A Feira “Estremoz + Sénior” está de regresso, entre os dias 30 de setembro e 2 de outubro, no Pavilhão B do Parque de Feiras e Exposições de Estremoz.
Promovida pela Câmara Municipal de Estremoz, esta iniciativa pretende dinamizar um conjunto diversificado de atividades direcionadas à população sénior do Concelho, privilegiando o convívio, o entretenimento e a participação ativa, bem como a partilha de experiências, conhecimentos e boas práticas entre as diferentes entidades que desenvolvem o seu trabalho nesta área.
A 5ª edição da Feira “Estremoz + Sénior” pretende dar continuidade ao trabalho desenvolvido na valorização da população sénior, reforçando a motivação e o envolvimento das instituições que diariamente contribuem para a melhoria da qualidade de vida dos seniores do concelho e dos territórios limítrofes.
A iniciativa procura, igualmente, promover a participação dos seniores em atividades que contribuam para o seu bem-estar, autonomia, envelhecimento ativo e integração social, proporcionando momentos de partilha, aprendizagem e convívio.
Com esta nova edição, pretende-se continuar a fortalecer os laços de solidariedade, proximidade e coesão social, através do convívio intergeracional e da criação de espaços de reflexão e diálogo sobre os principais desafios e necessidades que se colocam atualmente à população sénior.
O Município de Monforte formalizou, no dia 8 de setembro, o auto de consignação para a empreitada de “Reparação de danos em infraestruturas municipais provocados por chuvas anómalas e intensas – Parque Social de Vaiamonte”.
Os trabalhos foram adjudicados por despacho do Presidente da Câmara Municipal, proferido a 27 de julho de 2026, à empresa “Américo Cristóvão Correia” pelo valor global de 128.240,00 euros (acrescido de IVA à taxa legal em vigor) e contam com um prazo de execução estipulado em 60 dias. O encargo financeiro da empreitada será suportado por financiamento atribuído especificamente para a cobertura dos danos das intempéries ocorridas em 2022.
O auto de consignação foi assinado por Miguel Rasquinho, Presidente do Município de Monforte e representante do dono da obra, Ricardo Carrilho, responsável pela fiscalização, e Francisco Correia, representante da empresa adjudicatária.
A Santa Casa da Misericórdia de Montemor-o-Novo assegura atualmente um conjunto diversificado de respostas sociais destinadas à população idosa, tanto na cidade como nas freguesias do concelho, garantindo que as necessidades dos seniores continuam a ser acompanhadas.
A provedora da instituição, Paula Rosado, sublinha que a Santa Casa mantém uma presença ativa nesta área. “Nós não deixámos de forma alguma de suprir as necessidades dos idosos de Montemor e do concelho de Montemor”, afirmou.
Entre as respostas existentes estão as Estruturas Residenciais para Pessoas Idosas (ERPI), localizadas em Montemor-o-Novo e em Foros de Vale de Figueira, bem como o apoio domiciliário, igualmente disponível nas duas localidades.
A realidade, contudo, apresenta algumas diferenças entre a cidade e a aldeia. Paula Rosado destaca o caso de Foros de Vale de Figueira, onde o Centro de Dia continua a registar uma procura significativa. “Ao contrário do que aconteceu em Montemor, o centro de dia lá tem muita procura”, explicou.
Para a provedora, esta diferença está relacionada, em grande medida, com as características da comunidade e com a existência de fortes redes de vizinhança e proximidade. “Tem a ver muito com as redes de vizinhança, com as redes de proximidade, é uma aldeia”, afirmou Paula Rosado, explicando que os idosos conseguem frequentar o Centro de Dia sabendo que existe uma comunidade próxima capaz de prestar apoio quando necessário.
Esta rede assume particular importância para as famílias cujos filhos trabalham ou vivem noutras localidades. Mesmo quando os familiares estão em Montemor-o-Novo, Évora, Vendas Novas ou mais longe, a existência de vizinhos próximos permite que os idosos permaneçam acompanhados e em segurança.
Segundo Paula Rosado, esta realidade representa uma tranquilidade não apenas para os próprios idosos, mas também para os seus familiares. “É um descanso para eles e é um descanso para os filhos”, salientou.
A provedora considera que a situação é diferente em Montemor-o-Novo, onde a dimensão urbana da cidade alterou as tradicionais relações de proximidade. “Montemor já é uma cidade maior, estas redes de vizinhança já não funcionam assim”, afirmou.Neste contexto, a Santa Casa procura adaptar as suas respostas às diferentes realidades do concelho, mantendo as ERPI, os Centros de Dia e o apoio domiciliário como instrumentos fundamentais para acompanhar uma população cada vez mais envelhecida e com necessidades distintas.
Elvas volta a ser o ponto de partida e de chegada do EuroBEC Granfondo, que, em 2027, cumpre a sua quinta edição.
A prova, que volta a unir em bicicleta os três vértices da eurocidade – Elvas, Campo Maior e Badajoz – está marcada para o dia 11 de abril e as inscrições já estão abertas, com a organização a apontar para uma participação superior a dois mil ciclistas.
As inscrições arrancaram no passado dia 29 de agosto. Segundo Hermenegildo Rodrigues, vereador da Câmara Municipal de Elvas, a procura registada desde o início tem sido positiva e permite antever uma nova edição com forte adesão.
“Está agendada para dia 11 de abril aquela que é a quinta edição do EuroBEC Granfondo. As inscrições já estão em marcha. Foi no passado dia 29 de agosto que se iniciaram as inscrições para esta quinta edição, a oito meses ainda de distância da realização do evento, mas desde logo registou-se com agrado uma boa procura em termos daquilo que é a abertura das inscrições”, afirma o autarca.
Depois de, no ano passado, a prova ter ultrapassado a fasquia dos dois mil participantes, a expectativa passa agora por superar novamente esse número. “Pensamos que este ano estão reunidas as condições para que nos voltemos afirmar naquilo que é o panorama do ciclismo de Portugal como uma das maiores provas a nível nacional”, sublinha o Hermenegildo Rodrigues.
Percursos com novidades e aposta na paisagem alentejana
A quinta edição da prova contará com algumas alterações aos percursos, tanto na distância média como na longa. As mudanças pretendem valorizar as características paisagísticas do Alentejo durante a primavera, numa altura em que os campos da região apresentam uma maior diversidade de cores.
“Temos aqui e ali algumas alterações, quer na média, quer na long distância, mas vamos ter aqui pequenas alterações que visam, essencialmente, tirar partido, potenciar o que o Alentejo tem, em pleno de abril, que é a nossa primavera, o colorido dos nossos campos”, explica Hermenegildo Rodrigues.
A organização pretende, assim, proporcionar aos participantes não só um desafio desportivo, mas também a possibilidade de conhecer e desfrutar da paisagem alentejana. “Esse é um dos grandes objetivos, é que quem venha possa desfrutar do enquadramento paisagístico, da beleza da nossa região”, acrescenta.
O vereador destaca ainda as condições das vias utilizadas na prova, apontando para “pavimentos de excelência” e para a possibilidade de serem atingidos ritmos elevados. Apesar de se tratar de uma competição destinada a participantes amadores, o nível competitivo tem sido elevado.
“Não é por acaso que, e apesar de ser uma prova totalmente amadora, grande parte dos primeiros classificados superam normalmente médias superiores a 40 km/hora, o que só por si dá um patamar elevadíssimo em termos competitivos”, salienta.
Passagem pela Serra de São Mamede e pelo concelho de Arronches
Uma das novidades desta edição será a aproximação à Serra de São Mamede. O percurso do Granfondo incluirá uma passagem pelos “arrabaldes da serra”, procurando também contrariar a ideia de que o Alentejo é exclusivamente marcado pela planície.
“Vamos fazer a nível do Granfondo uma pequena abordagem à Serra de São Mamede, também para que, não posso dizer que no Alentejo só há planície, também temos serra e de qualidade”, afirma o vereador. O percurso incluirá, dessa forma, uma incursão pelo concelho de Arronches.
Com as inscrições já abertas (aqui) e a prova agendada para 11 de abril, a organização prepara uma quinta edição que pretende aliar a vertente competitiva à valorização do território, aproveitando a paisagem, as estradas e a primavera alentejana como elementos diferenciadores do EuroBEC Granfondo.
A organização da prova é da responsabilidade da BikeService e dos três municípios que constituem a EuroBEC.
A formação de novos músicos tem sido, e continua a ser, uma das principais apostas da Banda 1.º de Dezembro, de Campo Maior. A escola de música da coletividade conta atualmente com “oito ou nove alunos” e procura despertar nos mais jovens o gosto pela música e pela integração na banda.
De acordo com o presidente da Associação Cultural e Recreio Musical 1.º de Dezembro, José Romudas, a formação é assegurada pelos próprios músicos da banda, sobretudo pelos mais experientes, que assumem o papel de formadores. “Passam o testemunho” e procuram transmitir aos mais novos “a dinâmica e a vontade de ser músicos”, explica o dirigente.
Uma das principais características da escola de música é a gratuitidade. Em Campo Maior, os alunos não pagam pela aprendizagem e, depois de concluírem a formação e ingressarem na banda, têm ainda acesso a um instrumento disponibilizado pela própria associação.
Para José Romudas, esta é uma mais-valia significativa, sobretudo tendo em conta os custos associados a outras formas de ensino musical. “Um miúdo hoje vai à escola de música, não paga nada, e quando sair músico tem um instrumento à sua espera também por conta da banda”, salienta.
Apesar destas condições, o responsável reconhece que é cada vez mais difícil captar crianças e jovens para a aprendizagem musical. A associação tem procurado reforçar os contactos e desenvolver atividades junto das escolas, numa tentativa de despertar o interesse dos mais novos pela música e dar a conhecer o trabalho desenvolvido pela banda.
A aposta na formação tem dado frutos ao longo dos anos. “Da nossa banda já saíram bons profissionais e alguns ainda estão no ativo como profissionais músicos”, refere o dirigente, considerando que a aprendizagem musical pode continuar a representar uma oportunidade importante para os jovens.
O responsável reconhece, contudo, que as crianças e os jovens têm atualmente cada vez mais atividades e interesses para conciliar. Entre o desporto, a escola e outras ocupações, o tempo disponível é mais reduzido, tornando-se essencial que exista gosto e motivação para manter uma ligação à música e à banda.
“A música é uma arte muito bonita”, afirma ainda José Romudas, que, apesar de não ser músico, mantém uma forte ligação à associação. Depois de cerca de quatro décadas ligado à banda, regressou há alguns anos à direção, onde continua a acompanhar e a apoiar o trabalho dos músicos e da coletividade.