar a tornar as inscrições mais lentas, Bruno Miranda mostra-se confiante na adesão. “Não estão a aderir tão rápido como no ano passado, mas lentamente as inscrições estão a avançar. Acho que estamos no bom caminho para novamente esgotar”, afirma.
Com os preparativos em curso, a Toca do Lobo espera reunir novamente os amantes do todo-o-terreno para um dia marcado pela aventura, pela diversão e pelo convívio em Campo Maior.
O pavilhão da Escola Secundária de Campo Maior recebeu, no passado sábado, 31 de outubro, mais uma edição do Almoço dos Maiores, que reuniu mais de mil campomaiorenses.
A iniciativa, promovida pelo Município, encerrou uma semana inteiramente dedicada à população sénior, com diversas atividades de convívio e lazer. A semana começou no sábado anterior, 24 de outubro, com uma visita à cidade de Setúbal, que contou com a participação de mais de 600 pessoas.
Luís Rosinha, presidente da Câmara Municipal de Campo Maior, em declarações à Rádio ELVAS/Rádio Campo Maior, destacou a adesão às iniciativas e a importância destes momentos de partilha e encontro entre os seniores. “Este almoço vem na sequência de uma semana inteira, inteiramente dedicada a eles, que começou no passado sábado com uma visita fantástica à linda cidade de Setúbal, com mais de 600 participantes, e hoje praticamente com quase mil aqui a almoçarmos em convívio, na partilha de experiências, também ver caras que ao fim e ao cabo durante o ano nem sempre é possível encontrar”, referiu.
O autarca sublinhou ainda a importância de reconhecer o contributo dos mais velhos para a comunidade campomaiorense. A Assembleia Municipal, o Executivo da Câmara Municipal e as Juntas de Freguesia estiveram representados no almoço, numa forma de homenagem àqueles que, ao longo dos anos, ajudaram a construir a história do concelho. “É reconhecermos a comunidade campomaiorense, os nossos maiores, como nós carinhosamente gostamos de chamar. Eles merecem o reconhecimento da parte do Executivo Municipal, das Juntas de Freguesia e até mesmo da Assembleia Municipal. Eu acho que é importante, por tudo aquilo que foi a história destas pessoas que hoje se sentam aqui à mesa, ter a capacidade de reconhecer todo o contributo que elas deram para a nossa comunidade campomaiorense”, afirmou ainda Luís Rosinha.
Para os participantes, o convívio foi um dos principais motivos para marcar presença neste almoço. Rever amigos, reencontrar conhecidos e aproveitar a música e a dança foram alguns dos aspetos mais destacados pelos seniores. “É a companhia, é os amigos, é vermos pessoas que às vezes estamos meses sem ver, porque a vila já é grande. É o melhor de tudo, é termos música, às vezes darmos um pezinho de dança”, contou uma das participantes. “É mais o convívio, não é pelo almoço, é pelo convívio que a gente tem com as pessoas”, destaca outra sénior.
O almoço foi servido por voluntários no pavilhão da Escola Secundária de Campo Maior e prolongou-se durante a tarde, com animação musical, num dia marcado pelo encontro, pela partilha e pelo reconhecimento da população sénior do concelho.