
O VIII Encontro Internacional de Aguarela de Montemor-o-Novo reúne na cidade, entre os dias 2 e 8 de maio, sete mestres pintores de aguarela.
Com o evento a realizar-se dentro dos moldes das edições passadas, Júlio Jorge, aguarelista responsável pela organização do encontro, e esperando que a população e os visitantes interajam com os artistas, explica que estes poderão trabalhar em atelier ou na rua.
O público, durante os sete dias do evento, poderá também participar nos diferentes workshops a serem promovidos pelos artistas convidados. “As pessoas podem também pintar no primeiro sábado de manhã, que os artistas vão estar no mercado municipal a trabalhar para toda a população poder ver de perto como é que se trabalha com aguarela”, adianta o responsável, que avança que depois se espera uma “semana de trabalho intenso”.
Os sete aguarelistas convidados, este ano, são oriundos de cinco países diferentes: Peru, Tailândia, México, Espanha e Portugal. “Nós trabalhamos sempre com poucos artistas, não convém fazer um tipo de evento alargado, com muitos artistas, porque depois começa-se a dispersar muito e não resulta como nós pretendemos. Nós queremos que o encontro da aguarela seja mais ou menos uma residência artística e, se houver muita gente envolvida, as coisas dispersam-se bastante e os nossos objetivos acabam por não ser alcançados”, assegura Júlio Jorge.
Cada artista convidado irá promover um workshop por dia, com temáticas distintas. “Nós já estamos a divulgar as fichas de inscrição para que as pessoas interessadas se inscrevam. Cada artista tem uma temática diferente: uns é retrato, outros é paisagem campestre, outros paisagem urbana”, adianta o responsável.
Convidando todos os interessados por esta área a participar, Júlio Jorge revela ainda que esta oitava edição do encontro culmina com a inauguração de uma exposição, composta pelos trabalhos produzidos ao longo dos sete dias do evento. “Isto é um evento aberto a toda a gente e, as pessoas que gostem minimamente de pintura e acima de tudo de aguarela, convido a participar ou pelo menos, que mais não seja, a assistir, porque isto é aberto a toda a gente, ao contrário do que de vez em quando se pensa que isto é uma coisa fechada e que as pessoas não podem ver”, remata o aguarelista.















