No programa Ambiente me FM desta segunda feira 15 de junho, com José Janela da Quercus, hoje vamos abordar o alerta apresentado num estudo sobre o risco eminente de um quinto das plantas com flor enfrenta risco de extinção em massa.
Um novo estudo internacional publicado na prestigiada revista científica Science revela que mais de um quinto da história evolutiva das plantas com flor, também conhecidas como angiospérmicas, está atualmente sob grave ameaça de extinção. Ao analisarem mais de 335 mil espécies, os investigadores concluíram que cerca de 21% de todo este legado biológico pode desaparecer para sempre.
Este cenário representa uma perda irreparável, pois o desaparecimento destas espécies levaria consigo milhões de anos de evolução e características genéticas únicas que nunca mais poderão ser recuperadas.
A situação desperta um alerta urgente na comunidade científica porque as plantas constituem a base fundamental da maioria dos ecossistemas terrestres e da vida humana. Elas são responsáveis pela produção de alimento, pela regulação do clima global, pela proteção dos solos e pelo sustento de inúmeras espécies animais, incluindo os polinizadores essenciais para a agricultura.
O declínio desta biodiversidade vegetal ameaça diretamente o equilíbrio ambiental, demonstrando que a conservação da flora é indispensável para garantir a segurança e a qualidade de vida das populações no planeta.
Tudo para saber sobre o assunto com José Janela, da Quercus. O programa desta semana para ouvir, na íntegra, no podcast abaixo:
A Junta de Freguesia de Nossa Senhora da Expectação organizou na noite do passado sábado, 13 de junho, um arraial de Santo António, no Largo do Terreiro, em Campo Maior.
A noite foi de animação com muita sardinha assada e a animação musical do grupo “Cristais da Noite”. Durante o arraial foram ainda entregues os prémios referentes ao torneio de futsal organizado pela Junta de Freguesia.
O presidente do Município de Campo Maior, Luís Rosinha, esteve no arraial, onde se juntou ao executivo da Junta, liderado pelo presidente Hugo Rodrigo.
O Museu de Arte Contemporânea de Elvas (MACE) vai encerrar temporariamente ao público a partir desta segunda-feira, dia 15 de junho, para permitir a desmontagem da exposição atualmente patente e a preparação de um novo projeto expositivo que promete marcar a programação cultural da cidade.
O espaço museológico reabre no dia 5 de julho, retomando o seu horário habitual de funcionamento, com uma exposição individual de Alexandre Estrela, um dos mais destacados artistas portugueses contemporâneos e escolhido para representar Portugal na Bienal de Veneza deste ano.
A inauguração da nova mostra está agendada para o dia 4 de julho, ao meio-dia, constituindo um dos momentos mais relevantes da programação cultural do MACE em 2025 e reforçando o posicionamento de Elvas como um dos principais polos da arte contemporânea em Portugal.
Durante o período de encerramento, serão realizados todos os trabalhos técnicos necessários à montagem da exposição, garantindo as melhores condições para a receção dos visitantes e para a valorização da obra do artista.
O colecionador de arte e comendador António Cachola destacou a relevância da iniciativa, sublinhando a coincidência entre a programação do MACE e a nomeação de Alexandre Estrela para representar Portugal na mais importante mostra internacional de arte contemporânea. “Vamos ter como ponto alto a inauguração de uma exposição do artista Alexandre Estrela, sendo que este artista foi o artista que foi designado para representar Portugal na Bienal de Veneza”, afirma.
António Cachola recorda que a Bienal de Veneza é amplamente reconhecida como o mais importante acontecimento mundial de arte contemporânea, reunindo os principais artistas selecionados por cada país participante.
“Ficámos muito contentes porque já tínhamos programado e planeado há muito tempo esta exposição do artista Alexandre Estrela e ele foi nomeado pelo Ministério da Cultura, concretamente pela Direção-Geral das Artes, para representar Portugal na Bienal de Veneza”, refere.
Para o colecionador, a realização simultânea da representação portuguesa em Veneza e de uma exposição individual do artista em Elvas representa um motivo de orgulho para a cidade e para o MACE.
António Cachola considera ainda que esta iniciativa confirma a relevância de Elvas no panorama artístico nacional. “Mostra que Elvas está sempre aqui naquilo que são os eventos e os acontecimentos mais importantes da arte contemporânea no nosso país”, conclui.
O novo projeto expositivo do MACE conta com o apoio da Direção-Geral das Artes, através da Rede Portuguesa de Arte Contemporânea (RPAC), consolidando a aposta do Município de Elvas na promoção da criação artística contemporânea e na diversificação da oferta cultural do concelho.
O grupo Campo Maior Trail Runners organizou no passado sábado, dia 13 de junho, o II Sunset Trail “Ouguela – Sentinela da Raia”, uma prova composta por três distâncias, entre trail, mini trail e caminhada, que juntou mais de 700 atletas. Também cerca de 45 crianças participaram no Trail Kids.
Com partida e chegada junto ao Santuário de Nossa Senhora da Enxara, as várias distâncias levaram os participantes a percorrer os trilhos que circundam a aldeia histórica de Ouguela e as suas magníficas paisagens.
Na organização da prova desportiva, os Campo Maior Trail Runners contaram com o apoio do Município, das três juntas de freguesia do concelho, da Confraria de Nossa Senhora da Enxara, assim como da GNR e dos Bombeiros Voluntários
O Núcleo Regional do Sul da Liga Portuguesa Contra o Cancro (LPCC), em parceria com o Serviço Nacional de Saúde, promove entre os dias 17 e 30 de junho, uma nova ação de rastreio gratuito do cancro da mama no concelho de Campo Maior.
O rastreio será realizado numa Unidade Móvel da LPCC, instalada junto ao Centro de Saúde da vila, permitindo às mulheres elegíveis efetuarem exames de mamografia com recurso a equipamentos digitais de última geração e acompanhamento por uma equipa técnica especializada na área do cancro da mama.
De acordo com a LPPP, o cancro da mama é o tipo de cancro mais comum entre as mulheres e corresponde à primeira causa de morte por cancro, na mulher. Em Portugal, anualmente são detectados cerca de 9.000 novos casos deste tipo de cancro e mais de 2000 mulheres morrem com esta doença.
A coordenadora da LPCC em Portalegre, Cristina Bruno, destaca a importância da deteção precoce da doença, sublinhando que o número de casos tem vindo a aumentar nos últimos anos. “O cancro da mama é um cancro que tem aumentado muito: o número de casos tem sido maior e têm sido detectados em mulheres mais jovens. A boa notícia é que, devido ao rastreio e à detecção precoce deste tipo de cancro – não podemos falar em cura, porque com cancro nunca se fala em cura –, temos, cada vez mais, uma resposta e um resultado francamente positivo, porque se atua em tempo útil”, afirma.
A responsável recorda que o programa de rastreio é uma iniciativa nacional que percorre o país através das conhecidas unidades móveis da LPCC. “O rastreio, que é uma ação nacional e que está em todo lado, também está no distrito de Portalegre, através daquilo que normalmente as pessoas chamam os carrões, mas que são as unidades móveis. Apesar do seu aspeto de autocaravana ou de caravana, lá dentro têm material e aparelhagem topo de gama”, refere.
Cristina Bruno explica ainda que os exames realizados são sujeitos a uma dupla avaliação médica independente, garantindo maior rigor no diagnóstico. “Os exames que as senhoras fazem, agora numa faixa etária mais alargada – que começa aos 45 anos – são vistos por dois médicos separadamente. Se o relatório não for coincidente, a senhora é chamada a fazer mais exames, o que não significa necessariamente que exista um problema. Muitas vezes trata-se apenas de uma dúvida ou de uma imagem que necessita de ser esclarecida”, esclarece.
O Programa de Rastreio do Cancro da Mama da LPCC é realizado em colaboração com as Administrações Regionais de Saúde e segue as Diretrizes Europeias para o Rastreio do Cancro da Mama. Trata-se de um rastreio organizado e monitorizado, realizado de dois em dois anos, considerado mais eficaz do que o rastreio ocasional, por permitir melhores resultados na deteção precoce e no combate à doença.
O rastreio destina-se a mulheres entre os 45 e os 74 anos, sem sintomas ou alterações mamárias, sem próteses mamárias, que não tenham realizado mastectomia e que nunca tenham tido cancro da mama.
As utentes elegíveis recebem habitualmente um convite por carta, mas podem também efetuar o agendamento através dos contactos da Liga Portuguesa Contra o Cancro ou dirigir-se diretamente à Unidade Móvel durante o período da campanha.
O IX “Daqui Para Ali, De Lá Para Cá”, evento de capoeira, reuniu mais de 130 praticantes da modalidade ao longo do fim de semana, em Campo Maior e Badajoz.
Entre sexta-feira, 12 de junho e ontem, dia 14, foram muitas as atividades desenvolvidas relacionadas com a Capoeira, entre workshops, seminários, momentos de roda aberta e cerimónia de graduação, com a participação de vários mestres desta disciplina. O presidente da Câmara de Campo Maior, Luís Rosinha, acompanhado pelos vereadores Paulo Pinheiro e Paula Jangita, esteve na sexta-feira no Jardim Municipal da vila para dar as boas-vindas a todos os participantes.
Esta modalidade continua a crescer no concelho de Campo Maior, sendo já cerca de 50 pessoas de todas as idades que frequentam as aulas do professor Ninja Mihail.
O evento é uma organização da Escola de Capoeira de Badajoz – Campo Maior “Revolução”, em colaboração com a Associação de Capoeira Entre Fronteiras, contando o apoio do Município de Campo Maior, da Fundación Municipal de Deporte de Badajoz e do Ayuntamiento de Badajoz