Remco Evenepoel vence 4ª etapa da Algavia e assume a Camisola Amarela

Remco Evenepoel venceu esta tarde de sábado, 17 de fevereiro, o contrarrelógio de 22 quilómetros, da quarta etapa da Volta ao Algarve, em Albufeira, com um tempo de 27m09s, que o impulsionou para a liderança da classificação geral, sendo agora o novo dono da Camisola Amarela.

Magnus Sheffield foi o segundo classificado, em 16 segundos. O pódio da etapa ficou completo com Stefan Küng, vencedor do contrarrelógio da última edição, que ficou a 29 segundos.

Amanhã, domingo, 18 de fevereiro, os ciclistas partem para a última etapa da 50.ª Volta a Portugal, num percurso de 165,8 quilómetros, com partida às 11.25 horas, de Faro e chegada ao Alto do Malhão, no concelho de Loulé.

Orquestras do Alto Alentejo em concerto este sábado no CAEP

“Orquestras do Alto Alentejo em concerto” é o evento que tem lugar hoje, sábado, 17 de fevereiro, no Centro de Artes do Espetáculo de Portalegre (CAEP), pelas 21 horas.

Sob o mote “Uma Viagem pela Lusofonia”, estarão juntas em palco duas das três Orquestras da Federação das Bandas Filarmónicas do Distrito de Portalegre: a Orquestra Ligeira do Alto Alentejo e a Orquestra de Sopros do Alto Alentejo.

A entrada no evento é gratuita.

Concelho de Arronches reuniu mais de seis toneladas de têxtil para reciclar

Apesar do mais comum ser a reciclagem de embalagens e o metal, o papel ou o vidro, outros materiais podem ser de igual forma enviados para tratamento, tendo em vista a sua reutilização, contribuindo desta forma para a proteção do meio ambiente. Um dos exemplos é a reciclagem de material têxtil.

Consciente da importância de adoção desse comportamento, o Município de Arronches dispõe, desde 2013 e numa parceria com a empresa ‘H Sarah Trading’, de contentores de recolha espalhados pelo concelho e que permitem o depósito de roupa, calçado, brinquedos, entre outros têxteis do lar.

Solicitados os dados à empresa, é com agrado que a autarquia constata que os números se encontram a aumentar, tendo sido enviado para reciclagem, pela população arronchense, um total de 6043 quilos durante o ano de 2023.

De realçar que, de acordo com informações oriundas da Comissão Europeia, estima-se que, por cada quilo de têxtil reciclado, se evite a emissão de três quilos de CO2 para a atmosfera, numa ação que dá o seu contributo para atingir os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável 11 e 12 definidos pela Organização das Nações Unidas, respetivamente “Cidades e Comunidades Sustentáveis” e “Produção e Consumos Sustentáveis”.

Desfile de Carnaval em Vila Viçosa sai à rua este sábado

O corso de Carnaval em Vila Viçosa sai à rua este sábado, 17 de fevereiro, pelas 15 horas, numa organização da Associação Calipofoliões, depois de ter sido adiado, na passada semana, devido à chuva.

O responsável de comunicação da associação, Miguel Ventura, garante que esta edição será a maior de sempre, não só pelo número de participantes, mas também pelo facto de o Rei do Carnaval de Vila Viçosa ser o cantor Sérgio Rossi. “Preparámos para este ano uma grande edição de Carnaval, com muita animação, temos uma novidade, porque pela primeira vez temos um rei que é o cantor Sérgio Rossi, iremos ter um Dj, que anima o corso carnavalesco e depois o baile do desfile na Praça da República”

Esta “poderá ser uma das maiores edições de sempre do carnaval de Vila Viçosa”, garante Miguel Ventura, com cerca de 600 participantes. São 22 os grupos que fazem parte do corso, entre “associações do concelho, incluindo das freguesias, grupos de Vila Viçosa e de outros concelhos”.

O corso de Carnaval em Vila Viçosa, esta tarde, que tem como rei o cantor Sérgio Rossi e conta com animação a cargo de David Melão e do Dj Miguel Morais.

Wout van Aert vence terceira etapa da Algarvia

Foto: Volta ao Algarve

O ciclista belga Wout van Aert, da Team Jumbo | Lease a Bike, venceu esta tarde de sexta-feira, 16 de fevereiro, a terceira etapa da Volta ao Algarve em bicicleta, que ligou Vila Real de Santo António a Tavira.

Wout van Aert percorreu os 192.2 quilómetros desta etapa, em 4h50m57s. Em segundo lugar ficou o português Rui Oliveira e em terceiro o belga Maryus Mayrhofer.

Já Daniel Martinez mantém-se na liderança da classificação geral.

Amanhã, sábado, dia 17, a quarta etapa tem partida às 12.15 horas, num contrarrelógio individual, de 22 quilómetros, em Albufeira.

Abertas as inscrições para o Trail Xperience em Alandroal

Já estão abertas as inscrições para o Trail Xperience, que vai decorrer no dia 25 deste mês, em Alandroal, inserido na iniciativa Festival do Peixe do Rio. As inscrições podem ser feitas AQUI.

A prova, com um percurso de 16 quilómetros, tem início às 9 horas junto ao caminho de acesso ao endovélico. Concentração está marcada para meia hora antes, no Complexo Desportivo Miguel Figueiredo Lérias.

A inscrição, com um custo de seis euros inclui abastecimento, almoço, banhos, seguro e brinde.

Renovada zona desportiva de Arronches já abriu ao público

A renovada zona desportiva de Arronches, com campos de padel, courts de ténis, ginásio ao ar livre e zona de lazer, já abriu ao público, depois de terminadas as obras de requalificação.

Esta, que era uma obra “muito desejada há bastante tempo”, revela o presidente da Câmara de Arronches, João Crespo, foi concluída antes do previsto. “Está disponível para o público, para as pessoas que são de Arronches e para aqueles que nos queiram visitar e fazer um bocadinho de exercício físico nesta zona”, assegura.

Lembrando que, depois desta obra, aqueles que querem caminhar ou correr têm agora um sítio indicado para o fazer “em segurança”, João Crespo dá conta que em causa está um investimento de cerca de 250 mil euros.

Toda a zona desportiva é de utilização livre, à exceção dos campos de padel e dos courts de ténis, sendo que os interessados devem proceder a inscrição prévia, na receção do Estádio Municipal Francisco Palmeiro. Entretanto, e para esse efeito, o Município de Arronches pretende criar uma plataforma própria.

Imagens: Município de Arronches

CIMAA elabora Carta Social Supramunicipal do Alto Alentejo

A Comunidade Intermunicipal do Alto Alentejo (CIMAA) elaborou, recentemente, a Carta Social Supramunicipal do distrito, bem como as Cartas Sociais Municipais dos concelhos que a constituem.

Desenvolvida no âmbito de um procedimento da CIMAA e por iniciativa da mesma, com financiamento comunitário através de uma candidatura apresentada ao Programa Operacional Regional do Alentejo, a Carta Social é um documento fundamental de apoio à decisão pública em matéria de criação ou desenvolvimento de serviços e equipamentos sociais, que reforça os mecanismos de planeamento territorial e de apoio à tomada de decisão.

A mesma constitui um instrumento de caráter oficial, global e de fácil acesso, com a informação mais relevante respeitante à rede de serviços e equipamentos sociais de um determinado território.

Hugo Hilário, presidente do Conselho Intermunicipal da CIMAA, destaca a importância da existência destes documentos estratégicos de diagnóstico para a população, mas também para quem decide os seus destinos: “A Carta Social representa um compromisso com o desenvolvimento social e humano do Alto Alentejo, como um todo. Estamos perante um trabalho que permite assegurar as ações de planeamento para a concretização das respostas sociais necessárias ao nosso território, como espaço de residência e de vida, onde todos possam ter respostas adequadas à respetiva condição socioeconómica, de grupo etário, ou enquanto portadores de diferença, num processo integrado, articulado e complementado entre todos os municípios, instituições e pessoas”, assegurou.

A CIMAA, no quadro dos seus objetivos de promoção do desenvolvimento social e económico regional com vista a garantir o bem-estar e qualidade de vida dos seus habitantes, é responsável pela definição de estratégias e políticas regionais em diversas áreas, incluindo a área social. No âmbito da Estratégia de Desenvolvimento Territorial do Alto Alentejo para o período 2021 2030, na área social, destacam-se como prioridades e ações da CIMAA: a melhoria das condições de trabalho, formação profissional, habitação, alimentação, saúde, higiene e hábitos de convivência, tendo presentes a igualdade de oportunidades e a redução das diferenças sociais; promover e incrementar os investimentos na saúde, tanto em equipamentos como em recursos humanos formados e especializados, tendo presente a necessidade de unidades de cuidados continuados e paliativos, em proximidade e qualidade de resposta; garantir os apoios sociais necessários aos idosos, aos portadores de deficiências e incapacidades, combater a pobreza e a exclusão social, diretamente e através das instituições que prestam serviço e respostas sociais nas mais variadas áreas; promover a igualdade de género, raça e religião, a erradicação da violência doméstica e social, numa perspetiva de dignidade e respeito pela individualidade de cada pessoa; valorizar e reorientar o sistema educativo, incluindo os programas, as estratégias, as metodologias, os métodos e os equipamentos, numa perspetiva de conhecimento, autonomia e desenvolvimento de capacidades, privilegiando o regime presencial, mas sem descurar a necessidade do ensino à distância.

De acordo com a Portaria 66/2021, a carta social tem uma vigência de quatro anos.

Contudo, considerando o seu caráter prospetivo e a acelerada transformação da sociedade em que vivemos, com forte impacto na rede das respostas sociais oferecidas aos cidadãos, a mesma será acompanhada e monitorizada pelos órgãos competentes, e caso se justifique, será alvo de uma revisão antes do final desse período temporal.

A elaboração da Carta Social Supramunicipal – e das Cartas Sociais de cada município – decorre da transferência de competências no âmbito da Ação Social prevista na Lei n.o 50/2018, de 16 de agosto, e que posteriormente foi mais concretizada, sequencialmente, pelo Decreto-Lei n.o 55/2020, de 12 de agosto, e pela Portaria n.o 66/2021, de 17 de março.

DECO questiona fixação de valores de rendas para novos contratos

A DECO tem recebido vários pedidos de esclarecimento relativos à fixação de valores de renda para novos contratos, bem como às atualizações.

É do conhecimento público que se, por um lado, o legislador optou por não limitar o valor de atualização anual das rendas, por outro decidiu limitar o valor aplicado a novos contratos de arrendamento, submetendo-os a um limite de 2% face aos celebrados nos cinco anos anteriores. De fora desta equação ficam os senhorios que tenham praticado rendas iguais ou inferiores às que se encontram previstas em diploma de 2019 e que são fixadas de acordo com a tipologia e com a respetiva localização.

Estas matérias levantam várias dúvidas para as quais a DECO ainda não encontra solução. Desde logo, como poderão os novos arrendatários ter conhecimento dos valores praticados nos anteriores contratos, uma vez que o senhorio não é obrigado a declarar, nem tão pouco a prestar essa informação ao novo arrendatário?

E caso os senhorios pratiquem preços mais altos do que os verificados nos últimos cinco anos – e esse facto seja do conhecimento do arrendatário – qual será a consequência para essa prática irregular?

No que respeita à atualização de rendas, a lei prevê que, ao ser celebrado um novo contrato e no caso do anterior não ter sido sujeito a nenhuma atualização, ao preço anteriormente praticado poderão ser aplicadas as atualizações de renda dos últimos três anos, acrescido dos 2%. Nestes casos, o novo diploma prevê que o coeficiente a ser considerado em 2023, será de 1,05 (5%), contrariando a fixação introduzida pelo Governo para esse ano de 1,02 (2%), o que não se compreende.

Todo este contexto motivou a DECO a enviar uma carta ao Ministério de Habitação, no sentido de serem adotadas medidas que visem o esclarecimento destas dúvidas, a regulação específica destas matérias, bem como um reforço e clarificação dos poderes de fiscalização do Instituto de Habitação e Reabilitação Urbana (IHRU) relativamente a estas matérias.

Tudo para saber sobre este tema na rúbrica da DECO com a jurista da delegação do Alentejo, Ana Sofia Rosa, pode ouvir na emissão às 12:45 e às 16:30 horas ou no podcast abaixo:

Campo Maior ilumina Fortificação em Dia Internacional da Síndrome de Angelman

Foto arquivo

O Dia Internacional da Síndrome de Angelman celebrou-se ontem, 15 de fevereiro.

O Município de Campo Maior aderiu à iniciativa “Light It Blue”, protagonizada por mais de 50 organizações mundiais dedicadas à Síndrome de Angelman, com a iluminação da Muralha da Fortificação Abaluartada de Campo Maior, numa demonstração pública de apoio às pessoas com Síndrome de Angelman e aos seus familiares e como modo de consciencializar para esta condição genética rara.