O concelho de Ponte de Sor volta a transformar-se num grande palco durante todo o mês de maio. A iniciativa “Maio Mês do Teatro”, promovida pelo Município de Ponte de Sor, traz uma programação diversificada que combina o talento local com prestigiadas companhias internacionais, reforçando a aposta da autarquia na cultura como eixo estruturante da região.
Um dos grandes destaques deste ano é a passagem do FITA – Festival Internacional de Teatro do Alentejo, que traz ao concelho produções de Cuba, Espanha e Colômbia. O Teatro Cinema Municipal e o Centro Cultural de Montargil serão os palcos principais, mas a magia do teatro chega também a Galveias e às escolas do concelho, garantindo o acesso de todos os públicos à arte cénica.
Próximos espetáculos em destaque: 22 de maio (21h00): Peça “Girasoles para María” (Cia. Vital Teatro, Cuba) – Teatro Cinema de Ponte de Sor; 23 de maio (16h00): Peça “Malaika” (La Sonrisa del Lagarto, Espanha) – Teatro Cinema de Ponte de Sor; 27 de maio (10h30): Peça “Clownti” (Jabru Teatro de Títeres, Colômbia) – Centro Cultural de Montargil e 30 de maio (21h00): Peça “Malika” de Tian Gombau – Centro de Interpretação José Luís Peixoto, Galveias.
Para além destes momentos, o mês de maio em Ponte de Sor continua a ser marcado pela transversalidade cultural, cruzando o teatro com outras iniciativas como o FestFado, que terá a sua gala de encerramento no dia 29 de maio com Fábia Rebordão.
As entradas para a maioria dos espetáculos de teatro inseridos no FITA são gratuitas, convidando toda a comunidade a celebrar a “arte de Talma”.
A Junta de Freguesia de Nossa Senhora da Expectação vai realizar, nos dias 20, 21 e 22 de maio (entre quarta e sexta-feira), no Centro Comunitário de Campo Maior, exames de Espirometria para despiste da DPOC (Doença Pulmonar Obstrutiva Crónica).
O rastreio é totalmente gratuito e destina-se à população interessada em avaliar a sua saúde respiratória. Os interessados podem fazer a sua inscrição na Junta de Freguesia.
“O seu problema é nosso também”, diz a Junta de Freguesia de Nossa Senhora da Expectação nas redes sociais.
O presidente do Município de Campo Maior, Luís Rosinha, recebeu, recentemente, nos Paços do Concelho. uma delegação da Associação Amigos de Badajoz, numa visita institucional que teve como principal objetivo a entrega de uma placa comemorativa alusiva à estadia da Imperatriz Dona Isabel de Portugal em Badajoz.
A distinção foi entregue como forma de reconhecimento pelo apoio e colaboração prestados pelo Município de Campo Maior nas comemorações evocativas desta importante figura histórica, reforçando os laços de cooperação e amizade entre os dois territórios raianos.
O programa Ambiente em FM abordou esta semana a anunciada reorganização da Agência Portuguesa do Ambiente (APA) e do Instituto da Conservação da Natureza e das Florestas (ICNF), um processo que o Governo justifica com a necessidade de simplificação, modernização e digitalização de processos.
No entanto, o anúncio está a gerar apreensão junto das organizações ambientalistas, que temem que esta reforma possa comprometer a proteção dos ecossistemas em Portugal. Em entrevista, José Janela, representante da Quercus, explicou que, embora o Governo fale em reduzir a burocracia e acelerar decisões, é fundamental garantir que a celeridade não se sobreponha ao rigor técnico e à preservação do património natural.
Para a Quercus, o cerne da questão reside no equilíbrio entre a eficiência administrativa e a eficácia da fiscalização no terreno. José Janela sublinhou que a grande preocupação da associação ambientalista é “perceber até que ponto essa simplificação pode significar menos exigência ambiental e menos capacidade de fiscalização”.
A organização ambiental alerta para os riscos de um eventual enfraquecimento das entidades reguladoras, num momento em que os desafios climáticos e a pressão sobre os recursos naturais exigem instituições fortes e dotadas de meios para atuar. O debate sobre esta reestruturação relâmpago promete continuar na ordem do dia, com os ambientalistas a pedirem garantias de que a proteção do ambiente não será sacrificada em nome da agilização dos licenciamentos.
Tudo para saber sobre o assunto com José Janela, da Quercus. O programa desta semana para ouvir, na íntegra, no podcast abaixo:
A CERCIMOR vai celebrar o seu 50.º aniversário com a realização da “Caminhada Colorida”, uma iniciativa aberta à comunidade que alia inclusão, solidariedade e convívio, em articulação com a Campanha Pirilampo Mágico.
A atividade está marcada para o dia 23 de maio, em Montemor-o-Novo, com início pelas 16h00 no Parque do Campo de Futebol pelado municipal. O programa inclui uma aula orientada por Manuela Correia e um percurso curto, pensado para garantir a participação de pessoas com diferentes níveis de mobilidade.
Mais do que uma caminhada competitiva, a organização pretende criar um momento de partilha e celebração coletiva, onde o foco está na convivência e não na chegada.
Cristina Saloio, presidente da direção da CERCIMOR, sublinha que esta edição tem um significado especial no contexto das comemorações da instituição: “Não é a primeira vez que nós fazemos uma caminhada na altura da campanha do Pirilampo, mas achámos que este ano, como temos aqui uma data muito importante, que são os nossos 50 anos, gostaríamos de fazer coisas diferentes durante o ano inteiro.”
A responsável explica ainda o conceito da iniciativa e a ligação simbólica ao Pirilampo: “Lembrámo-nos então de fazer aqui uma caminhada colorida. Porquê colorida? Porque, de alguma forma, o nosso amigo Pirilampo também quando chega traz sempre muita cor.”
A caminhada foi pensada para ser acessível e inclusiva, permitindo a participação de pessoas com diferentes condições de mobilidade, reforçando o espírito comunitário do evento. “O intuito não é aqui propriamente quem é que chega primeiro, mas sim o irmos desfrutando da própria cidade e de estarmos juntos de uma forma alegre.”
A participação tem um custo de 8 euros e inclui um kit com t-shirt e óculos de proteção, concebido para reforçar a identidade e a experiência coletiva da atividade, contribuindo também para a sustentabilidade da instituição. “Esse kit traz uma t-shirt, uns óculos de proteção (…) para que as pessoas também possam divertir-se e estarem naquele momento todas juntas (…) e ao mesmo tempo também criar aqui uma dinâmica de sustentabilidade financeira, que para nós é sempre importante.”
A organização deixa ainda um convite aberto à população para se juntar à iniciativa, sublinhando o caráter informal e participativo do evento. As inscrições podem ser feitas através do email susanalagartixo.cercimor@gmail.com ou do contacto telefónico 266 899 410. A inscrição também pode ser efetuada diretamente na instituição ou através dos canais divulgados nos cartazes e redes sociais.
Cristina Saloio reforça que já há inscrições a decorrer e espera-se uma forte adesão da comunidade: “Já temos algumas inscrições e esperamos ainda vir a ter mais.”
A “Caminhada Colorida” pretende assim ser uma tarde festiva, marcada pela cor, pela partilha e pelo espírito solidário que há cinco décadas caracteriza o trabalho da CERCIMOR.
A equipa técnica da Comunidade Intermunicipal do Alto Alentejo (CIMAA) reuniu na terça-feira, 12 de maio, na Sala de Atos do Instituto Politécnico de Portalegre (IPP), com a presença dos técnicos informáticos e bibliotecários dos Municípios, com um ponto de situação do projeto de implementação do Catálogo Integrado do Alto Alentejo.
Através da plataforma Koha, um sistema integrado de gestão de bibliotecas em código aberto, pressupõe-se a alteração do método comercial existente, proporcionando um serviço de qualidade, ao mesmo tempo que se verificará uma diminuição de custos por parte dos municípios.
A criação desta rede bibliotecária intermunicipal permitirá a gestão de catalogação, empréstimos, reservas, pesquisa pública do acervo e promove a circulação entre bibliotecas.
A Universidade Nova de Lisboa, através da NOVA IMS, e a Câmara Municipal de Campo Maior unem esforços para promover, amanhã terça-feira, 19 de maio, uma formação intensiva dedicada à criação de territórios inteligentes. A sessão terá lugar no Centro Cultural e insere-se num esforço nacional para capacitar profissionais e instituições para os desafios da modernização tecnológica.
O foco da iniciativa passa por apoiar PME, startups e entidades públicas na adoção de soluções que garantam uma gestão mais inteligente e eficiente dos recursos e serviços. Para além do debate estratégico, o programa inclui demonstrações práticas de novas tecnologias, oferecendo aos participantes ferramentas concretas para apoiar a tomada de decisão e a inovação nos seus respetivos setores de atividade.
De acordo com o presidente da Câmara de Campo Maior, Luís Rosinha, este é mais um passo dado no âmbito da parceria estabelecida com a Universidade Nova no que diz respeito ao Centro de Inteligência Competitiva: isto, depois das duas entidades terem, recentemente, assinado um contrato de comodato, para que os técnicos e docentes daquele estabelecimento de ensino superior possam ter um espaço próprio na vila, para desenvolverem o seu trabalho.
“Aquilo que fizemos desta vez foi colocar um espaço à disposição, para que os técnicos – mão de obra especializada – e os docentes da Universidade Nova possam vir trabalhar para Campo Maior e ter um espaço próprio, onde se pode desenvolver do ponto de vista da inovação, da criação e onde, eventualmente, possamos vir aqui a ter e a abrir espaços também para o cowork ou até para a própria incubação”, refere o autarca, que destaca este como um “projeto muito interessante”.
No que toca à Estratégia Nacional para os Territórios Inteligentes, Rosinha lembra que a autarquia campomaiorense tem vindo, nos últimos meses, a trabalhar muito aquilo que é a inteligência artificial. “Este será mais um fórum, para o qual os técnicos e os políticos de todo o Alentejo já foram convidados a marcarem presença, e onde iremos discutir aquilo que, efetivamente, possa ser um território inteligente”, remata Rosinha.
É já amanha, terça dia 19, que o Centro Cultural de Campo Maior recebe a partir das 9h30 uma formação intensiva dedicada à criação de territórios inteligentes.
No final da formação, os participantes irão receber um certificado oficial emitido pela Universidade Nova. A participação é gratuita.
Na mensagem para o 60.º Dia Mundial das Comunicações Sociais, o Arcebispo de Évora faz um forte apelo à defesa do jornalismo regional, critica a dependência económica dos media e alerta para os perigos éticos e democráticos da inteligência artificial e da manipulação das vozes e dos rostos humanos.
O Arcebispo de Évora, D. Francisco Senra Coelho, aproveitou a celebração do 60.º Dia Mundial das Comunicações Sociais para lançar um dos mais contundentes alertas dos últimos tempos sobre a realidade vivida pela comunicação social no interior do país, particularmente no Alentejo, denunciando a “asfixia” económica dos órgãos regionais e os riscos de uma informação condicionada por interesses comerciais e centralismos nacionais.
Numa reflexão marcada por um tom simultaneamente pastoral, ético e profundamente social, o prelado afirmou que “quem consegue fazer uma comunicação com qualidade no interior é herói”, sublinhando as dificuldades crescentes enfrentadas pelos profissionais e estruturas locais de informação.
“Como é que será possível as regiões terem presença, terem voz, terem protagonismo, terem opinião, se não são ouvidas? E como é que é possível ser ouvido se não há comunicação social sustentável e sustentada?”, questionou.
Para D. Francisco, a sobrevivência da imprensa regional é hoje uma questão diretamente ligada à própria qualidade da democracia portuguesa. O arcebispo considera que uma comunicação dependente exclusivamente da publicidade fica vulnerável a condicionamentos externos e perde liberdade crítica.
“A comunicação social que depende pura e simplesmente da publicidade é uma comunicação social que se compra e se vende”, afirmou, acrescentando que “a liberdade regional só acontece quando a comunicação social regional é economicamente independente e pode dizer o que pensa e pode dizer o que sente”.
Nas declarações proferidas no contexto do Dia Mundial das Comunicações Sociais, o responsável católico deixou críticas claras ao modo como muitas vezes o interior do país é retratado pelos grandes meios nacionais. Sem nomear órgãos concretos, apontou o dedo ao que considera ser uma abordagem superficial, sensacionalista e desligada da realidade local.
“Não pode ser um país feito de comunicação a partir de Lisboa e do Porto”, declarou. “A nossa comunicação tem de ser vivida e convivida no contexto onde se vive e se respira, onde Portugal é Portugal.”
O Prelado criticou também a lógica das deslocações rápidas ao território apenas para recolha de imagens ou acontecimentos dramáticos que alimentem manchetes nacionais.
“Vêm aqui rapidamente, num carro, com um determinado tempo marcado, com as suas siglas comerciais, buscar notícias que são depois enquadradas no caminho de viagem de regresso, sem uma hermenêutica concreta da localidade”, afirmou.
O arcebispo defendeu, por isso, um jornalismo enraizado no território e capaz de interpretar os contextos sociais e humanos de forma séria e aprofundada.
“Tem que haver jornalismo local para ser um jornalismo integrado, com uma dimensão hermenêutica correta, com uma leitura exata”, sustentou, lamentando o recurso frequente a “títulos sensacionalistas” construídos a partir de dramas humanos, crimes ou acidentes para “fazer manchetes muito chamativas e apelativas para se vender comunicação”.
Ao referir-se especificamente ao Alentejo, D. Francisco lembrou o peso territorial, cultural e humano da região, defendendo que o país não pode continuar a pensar-se apenas a partir dos grandes centros urbanos.
“Este cerca de milhão de pessoas que formam o Alentejo são portugueses que têm a sua dimensão cultural, a sua vivência e têm uma palavra a dizer sobre o seu país, até porque territorialmente são um terço do país.”
Na parte final da sua intervenção, o arcebispo relacionou diretamente a fragilidade da comunicação social com os riscos atuais para a democracia, num tempo marcado pelo crescimento de discursos extremistas e radicais.
“A democracia que se sente neste momento a tremer perante propostas extremistas, radicais, tem que se fundar na sua autenticidade, que passa sempre pela verdade”, afirmou.
E deixou um aviso particularmente duro: “Uma democracia sem qualidade é uma caricatura de uma democracia.”
“Pegar na voz de alguém e pô-lo a dizer aquilo que nunca disse é aflitivo”
Numa segunda parte da sua mensagem, D. Francisco Senra Coelho uniu-se às preocupações expressas pelo Papa para este 60.º Dia Mundial das Comunicações Sociais, centradas nos perigos da manipulação tecnológica e da utilização abusiva da inteligência artificial.
O arcebispo destacou o alerta deixado pelo Papa Leão XIV sobre os riscos de uma tecnologia digital capaz de “simular a realidade humana”, manipulando vozes, imagens e discursos.
“É aflitivo nós ouvirmos uma entrevista ou acompanharmos uma exposição e, a certa altura, darmos conta que não é o próprio que está a falar”, afirmou.
Para D. Francisco, o uso da inteligência artificial para colocar palavras falsas na voz de figuras públicas ou pessoas reconhecidas socialmente representa uma grave degradação ética.
“Acho que isto se reveste de uma indignidade, de uma dimensão de falta de ética, de imoralidade, que diria mesmo que é maquiavélica.”
O prelado alertou para o perigo de fazer circular mensagens ideológicas extremistas recorrendo artificialmente à imagem e voz de personalidades respeitadas.
“É o cúmulo pegar na sua voz, pegar no seu rosto, e pô-lo a dizer aquilo que eles querem que diga”, declarou, exemplificando com figuras universalmente reconhecidas como o Papa.
Ao aprofundar esta reflexão, D. Francisco insistiu que o problema não é apenas tecnológico, mas profundamente humano e civilizacional.
“O desafio, diz o Papa, não é tecnológico, mas antropológico. Proteger os rostos e as vozes significa, em última análise, proteger-nos a nós mesmos.”
O arcebispo advertiu ainda para os riscos de um relativismo radical onde a distinção entre verdade e manipulação se dissolve progressivamente.
“Chegamos a um momento em que é tão fluido o nosso ambiente, que nós deixamos de ter pontos seguros, pontos de referência, porque não sabemos o que é verdade.”
Citando a mensagem papal, destacou também a necessidade de transparência na utilização de conteúdos produzidos ou alterados por inteligência artificial.
“Os conteúdos gerados ou manipulados pela inteligência artificial devem ser sinalizados e claramente distinguidos dos conteúdos criados por pessoas.”
Ao concluir, D. Francisco Senra Coelho deixou um apelo à recuperação da qualidade, independência e credibilidade da comunicação social portuguesa, defendendo um jornalismo livre, ético e comprometido com a verdade.
“Eu faço votos que não percamos em Portugal a qualidade que já tivemos de comunicação social, que tentemos manter o que temos e reconquistar o que já tivemos”, sublinhou.
A Câmara Municipal de Elvas vai realizar a alienação em hasta pública no próximo dia 22 de maio, pelas 10h00, no Edifício dos Paços do Concelho, perante uma Comissão designada para o efeito, do seguinte Lote de Terreno do Loteamento “Olival do Revoltilho”.
A base de licitação é de 20 000,00 € (vinte mil euros), e os lances não podem ser inferiores a 50,00 € (cinquenta euros).
As condições de alienação encontram-se patentes no Departamento Financeiro e Desenvolvimento da Câmara Municipal de Elvas, durante as horas normais de expediente.
A manhã deste sábado ficou marcada por um momento de profundo simbolismo, união e reconhecimento com a realização da VII Bênção dos Capacetes dos Bombeiros do Distrito de Évora, em Vila Viçosa. A iniciativa, promovida pela Federação dos Bombeiros Voluntários do Distrito de Évora, reuniu corporações de todo o distrito, comandos, dirigentes associativos, autarcas e representantes institucionais, num ambiente de fraternidade e espírito de missão.
O momento mais emotivo da cerimónia aconteceu no Santuário de Nossa Senhora da Conceição, onde, após a celebração da eucaristia, o Padre Francisco Couto procedeu à bênção dos capacetes dos bombeiros presentes. Entre aplausos, reflexão e sentimento de pertença, a iniciativa voltou a afirmar-se como uma homenagem à coragem, ao voluntariado e ao compromisso dos homens e mulheres que diariamente servem as populações.
O presidente da Câmara Municipal de Vila Viçosa e vice-presidente da CIMAC, Inácio Esperança, alertou para a necessidade de reformular o atual modelo de financiamento das corporações de bombeiros, defendendo um reforço do investimento na formação, equipamentos e preparação técnica das equipas. O autarca sublinhou ainda que muitas associações humanitárias continuam excessivamente dependentes do apoio das autarquias para assegurar a sua atividade diária.
Também presente na cerimónia, o presidente da CCDR Alentejo, Ricardo Pinheiro, destacou o papel das Associações Humanitárias de Bombeiros Voluntários como um verdadeiro património nacional, defendendo uma maior articulação entre o poder local e a proteção civil. O responsável sublinhou ainda a importância de captar jovens para os corpos de bombeiros, garantindo a continuidade de uma missão essencial para a segurança e coesão dos territórios do interior.