Projeto Arronches + ECO com objetivo de construir um município mais sustentável

O Projeto Arronches + ECO abrange uma variedade de temas cruciais, desde o consumo sustentável da água até à compostagem doméstica, passando também pelas complexidades das alterações climáticas.

Este projeto marca a procura por uma comunidade mais sustentável e consciente no município. Esta é uma iniciativa focada na educação ambiental.

O projeto Arronches + ECO desdobrou-se em atividades direcionadas não apenas à população em geral, mas também aos alunos do Centro Lúdico e a diversas entidades locais. A disseminação do conhecimento sobre práticas ambientais responsáveis foi a peça central desse esforço coletivo. Este é um testemunho do poder da educação ambiental para moldar um futuro mais promissor e ambientalmente consciente.

Arronches é um sítio onde a história, a cultura e a natureza se encontram e que agora enfrenta alterações climáticas. Nos últimos anos, fenómenos climáticos extremos, como as ondas de calor, as inundações e as secas têm causado grandes prejuízos materiais no planeta. Como em muitas regiões, Arronches tem sentido o impacto do aquecimento global.

Numa publicação nas redes sociais, o município deixa o lembrete de que “é altura de mudarmos comportamentos, hábitos e ciclos. Surge aqui a oportunidade de construir um município mais verde e mais sustentável”.

Iniciativas verdes têm surgido focadas na redução da pegada ecológica, mas o caminho ainda é longo.

Habitação continuará a ser uma das principais apostas da Câmara Municipal de Elvas em 2024

Ao longo de 2023, uma das grandes apostas da Câmara Municipal de Elvas recaiu sobre as questões da habitação, sendo que o trabalho, nessa área, irá continuar ao longo deste novo ano.

Num trabalho iniciado já em 2022, lembra o presidente Rondão Almeida, foram investidos mais de dois milhões de euros na compra de mais de 50 edifícios, não só no centro histórico da cidade, mas também nas freguesias rurais. “Em cerca de ano e meio, a Câmara de Elvas comprou 56 edifícios, numa fase degradante, num investimento de dois milhões e 200 mil euros, em que está também incluído o Monte de Santo António, na Terrugem”, começa por revelar.

Ao longo dos últimos 20 anos, diz o autarca, a autarquia conseguiu renovar todo o centro histórico da cidade, tendo sido precisamente essa a sua primeira preocupação, quando, em 1994, chegou à presidência da Câmara de Elvas. “Mas ao longo de todo este tempo, há um conjunto de prédios que, estando degradados, dão uma péssima imagem a uma cidade classificada como Património da Humidade”, assegura.

Agora, a “grande preocupação” da autarquia é conseguir recuperar a “grande maioria” dos prédios adquiridos. “Temos feito anúncios e convites a proprietários, que estejam disponíveis a vender o seu prédio à Câmara Municipal de Elvas, dentro, evidentemente, de uma determinada contratualização”, explica Rondão Almeida.

A par dos prédios para habitação, o município adquiriu também, muito recentemente, o edifício onde a Sociedade 1º de Dezembro, a popular “Azevia”, sempre funcionou, ao longo dos seus 113 anos. “A infelicidade (a queda da cobertura) acabou por trazer uma alegria, o que deu origem a que os proprietários vissem que tinham além um grande problema para recuperar aquele edifício e eu, em nome da Câmara Municipal de Elvas, aproveitei essa oportunidade, tendo-se feito um bom negócio, a um preço abaixo daquilo que está registado nas Finanças”, garante.

Ainda assim, o edifício da “Azevia” vai necessitar de uma intervenção, a rondar os “200 ou 300 mil euros”, a começar, desde logo, pela sua cobertura. “Já temos uma equipa a fazer o projeto”, assegurando Rondão Almeida, assegurando que a cobertura vai ser “totalmente renovada”, assim “tudo aquilo que são os soalhos e casas de banho, ao nível do primeiro piso”. A expectativa é que se possa celebrar os 114 anos da coletividade, a 1 de dezembro de 2024, já no interior do edifício.

Já no Bairro de Santo Onofre, num edifício adquirido pela Câmara Municipal, e à semelhança do que acontecerá na Casa António Sardinha, na Quinta do Bispo, irão nascer centros de convívio.

Município de Campo Maior prevê investir 1,5M€ na Estratégia Local de Habitação em 2024

A Câmara Municipal de Campo Maior tem tido uma grande preocupação com a habitação, sendo que, ao longo deste novo ano, a autarquia prevê colocar, no terreno, mais um milhão e meio de euros.

“Temos aqui uma bandeira, que já levamos de alguns anos a esta parte, pelo menos nestes últimos dois anos, na fase de execução, que tem a ver com a Estratégia Local de Habitação, onde temos cerca de um milhão e meio de euros já no terreno e contamos vir a colocar, em 2024, mais um milhão e meio”, revela o presidente Luís Rosinha.

A par disso, assim como da grande obra da Área de Acolhimento Empresarial, financiada pelo Plano de Recuperação e Resiliência, o Município de Campo Maior, adianta o autarca, tem vários projetos pela frente, em 2024: uma nova casa mortuária em Degolados, a construção de um passeio lateral à variante de acesso à zona industrial e a última fase da recuperação das muralhas de Ouguela.

O Município de Campo Maior tem também previsto continuar a investir na gestão da manutenção das vias municipais. “Temos também intenção de remodelar aquilo que é o regulamento de apoio aos nossos idosos e tentar apoiar mais gente”, revela ainda.

2023: um ano “conturbado” em todo o mundo em termos ambientais

2023 já chegou ao fim e, em termos ambientais, este foi um ano “muito conturbado”, em todo o mundo.

Ainda que este tenha sido o ano mais quente de que há registo, recorda José Janela da Quercus, no programa “Ambiente em FM” desta semana, na edição deste ano da Conferência das Partes, que decorreu no Dubai, foram dadas algumas esperanças de que se possa sair da era dos combustíveis fósseis e, com isso, reduzir a emissão de gases que provocam o efeito de estufa e as alterações climáticas.

No caso específico de Portugal, o ambientalista espera que 2024 não seja um ano de tanta seca, situação que tem afetado, sobretudo, o sul do país.

O programa “Ambiente em FM” desta semana, para ouvir, na íntegra, no podcast abaixo:

GNR: três mortos em 540 acidentes nos últimos três dias

Nos últimos três dias, a GNR registou 540 acidentes, dos quais resultaram três mortos, 12 feridos graves e 112 leves, de acordo com os dados provisórios da Operação Natal e Ano Novo 2023/2024, divulgados neste primeiro dia do ano.

No mesmo período, a GNR fiscalizou 24.629 condutores, dos quais 185 conduziam com excesso de álcool, sendo que 107 foram detidos por conduzirem com uma taxa de álcool no sangue igual ou superior a 1,2 gramas/litros. Foram também detidas 74 pessoas, por condução sem habilitação legal.

Foram ainda identificadas 5.999 contraordenações rodoviárias, das quais 1.474 se deveram a excesso de velocidade, 78 por excesso de álcool, 239 por falta ou incorreta utilização do cinto de segurança e/ou cadeirinha.

A GNR registou ainda 149 contraordenações por uso indevido do telemóvel ao volante, 579 por falta de inspeção periódica obrigatória e 240 por falta de seguro de responsabilidade civil obrigatório.

De referir que os acidentes com vítimas mortais ocorreram no sábado, em Castro Verde, e no domingo na A23, em Vila Velha de Ródão, e em Vila Franca de Xira. As vítimas mortais eram três homens de 76 anos, 24 anos e 53 anos.

Ano de 2024 com quatro fins de semana prolongados

Aproxima-se um novo ano que conta com, pelo menos, quatro fins de semana prolongados e muitas oportunidades para fazer ponte.

Os fins de semana prolongados iniciam-se logo no primeiro dia do ano, com o feriado de 1 de janeiro, que calha numa segunda-feira. Segue-se a Sexta-Feira Santa, a 29 de março, o Dia de Portugal, a 10 de junho, numa segunda-feira, e o Dia de Todos os Santos, a 1 de novembro, que calha numa sexta-feira.

No que toca às pontes, a terça-feira de Carnaval é celebrado a 13 de fevereiro, sendo que, nesta data, surge a primeira oportunidade do ano para fazer ponte. As restantes surgem com o 25 de Abril (Dia da Liberdade), 30 de maio (Corpo de Deus) e 15 de agosto (Assunção de Nossa Senhora), todos à quinta-feira.

Os feriados do Dia do Trabalhador (1 de maio) e do Natal (25 de dezembro) são a meio da semana, numa quarta-feira.

No entanto, há três feriados que calham ao fim de semana no próximo ano: Dia da Implantação da República, (sábado, 5 de outubro), o Dia da Restauração da Independência (domingo, 1 de dezembro) e o Dia da Imaculada Conceição (domingo, 8 de dezembro).

Presépios feitos pelos alunos do Colégio Luso-Britânico em exposição no Forte de Santa Luzia

A exposição “O Meu Presépio”, elaborada pelos alunos do Colégio Luso-Britânico está patente no Forte de Santa Luzia, em Elvas.

Estes presépios, como revela Carla Saldanha, diretora pedagógica do Colégio Luso-Britânico, resultam de um trabalho conjunto entre os alunos e as suas famílias. “O objetivo é os alunos fazerem os presépios com as famílias, mais do que um trabalho da escola, um momento em família, aliás, a escola serviu aqui como um intermediário”, adianta Carla Saldanha.

A diretora explica ainda que estes presépios foram feitos, sobretudo, com materiais reciclados, apesar de esta não ter sido uma regra: “cada vez mais, procuramos que os trabalhos tentem ir ao encontro do sentido ecológico, portanto a escola quis que, tanto quanto possível, os presépios fossem feitos com materiais reutilizados”.

A exposição “O Meu Presépio” fica patente no Forte de Santa Luzia, até 7 de janeiro, podendo ser visitada das 10 às 17 horas.

Pista de gelo em Cabeço de Vide tem sido “um sucesso”

A grande aposta do município de Fronteira para esta quadra festiva, é uma pista de gelo instalada na Avenida da Libertação, em Cabeço de Vide.

Esta atração, adianta o presidente da Câmara de Fronteira, Rogério Silva, tem tido “uma grande adesão e tem sido um sucesso” e, por isso, será “para repetir nos próximos anos, em completamento a outras atividades, como é o caso do mercadinho de Natal, os presépios”.

Rogério Silva garante que o objetivo é expandir “as atividades a outras freguesias, nesta época, que é muito importante e pretende atrais mais pessoas até ao território”.

Pista de Gelo, em Cabeço de Vide que decorre até dia 7 de janeiro, funcionando de segunda a sexta-feira, entre as 18 e as 20 horas, e aos sábados e domingos, das 10 às 13 horas e das 14 às 17 horas. No dia 1 de janeiro a pista de gelo funciona das 15 às 17.30 horas.

2024 será ano de “grandes dificuldades” para os Bombeiros de Elvas

2024 está a chegar e as perspetivas é que, para os bombeiros, este não seja um ano muito melhor que aquele que agora termina. As dificuldades, garante o presidente da Associação Humanitária dos Bombeiros Voluntários de Elvas, Amadeu Martins, que recorda o elevado preço dos combustíveis, vão sendo “cada vez maiores, a cada ano que passa”.

“Passámos por uma pandemia e estamos, atualmente, com duas guerras. Tudo isso faz com que as coisas sejam mais caras: os combustíveis, as peças para automóveis”, revela.

Levando “semanas à espera” de uma peça que uma viatura da corporação possa precisar, os Bombeiros de Elvas enfrentam “grandes transtornos”, até porque o transporte de doentes é o “ganha-pão” da corporação. “Se não tivermos viaturas, não conseguimos fazer dinheiro”, recorda Amadeu Martins.

“2024 vai ser um ano muito complicado: o Governo demitiu-se, vamos ter eleições. Prevejo grandes dificuldades para as famílias e a Associação Humanitária dos Bombeiros Voluntários de Elvas é uma família grande e iremos ter dificuldades como todas as famílias”, acrescenta.

A esperança do presidente da associação é que o próximo Governo possa ter “outra atenção” para com as corporações de bombeiros do país. “A ver se conseguimos dar conforto às pessoas que nós transportamos, porque se há coisa que me custa é saber que um doente não seja transportado com conforto, porque não basta a pessoa estar doente e ainda sentir-se desconfortável no seu transporte”, remata.

Aumentos das pensões “chegaram a estar em dúvida” mas vão mesmo avançar

Incerteza nos últimos dias foi muita devido à crise política que se gerou, mas com o desenrolar dos acontecimentos percebeu-se que o Orçamento do Estado para 2024 (OE2024) vai mesmo entrar em vigor e, com ele, os pensionistas vão receber aumentos no próximo ano.

“Os aumentos das pensões “superiores à inflação”, previstos na proposta de OE2024, chegaram a estar em dúvida nas horas que se sucederam à demissão do primeiro-ministro, mas o Presidente da República optou por permitir a viabilização do Orçamento do Estado, após ter reunido o Conselho de Estado a 9 de novembro”, lembra a DECO Proteste.

Significa isto que, em 2024, as pensões vão ser aumentadas.

Pensões até 1.020 euros devem ser aumentadas em 6,2%, pensões entre 1.020 e 3.061 euros está previsto um aumento de 5,8% e pensões superiores a 3.061 euros devem aumentar 5,2%.

A organização de defesa do consumidor recorda que “também o indexante dos apoios sociais (IAS), que serve de referência à atualização de várias prestações sociais, como o subsídio de desemprego, deverá aumentar 6,2% no próximo ano, para 510 euros, mais 30 euros do que o valor atual, de 480,43 euros”.

“Recorde-se que a proposta de OE2024 prevê também, entre outras medidas, um aumento do salário mínimo nacional para 820 euros, uma atualização dos escalões de IRS em 3%, a isenção do pagamento de IRS no primeiro ano de trabalho para os jovens que optem pelo IRS Jovem ou a gratuitidade dos passes 4_18 e sub23”, é ainda referido.